Editais

A 15ª edição do AnproTalks recebe autores do livro ‘Ponte para Inovação: Como criar um Ecossistema Empreendedor’

Este webinar da série AnproTalks acontece na sexta-feira, 18/6, às 11h, e traz um debate sobre o livro Ponte para Inovação: Como criar um Ecossistema Empreendedor, os 32 vetores de desenvolvimento de um dos hubs de inovação mais completo do Brasil, escrito por Rodrigo Lossio e Daniel Leipnitz.

Inscreva-se para receber o link de transmissão, em breve, por e-mail em

https://informativo.anprotec.org.br/anprotalks_webinar-15

 

Fonte: Site da ANPROTEC -Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores.

Mais informações em:

https://anprotec.org.br/site/2021/06/2a-edicao-do-ano-do-anprotalks-fala-sobre-o-programa-ideiaz-e-tira-duvidas-sobre-a-chamada-para-o-credenciamento-de-ambientes-de-inovacao-2-2/?utm_campaign=info-e__160621&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

 

 


O Rio Scientific Entrepreneurship é um evento que, contando com apoio da FAPERJ e da UFRJ, ocorrerá entre os dias 14 a 17/06/2021, tendo por objetivo promover conexões, mapeamento e promovendo oportunidades de negócios no cenário de empreendedorismo nos temas de Meio Ambiente & Sustentabilidade, Saúde e Agronegócios no Brasil.

Inscrições: https://eventorise.com.br/#/inscricao/rise—rio-scientific-entrepreneurship-2021

Programação geral e mais informações em:  https://eventorise.com.br/#/

Serão 4 dias de encontro com intensa troca de conhecimento e experiências, aprendizado, conexões, aprimoramento do empreendedorismo científico.

Atividades:

· Mural de talentos

· Conexão entre laboratórios e empresas

· Conexão entre startups e grandes empresas

· Curso de busca de anterioridade e redação de patente

· Conversa com investidores

· Oficina de design thinking: Gestão de Projetos e Patentes;

· Palestras

· Stands para visitas virtuais

Fonte: Site da Rise https://eventorise.com.br/#/


A Diretoria de Inovação Tecnológica e Empreendedorismo do IFSULDEMINAS promoverá o Ciclo de Palestras “Estratégias para Inovação”. O objetivo é estimular ações que fomentem a criação de soluções e que tragam novas tecnologias, produtos e mercados. O ciclo é composto por três palestras, que ocorrerão ao longo de 2021, de forma complementar. Elas serão realizadas via plataforma meet, nos dias 28/05, 01/07 e 29/09, todas às 14h.

Inscrições gratuitas podem ser feitas pelo link: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSedx5vRPRcjmLOeAkyDMeVQbUnfCEuf7m-HlOMGpNX4TtZZ3w/viewform

Mais informações e programação completa em: https://portal.ifsuldeminas.edu.br/index.php/institucional-geral/4333-ciclo-de-palestras?fbclid=IwAR1DYXOC00Zzrrd1IiEVOvqagRPsAZAQ_T714wPDmyIJyJfJ9rb5JuZa-o8

 

Fonte: Ascom Reitoria do Instituto Federal do Sul de Minas (com informações Cristina Lúcia Janini Lopes).


O evento será realizado em 26/04/2021, das 10:00 às 12:00 h e neste será apresentado como é trabalhada a propriedade intelectual na Unicamp. Além disso, o webinar propiciará oportunidades para que alunos da pós-graduação observem os resultados de sua pesquisa com um olhar para a proteção da propriedade intelectual.
O evento gratuito faz parte das comemorações voltadas ao Dia da Propriedade Intelectual, dentro da Agenda da Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), e tem foco nos alunos da pós-graduação da Unicamp, mas é aberto a interessados no tema.

AGENDA

10h – Abertura
10h10 – Estratégia & Cultura de Propriedade Intelectual, com Raquel Barbosa, diretora de Propriedade Intelectual na Inova Unicamp
● Visão da Inova – Gestão&Qualidade da PI, tese em sigilo, colaboração (convênios com ICT e empresa) e novo programa de análise estratégica de portfólio
● Conceitos macros (Inovação & PI & Inova, processo de análise PI, busca)
● Apresentação da chamada de tecnologias (cronograma)
10h30 – Ferramentas de Busca, com Ana Carolina Gonzaga, analisa de propriedade intelectual da Inova Unicamp
● Conceitos básicos – PI, Leis, requisitos, busca como ferramenta estratégica, passo-a -passo.
11:40 – Perguntas e respostas

Fonte: INOVA UNICAMP (Agência de Inovação da UNICAMP)

