{"id":23190,"date":"2022-05-11T08:45:47","date_gmt":"2022-05-11T11:45:47","guid":{"rendered":"https:\/\/institucional.ufrrj.br\/portalcpda\/?p=23190"},"modified":"2026-02-03T16:01:36","modified_gmt":"2026-02-03T19:01:36","slug":"teses-doutorado-2022","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/institucional.ufrrj.br\/portalcpda\/teses-doutorado-2022\/","title":{"rendered":"Teses Doutorado 2022"},"content":{"rendered":"<p>Os trabalhos est\u00e3o colocados em ordem cronol\u00f3gica (data da defesa) e podem ser acessados na plataforma Sucupira ao clicar em seus t\u00edtulos.<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>GLACIE REGINA ROSA<\/strong><br \/>\n<strong><a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&amp;id_trabalho=11752716\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">G\u00eanero e Fam\u00edlias Rurais no munic\u00edpio de Ceres, Goi\u00e1s<\/a><br \/>\n<\/strong><strong>Defesa<\/strong>: 11\/03\/2022<\/p>\n<p><strong>Banca<\/strong>: Maria Jos\u00e9 Carneiro (Orientadora \/ CPDA\/UFRRJ), Elisa Guaran\u00e1 de Castro (CPDA\/UFRRJ), Leonilde Servolo de Medeiros (CPDA\/UFRRJ), Jos\u00e9 Carlos Moreira de Souza (IF Goiano) e Graziele Cristina Dainese de Lima (UFF).<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: Partimos de um conjunto de contribuic\u0327o\u0303es teo\u0301ricas que nos permitem realizar uma caracterizac\u0327a\u0303o do rural como na\u0303o exclusivamente agri\u0301cola e cada vez mais associado a uma forma de vida e a comportamentos, como ruralidade; um rural cada vez mais complexo e diversificado. Nesse rural em mutac\u0327a\u0303o, reconhecem-se novas e poderosas dina\u0302micas: e\u0301 cada vez mais comum a intensificac\u0327a\u0303o da pluriatividade, e a economia do campo passa, tambe\u0301m, a ser espac\u0327o de atividades, ate\u0301 enta\u0303o, percebidas como urbanas: lazer, moradia e prestac\u0327a\u0303o de servic\u0327os. Interessa-nos ainda \u2013 de forma muito particular \u2013 a compreensa\u0303o acerca dos pape\u0301is sociais normalmente atribui\u0301dos a\u0300s mulheres nos contextos e nas redes de relac\u0327o\u0303es que marcam a vida rural, no munici\u0301pio de Ceres\/GO. Nesse estudo, pretendemos investigar as maneiras pelas quais as atividades produtivas associadas a\u0300 reproduc\u0327a\u0303o das fami\u0301lias dos pequenos agricultores rurais sa\u0303o influenciadas pelas questo\u0303es de ge\u0302nero, bem como as implicac\u0327o\u0303es disso sobre a inserc\u0327a\u0303o das mulheres e pra\u0301ticas produtivas exercidas por elas.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: Rela\u00e7\u00f5es sociais de g\u00eanero; mulher rural; ruralidade; agricultura familiar.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>ALINE BORGHOFF MAIA<\/strong><br \/>\n<strong><a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&amp;id_trabalho=11752799\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Entre o Vade Mecum, a Foice e o Fac\u00e3o: Educa\u00e7\u00e3o Jur\u00eddica via Pronera como trincheira da luta pela terra<\/a><br \/>\n<\/strong><strong>Defesa<\/strong>: 22\/04\/2022<\/p>\n<p><strong>Banca<\/strong>: Leonilde Servolo de Medeiros (Orientadora \/ CPDA\/UFRRJ), Debora Franco Lerrer (CPDA\/UFRRJ), Cristina Losekann (UFES), Ana Maria Motta Ribeiro (UFF) e Monica Castagna Molina (UnB).<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: Em 2007, sessenta estudantes camponeses\/as, entre militantes de movimentos sociais, sindicalistas, assentados\/as da reforma agr\u00e1ria e agricultores\/as familiares, constitu\u00edram a primeira turma do curso de Direito no \u00e2mbito da Pol\u00edtica Nacional de Educa\u00e7\u00e3o na Reforma Agr\u00e1ria (Pronera). A esta experi\u00eancia pioneira, seguiu-se a cria\u00e7\u00e3o de outras cinco turmas, todas em universidades p\u00fablicas situadas em estados do Norte, Sul, Nordeste e Centro-Oeste do pa\u00eds. Partindo da premissa de que a conquista dos bacharelados se insere na gram\u00e1tica da luta pela terra, a presente tese