{"id":467,"date":"2015-06-18T17:23:54","date_gmt":"2015-06-18T17:23:54","guid":{"rendered":"http:\/\/institucional.ufrrj.br\/sap\/?p=467"},"modified":"2015-06-18T18:00:04","modified_gmt":"2015-06-18T18:00:04","slug":"plantas-toxicas-do-brasil-2a-edicao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/institucional.ufrrj.br\/sap\/plantas-toxicas-do-brasil-2a-edicao\/","title":{"rendered":"Plantas T\u00f3xicas do Brasil 2\u00aa Edi\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Discurso proferido por \u00a0Carlos Hubinger Tokarnia por ocasi\u00e3o da festa de lan\u00e7amento do livro \u00a0\u201c Plantas T\u00f3xicas do Brasil para Animais de Produ\u00e7\u00e3o\u201d, 2\u00aa edi\u00e7\u00e3o, em 29 de novembro de 2012.<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Inicialmente quero agradecer a todos que compareceram a este evento, prestigiando o lan\u00e7amento do livro Plantas T\u00f3xicas do Brasil para Animais de Produ\u00e7\u00e3o, 2\u00aa edi\u00e7\u00e3o. Agrade\u00e7o especialmente a Professora Rira Botteon, ao Prof. Alexandre Galv\u00e3o e sua esposa\u00a0 e a fam\u00edlia Botteon, pela organiza\u00e7\u00e3o desta festa.<\/strong><\/p>\n<p><strong>A edi\u00e7\u00e3o do nosso livro n\u00e3o foi tarefa f\u00e1cil, foi bastante complexa, principalmente devido a rica ilustra\u00e7\u00e3o. Como tudo na vida, houve partes prazerosas, outras sofridas e at\u00e9 estressantes.<\/strong><\/p>\n<p><strong>A primeira edi\u00e7\u00e3o do nosso livro saiu em 2000, e a nossa previs\u00e3o era que em cinco anos se esgotasse, o que realmente aconteceu.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Imediatamente ap\u00f3s o lan\u00e7amento da primeira edi\u00e7\u00e3o do nosso livro, j\u00e1 em 2000, iniciamos a atualiza\u00e7\u00e3o do texto do livro atrav\u00e9s dos trabalhos que foram sendo publicados. Tamb\u00e9m encomendamos a confec\u00e7\u00e3o de mais desenhos das plantas t\u00f3xicas, que eram pranchas medindo 60 a 40 cm. E assim os anos foram passando, chegando 2005, depois 2006, 2007 e 2008. As revis\u00f5es foram cada vez mais dif\u00edceis e trabalhosas, pois devido aos incentivos do CNPq e a Capes, houve um grande aumento de trabalhos publicados, muitos atendendo mais a quest\u00e3o de quantidade do que de qualidade, e \u00e0s vezes publicados mais de uma vez de forma um pouco modificada e\/ou com mudan\u00e7a parcial de autores. Em meados de 2009 n\u00e3o via mais a possibilidade de ter condi\u00e7\u00f5es de chegar a bons termos de aprontar a 2\u00aa edi\u00e7\u00e3o do livro, manifestando isto aos colegas de trabalho Dr. J\u00fcrgen D\u00f6bereiner e Prof. Marilene Brito, que se encontravam na ocasi\u00e3o na minha sala, e que ia desistir. Os dois colegas reagiram, que ap\u00f3s tanto trabalho, de maneira alguma poder-se-ia desistir. \u00a0Disse a eles, s\u00f3 poderia levar o projeto adiante, com a ajuda deles.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Eles concordaram. Avisei que a maior parte do trabalho estava para ser feita, pois como todo aluno da P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o por ocasi\u00e3o da confec\u00e7\u00e3o de suas teses sabe, quando o trabalho est\u00e1 em condi\u00e7\u00f5es como estava o nosso livro, \u201cquase pronto\u201d, n\u00e3o estava nem na metade. Concordaram. Eu ainda disse, agora ent\u00e3o \u201cvai ou racha\u201d. Concordaram. E come\u00e7ou um trabalho bastante \u00e1rduo.