INSCRIÇÕES ABERTAS!
A próxima edição do Café com Inovação, em 29/04/2021, às 10:00 h,  abordará sobre a Propriedade Intelectual como ferramenta para estimular a Inovação no Brasil.
O evento será em formato virtual e terá:
⇒Participação de profissionais experientes em Gestão da Inovação, Educação e ⇒Empreendedorismo;
⇒Lançamento de vídeos sobre Propriedade Intelectual;
⇒QUIZ com premiação para os primeiros colocados.
Acesse https://arranjoamoci.org/poppi e inscreva-se!
Nessa edição a professora Célia Simonetti, do PROFNIT/UFAM, será uma das palestrantes.
O evento é realizado pelo Arranjo AMOCI e pelo INPA (Coeti), com patrocínio da FAPEAM.
Fonte: PROFNIT-UFAM Programa de Pós-Graduação em Propriedade Intelectual e Transferência de Tecnologia para a Inovação (Ponto Focal: Universidade Federal do Amazonas/UFAM)

Aberta  a PRÉ-INSCRIÇÃO para o Curso de Indicações Geográficas e Marcas Coletivas oferecido pelo INPI no período de 11 a 14 de maio de 2021.
O curso de 20 horas é gratuito e realizado no formato à distância, com aulas telepresenciais que acontecerão no período de 11 a 13/05 de 9h às 12h. As vagas são limitadas e o aceite da inscrição está sujeito ao cumprimento do pré-requisito (certificado do Curso DL 101P BR).
Fonte: Agenda de Cursos da Academia de Propriedade Intelectual do INPI

Abertas, até 23/04 (horário de Genebra), as inscrições para a segunda edição de 2021 do CURSO GERAL DE PROPRIEDADE INTELECTUAL À DISTÂNCIA – DL 101P BR – oferecido pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial/INPI em parceria com a OMPI (Organização Mundial de Propriedade Intelectual). O curso é GRATUITO, possui carga horária de 75 h/a, tutoria de especialistas nacionais e apresenta uma visão geral sobre diversos temas relativos à propriedade intelectual (com enfoque na legislação brasileira).
Inscreva-se em:https://bit.ly/3bV5ZR8
Saiba mais na agenda de cursos do INPI:https://lnkd.in/ews24Sg

Fonte: Academia de Propriedade Intelectual do INPI

https://www.gov.br/inpi/pt-br/atuacao-transversal/academia

 


O “IV Global Entrepreneurial University Metrics Workshop” ocorrerá nos dias 24, 25 e 26 de fevereiro de 2021, com inscrições gratuitas, no formato on line.

O Workshop integra uma série de eventos internacionais organizados com o objetivo de discutir as universidades empreendedoras, a partir de um projeto de pesquisa internacional “Global Entrepreneurial University Metrics Initiative (GEUM)” proposto e conduzido pelo Professor Henry Etzkowitz a partir da Triple Helix Association localizada na Itália, em parceria com o International Triple Helix Institute, situado na California (EUA), que tem reunido pesquisadores, responsáveis por políticas públicas e especialistas em interação universidade-empresa por vários anos, visando discutir os critérios utilizados para avaliar indicadores de empreendedorismo e inovação para universidades.

Inscrições: https://triplehelix-br.org/inscricao/

Mais informações em: https://triplehelix-br.org/


Abertas, até 30/01 (horário de Genebra), as inscrições para a primeira edição de 2021 do CURSO GERAL DE PROPRIEDADE INTELECTUAL À DISTÂNCIA – DL 101P BR – oferecido pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial/INPI em parceria com a OMPI (Organização Mundial de Propriedade Intelectual).
O curso é GRATUITO, possui carga horária de 75 h/a, tutoria de especialistas nacionais e apresenta uma visão geral sobre diversos temas relativos à propriedade intelectual (com enfoque na legislação brasileira).

Objetivo: Tornar viável para o público em geral o aprendizado de diversos temas relativos à propriedade intelectual, como: Direitos Autorais, Patentes, Marcas, Indicações Geográficas, Desenhos Industriais, Proteção de Novas Variedades Vegetais/Cultivares, Concorrência Desleal, Informação Tecnológica, Contratos de Tecnologia e Tratados Internacionais.

Exame Final:  28 a 30/03/2021

O curso é disponibilizado em língua portuguesa. Tanto o curso como o exame final serão realizados via internet.

Inscreva-se emhttps://bit.ly/3bV5ZR8
Saiba mais  acessando a agenda de cursos do INPI:  https://lnkd.in/ews24Sg
Fonte:  Agenda de Cursos Academia do INPI


Este Curso de Verão de duas semanas de duração é oferecido conjuntamente pelo Escritório da OMPI no Brasil, o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) e a Associação Brasileira da Propriedade Intelectual (ABPI).  O objetivo é desenvolver competências na gestão de propriedade intelectual para o setor agroalimentar, contribuindo na capacitação de acadêmicos, profissionais, funcionários de governo e gerentes de núcleos de inovação tecnológica para atuarem nesta área.

