{"id":893,"date":"2020-10-23T13:46:31","date_gmt":"2020-10-23T16:46:31","guid":{"rendered":"http:\/\/institucional.ufrrj.br\/protocolo\/?p=893"},"modified":"2020-11-18T11:23:05","modified_gmt":"2020-11-18T14:23:05","slug":"893-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/institucional.ufrrj.br\/protocolo\/893-2\/","title":{"rendered":"UFRRJ: onze d\u00e9cadas de transforma\u00e7\u00f5es"},"content":{"rendered":"<p><em>Em 20 de outubro de 1910, era criada a\u00a0<\/em><em>Escola Superior de Agricultura e Medicina Veterin\u00e1ria, institui\u00e7\u00e3o que deu origem \u00e0 UFRRJ<\/em><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/portal.ufrrj.br\/ufrrj-onze-decadas-de-transformacoes\/banner_noticias_110anos-01-2\/\" rel=\"attachment wp-att-49891\" data-slb-active=\"1\" data-slb-asset=\"295447395\" data-slb-internal=\"49891\" data-slb-group=\"49868\"><img decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-49891 aligncenter img-responsive \" src=\"https:\/\/portal.ufrrj.br\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/banner_noticias_110anos-01-1-300x164.jpg\" alt=\"\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Nesta ter\u00e7a-feira, 20 de outubro de 2020, a Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro completa 110 anos de origem. Sua hist\u00f3ria tem ra\u00edzes na cria\u00e7\u00e3o da Escola Superior de Agricultura e Medicina Veterin\u00e1ria (Esamv), em 1910, a partir da assinatura de um decreto presidencial que tamb\u00e9m lan\u00e7ava as bases do ensino agropecu\u00e1rio no Brasil. Herdeira de uma institui\u00e7\u00e3o eminentemente agr\u00e1ria, a UFRRJ diversificou sua identidade ao longo de sua hist\u00f3ria e hoje oferece cursos em todas as \u00e1reas do conhecimento, com presen\u00e7a em quatro munic\u00edpios do estado do Rio de Janeiro \u2013 Serop\u00e9dica, Nova Igua\u00e7u, Tr\u00eas Rios e Campos dos Goytacazes.<\/p>\n<p>\u201cSomos uma Rural totalmente distinta daquela de 110 anos\u201d, disse o reitor Ricardo Berbara. \u201cNaquela \u00e9poca, era uma institui\u00e7\u00e3o metropolitana, urbana, branca, masculina e com um perfil socioecon\u00f4mico de alunos vinculados \u00e0s classes A e B. Agora, a maioria dos estudantes \u00e9 formada por negros e pardos,\u00a0mulheres e pessoas vindas de fam\u00edlia com renda m\u00e9dia per capita inferior 1,5 sal\u00e1rio m\u00ednimo. Hoje, a Rural \u00e9 mais colorida, culturalmente mais diversa e socialmente mais democr\u00e1tica. Continuamos uma institui\u00e7\u00e3o nacional e internacional, mas com perfil mais din\u00e2mico e integrado com desafios das regi\u00f5es perif\u00e9ricas do Rio de Janeiro\u201d.<\/p>\n<p>Vamos, a seguir, percorrer alguns marcos dessa hist\u00f3ria de onze d\u00e9cadas. Uma trajet\u00f3ria repleta de desafios e transforma\u00e7\u00f5es, que foram vividos em compasso com as mudan\u00e7as na sociedade brasileira e no mundo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>A jovem rep\u00fablica como pano de fundo<\/strong><\/p>\n<p>Quando o presidente Nilo Pe\u00e7anha assinava o Decreto 8.319 e criava a Esamv, em 20 de outubro de 1910, o Brasil era uma jovem rep\u00fablica marcada por contradi\u00e7\u00f5es e desigualdades. Os donos do poder de fato eram os latifundi\u00e1rios, que sustentavam a pol\u00edtica do \u201ccaf\u00e9 com leite\u201d \u2013 express\u00e3o que simbolizava a alian\u00e7a entre as elites de S\u00e3o Paulo e