<\/strong><\/p>\n<p><strong>O Dr. J\u00fcrgen se encarregou de rever todas as numerosas Refer\u00eancias. Sabemos que \u00e9 uma parte importante, porque \u00e9 muito desagrad\u00e1vel , quando o leitor procura um trabalho referido, verificar que a indica\u00e7\u00e3o est\u00e1 errada. Ningu\u00e9m melhor que o Dr. J\u00fcrgen, que com paci\u00eancia e meticulosidade faz isto h\u00e1 muitos anos em todos os trabalhos publicados na revista Pesquisa Veterin\u00e1ria Brasileira, da qual \u00e9 o Editor-Chefe.<\/strong><\/p>\n<p><strong>E a Marilene carregou o piano. A minha parte praticamente estava feita, que foi em rela\u00e7\u00e3o ao texto, revisto na sua maior parte pelo Prof. Paulo Peixoto, e bater as fotografias das plantas, na regi\u00e3o Norte com contribui\u00e7\u00e3o substancial do Prof. Jos\u00e9 Diomedes Barbosa Neto. Inicialmente selecionamos as fotos da primeira edi\u00e7\u00e3o que deveriam continuar no livro. Eram na totalidade fotos escanceadas de diapositivos. Em seguida selecionamos as fotos tiradas ap\u00f3s a 1\u00aa edi\u00e7\u00e3o do livro. Eu tive a oportunidade de acompanhar o Professor Franklin Riet-Correa em viagens de estudos sobre plantas t\u00f3xicas pelo Nordeste, o Prof. Jos\u00e9 Diomedes Barbosa Neto, em viagens pelo Norte e Prof. Aldo Gava, em viagens pelo Sul do Brasil; nestas viagens tirei a maior parte das fotografias que constam na 2\u00aa edi\u00e7\u00e3o do livro. Sou muito grato a estes colegas por estas oportunidades, que me permitiu tirar grande quantidade de fotografias, j\u00e1 com m\u00e1quinas digitais, e, al\u00e9m disto, me permitiu de melhor tomar conhecimentos sobre o andamento dos estudos sobre plantas t\u00f3xicas nas suas regi\u00f5es. Tamb\u00e9m agrade\u00e7o a todos colegas que me permitiram a inclus\u00e3o no livro de fotografias de plantas, animais e les\u00f5es, de sua autoria.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Em seguida Marilene submeteu todas as fotografias ao Photoshop, fizemos as legendas das fotografias, enquadramos as fotografias no texto, e foram feitas muitas corre\u00e7\u00f5es e acr\u00e9scimos ao texto. O Prof. Paulo Peixoto sempre diz, que um trabalho somente fica bom ap\u00f3s 20 corre\u00e7\u00f5es, 20 impress\u00f5es. Atendemos a este ritual, acho que foram at\u00e9 mais.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Depois disto veio uma fase totalmente executada pela Marilene que ela chamou de Pre-diagrama\u00e7\u00e3o, inteiramente de natureza Inform\u00e1tica, que prefiro n\u00e3o detalhar aqui, pois foge da minha compet\u00eancia. Sei que foi muito trabalho.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Em seguida foi realizada a Diagrama\u00e7\u00e3o, que foi feita sob os ausp\u00edcios do Anderson Rodrigues Moraes, em Ramos. Foram 52 viagens a Ramos, 425 horas de trabalho. Era em m\u00e9dia uma viagem por semana, turnos de 8 horas, 4 horas de manh\u00e3 e 4 horas \u00e0 tarde, com uma hora de almo\u00e7o, com um pequeno passeio at\u00e9 o Boi Gordo, permitindo a recupera\u00e7\u00e3o de energias. Foi um trabalho tamb\u00e9m bastante \u00e1rduo, principalmente pela inser\u00e7\u00e3o das muitas ilustra\u00e7\u00f5es no texto. Frequentemente havia necessidade de modificar um pouco o texto para que tudo ficasse no lugar certo. Iniciamos a diagrama\u00e7\u00e3o em 29 de mar\u00e7o de 2010 e terminamos em 14 de fevereiro de 2012, com dura\u00e7\u00e3o de quase um ano. Ao Anderson o nosso reconhecimento pela sua compet\u00eancia e a muita paci\u00eancia \u2013 no fim de cada jornada nos est\u00e1vamos