busca situ\u00e1-los como parte de uma longa trajet\u00f3ria de rela\u00e7\u00e3o dos movimentos sociais e sindicais rurais com o Direito e com as a\u00e7\u00f5es coletivas por eles empreendidas no campo jur\u00eddico. A pesquisa objetiva entender as intencionalidades e os esfor\u00e7os mobilizados na demanda pela cria\u00e7\u00e3o dos cursos que avan\u00e7am no escopo de atua\u00e7\u00e3o do Pronera e representam uma nova forma de inser\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o rural nas universidades. Ademais, busca refletir sobre os sentidos, estrat\u00e9gias e expectativas que orientam o ensejo \u00e0 forma\u00e7\u00e3o de militantes camponeses\/as como bachar\u00e9is em Direito, situando o debate no campo te\u00f3rico dos estudos sobre movimentos sociais. Empiricamente, o trabalho se debru\u00e7a sobre as turmas Evandro Lins e Silva (2007-2012) e Fidel Castro (2016-2022), ambas institu\u00eddas na Universidade Federal de Goi\u00e1s (UFG). Do estudo destas experi\u00eancias concretas depreendem-se discuss\u00f5es sobre as contradi\u00e7\u00f5es e potencialidades emergentes do encontro entre a educa\u00e7\u00e3o jur\u00eddica universit\u00e1ria formal e um projeto pautado em pressupostos pol\u00edticos e metodol\u00f3gicos da Educa\u00e7\u00e3o do Campo.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: Movimentos Sociais; Quest\u00e3o agr\u00e1ria; Educa\u00e7\u00e3o do Campo; Pronera; Educa\u00e7\u00e3o jur\u00eddica; Advocacia popular.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>RICARDO JOS\u00c9 BRAGA AMARAL DE BRITO<\/strong><br \/>\n<strong><a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&amp;id_trabalho=11752812\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Controle da terra e das popula\u00e7\u00f5es. A pol\u00edtica de coloniza\u00e7\u00e3o da ditadura empresarial-militar<\/a><br \/>\n<strong>(Indicada para o Pr\u00eamio Capes de Tese de Doutorado 2023 e para o Pr\u00eamio Anpocs de Tese de Doutorado e Disserta\u00e7\u00e3o de Mestrado 2023)<\/strong><br \/>\n<\/strong><strong>Defesa<\/strong>: 28\/04\/2022<\/p>\n<p><strong>Banca<\/strong>: Leonilde Servolo de Medeiros (Orientadora \/ CPDA\/UFRRJ), Debora Lerrer (CPDA\/UFRRJ), Thereza Cristina Cardoso Menezes (CPDA\/UFRRJ), Jos\u00e9 Vicente Tavares dos Santos (UFRGS) e Antonio Carlos de Souza Lima (UFRJ).<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: A pol\u00edtica de coloniza\u00e7\u00e3o tem sido continuamente reconfigurada na hist\u00f3ria brasileira enquanto mecanismo de interven\u00e7\u00e3o estatal orientado para gest\u00e3o do conflito, controle da terra e das popula\u00e7\u00f5es e enquanto forma de tratamento da quest\u00e3o agr\u00e1ria, articulada com a forma\u00e7\u00e3o e amplia\u00e7\u00e3o dos mercados de terra, trabalho e consumo. A coloniza\u00e7\u00e3o pode ser entendida, deste modo, enquanto elemento de longa dura\u00e7\u00e3o na pol\u00edtica brasileira, relacionada a um complexo tecno-empresarial-militar e \u00e0 sua tradi\u00e7\u00e3o positivista e autorit\u00e1ria de compreens\u00e3o e interven\u00e7\u00e3o do Estado nas margens sociais. A fim de captar o enquadramento interpretativo desta pol\u00edtica e seu modo de realiza\u00e7\u00e3o, analiso o conjunto de interven\u00e7\u00f5es e experi\u00eancias de coloniza\u00e7\u00e3o no munic\u00edpio de Cachoeiras de Macacu (RJ), apreendendo sua realiza\u00e7\u00e3o a partir da din\u00e2mica conflitiva entre o complexo tecno-empresarial-militar, grupos camponeses diversos e suas associa\u00e7\u00f5es e mediadores. Deste modo, \u00e9 poss\u00edvel apreender a configura\u00e7\u00e3o social espec\u00edfica na qual a pol\u00edtica de coloniza\u00e7\u00e3o foi acionada, sobretudo nos primeiros anos da ditadura empresarial-militar, suas causas, contradi\u00e7\u00f5es e consequ\u00eancias, observando a persist\u00eancia de sua l\u00f3gica de atua\u00e7\u00e3o em formas contempor\u00e2neas de interven\u00e7\u00e3o do Estado na quest\u00e3o agr\u00e1ria.