Minas Gerais na altern\u00e2ncia de governos. Nesse quadro, a democracia era uma fachada; as fraudes eleitorais, os arranjos pol\u00edticos esp\u00farios e o coronelismo eram pr\u00e1ticas comuns; e o liberalismo defendido pelo Estado brasileiro mostrava-se segregador, olig\u00e1rquico e autorit\u00e1rio. Assim, mesmo que a influ\u00eancia da\u00a0<em>Belle \u00c9poque<\/em>\u00a0europeia estivesse em voga \u2013 nos projetos de urbaniza\u00e7\u00e3o, nos sal\u00f5es da intelectualidade letrada ou na industrializa\u00e7\u00e3o crescente \u2013 a exclus\u00e3o de amplas parcelas da popula\u00e7\u00e3o era a ferida aberta de uma \u00e9poca, para elas, nada bela.<\/p>\n<p>Ao longo da Primeira Rep\u00fablica (1889-1930), crises econ\u00f4micas, desemprego e infla\u00e7\u00e3o castigavam principalmente os mais pobres. Em cidades como o Rio de Janeiro, ent\u00e3o capital federal, as reformas urbanas embelezavam pra\u00e7as e alargavam avenidas, mas empurravam os miser\u00e1veis para os sub\u00farbios, favelas e corti\u00e7os. Trabalhadores e trabalhadoras conviviam com a repress\u00e3o estatal (a \u201cquest\u00e3o social\u201d era caso de pol\u00edcia), p\u00e9ssimas condi\u00e7\u00f5es de vida, jornadas desumanas (que podiam chegar a 15 ou 16 horas di\u00e1rias) e aus\u00eancia de uma legisla\u00e7\u00e3o trabalhista.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m n\u00e3o fazia muito tempo que o pa\u00eds havia posto fim a mais de tr\u00eas s\u00e9culos de escravid\u00e3o, sem que, no entanto, o Estado fornecesse condi\u00e7\u00f5es m\u00ednimas para amparar os rec\u00e9m-libertos. Pelo contr\u00e1rio, a importa\u00e7\u00e3o de padr\u00f5es europeus pseudocient\u00edficos refor\u00e7ava ainda mais o racismo como forma de controle e repress\u00e3o, e parte da classe pol\u00edtica e intelectual acalentava o \u201csonho\u201d do \u201cembranquecimento\u201d da na\u00e7\u00e3o. Portanto, n\u00e3o surpreende que, em novembro de 1910 \u2013 a menos de um m\u00eas da cria\u00e7\u00e3o da Esamv \u2013 um negro de nome Jo\u00e3o C\u00e2ndido, ao lado de outros negros e pobres, liderasse a Revolta da Chibata contra os maus-tratos que os marujos sofriam na Marinha. Mas as bombas lan\u00e7adas pelos revoltosos, a partir de navios ancorados na Ba\u00eda de Guanabara, n\u00e3o foram capazes de abalar profundamente as estruturas daquela rep\u00fablica racista e patriarcal.<\/p>\n<p>Tendo como pano de fundo essa rep\u00fablica, o documento que criou a Esamv tamb\u00e9m estabeleceu as bases do ensino agropecu\u00e1rio no Brasil. Embora a industrializa\u00e7\u00e3o estivesse dando seus primeiros passos, o pa\u00eds ainda era essencialmente rural. Com taxas de analfabetismo que giravam em torno de 75%, a precariedade da educa\u00e7\u00e3o era um obst\u00e1culo \u00e0 qualifica\u00e7\u00e3o tanto para o trabalho urbano quanto para o rural. E, com o fim da escravid\u00e3o, estava posto o desafio de preparar uma m\u00e3o de obra agora formada por trabalhadores livres.