tanto espiritualmente como fisicamente esgotados, tendo que enfrentar no fim do dia ainda a viagem de volta a Serop\u00e9dica, na hora do rush. O nosso reconhecimento pela confiabilidade e compet\u00eancia ao Sr. Sertorio de nos conduzir durante todas estas viagens. Pronta a diagrama\u00e7\u00e3o, verificamos om algum susto, que o nosso livro aumentou dos originais 310 para 566 p\u00e1ginas, de 267 para 790 fotografias, de 37 para 70 desenhos e de 49 para 67 os mapas de distribui\u00e7\u00e3o das plantas. Demos \u00eanfase na ilustra\u00e7\u00e3o das plantas. O nosso livro n\u00e3o \u00e9 um livro de Bot\u00e2nica, e sim um livro sobre as Doen\u00e7as que as plantas t\u00f3xicas causam nos animais de produ\u00e7\u00e3o. Destina-se principalmente a veterin\u00e1rios, zootecnistas, criadores e outras pessoas que lidam na cria\u00e7\u00e3o de animais de produ\u00e7\u00e3o. Nos precisamos conhecer as doen\u00e7as que as\u00a0\u00a0 plantas t\u00f3xicas provocam. Naturalmente precisamos saber qual \u00e9 o aspecto destas plantas: a finalidade da rica ilustra\u00e7\u00e3o do nosso livro destina-se a ajudar no reconhecimento das plantas t\u00f3xicas. \u00a0N\u00e3o fornecemos descri\u00e7\u00e3o bot\u00e2nicas das plantas, pois para nos leigos em bot\u00e2nica, pouco adiante falar em pec\u00edolos, estames, r\u00e1cemos etc. Nos n\u00e3o temos compet\u00eancia de identificar plantas, somente de reconhece-las. \u00a0Aproveito a oportunidade de agradecer a todos os bot\u00e2nicos que identificaram plantas para n\u00f3s durante todos estes anos, aqui em nosso Universidade especialmente ao Prof. Pedro Germano Junior. Reconhecimento especial cabe aqui ao Renato Gomes, competente desenhista e artista profissional, de quem \u00e9 a maioria dos desenhos. Boa parte dos desenhos mostramos a saudosa Dra. Graziela Barroso, do Jardim Bot\u00e2nico, que atestou com admira\u00e7\u00e3o a fidelidade bot\u00e2nica dos desenhos.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Veio ent\u00e3o a fase da impress\u00e3o. Solicitamos um or\u00e7amento \u00e0 Gr\u00e1fica que imprimiu o nosso livro sobre Defici\u00eancias Minerais em Animais de Produ\u00e7\u00e3o. O pre\u00e7o fornecido foi al\u00e9m das nossas possibilidades. Procuramos e visitamos diversas Gr\u00e1ficas no Rio de Janeiro para obter or\u00e7amentos mais vi\u00e1veis. Foi uma fase muito prazerosa, pois constatamos como o parque gr\u00e1fico no Brasil est\u00e1 bem desenvolvido, de primeiro mundo. Decidimo-nos por uma Gr\u00e1fica que tinha m\u00e1quinas modernas, com oito torres, imprimindo frente e verso das p\u00e1ginas na mesma passagem das folhas, e nos forneceu um or\u00e7amento a um ter\u00e7o da primeira Gr\u00e1fica. Conclu\u00edmos que o or\u00e7amento da primeira gr\u00e1fica era alto, possivelmente devido \u00e0 maquinaria ainda antiga, de manuten\u00e7\u00e3o e funcionamento muito caros. A impress\u00e3o do livro come\u00e7ou no dias 29.2.2012 e terminou em 1.3.2012; s\u00f3 levou 36 horas para a nossa grande surpresa. As m\u00e1quinas funcionaram dia e noite e tivemos o cuidado de acompanhar cada leva de folhas, principalmente a Marilene, para que as cores de todas as fotografias sa\u00edssem corretamente. Em compara\u00e7\u00e3o a impress\u00e3o do livro de Defici\u00eancias Minerais levou muitos dias \/semanas. J\u00e1 na fase final da impress\u00e3o apareceu um imprevisto, na capa do livro, por um descuido, tinha sumido o c\u00e9u azul. Marilene foi irredut\u00edvel, e num \u00faltimo esfor\u00e7o conseguimos recolocar o c\u00e9u azul. Desde a decis\u00e3o de fazer um esfor\u00e7o concentrado, ap\u00f3s a decis\u00e3o de prosseguir com a edi\u00e7\u00e3o do livro, em meados de 2009, at\u00e9 a entrega dos livros prontos, passaram-se quase tr\u00eas anos.