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: Coloniza\u00e7\u00e3o; Quest\u00e3o Agr\u00e1ria; Ditadura; Rio de Janeiro; Cachoeiras de Macacu.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>CARLOS ALBERTO LUCIO BITTENCOURT FILHO<\/strong><br \/>\n<strong><a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&amp;id_trabalho=11752825\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Financeiriza\u00e7\u00e3o da rede global do min\u00e9rio de ferro e a inser\u00e7\u00e3o brasileira (2008-2021)<\/a><br \/>\n<\/strong><strong>Defesa<\/strong>: 17\/05\/2022<\/p>\n<p><strong>Banca<\/strong>: Nelson Giordano Delgado (Orientador \/ CPDA\/UFRRJ), John Wilkinson (CPDA\/UFRRJ), Karina Kato (CPDA\/UFRRJ), Bruno Milanez (UFJF) e Rodrigo Salles Pereira dos Santos (UFRJ).<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: A pesquisa buscou verificar se o processo de financeiriza\u00e7\u00e3o da rede global de min\u00e9rio de ferro alcan\u00e7ou um novo patamar e quais as implica\u00e7\u00f5es disso para a inser\u00e7\u00e3o brasileira nessa rede global. Tratou de relacionar as reformas neoliberais no Sistema Mineral Brasileiro, inclusive a privatiza\u00e7\u00e3o da Vale do Rio Doce, e o desenvolvimento de variados processos de conex\u00e3o entre o mercado financeiro e o neg\u00f3cio com min\u00e9rio de ferro. Entre essas formas s\u00e3o destacadas a evolu\u00e7\u00e3o da participa\u00e7\u00e3o propriet\u00e1ria de institui\u00e7\u00f5es financeiras em mineradoras e o fortalecimento da preval\u00eancia da l\u00f3gica da remunera\u00e7\u00e3o dos acionistas (shareholder value) sobre a estrat\u00e9gia corporativa das mineradoras; o fim do regime de pre\u00e7os de produtores e os impactos do desenvolvimento de mercados de futuros e derivativos de ferro na forma\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os do min\u00e9rio e; em que medida essas transforma\u00e7\u00f5es refor\u00e7am o interesse de capitais financeiros nesta commodity mineral, instituindo novos atores, voltados para ganhos financeiros, na rede global de min\u00e9rio de ferro.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: Financeiriza\u00e7\u00e3o, minera\u00e7\u00e3o, min\u00e9rio de ferro, rede global de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>JULIANA SIM\u00d5ES SPERANZA<\/strong><br \/>\n<strong><a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&amp;id_trabalho=11752862\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Uma an\u00e1lise dos fatores de mudan\u00e7a e respostas da cadeia da pecu\u00e1ria bovina brasileira em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 introdu\u00e7\u00e3o de compromissos de sustentabilidade<\/a><br \/>\n<\/strong><strong>Data<\/strong>: 25\/05\/2022<\/p>\n<p><strong>Banca<\/strong>: Peter May (Orientador \/ CPDA\/UFRRJ), John Wilkinson (CPDA\/UFRRJ), Claudia Job Schmitt (CPDA\/UFRRJ), Ricardo Abramovay (USP) e Angelo Costa Gurgel (FGV).<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: A extrapola\u00e7\u00e3o de limites planet\u00e1rios como a perda de biodiversidade, associado \u00e0 urg\u00eancia clim\u00e1tica e \u00e0 preocupa\u00e7\u00e3o em como alimentar (sob bases sustent\u00e1veis e saud\u00e1veis) uma popula\u00e7\u00e3o global esperada de 10 bilh\u00f5es de pessoas em 2050, t\u00eam colocado a cadeia da pecu\u00e1ria bovina em contesta\u00e7\u00e3o devido \u00e0s externalidades negativas que ela produz. Fortalece esta conjectura o fato que o mercado de capitais, no bojo do Movimento Ambiente-Sociedade-Governan\u00e7a (ASG) e Capitalismo das Partes Interessadas, tem pressionado os atores da cadeia para eliminar o desmatamento e promover um sistema agr\u00e1rio regenerativo com balan\u00e7os zero l\u00edquidos de carbono. Os atores da cadeia da pecu\u00e1ria bovina brasileira est\u00e3o no centro deste processo de contesta\u00e7\u00e3o, como se inseridos numa esp\u00e9cie de tribunal socioambiental.