INSCRIÇÕES E MAIS INFORMAÇÕES EM:

http://bit.ly/Inscricoes_WIPO_BrasilSummerSchool*

OU encaminhar e-mail para: summerschool.brazil@wipo.int

Programa

O programa consiste em palestras de especialistas renomados na área de PI, bem como estudos de caso e discussões em grupo sobre tópicos selecionados de PI com foco para o setor agroalimentar.
Os participantes que completarem os requisitos do programa com sucesso receberão um certificado de participação.

Elegibilidade

O Curso de Verão será oferecido online.
Os candidatos devem preferencialmente ter completado com sucesso o Curso Geral de Propriedade Intelectual à distância da OMPI (DL101PBR) antes do prazo de inscrição. Daremos prioridade na seleção aos candidatos que tiverem completado o referido curso.

Registro online

Os candidatos deverão enviar suas inscrições online juntamente com currículos, cartas de motivação e cópias de passaportes (ou carteiras de identidade).
Os candidatos selecionados serão notificados alguns dias após a conclusão do prazo de inscrição para que prossigam ao pagamento da taxa de matrícula.

Taxas de inscrição para o curso de verão em PI

Os participantes selecionados para o curso pagarão a taxa de inscrição correspondente à ABPI após a notificação de sua aceitação e antes de iniciado o curso. Elas se enquadram nas seguintes categorias:
Estudantes e profissionais nacionais ou residentes de países em desenvolvimento e países em transição.

Fonte: Site da Academia da WIPO (Organização Mundial da Propriedade Intelectual)

https://welc.wipo.int/acc/index.jsf?page=wssCatalog.xhtml&lang=pt&cc=WSSBR#plus_WSSBR

 


A Câmara dos Deputados aprovou nesta segunda-feira (14), por 361 votos a 66, o Marco legal das startups. O texto segue agora para análise do Senado.

Chamado de “Marco das Startups” pelos parlamentares, o Projeto de Lei Complementar 146/19 enquadra como startups as empresas, mesmo com apenas um sócio, e sociedades cooperativas que atuam na inovação aplicada a produtos, serviços ou modelos de negócios.

As startups devem ter receita bruta de até R$ 16 milhões no ano anterior e até dez anos de inscrição no CNPJ. Além disso, precisam declarar, em seu ato constitutivo, o uso de modelos inovadores ou se enquadrarem no regime especial Inova Simples, previsto no Estatuto das Micro e Pequenas Empresas (Lei Complementar 123/06).

As startups poderão admitir aporte de capital, por pessoa física ou jurídica, que poderá resultar ou não em participação no capital social da startup, a depender da modalidade de investimento escolhida pelas partes.

Sandbox

A matéria permite que órgãos e as entidades da administração pública com competência de regulamentação setorial poderão, individualmente ou em colaboração, no âmbito de programas de ambiente regulatório experimental (sandbox regulatório), afastar a incidência de normas sob sua competência em relação à entidade regulada ou aos grupos de entidades reguladas.

Sandbox são condições simplificadas, que permitem que novas startups testem seus produtos, serviços e modelos de negócios inovadores no mercado real sendo monitoradas e reguladas por órgãos competentes, obedecendo determinados limites do edital.

Licitação

O texto estabelece que a administração pública poderá contratar pessoas físicas ou jurídicas, isoladamente ou em consórcio, para o teste de soluções inovadoras por elas desenvolvidas ou a ser desenvolvida, com ou sem risco tecnológico, por meio de licitação na modalidade especial.

Com objetivo de fomentar o ecossistema de startups, a administração pública poderá restringir a participação na licitação somente empresas enquadradas como startups e, na hipótese de participação em consórcios, estes deverão ser formados exclusivamente por startups.

A licitação poderá se restringir à indicação do problema a ser resolvido e dos resultados esperados pela administração pública, incluídos os desafios tecnológicos a serem superados, dispensada a descrição de eventual solução técnica previamente mapeada e suas especificações técnicas e caberá aos licitantes propor diferentes meios para a resolução do problema.

Segundo a proposta, aplicam-se à licitação os dispositivos da Lei nº 8.666/93.  O edital da licitação deve ser divulgado, com antecedência de, no mínimo, 30 dias corridos até a data de recebimento das propostas.