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Por ocasi\u00e3o do lan\u00e7amento da primeira 1\u00aa edi\u00e7\u00e3o do nosso livro, afirmamos que os resultados dos estudos sobre plantas t\u00f3xicas de interesse pecu\u00e1rio realizados no Brasil at\u00e9 aquele ano, permitia concluir que o problema estava razoavelmente bem estudado em nosso pa\u00eds. Havia aproximadamente 70 plantas t\u00f3xicas de interesse pecu\u00e1rio que tiveram a sua toxidez confirmada atrav\u00e9s de experimentos nas esp\u00e9cies animais afetadas sob condi\u00e7\u00f5es naturais. Desde aquele ano, o n\u00famero de plantas t\u00f3xicas de interesse pecu\u00e1rio estudadas duplicou. A maioria das plantas t\u00f3xicas rec\u00e9m-estudadas \u00e9 de import\u00e2ncia menor, de maneira que a nossa afirma\u00e7\u00e3o por ocasi\u00e3o da primeira edi\u00e7\u00e3o continua v\u00e1lida. Destacam-se entre os estudos mais recentes um maior enfoque das plantas t\u00f3xicas para pequenos ruminantes, realizado sobretudo na regi\u00e3o Nordeste do Brasil, em menor escala tamb\u00e9m em outras regi\u00f5es do Brasil.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Quero frisar mais uma vez, que o nosso livro destina-se aos profissionais que lidam com animais de produ\u00e7\u00e3o, que n\u00e3o \u00e9 um livro de Bot\u00e2nica. Nos somos chamados para diagnosticar a causa de doen\u00e7as e mortes em animais. Para poder estabelecer o diagn\u00f3stico temos que saber o quadro cl\u00ednico-patol\u00f3gico que as plantas provocam, quais s\u00e3o as plantas t\u00f3xicas nas diversas regi\u00f5es que podem causar estes quadros, temos que saber em que condi\u00e7\u00f5es ocorrem as intoxica\u00e7\u00f5es pelas diversas plantas, quais s\u00e3o as esp\u00e9cies animais afetadas, quais as quantidades que os animais tem que ingerir para se intoxicar; infelizmente na maioria das intoxica\u00e7\u00f5es por plantas pouco podemos fazer em termos de tratamento, por\u00e9m devemos\u00a0 indicar m\u00e9todos profil\u00e1ticos. Importante no estabelecimento do diagn\u00f3stico \u00e9 o diagn\u00f3stico diferencial. Em muitos casos de morte de bovinos se faz o diagnostico de \u201cacidente por picada de cobra\u201d ou \u201ccarb\u00fanculo hem\u00e1tico\u201d, duas causas de morte raras em bovinos no Brasil. A confirma\u00e7\u00e3o do diagn\u00f3stico, na grande maioria das intoxica\u00e7\u00f5es por plantas, deve ser feito pelo exame histopatol\u00f3gico; ao contr\u00e1rio de como se procede em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s intoxica\u00e7\u00f5es por metais pesados e algumas outras subst\u00e2ncias, somente em rela\u00e7\u00e3o a poucas\u00a0 plantas t\u00f3xicas h\u00e1 m\u00e9todos qu\u00edmicos\u00a0 exequ\u00edveis.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Inclu\u00edmos em nosso livro na Parte Geral um cap\u00edtulo sobre as \u201ccrendices\u201d que existem em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s plantas t\u00f3xicas no Brasil; estas crendices causam muita confus\u00e3o e preju\u00edzos, pois plantas inofensivas, na maioria plantas lactescentes, s\u00e3o acusadas por mortes em bovinos, e com isto n\u00e3o se estabelece a verdadeira causa da morte dos animais, importante para a tomada de medidas.