<br \/>\nO Brasil possui o maior rebanho bovino do mundo, com 187,5 milh\u00f5es de cabe\u00e7as de gado. \u00c9 o maior exportador de carne bovina do planeta, respons\u00e1vel por 1\/4 do total das exporta\u00e7\u00f5es globais de carne. Cerca de 40% do rebanho nacional de bovinos est\u00e1 localizado na Amaz\u00f4nia. Historicamente a expans\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o nesta regi\u00e3o foi assentada na derrubada da floresta com a entrada de pastagens. Estimativas mostram que cerca de 70% das terras desmatadas na Amaz\u00f4nia s\u00e3o destinadas \u00e0 cria\u00e7\u00e3o de gado.<br \/>\nA tese ir\u00e1 explorar como movimentos recentes capitaneados pelo mercado de capitais e marcos regulat\u00f3rios do poder p\u00fablico, especialmente norte-americano, europeu, mas, inclusive, at\u00e9 recentemente chin\u00eas, em prol do fim do desmatamento em cadeias de commodities agr\u00edcolas afetam a cadeia da pecu\u00e1ria bovina brasileira.<br \/>\nEst\u00e1 organizado em tr\u00eas se\u00e7\u00f5es principais: A primeira faz uma recupera\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica da introdu\u00e7\u00e3o de compromissos de sustentabilidade na cadeia da pecu\u00e1ria bovina brasileira chegando at\u00e9 os dias atuais. Ressalta-se que no passado os atores da cadeia j\u00e1 tinham se comprometido a eliminar o desmatamento ilegal, sem sucesso. Neste sentido, h\u00e1 um foco em interrogar o que h\u00e1 de novidade e as chances de sucesso nos compromissos revisitados e rec\u00e9m anunciados de grandes frigor\u00edficos e do setor de varejo para p\u00f4r fim ao desmatamento na cadeia entre 2025-2030. A segunda se\u00e7\u00e3o explora o ecossistema de inova\u00e7\u00e3o social que tem sido empreendido nos campos de: rastreabilidade e controle de origem, boas pr\u00e1ticas agr\u00edcolas de baixo carbono, governan\u00e7as multistakeholders sobre o territ\u00f3rio em prol de uma produ\u00e7\u00e3o sustent\u00e1vel. A terceira se\u00e7\u00e3o explora os pontos de conflito e tens\u00e3o na busca de moderniza\u00e7\u00e3o do setor, para por fim ao desmatamento e das emiss\u00f5es de gases de efeito estufa (GEE) que envolvem discuss\u00f5es sobre mudan\u00e7as nas dietas alimentares e inclus\u00e3o social.<br \/>\nA tese visa contribuir com reflex\u00f5es anal\u00edticas assentadas na Economia Ecol\u00f3gica e na Sociologia dos Mercados, acreditando que a cadeia da pecu\u00e1ria brasileira tem chances de melhorar a qualidade da carne que \u00e9 oferecida ao mercado, com melhores atributos socioambientais..<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, pecu\u00e1ria, sociologia econ\u00f4mica, movimento Ambiente-Sociedade-Governan\u00e7a (ASG) e desmatamento.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>GISM\u00c1LIA LUIZA PASSOS TRABUCO<\/strong><br \/>\n<strong><a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&amp;id_trabalho=11752914\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Comida importa? A pol\u00edtica dos alimentos na trajet\u00f3ria de conforma\u00e7\u00e3o do Estado do Rio de Janeiro como importador de alimentos<\/a><br \/>\n<\/strong><strong>Data<\/strong>: 01\/07\/2022<\/p>\n<p>Banca: Renato S. Maluf (Orientador \/ CPDA\/UFRRJ), Claudia Job Schmitt (CPDA\/UFRRJ), Jorge O. Romando (CPDA\/UFRRJ), Nilson Maciel de Paula (UFPR) e Lucine Burlandy.<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: O trabalho analisa a interface tecida entre os fluxos e din\u00e2micas que mediam a produ\u00e7\u00e3o e o consumo de alimentos no Estado do Rio de Janeiro e as pol\u00edticas p\u00fablicas estaduais, buscando observar como a pol\u00edtica dos alimentos e a trajet\u00f3ria institucional do Estado influenciou a conforma\u00e7\u00e3o de um padr\u00e3o de interven\u00e7\u00e3o p\u00fablica estadual que contribuiu para consolidar e ampliar a depend\u00eancia da importa\u00e7\u00e3o de alimentos como modelo de abastecimento. Para tanto, foi realizado um estudo de caso utilizando pesquisa documental, dados secund\u00e1rios e entrevistas para localizar as principais transforma\u00e7\u00f5es no abastecimento e mapear os instrumentos utilizados pelo Governo do Estado voltados \u00e0 produ\u00e7\u00e3o, a