Relações trabalhistas

O contrato por prazo determinado aplicável às startups compreenderá duração máxima de até 4 anos, improrrogáveis. Se a empresa contratante deixar de ser enquadrada como startup durante o período do contrato por prazo determinado firmado será automaticamente alterado para a duração máxima de até 2 anos

Para o relator do projeto, o deputado Vinicius Poit (Novo-SP), o Marco das Startups pode aumentar a geração de empregos no país. O parlamentar defendeu ainda o formato de remuneração por participação nos lucros da empresa, o “stock options”.

“Vai mudar a realidade do nosso Brasil, a realidade de quem está lá fora agora esperando uma oportunidade de emprego, uma oportunidade de renda, que vai, sim, inclusive com o assunto stock options, cujos pontos estávamos esclarecendo, ter essa remuneração, de acordo com as leis e os acordos com a sua empresa, garantida, mais a possibilidade de uma complementação, a possibilidade de ser sócio da empresa. Não só o empreendedor, dono da empresa, vai ganhar. Mas o trabalhador, o empregado, com stock options, vai ter a opção de também ser sócio da empresa e ganhar com o crescimento da economia”, argumentou.

Para a líder do PSOL, deputada Sâmia Bomfim (SP), o dispositivo fragiliza a remuneração dos trabalhadores, que poderia depender diretamente do sucesso da nova empresa.

“[Os trabalhadores] podem ter como única fonte de remuneração os tais stock options, aquilo que a startup que, quem sabe se um dia vai conseguir, de fato, vingar como uma empresa no Brasil. Mas isso é muito improvável, porque a maioria delas, infelizmente, não consegue ter lucro suficiente para se sustentar e, consequentemente, pagar o salário dos seus trabalhadores. Com todos esses nomes aparentemente mais moderninhos, o que vai acontecer, na prática, é a precarização do trabalho”, criticou a deputada.

 

Fonte: Agência Brasil

Publicado em 14/12/2020


Em evento comemorativo do cinquentenário ao INPI – Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) e encerramento do Encontro Acadêmico de Propriedade Intelectual, Inovação e Desenvolvimento (ENAPID), que aconteceu em 11 de dezembro, o secretário Carlos Da Costa, da Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia (SEPEC/ME) lançou a Estratégia Nacional de Propriedade Intelectual (ENPI). Com a iniciativa, o governo pretende implementar no país um Sistema Nacional de Propriedade Intelectual que incentive a criatividade e os investimentos em inovação.

A ENPI foi concebida pelo Grupo Interministerial de Propriedade Intelectual (GIPI), envolvendo mais de 220 especialistas no tema e 98 contribuições recebidas na fase de consulta pública, entre elas a da ABPI – Associação Brasileira da Propriedade Intelectual. Tem sete eixos de ação: 1- PI para a Competitividade e o Desenvolvimento; 2 – Disseminação, Formação e Capacitação em PI; 3 – Governança e Fortalecimento Institucional; 4 – Modernização dos Marcos Legais; 5 – Observância e Segurança Jurídica; 6 – Inteligência e Visão de Futuro; e 7 – Inserção do Brasil no Sistema Global de PI.

Ao todo, são propostas mais de 210 ações para transformar o sistema de Propriedade Intelectual brasileiro, que serão organizadas em planos bienais. No primeiro semestre de 2021, será lançado o primeiro Plano de Ação e o Portal Nacional de Propriedade Intelectual, que reunirá todas as informações sobre a ENPI em tempo real. Posteriormente, o Portal centralizará todas as informações e links sobre ações do governo ligadas à PI.

O GIPI será responsável pela implementação e governança da ENPI, que será oficializada por meio de um decreto presidencial.

Mais informações relacionados à ENPI nos links abaixo:

https://www.gov.br/inpi/pt-br/central-de-conteudo/noticias/cerimonia-marca-50-anos-do-inpi-e-lancamento-da-estrategia-nacional-de-propriedade-intelectual/EstratgiaNacionaldePropriedadeIntelectual.pdf

Fonte:  Newsletter da ABPI- Edição 20 – dezembro 2020 ( Associação Brasileira de Propriedade Intelectual) https://abpi.org.br/newsletter/governo-lanca-estrategia-nacional-de-propriedade-intelectual/


Após a realização de 19 diagnósticos de potenciais candidatos a Indicações Geográficas (IG) no Estado do Rio de Janeiro, o Sebrae/NA e o Sebrae/RJ organizaram um seminário para apresentar o trabalho realizado com as devolutivas dos diagnósticos e debater sobre os benefícios desse registro. O evento contará com painéis com os especialistas da Inovates e com a associação responsável pela IG Cachaça Paraty.
Participe dessa tarde de informações sobre os produtos com potencial de IG no Estado do RJ.
Será no dia 02/12, das 14h30 às 17h30, garanta já sua vaga.