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 nesse contexto que a tem\u00e1tica do ensino agr\u00edcola ganhou relevo pela necessidade de redefini\u00e7\u00e3o das formas de controle e coer\u00e7\u00e3o sobre a for\u00e7a de trabalho\u201d, explica a professora C\u00e9lia Otranto, do Departamento de Teoria e Planejamento do Ensino (DTPE), Instituto de Educa\u00e7\u00e3o (IE\/UFRRJ). \u201cOs agr\u00f4nomos, organizados na Sociedade Nacional de Agricultura (SNA), passaram a assumir o papel de porta-vozes dos interesses da classe dominante agr\u00e1ria brasileira, com o objetivo declarado de modernizar a agricultura e desenvolver o pa\u00eds. A SNA foi a grande articuladora do projeto de cria\u00e7\u00e3o do Minist\u00e9rio da Agricultura Ind\u00fastria e Com\u00e9rcio (Maic), aprovado em dezembro de 1906\u201d, completa Otranto, que \u00e9 autora de duas obras que tratam da hist\u00f3ria da UFRRJ, ambas editadas pela Editora da Rural (Edur) \u2013 \u201cAutonomia Universit\u00e1ria no Brasil: d\u00e1diva legal ou constru\u00e7\u00e3o coletiva? \u201d (2009) e \u201cUma Viagem no t\u00fanel do tempo. A ditadura militar vista de dentro da universidade\u201d (2010).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Metamorfoses e peregrina\u00e7\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p>A professora C\u00e9lia Otranto ressalta o car\u00e1ter estrat\u00e9gico da Esamv para o Maic, al\u00e9m de apontar que o destino da Escola, em sua fase inicial, tamb\u00e9m esteve atrelado \u00e0s disputas intraolig\u00e1rquicas que marcaram a \u201cRep\u00fablica Velha\u201d. \u201cComo primeira representante federal do ensino agr\u00edcola, a Esamv sofreu as consequ\u00eancias da crise financeira do Maic e do embate travado por for\u00e7as pol\u00edticas que queriam o seu controle. Essas for\u00e7as pol\u00edticas tinham origem, principalmente, no estado de S\u00e3o Paulo\u201d, disse a pesquisadora.<\/p>\n<p>A conjuntura de crise e disputas atrasou a efetiva instala\u00e7\u00e3o da Escola, que s\u00f3 ocorreria tr\u00eas anos depois de sua cria\u00e7\u00e3o. Ent\u00e3o, em 1913, um pr\u00e9dio nobre \u2013 o antigo pal\u00e1cio do Duque de Saxe, localizado no bairro do Maracan\u00e3, Rio de Janeiro \u2013 foi a primeira sede daquele \u201cembri\u00e3o\u201d da atual UFRRJ. Contudo, a Esamv foi fechada pouco tempo depois, em 1915. A alega\u00e7\u00e3o foi a falta de verbas, mas Otranto afirma que houve press\u00e3o da oligarquia paulista, que \u201ctinha sua maior representa\u00e7\u00e3o na Escola de Agricultura Luiz de Queiroz\u201d.<\/p>\n<p>A partir da\u00ed, a Esamv vai come\u00e7ar uma s\u00e9rie de metamorfoses institucionais e peregrina\u00e7\u00f5es por diferentes sedes. A sobreviv\u00eancia da Escola foi garantida pelo Decreto 12.012, de 20 de mar\u00e7o de 1916, que a fundiu \u00e0s Escolas M\u00e9dias ou Te\u00f3rico-Pr\u00e1ticas de Pinheiro e da Bahia. Essa institui\u00e7\u00e3o de ensino teve como sede a cidade de Pinheiro \u2013 hoje Pinheiral \u2013 no interior do estado do Rio de Janeiro. Naquele mesmo ano, foi formada a primeira turma de engenheiros agr\u00f4nomos, com apenas dois alunos. J\u00e1 em 1917, diplomaram-se os primeiros quatro m\u00e9dicos veterin\u00e1rios formados pela Escola. Eram tempos de guerra mundial, revolu\u00e7\u00e3o na R\u00fassia, greves oper\u00e1rias no Brasil por melhores condi\u00e7\u00f5es de vida e trabalho\u2026<\/p>\n<p>Mas os ares interioranos n\u00e3o fizeram t\u00e3o bem \u00e0 Escola, conforme explica C\u00e9lia Otranto: \u201cLocalizada no interior, bem distante da cidade do Rio, a Esamv perdeu parte do seu prest\u00edgio e um n\u00famero consider\u00e1vel de alunos. Ciente das dificuldades, o Maic tomou provid\u00eancias e transferiu a Escola para o Horto Bot\u00e2nico de Niter\u00f3i\u201d.