comercializa\u00e7\u00e3o e o acesso aos alimentos (e os referenciais de pol\u00edticas p\u00fablicas que neles se estabilizam). Por ser o principal equipamento estadual de abastecimento, a trajet\u00f3ria da CEASA-RJ foi analisada como um processo permeado de controv\u00e9rsias mediadas pela intera\u00e7\u00e3o de m\u00faltiplos atores p\u00fablicos e privados que atuaram no processo de Instrumenta\u00e7\u00e3o da A\u00e7\u00e3o P\u00fablica &#8211; IAP no campo do abastecimento. A despeito das dificuldades impostas pela pr\u00f3pria fragilidade institucional da m\u00e1quina p\u00fablica estadual \u00e0 coleta de dados e informa\u00e7\u00f5es, a an\u00e1lise do conjunto do material reunido fundamentou a interpreta\u00e7\u00e3o defendida por esta tese de que o processo de desagriculturiza\u00e7\u00e3o e de crescente deslocaliza\u00e7\u00e3o do sistema alimentar, que ocorre de modo intensivo no Estado do Rio de Janeiro, potencializaram a sua depend\u00eancia \u00e0s cadeias externas de suprimento. Contribu\u00edram para isso a r\u00e1pida e intensa metropoliza\u00e7\u00e3o, a hist\u00f3rica desarticula\u00e7\u00e3o territorial e a utiliza\u00e7\u00e3o preponderante de instrumentos estaduais (incentivos fiscais do RIOLOG, gest\u00e3o privada da CEASA-RJ e parcos incentivos \u00e0 produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola), que esvaziaram a interven\u00e7\u00e3o p\u00fablica e potencializaram o peso de atores privados ligados \u00e0 importa\u00e7\u00e3o (distribuidores), consagrando uma l\u00f3gica mais privatizante na coordena\u00e7\u00e3o do abastecimento, possibilitada pela alta permeabilidade dos interesses do capital comercial na m\u00e1quina p\u00fablica do Estado, desde a sua forma\u00e7\u00e3o.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: Abastecimento, Pol\u00edtica P\u00fablica, Pol\u00edtica dos Alimentos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>EMILIA JOMALINIS DE MEDEIROS SILVA<\/strong><br \/>\n<strong><a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&amp;id_trabalho=11752922\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Um supermercadismo carioca: apontamentos sobre a s\u00f3cio-espacialidade do varejo alimentar na capital fluminense<\/a><br \/>\n<\/strong><strong>Data<\/strong>: 05\/07\/2022<\/p>\n<p>Banca: Renato S. Maluf (Orientador \/ CPDA\/UFRRJ), Claudia Job Schmitt (CPDA\/UFRRJ), John Wilkinson (CPDA\/UFRRJ), Juscelino Eud\u00e2midas Bezerra (UnB) e Eve Anne BuHler (UFRJ).<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: O presente trabalho analisou a atual configura\u00e7\u00e3o das principais redes do setor supermercadista no munic\u00edpio do Rio de Janeiro e a inter-rela\u00e7\u00e3o entre sua distribui\u00e7\u00e3o s\u00f3cio-espacial com demais din\u00e2micas da cidade. A pesquisa se valeu da constru\u00e7\u00e3o de uma base de dados com informa\u00e7\u00f5es sobre as 20 redes de principal presen\u00e7a na capital fluminense, bem como de trabalho de campo englobando todas as suas Regi\u00f5es<br \/>\nAdministrativas. O estudo \u00e9 realizado a partir de um duplo movimento, \u00e0 luz do entendimento da espacialidade como uma encruzilhada de trajet\u00f3rias. A din\u00e2mica do setor \u00e9 parte constituinte da s\u00f3cio-espacialidade e a an\u00e1lise do varejo alimentar ajuda a compreender o espa\u00e7o urbano. Assim, por um lado, apresento o hist\u00f3rico do supermercadismo no Brasil e especialmente no Rio de Janeiro, apontando suas principais tend\u00eancias atuais, como uma expressiva expans\u00e3o para regi\u00f5es onde antes os supermercados eram menos expressivos. Esta expans\u00e3o caracteriza-se n\u00e3o apenas pela presen\u00e7a de grandes redes chamadas corpora\u00e7\u00f5es como tamb\u00e9m das chamadas redes regionais e redes associativistas. Por outro lado, o estudo apreende a capital fluminense em sua s\u00f3cio-espacialidade, por entender que as din\u00e2micas pr\u00e9vias das regi\u00f5es contribuem para a compreens\u00e3o da atual s\u00f3cio-espacializa\u00e7\u00e3o das empresas e do