Vagas Limitadas.  Inscreva-se em https://loja.rj.sebrae.com.br/loja/evento/312081853

A Indicação Geográfica (IG) identifica a origem de um produto ou serviço que tem certas qualidades graças à sua origem geográfica ou que tem origem em um local conhecido por aquele produto ou serviço.

A proteção concedida por uma IG, além de preservar as tradições locais, pode diferenciar produtos e serviços, melhorar o acesso ao mercado e promover o desenvolvimento regional, gerando efeitos para produtores, prestadores de serviço e consumidores.

Mais informações sobre as IGs brasileiras podem ser encontradas em https://www.gov.br/inpi/pt-br/servicos/indicacoes-geograficas

Por Cristina C. Santos (NIT-UFRRJ)

A UFRRJ, por intermédio do NIT, em novembro de 2020, registrou três novos softwares junto ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI).

#RuralContraCorona

O “#RuralContraCorona” foi desenvolvido por alunos de graduação discentes do curso de Sistemas de Informação e bolsistas do grupo PET Sistemas de Informação (PET-SI) sob orientação do Prof. Sérgio Serra (DECOMP/UFRRJ). A plataforma computacional foi concebida como uma forma de divulgar e dar mais transparência às ações extensionistas desenvolvidas pela UFRRJ e assim contribuir com a mitigação da disseminação de notícias falsas, concentrando informações e dados de fontes confiáveis. A ferramenta possibilita não somente o acesso a notícias sobre ações universitárias desenvolvidas no âmbito da UFRRJ, como também consultar o histórico de atividades desenvolvidas pelo PET-SI ou por grupos de apoiadores durante o período de pandemia.

A plataforma está disponível no endereço http://www.ruralcontracorona.ufrrj.br/corona/home.php e apresenta gráficos e mapas dinâmicos sobre os desdobramentos da pandemia no Estado do Rio de Janeiro e seus municípios. Além disso, também possui as atualizações em tempo real oriundas de redes sociais do Ministério da Saúde e ações desenvolvidas no âmbito da UFRRJ.

AICovid

O “AICovid” (https://tools.atislabs.com.br/) pode ser utilizado como um exame de triagem de pacientes com a doença, atuando como uma ferramenta complementar de suporte à tomada de decisão em saúde no tocante as ações de combate a COVID-19.

O software foi criado pelos docentes da UFRRJ Leandro G. M. Alvim, Filipe Braida do Carmo, Bruno J. Dembogurski, do DCC (Departamento de Ciência da Computação), Erito M. de Souza Filho, do DTL (Departamento de Tecnologias e Linguagens) e Rodrigo de S. Tavares, do Departamento de Ciências Jurídicas, incentivados pelo panorama no qual muitas pessoas apresentavam sintomas da COVID-19 e tinham dúvidas em relação ao diagnóstico.

Em função das medidas de isolamento, não se podia procurar auxílio médico presencial e isso gerava uma situação de ansiedade, pois muitas pessoas passaram a associar qualquer sintomatologia à presença da doença. Assim, os pesquisadores viabilizaram uma plataforma que aplica sofisticados modelos de Inteligência Artificial visando avaliar, de maneira probabilística, qual seria a probabilidade de o paciente apresentar o diagnóstico da doença – o que certamente favorece o processo de tomada de decisão por parte de pacientes e de seus médicos.

XRayCovid-19

Por fim, o software denominado “XRayCovid-19”, também criado pelos docentes Leandro G. M. Alvim, Filipe Braida do Carmo, Erito M. de Souza Filho e Rodrigo de S. Tavares pode ser utilizado como um exame de triagem de pacientes com a doença, atuando, dessa forma, como uma ferramenta complementar de suporte à tomada de decisão em saúde no tocante as ações de combate a COVID-19. Tendo como objetivo geral fornecer a probabilidade do paciente manifestar a Covid-19 a partir de informação da radiografia de tórax, sua vantagem é possibilitar sua utilização como triagem diagnóstica de pacientes sintomáticos em ambientes com recursos diagnósticos escassos, uma vez que se trata de um exame mais barato e disponível.

 

OS REGISTROS DE SOFTWARES DA UFRRJ

De acordo com Cristina Santos (NIT-UFRRJ), a Universidade já soma 23 softwares que, em breve, terão seus dados publicitados (resumo, vantagens, titulares e autores) na página institucional do NIT- UFRRJ (http://institucional.ufrrj.br/nit/). Além disso, a coordenadora informa que o procedimento de registro é realizado no lNPI pelo NIT/UFRRJ, após avaliação técnica. Este serviço pode ser solicitado pelos membros da comunidade universitária desde que o produto seja desenvolvido pela Universidade como resultado de projetos de ensino, pesquisa ou extensão. A solicitação de avaliação de pedido de registro junto ao NIT/UFRRJ é feita por meio do preenchimento de um formulário eletrônico; as informações e o acesso ao formulário estão disponíveis neste link: http://institucional.ufrrj.br/nit/programa-de-computador/.