<\/p>\n<p>Assim, em 1918 \u2013 o \u00faltimo ano da Primeira Guerra \u2013 a Esamv foi transferida para a Alameda S\u00e3o Boaventura, em Niter\u00f3i. Em 1920, mais uma mudan\u00e7a em sua estrutura: al\u00e9m de Agronomia e Veterin\u00e1ria, a institui\u00e7\u00e3o ganhava o curso de Qu\u00edmica Industrial.<\/p>\n<p>A casa niteroiense foi, at\u00e9 ent\u00e3o, a de perman\u00eancia mais duradoura: oito anos. Um per\u00edodo que, de acordo com Otranto, foi importante para a consolida\u00e7\u00e3o da Esamv. Por\u00e9m, mais uma transfer\u00eancia, para o outro lado da ba\u00eda: em 1927, a institui\u00e7\u00e3o era instalada num edif\u00edcio do Minist\u00e9rio da Agricultura, na Avenida Pasteur 404, Praia Vermelha. \u201cEste era mais um espa\u00e7o improvisado para a Escola Agr\u00edcola, em pleno n\u00facleo urbano do ent\u00e3o Distrito Federal\u201d, afirmou a professora.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Uma d\u00e9cada de reconfigura\u00e7\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p>Naquela sede praiana, talvez os professores, alunos e funcion\u00e1rios da Esamv tenham acompanhado, at\u00f4nitos, o desenrolar dos acontecimentos que culminariam na chamada \u201cRevolu\u00e7\u00e3o de 30\u201d. Mais uma vez, o caldeir\u00e3o pol\u00edtico de disputas intraolig\u00e1rquicas, contradi\u00e7\u00f5es sociais e reflexos de crises internacionais \u2013 como a Quebra da Bolsa em 1929 \u2013 chacoalharam a rep\u00fablica e levaram ao poder o ga\u00facho Get\u00falio Vargas.<\/p>\n<p>Num Estado que passava por uma reconfigura\u00e7\u00e3o estrutural \u2013 o pa\u00eds vivia, ent\u00e3o, a fase do chamado \u201cGoverno Provis\u00f3rio\u201d (1930-34) \u2013 a Esamv se transformava novamente e adquiria maior prest\u00edgio. Em fevereiro de 1934, o Decreto 23.857 dividiu a Escola em tr\u00eas institui\u00e7\u00f5es: Escola Nacional de Agronomia (ENA), Escola Nacional de Veterin\u00e1ria (ENV) e Escola Nacional de Qu\u00edmica. Em mar\u00e7o do mesmo ano, a ENA e a ENV tiveram regulamento comum aprovado e se tornaram estabelecimentos-padr\u00e3o para o ensino agron\u00f4mico do pa\u00eds. \u201cIsso significou que, na \u00e9poca, todos esses cursos tinham que seguir, obrigatoriamente os curr\u00edculos aprovados pela Esamv. A Escola era, portanto, a institui\u00e7\u00e3o considerada mais importante do Minist\u00e9rio da Agricultura\u201d, salientou C\u00e9lia Otranto.<\/p>\n<p>Em 1938, j\u00e1 sob a ditadura do Estado Novo, o Decreto-Lei 982 alterou novamente o quadro institucional: enquanto a ENA passou a integrar o rec\u00e9m-criado Centro Nacional de Ensino e Pesquisas Agron\u00f4micas (CNEPA), a ENV subordinou-se diretamente ao ministro do Estado.<\/p>\n<p>O ano de 38 tamb\u00e9m \u00e9 um marco porque foi quando se decidiu pela constru\u00e7\u00e3o de um novo c\u00e2mpus. \u201cA institui\u00e7\u00e3o foi crescendo e o espa\u00e7o urbano que ocupava em um pr\u00e9dio do Minist\u00e9rio da Agricultura, na Urca, havia se tornado pequeno, al\u00e9m de obrigar seus alunos a percorrer um longo percurso para chegar at\u00e9 o campo de experimenta\u00e7\u00e3o agr\u00edcola, em Deodoro, bem distante da sede\u201d, explicou Otranto.<\/p>\n<p>O local escolhido para a nova sede foi o Km 47 da antiga Estrada Rio-S\u00e3o Paulo, \u00e1rea que ent\u00e3o pertencia ao munic\u00edpio de Itagua\u00ed. No entanto, levou quase dez anos para a inaugura\u00e7\u00e3o, em 1947, com a transfer\u00eancia definitiva conclu\u00edda no ano seguinte. Uma casa que, ainda hoje, abriga o c\u00e2mpus Serop\u00e9dica da UFRRJ.