varejo alimentar. Como resultado da an\u00e1lise, tem-se que as redes de supermercado distribuem-se diferentemente pelo territ\u00f3rio carioca e estabelecem pr\u00e1ticas comerciais distintas com implica\u00e7\u00f5es potenciais para os h\u00e1bitos alimentares das popula\u00e7\u00f5es. Esse modelo se<br \/>\nespraia como produto e indutor de desigualdades na provis\u00e3o de alimentos, dada a seletividade espacial dos atores privados do abastecimento e de suas pr\u00e1ticas. Este movimento de expans\u00e3o relaciona-se com din\u00e2micas pr\u00e9vias de segrega\u00e7\u00e3o s\u00f3cio-espacial, marcadas pelas dimens\u00f5es de centro-periferia, processos de faveliza\u00e7\u00e3o e de exist\u00eancia de multicentralidades em regi\u00f5es distantes do n\u00facleo central da capital fluminense. Ao analisar o avan\u00e7o do controle privado sob o abastecimento alimentar em paralelo \u00e0 atual organiza\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas e equipamentos de varejo p\u00fablicos ou por ele ordenado, tem-se como resultado a insuficiente e desigual disponibilidade de equipamentos p\u00fablicos e de pol\u00edticas de abastecimento, como as feiras livres, org\u00e2nicas e agroecol\u00f3gicas. Como em outras esferas da quest\u00e3o urbana, \u00e9 crescente aqui o predom\u00ednio de uma l\u00f3gica empresarialista de cidade e a forma como os alimentos s\u00e3o comercializados deve ser entendida como mais um elemento da privatiza\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o urbano. Por fim, buscou-se apreender a rela\u00e7\u00e3o entre a organiza\u00e7\u00e3o s\u00f3cio-espacial do supermercadismo com pr\u00e1ticas varejistas informais de alimentos, sendo importante destacar que permanecem manifestas express\u00f5es informais de varejo alimentar, integrantes de um circuito inferior da economia, que interagem s\u00f3cio-espacialmente com os equipamentos formais. Embora abordagens te\u00f3ricas que privilegiam em sua an\u00e1lise a escala macro auxiliem na compreens\u00e3o do movimento supermercadista na cidade como integrante de um processo global do varejo alimentar e do regime alimentar corporativo, n\u00e3o explicam por completo o conjunto de elementos verificados, haja vista as especificidades tanto do setor supermercadista, como da capital fluminense. Isto revela a necessidade de uma abordagem multiescalar, que olhe as desigualdades alimentares orientadas por uma abordagem interseccional, e que incorpore na an\u00e1lise din\u00e2micas \u201clocais\u201d e \u201cterritoriais\u201d, sem, contudo, associ\u00e1-las a dimens\u00f5es \u201c\u00e9ticas\u201d e \u201calternativas\u201d como sugere parte da literatura do Norte Global.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: Redes de supermercados, Rio de Janeiro, S\u00f3cio-espacial.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>HELENA RODRIGUES LOPES<\/strong><br \/>\n<a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&amp;id_trabalho=11753001\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>\u201cFazer pegar novamente, como se diz das plantas\u201d: um estudo sobre ecologia das pr\u00e1ticas das Casas de Sementes da Rede de Interc\u00e2mbio de Sementes na Regi\u00e3o de Sobral-CE<\/strong><\/a><br \/>\n<strong>(Men\u00e7\u00e3o Honrosa Tese Pr\u00eamio ANPPAS 2023)<\/strong><br \/>\n<strong>Data<\/strong>: 19\/08\/2022<\/p>\n<p>Banca: Claudia Job Schmitt (Orientadora \u2013 CPDA\/UFRRJ), Marcelo de Carvalho Rosa (CPDA\/UFRRJ), Thereza Cristina Cardoso Menezes (CPDA\/UFRRJ), Alyne de Castro Costa (Puc-Rio) e Flavia Char\u00e3o Marques.