 

A IMPORTÂNCIA DO REGISTRO

Muitas vezes, o aplicativo/software é o principal ativo de uma empresa/ instituição e, por esse motivo, poder provar a autoria/titularidade dele é muito importante caso haja, por exemplo, uma disputa judicial, seja por questões de pirataria, cópia não autorizada, dentre outras. Além disso, o registro no INPI pode ser exigido no caso de licitações e editais do governo e traz maior segurança jurídica para negociações comerciais que tenham como objeto esse software (ex.: contratos de licenciamento e transferência de tecnologia).
Outro motivo é o fato de o registro ser internacional, valendo para todos os atuais 176 países membros do principal tratado na área que é a Convenção de Berna.
Por fim, o processo de registro hoje é fácil, rápido, seguro e barato ( é um modelo declaratório), levando, após peticionado, até 07 dias para emissão do certificado de registro pelo INPI.
Por Cristina C. Santos, Núcleo de Inovação Tecnológica da UFRRJ (NIT-UFRRJ).

Considerado tipo especial de arroz, material apresenta alto teor de proteína e capacidade antioxidante.

A Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) celebra o registro da cultivar ENA AR 1601 de arroz vermelho (Oryza sativa L.) no Registro Nacional de Cultivares (RNC) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Oficializada no último mês de outubro, a inscrição do material é a primeira de titularidade da Universidade Rural.

“O registro de cultivares [no RNC] permite a produção e a comercialização de sementes no país, sendo este um processo importante para os programas de melhoramento, pois assegura a identidade genética e a qualidade varietal das cultivares. Uma vez registradas, as características das cultivares são preservadas ao longo das gerações”, explica o professor Luiz Beja Moreira (Departamento de Fitotecnia/Instituto de Agronomia), coordenador da equipe de pesquisas com a ENA AR 1601.

Além de Luiz Beja, a professora Bruna Rafaela da Silva Menezes (Departamento de Genética/Instituto de Ciências Biológicas e da Saúde) e o engenheiro agrônomo Rafael Hydalgo Passeri (Campos dos Goytacazes/UFRRJ) também integram a equipe de pesquisas. Como requerente do registro da cultivar, a UFRRJ fica responsável por sua manutenção.

Considerada um tipo especial de arroz, a ENA AR 1601 é a primeira cultivar de arroz vermelho recomendada para o cultivo em sistema de sequeiro irrigado para a região sudeste do Brasil. Além de possuir um bom potencial produtivo, seus grãos integrais apresentam alto teor médio de proteína e alta capacidade antioxidante e antihiperglicêmica.

“Os grãos integrais cozidos apresentam textura glutinosa e macia, com sabor suave, levemente terroso com toques de trigo e centeio. E, como recomendação gastronômica, é excelente para risotos e saladas, harmoniza com ervas, carnes brancas e vegetais. Sabores suaves, adocicados e herbáceos combinam muito bem com a delicadeza deste arroz”, complementa o professor.

A planta que deu origem a cultivar de arroz vermelho foi coletada em uma lavoura do Campo Experimental do Setor de Grandes Culturas do Departamento de Fitotecnia da UFRRJ no ano de 2004.

“Estas áreas experimentais são cultivadas por mais de quatro décadas com cultivares de arroz branco em convivência com plantas de arroz de pericarpo vermelho, consideradas plantas daninhas em virtude de suas diversas características morfológicas e agronômicas indesejáveis”, conta o pesquisador.

 

Entenda o processo

O Registro Nacional de Cultivares (RNC) é um mecanismo regulatório da produção de sementes que se propõe a garantir ao agricultor uma confiabilidade em seu plantio. Para isso, o MAPA estabelece determinados critérios e exigências obrigatórios para o registro de cultivares no sistema.

Em um primeiro estágio, o requerente precisa provar que a cultivar é portadora de atributos agronômicos e de utilização que as diferencie das demais cultivares já existentes no mercado. Ao longo dos anos, a coleta de informações e conhecimentos a respeito da cultivar ENA AR 1601 necessários para seu registro foi realizada por dezenas de professores, pesquisadores, técnicos, estagiários e bolsistas de diferentes programas e departamentos da Universidade Rural.

A seguir, são executados os ensaios de Valor de Cultivo e Uso (VCU) da cultivar. Estes são testes de rendimento preliminares, feitos em diferentes condições ambientais, que visam obter informações agronômicas detalhadas para o lançamento de novas cultivares. Através dos ensaios de VCU, são obtidos os requisitos mínimos para a inscrição da cultivar no RNC.