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Nasce uma universidade<\/strong><\/p>\n<p>A primeira denomina\u00e7\u00e3o como universidade ocorreu em 1943 \u2013 mesmo ano em que, durante a Segunda Guerra Mundial, os aliados come\u00e7aram a virar o jogo contra o nazifascismo na Europa. Em 30 de dezembro, o Decreto-Lei 6.155 reorganizava o CNEPA e criava a Universidade Rural. A institui\u00e7\u00e3o reunia a ENA e a ENV; os cursos de Aperfei\u00e7oamento, Especializa\u00e7\u00e3o e Extens\u00e3o; e os servi\u00e7os Escolar e de Desportos. Um ano depois, o novo regimento do CNEPA unificou os novos cursos de Aperfei\u00e7oamento, Especializa\u00e7\u00e3o e Extens\u00e3o, al\u00e9m de criar o Conselho Universit\u00e1rio (Consu).<\/p>\n<p>\u00c9 essa Universidade Rural que vai ver o fim da guerra, o come\u00e7o da Guerra Fria, o t\u00e9rmino da Era Vargas, a euforia desenvolvimentista dos anos 1950 (\u201ccinquenta anos em cinco\u201d), o despontar da bossa nova, a Revolu\u00e7\u00e3o Cubana\u2026<\/p>\n<p>Em 1963, ela vai mudar de nome mais uma vez: passa a ser a Universidade Federal Rural do Brasil. Na ocasi\u00e3o, sua estrutura era composta pelos seguintes setores: as escolas nacionais de Agronomia e de Veterin\u00e1ria; as escolas de Engenharia Florestal, Educa\u00e7\u00e3o T\u00e9cnica e Educa\u00e7\u00e3o Familiar; al\u00e9m dos cursos de n\u00edvel m\u00e9dio dos col\u00e9gios t\u00e9cnicos de Economia Dom\u00e9stica e Agr\u00edcola (Escola Ildefonso Sim\u00f5es Lopes).<\/p>\n<p>A conjuntura pol\u00edtica no pa\u00eds estava quente, prestes a ferver. Desde a d\u00e9cada anterior, o projeto nacional-desenvolvimentista e o crescimento de movimentos populares \u2013 como as Ligas Camponesas, a Uni\u00e3o Nacional dos Estudantes (UNE), as comunidades eclesiais de base e os sindicatos \u2013 entravam em choque com interesses de investidores internacionais, segmentos das for\u00e7as armadas, setores do capital nacional, propriet\u00e1rios rurais e grupos conservadores.<\/p>\n<p>As tens\u00f5es sociais dos anos 50 irromperam no in\u00edcio da d\u00e9cada de 60 com mais uma articula\u00e7\u00e3o em favor de um golpe, ap\u00f3s a ren\u00fancia de J\u00e2nio Quadros, em 1961. Nova movimenta\u00e7\u00e3o na sociedade impediu as quebras das normas constitucionais. A posse de Jo\u00e3o Goulart, com seu leque de alian\u00e7as que inclu\u00eda o Partido Comunista, desagradava aos conservadores, que trataram logo de alcan\u00e7ar uma \u201csolu\u00e7\u00e3o de compromisso\u201d: a institui\u00e7\u00e3o, por breve intervalo de tempo, do regime parlamentarista, o qual supostamente reduziria o poder de decis\u00e3o do presidente. Tal compromisso se mostrou falho e as contradi\u00e7\u00f5es continuaram a se aprofundar. O golpe civil-militar enfim se articula na virada do dia 31 de mar\u00e7o para o 1\u00ba de abril de 1964 \u2013 e a Rural n\u00e3o vai passar sem feridas pelos anos sufocantes que se seguiriam.