<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: As Casas de Sementes s\u00e3o locais de armazenamento coletivo de sementes e atuam como pontos de refer\u00eancia da Rede de Interc\u00e2mbio de Sementes (RIS) na regi\u00e3o de Sobral, Cear\u00e1. A RIS Sobral, por sua vez, \u00e9 uma esfera organizativa na qual agricultores\/as, assentados\/as da reforma agr\u00e1ria, quilombolas e respectivas organiza\u00e7\u00f5es representativas, al\u00e9m da C\u00e1ritas Diocesana de Sobral, atuam coordenando fazeres e responsabilidades entre os\/as participantes e as Casas. Seguindo as Casas de Sementes, o recorte temporal desta pesquisa abrange desde a d\u00e9cada de 1970 at\u00e9 os dias de hoje. Os primeiros bancos de Bancos de Sementes, como eram chamados \u00e0 \u00e9poca, foram criados nos anos 1970, no contexto das lutas pela terra e por direitos sociais no campo. Ancorados em disputas pol\u00edticas, nos Bancos \u201cnunca se falou s\u00f3 em sementes\u201d. Os\/as agricultores\/as participantes das Casas de Sementes da RIS Sobral identificam que um dos pap\u00e9is fundamentais desempenhados por esses espa\u00e7os se associa \u00e0 promo\u00e7\u00e3o de autonomia, sobretudo, nas palavras deles\/as, a \u201cautonomia das sementes do patr\u00e3o\u201d. Estas constata\u00e7\u00f5es inserem as Casas de Sementes em um emaranhado complexo: as sementes armazenadas n\u00e3o s\u00e3o entes isolados e s\u00e3o capazes de promover autonomia em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s sementes controladas por outrem. A partir da no\u00e7\u00e3o de ecologia das pr\u00e1ticas discutida por Isabelle Stengers, a pesquisa procurou investigar os v\u00ednculos e significados associados \u00e0 autonomia, nas distintas formas como ela \u00e9 experienciada pelos agentes sociais. Assim, tendo as Casas de Sementes como ponto de entrada, a investiga\u00e7\u00e3o busca evidenciar os v\u00ednculos de interdepend\u00eancia que v\u00e3o sendo tecidos entre agricultores\/as, a Caatinga, a Igreja Cat\u00f3lica, os Sindicatos dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais (STTRs), as Organiza\u00e7\u00f5es N\u00e3o Governamentais (ONGs), as biotecnologias, as tecnologias alternativas e as legisla\u00e7\u00f5es. A tese analisa, sob essa \u00f3tica, as muitas lutas e atores que comp\u00f5em a ecologia das pr\u00e1ticas que emerge a partir das rela\u00e7\u00f5es cotidianas estabelecidas pelos agricultores\/as com as Casas de Sementes. A estrat\u00e9gia metodol\u00f3gica da pesquisa adota uma perspectiva etnogr\u00e1fica, lan\u00e7ando m\u00e3o, tamb\u00e9m, de outras t\u00e9cnicas de pesquisa, como an\u00e1lise documental e entrevistas semiestruturadas com atores-chaves. Os aprendizados provenientes desse trabalho n\u00e3o apontam para para uma ecologia de pr\u00e1ticas (enfim) conclusa, mas iluminam o que mant\u00e9m os atores juntos\/as, considerando o sentido de pertencimento constru\u00eddo atrav\u00e9s das rela\u00e7\u00f5es cotidianas estabelecidasentre agricultores\/as e Casas de sementes, e os muitos v\u00ednculos que, n\u00e3o sem diverg\u00eancias e tens\u00f5es, promovem autonomia e anunciam a continuidade de m\u00faltiplas lutas.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: Sementes, Casa de Sementes, Ecologias de pr\u00e1ticas, Autonomia, RIS Sobral.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>YAMIRA RODRIGUES DE SOUZA BARBOSA<\/strong><br \/>\n<strong><a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&amp;id_trabalho=11753011\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Caminhos da agroecologia na Zona da Mata de Minas Gerais: interfaces entre a\u00e7\u00e3o coletiva e pol\u00edticas p\u00fablicas<\/a><br \/>\n<\/strong><strong>Data<\/strong>: 30\/08\/2022<\/p>\n<p>Banca: Jorge Osvaldo Romano (Orientador \/ CPDA\/UFRRJ), Claudia Job Schmitt (CPDA\/UFRRJ), Leonilde Servolo de Medeiros (CPDA\/UFRRJ), Irene Maria Cardoso (UFV) e Valdemar Arl.