Em 2016, a cultivar ENA AR 1601 foi avaliada em ensaios VCU em três locais distintos do Rio de Janeiro. Posteriormente, os resultados desses ensaios foram encaminhados ao MAPA através do Formulário de Comunicação de Realização de VCU para determinação do Valor de Cultivo e Uso do arroz Oryza sativa L.

Por fim, a última etapa do processo é a solicitação de registro através do envio de um formulário de inscrição específico para cada espécie de cultivar. O processo de organização da documentação necessária para o registro da cultivar ENA AR 1601 teve início em agosto de 2019.

“O Prof. Beja apresentou solicitação de serviços ao NIT-UFRRJ em agosto de 2019. Desde então, iniciamos o processo de organização de toda a documentação necessária para realização do registro junto ao MAPA. Por conta da espera da confirmação de recebimento de documentação por parte do MAPA e, posteriormente, por conta da pandemia, tivemos que interromper as atividades. Durante o 2º semestre de 2020, retomamos o trabalho e, finalmente, após concluir todos os processos tanto internos (UFRRJ) quanto relativos à documentação, conseguimos, no final do mês de setembro, peticionar a solicitação de registro junto ao MAPA”, conta Cristina Santos, do Núcleo de Inovação e Tecnologia (NIT/UFRRJ).

A solicitação de inscrição da ENA AR 1601 foi apreciada e o registro foi expedido em 27 de outubro de 2020. A permanência dessa inscrição depende de um mantenedor (nesse caso, a UFRRJ) que tenha condições técnicas e infraestrutura suficientes para garantir a manutenção da cultivar, disponibilizar o material básico de propagação dela e, assim, garantir suas características de identidade genética e pureza varietal declaradas em seu registro no RNC.

 

Por João Gabriel Castro, estagiário de jornalismo da Coordenadoria de Comunicação Social (CCS/UFRRJ).


Ficarão abertas até 19/03/21 as inscrições para a chamada pública “Soluções tecnológicas inovadoras para o desenvolvimento sustentável e o crescimento econômico do Brasil e da Alemanha em projetos de Bioeconomia”. Serão oferecidos recursos não reembolsáveis para o desenvolvimento de soluções inovadoras por Instituições Científicas Tecnológicas e de Inovação (ICTs) brasileiras que atuem com pesquisa, desenvolvimento e inovação, obrigatoriamente em cooperação com uma instituição alemã, de modo a atender alguns dos temas e desafios da Bioeconomia.

As duas principais linhas temáticas são: Uso industrial de recursos renováveis (biomassa); e Plantas aromáticas e medicinais. O valor total do edital é de 2 milhões de euros (via Alemanha) e, no lado brasileiro, 4,65 milhões de reais (FNDCT e MAPA).

A chamada é fruto do trabalho cooperativo entre o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), a Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) e o governo alemão, representado pelo Ministério da Agricultura Alemão (BMEL), Ministério Federal da Educação e Pesquisa da Alemanha (BMBF) e pelas agências de pesquisa alemãs, Forschungszentrum Jüelich GmbH (FZJ) e Fachagentur Nachwachsende Rohstoffe (FNR).

O edital completo pode ser conferido em http://www.tinyurl.com/selecaopublica082020

Fonte: FINEP http://www.finep.gov.br/chamadas-publicas/chamadapublica/653


A Conferência ANPROTEC está com inscrições abertas. Programado para os dias 23 a 25 de novembro, pela primeira vez em 30 edições, o evento acontecerá de forma 100% online. A pandemia trouxe mudanças profundas na sociedade, alterando drasticamente a forma como as pessoas trabalham, estudam, interagem, consomem e ocupam espaços. Nesse contexto, os ambientes de inovação – parques tecnológicos, incubadoras, aceleradoras e hubs de inovação – têm sido obrigados a avaliar seu modelo de negócios, seus espaços e sua entrega de valor para as startups e empresas nascentes. Contribuir com essas reflexões é o objetivo da Conferência Anprotec 2020, realizada pela Anprotec e o Sebrae.

Já há alguns anos, termos como internet das coisas, big data, inteligência artificial, computação em nuvem e transformação digital fazem parte dos ciclos de discussão sobre competitividade e inovação. No entanto, a aplicação destas tecnologias nunca ocorreu de forma tão acelerada como em 2020. “Vivemos um apocalipse digital. Foram 25 anos em algumas semanas. As pessoas passaram a usar numa escala impensada as tecnologias e serviços que já estavam aí. A rede brasileira de internet teve um aumento de 30% no tráfego a partir de 15 de março”, afirmou Sílvio Meira, presidente do Conselho de Administração do Porto Digital e membro do Conselho Consultivo da Anprotec, durante a série de eventos online AnproTalks, criada pela Anprotec.