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Tempos sombrios<\/strong><\/p>\n<p>De acordo com Luc\u00edlia Augusta Lino de Paula, professora aposentada da UFRRJ, a Universidade vai sofrer os efeitos do golpe logo ap\u00f3s sua deflagra\u00e7\u00e3o. \u201cO Consu foi ocupado; o reitor \u00e0 \u00e9poca, Yd\u00e9rzio Vianna, foi detido; assim como o presidente do Centro Acad\u00eamico de Agronomia (CAD)\u201d, lembra a docente, que atualmente leciona na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj). \u201cAo longo do per\u00edodo da ditadura, principalmente na d\u00e9cada de 70, a UFRRJ foi administrada por reitores bastante alinhados com o regime. Ent\u00e3o, houve um sufocamento de qualquer movimento de resist\u00eancia\u201d, afirma Luc\u00edlia, autora do livro \u201cO Movimento Estudantil na UFRuralRJ: mem\u00f3rias e exemplaridade\u201d (Edur, 2012).<\/p>\n<p>Foi sob a ditadura empresarial-militar que se adotou a atual denomina\u00e7\u00e3o: Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (Lei 4.759, de 1965). Outras transforma\u00e7\u00f5es aconteceram no per\u00edodo, como a transfer\u00eancia para o Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o, sacramentada pelo Decreto 60.731, de 19 de maio de 1967; e a aprova\u00e7\u00e3o do estatuto, em 1970, que ampliou as \u00e1reas de ensino, pesquisa e extens\u00e3o. Em 1972, teve in\u00edcio o sistema de cursos em regime de cr\u00e9ditos.<\/p>\n<p>Uma grande expans\u00e3o tamb\u00e9m marcou aqueles anos. Em 1966, foi criado o curso superior de Qu\u00edmica. Em 1968, as escolas de Agronomia e Veterin\u00e1ria se transformaram em cursos de gradua\u00e7\u00e3o. Em 1969, foram iniciados os cursos de Licenciatura em Hist\u00f3ria Natural, Engenharia Qu\u00edmica e Ci\u00eancias Agr\u00edcolas. Em 1970, surgem mais cinco gradua\u00e7\u00f5es: Geologia, Zootecnia, Administra\u00e7\u00e3o de Empresas, Economia e Ci\u00eancias Cont\u00e1beis. Em 1976, foram iniciadas as licenciaturas em Educa\u00e7\u00e3o F\u00edsica, Matem\u00e1tica e F\u00edsica.<\/p>\n<p>\u201cEsse crescimento propiciou at\u00e9 o desenvolvimento do Km 49 de Serop\u00e9dica, pois muitos alunos vieram para morar em rep\u00fablicas, em casas, e houve a\u00ed uma expans\u00e3o comercial, digamos assim, provocada e incentivada por essa expans\u00e3o do n\u00famero de vagas e de cursos na Universidade\u201d, pontuou Luc\u00edlia.<\/p>\n<p>O aumento no n\u00famero de alunos e o car\u00e1ter greg\u00e1rio dos alojamentos favoreceram, de acordo com Luc\u00edlia de Paula, a organiza\u00e7\u00e3o estudantil. \u201cTem at\u00e9 um relato do Vladimir Palmeira, que era uma grande lideran\u00e7a estudantil nacional da \u00e9poca, dizendo que, no Rio de Janeiro, entre 64 e 67, s\u00f3 havia movimento estudantil na Rural. Nas outras universidades, eles j\u00e1 haviam sido sufocados. E isso justamente porque as pessoas moravam juntas no alojamento e dava para fazer reuni\u00f5es sem ser muito visto. Mas isso, depois de 68, \u00e9 totalmente sufocado\u201d, disse.<\/p>\n<p>A professora destaca ainda que o movimento estudantil foi se rearticulando no meado da d\u00e9cada de 1970, lan\u00e7ando m\u00e3o de estrat\u00e9gias para despistar a repress\u00e3o da ditadura: \u201cA organiza\u00e7\u00e3o estudantil pol\u00edtica tinha sido proibida por lei. Ent\u00e3o, os estudantes criaram centros de estudos. Por exemplo, o Centro de Estudos Agron\u00f4micos, o Centro de Estudos Geol\u00f3gicos\u2026 que n\u00e3o eram centros de estudos, mas sim centros acad\u00eamicos mesmo. Mas, com esse nome, eles podiam ter uma organiza\u00e7\u00e3o. Esse movimento estudantil come\u00e7ou a ser retomado pelas \u00e1reas de conhecimento, fazendo eventos e encontros com a desculpa de que iriam discutir conte\u00fados, quando, na realidade, isso