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Quero aqui deixar o nosso reconhecimento e agradecimento ao Jo\u00e3o Luiz, que durante muitos anos nos vem assistindo em nossos trabalhos, de campo e de laborat\u00f3rio, especialmente na manuten\u00e7\u00e3o da nossa infraestrutura, especialmente de eletricidade, hidr\u00e1ulica e aparelhos de todo tipo; fizemos juntos diversos longas viagens de estudo de problemas de plantas t\u00f3xicas a diversas partes do Brasil. O Jo\u00e3o Luiz tem sido indispens\u00e1vel na realiza\u00e7\u00e3o de nossos trabalhos de campo e de laborat\u00f3rio.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Tamb\u00e9m quero aqui deixar o nossos agradecimentos ao Marquinho pelo socorro prestado nas muitas ocasi\u00f5es em que empacamos no campo da inform\u00e1tica. Ao Prof. Pedro Muniz Malafaia agradecemos pela valiosa assessoria na \u00e1rea de Nutri\u00e7\u00e3o Animal.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Presto aqui homenagem a dois Professores que foram importantes na minha forma\u00e7\u00e3o acad\u00eamica, aos saudosos Professores Paulo Dacorso Filho e Oct\u00e1vio Dupont. Professor Dupont trabalhou at\u00e9 idade avan\u00e7ada. Quando perguntaram a ele, quando ia descansar, respondeu: para descansar tenho a eternidade.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Quero salientar que sem a contribui\u00e7\u00e3o eficiente da Professora Marilene Brito, tanto na parte de fotografias, de diagrama\u00e7\u00e3o e de elabora\u00e7\u00e3o de textos, como nas corre\u00e7\u00f5es e as numerosas sugest\u00f5es, este livro n\u00e3o teria sido editado.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Por fim, mas n\u00e3o menos importante, deixo aqui, de todo cora\u00e7\u00e3o, o meu reconhecimento pela grande compreens\u00e3o e tamb\u00e9m os est\u00edmulos para a realiza\u00e7\u00e3o no trabalho, a Maria Luiza, minha mulher. Um grande abra\u00e7o.<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Serop\u00e9dica, em 29 de novembro de 2012.<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Carlos Hubinger Tokarnia<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/institucional.ufrrj.br\/sap\/files\/2015\/06\/Sem-t\u00edtulo1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-472\" src=\"https:\/\/institucional.ufrrj.br\/sap\/files\/2015\/06\/Sem-t\u00edtulo1-300x191.jpg\" alt=\"Sem t\u00edtulo\" width=\"300\" height=\"191\" srcset=\"https:\/\/institucional.ufrrj.br\/sap\/files\/2015\/06\/Sem-t\u00edtulo1-300x191.jpg 300w, https:\/\/institucional.ufrrj.br\/sap\/files\/2015\/06\/Sem-t\u00edtulo1-1024x652.jpg 1024w, https:\/\/institucional.ufrrj.br\/sap\/files\/2015\/06\/Sem-t\u00edtulo1.jpg 1038w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; &nbsp; Discurso proferido por \u00a0Carlos Hubinger Tokarnia por ocasi\u00e3o da festa de lan\u00e7amento do livro \u00a0\u201c Plantas T\u00f3xicas do <a class=\"read-more\" href=\"https:\/\/institucional.ufrrj.br\/sap\/plantas-toxicas-do-brasil-2a-edicao\/ \" >&#8230; <span class=\"font-italic\">leia mais <i class=\"fas fa-angle-right\"><\/i><\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":229,"featured_media":472,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[48],"tags":[],"class_list":["post-467","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-livros-publicados"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.2 - 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