Os três dias de evento

O primeiro dia da Conferência Anprotec, 23/11, será dedicado ao workshop “Qualificação e Reinvenção dos Ambientes de Inovação”, que terá como foco oferecer aos participantes uma abordagem prática, que auxiliará os ambientes de inovação a repensarem seus modelos de atuação e a forma como entregam valor para as empresas que abrigam, para que consigam atrair projetos e recursos humanos de alto potencial, diante dos atuais desafios impostos pelas novas condições e tecnologias. As atividades terão como objetivo auxiliar o participante a compreender as dinâmicas e ações que geram competitividade aos novos negócios, aprofundando práticas inovadoras na relação com o mercado e o cliente, na lógica financeira, em suas demandas por tecnologias e por diferenciação, bem como explorar novas práticas, como corporate venture, internacionalização e negócios de impacto social e ambiental.

Os dois próximos dias serão dedicados à discussão do tema central “Ambientes de Inovação 4.0: Desafios e Oportunidades na Nova Dinâmica Global”, com a participação de mais de 60 palestrantes – brasileiros e internacionais – representantes de ambientes de inovação, governo, órgãos de fomento, grandes corporações, startups e investidores, discutindo os cinco subtemas que serão pilares do evento:

  • Capital Humano: O papel e os desafios dos ambientes de inovação 4.0;
  • Inovação Aberta: Ecossistema de inovação como instrumentos de transformação das indústrias tradicionais;
  • Financiamento: Novos modelos de sustentabilidade para os ambientes de inovação;
  • Cidades: Ecossistemas de inovação como alavancas para o desenvolvimento humano sustentável;
  • Tecnologia: O papel dos ambientes de inovação para a geração de soluções na nova dinâmica global.

O encontro virtual abrigará ainda O Fórum Sebrae de Inovação, a Assembleia IASP Latam e a apresentação de tra- balhos técnicos dos associados Anprotec.

“A qualificação dos gestores, líderes atuais e futuros de parques tecnológicos, aceleradoras, incubadoras, hubs de inovação e gestores públicos que implementam políticas de inovação é essencial, em especial em face da nova dinâmi ca imposta pela pandemia e o que virá no pós-pandemia. A reinvenção é o grande desafio dos ambientes de inovação. Durante a Conferência Anprotec 2020, nós queremos contribuir de forma decisiva para o sucesso diante deste desafio”, explica Carlos Eduardo Aranha, diretor da Anprotec.

Serviço

30a Conferência Anprotec de Empreendedorismo e Ambientes de Inovação – Ambientes de Inovação 4.0 – Desafios e Oportunidades na Nova Dinâmica Global

Data: 23 a 25 de novembro de 2020

Inscrições: https://www.sympla.com.br/30-conferencia-anprotec-2020__1017112

Mais informações em:https://anprotec.org.br/conferencia2020/

Fonte:  Site da ANPROTEC https://anprotec.org.br/conferencia2020/

 

 


No dia 19/11, às 12 horas, o sistema Inova UFRJ promoverá um debate com o tema “Interação Academia-Empresa”. A mesa redonda contará com a participação de Vicente Ferreira (Coppead e Parque Tecnológico), Flávia do Carmo (IMPG e Agência UFRJ de Inovação), Ronaldo Pedro da Silva (Campus UFRJ Caxias) e mediação de Rodrigo Souza (IQ e InovaCCMN).
Fonte: Agência UFRJ de Inovação
https://www.facebook.com/inovacaoufrj

                                                                  Evento Online 

 

As startups que fazem parte do Instituto iCorps Brasil e seus parceiros: Instituto Agronômico (IAC), Instituto Biológico (IB), Instituto de Economia Agrícola (IEA), Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL), Instituto de Zootecnia (IZ), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, e a empresa Trópico, estarão apresentando uma ampla gama de inovações tecnológicas, desenvolvidas para atender às necessidades do agronegócio brasileiro.

No evento abordaremos os mais recentes avanços nas pesquisas no País, novas iniciativas de negócios empreendedores e discutiremos as tendências e oportunidades para fomentar novas ações para o agronegócio, organizadas em torno de três temas: Tecnologia e Inovação (dia 09), Sustentabilidade (dia 10) e Segurança Alimentar (dia 11).

 INSCRIÇÕES PARA O EVENTO  

https://forms.gle/23LyGowF52epAWUj6

Mais informações em http://icorpsbrasil.com.br/noticias/

Fonte:  Instituto iCorps Brasil – http://icorpsbrasil.com.br/icorpsbrasil/


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