propiciava uma reorganiza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica. E a\u00ed, em 1979, acontece o\u00a0<em>boom<\/em>\u00a0do movimento de reorganiza\u00e7\u00e3o, com o movimento de abertura e a volta da UNE\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Do passado ao futuro<\/strong><\/p>\n<p>A Rural de muitas hist\u00f3rias passeou pela Primeira Rep\u00fablica em itiner\u00e1rios diversos; na \u00e9poca de Vargas, virou refer\u00eancia no ensino agron\u00f4mico do pa\u00eds; nos anos 40, mudou-se para o Km 47, casa que \u00e9 um dos mais belos c\u00e2mpus do Brasil; e atravessou a tempestade sombria da ditadura, sentindo a repress\u00e3o na carne, mas resistindo e se reinventando.<\/p>\n<p>J\u00e1 no per\u00edodo de redemocratiza\u00e7\u00e3o, vai criar seu primeiro curso noturno em 1990: Administra\u00e7\u00e3o de Empresas. No ano seguinte, teve in\u00edcio a gradua\u00e7\u00e3o em Engenharia de Alimentos. Tamb\u00e9m em 1991, a UFRRJ incorpora uma Esta\u00e7\u00e3o Experimental do Planalsucar, extinto programa do governo federal para desenvolvimento da \u00e1rea sucro-alcooleira. Localizado em Campos de Goytacazes\/RJ, o espa\u00e7o \u00e9 atualmente um dos quatro c\u00e2mpus da Universidade, voltando-se especificamente \u00e0 pesquisa.<\/p>\n<p>Mas \u00e9 neste s\u00e9culo XXI que a UFRRJ vai consolidar a transforma\u00e7\u00e3o em sua pr\u00f3pria identidade. O Programa de Apoio a Planos de Reestrutura\u00e7\u00e3o e Expans\u00e3o das Universidades Federais (Reuni), institu\u00eddo em 2007, representou um divisor de \u00e1guas. Novos cursos foram criados durante o processo: em 2009, Belas Artes, Ci\u00eancias Sociais, Direito e Letras; em 2010, Comunica\u00e7\u00e3o Social\/Jornalismo, Engenharia de Materiais, Farm\u00e1cia, Psicologia e Rela\u00e7\u00f5es Internacionais. Tamb\u00e9m foram inaugurados dois novos c\u00e2mpus: Nova Igua\u00e7u e Tr\u00eas Rios.<\/p>\n<p>\u201cProspectando o futuro, n\u00e3o h\u00e1 qualquer d\u00favida de que a UFRRJ continuar\u00e1 sendo a maior refer\u00eancia cient\u00edfica e cultural da Baixada e de Tr\u00eas Rios. N\u00e3o apenas no plano acad\u00eamico, mas tamb\u00e9m pol\u00edtico\u201d, afirmou o reitor Ricardo Berbara. \u201cSer\u00e1 cada vez mais o espa\u00e7o de reflex\u00f5es, de elabora\u00e7\u00e3o de diagn\u00f3sticos e pol\u00edticas para o meio socioambiental nessas regi\u00f5es t\u00e3o esquecidas pelo poder p\u00fablico. Acima de tudo, participar\u00e1, juntamente com v\u00e1rios grupos organizados, de a\u00e7\u00f5es que nos levem \u00e0 cultura da paz, da vida plena de oportunidades, inclusiva e democr\u00e1tica\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>Por Jo\u00e3o Henrique Oliveira (CCS\/UFRRJ), com colabora\u00e7\u00e3o de Jo\u00e3o Gabriel Castro (estagi\u00e1rio de jornalismo da CCS)<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Imagens:<\/strong>\u00a0acervo<\/p>\n<div id=\"gallery-1\" class=\"gallery galleryid-49868 gallery-columns-3 gallery-size-thumbnail\">\n<dl class=\"gallery-item\">\n<dt class=\"gallery-icon landscape\"><a href=\"https:\/\/portal.ufrrj.br\/ufrrj-onze-decadas-de-transformacoes\/whatsapp-image-2020-10-20-at-18-23-562\/\" data-slb-active=\"1\" data-slb-asset=\"1528056489\" data-slb-internal=\"49897\" data-slb-group=\"49868_auto_1\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" 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