<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: A pesquisa teve como objetivo geral analisar a atua\u00e7\u00e3o do movimento agroecol\u00f3gico na Zona da Mata Mineira no processo de institucionaliza\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas de apoio \u00e0 agroecologia no pa\u00eds, a partir da \u00f3tica de encaixes institucionais, proposto por LAVALLE et. al. (2018). Os principais instrumentos utilizados para a realiza\u00e7\u00e3o da pesquisa foram a revis\u00e3o bibliogr\u00e1fica e documental sobre os temas, al\u00e9m da realiza\u00e7\u00e3o de entrevistas com atores chave. Os dois principais eixos te\u00f3ricos da pesquisa se encontram no campo da Sociologia Pol\u00edtica, especialmente na literatura sobre a rela\u00e7\u00e3o entre Estado e movimentos sociais, e no campo da Agroecologia. O movimento agroecol\u00f3gico da Zona da Mata surgiu no final dos anos 1980, a partir da cria\u00e7\u00e3o do CTA em articula\u00e7\u00e3o com um conjunto de STR que surgiram na regi\u00e3o, tendo se consolidado nos anos 1990. O movimento contribuiu para a cria\u00e7\u00e3o de encaixes institucionais como a PNAPO, PEAPO\/MG e o Polo Agroecol\u00f3gico e de Produ\u00e7\u00e3o Org\u00e2nica na regi\u00e3o da Zona da Mata, o qual marca o reconhecimento da atua\u00e7\u00e3o do movimento agroecol\u00f3gico na regi\u00e3o. Embora a pandemia tenha dificultado os processos em torno da implementa\u00e7\u00e3o do Polo, uma das a\u00e7\u00f5es que v\u00eam sendo desenvolvidas refere-se \u00e0 constru\u00e7\u00e3o de um SPG na regi\u00e3o. Percebe-se que o debate em torno da produ\u00e7\u00e3o e da certifica\u00e7\u00e3o org\u00e2nica tem contribu\u00eddo para dinamizar as atividades do movimento, inclusive ao resgatar a import\u00e2ncia de uma articula\u00e7\u00e3o regional de apoio \u00e0 comercializa\u00e7\u00e3o, embora existam ainda muitos desafios para apoiar os processos de transi\u00e7\u00e3o agroecol\u00f3gica. Apesar da import\u00e2ncia do cultivo de caf\u00e9 na regi\u00e3o, as discuss\u00f5es sobre g\u00eanero e agroecologia, que come\u00e7aram a ganhar espa\u00e7o a partir de meados dos anos 2000, v\u00eam contribuindo para fomentar a valoriza\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o de alimentos realizada pelas mulheres nos quintais. Esse trabalho gera renda, mesmo que de maneira indireta, como as cadernetas agroecol\u00f3gicas v\u00eam mostrando, sendo, portanto, fundamental para a manuten\u00e7\u00e3o das fam\u00edlias e para o avan\u00e7o no processo de transi\u00e7\u00e3o agroecol\u00f3gica. No contexto da pandemia de Covid-19 e no cen\u00e1rio mais amplo de desmonte de pol\u00edticas p\u00fablicas para a agricultura familiar e agroecologia, o fortalecimento da atua\u00e7\u00e3o em rede, aliado ao apoio parlamentar tem sido fundamental para a resili\u00eancia do movimento agroecol\u00f3gico na regi\u00e3o da Zona da Mata. Este vem conseguindo, seja por meio de encaixes institucionais, seja para al\u00e9m deles, ampliar o seu repert\u00f3rio de a\u00e7\u00e3o e mobiliza\u00e7\u00e3o, possibilitando fortalecer a agroecologia na regi\u00e3o.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: movimento social, encaixes institucionais, transi\u00e7\u00e3o agroecol\u00f3gica, produ\u00e7\u00e3o org\u00e2nica, resili\u00eancia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong> ANNAGESSE DE CARVALHO FEITOSA<\/strong><br \/>\n<strong><a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&amp;id_trabalho=11753093\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Delegacia de Ordem Social e Pol\u00edtica (DOPS): um olhar sobre as formas de viol\u00eancia e resist\u00eancia no Maranh\u00e3o<\/a><br \/>\n<\/strong><strong>Data<\/strong>: 13\/09\/2022<\/p>\n<p>Banca: Francisco Carlos Teixeira da Silva (Orientador \/ CPDA\/UFRRJ), Jorge Osvaldo Romano (CPDA\/UFRRJ), Leonilde Servolo de Medeiros (CPDA\/UFRRJ), Valdenio Freitas Meneses (UFCG) e Vanderlei Vazelesk Ribeiro (UniRio).<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: O presente trabalho oferece uma an\u00e1lise dos conflitos fundi\u00e1rios no Maranh\u00e3o na d\u00e9cada de 1970, per\u00edodo que perpassa o Golpe de Estado (1964-1985), envolvendo formas diversas de viol\u00eancia contra trabalhadores do campo. Com vistas a alargar a ideia de repress\u00e3o, viol\u00eancia, e sujeitos sociais atingidos, adotamos a seguinte quest\u00e3o norteadora: Quais sentidos eram atribu\u00eddos \u00e0 viol\u00eancia pelos trabalhadores? Qual era o m\u00f3vel das contendas? Quais foram as suas formas de a\u00e7\u00e3o e organiza\u00e7\u00e3o? No contexto dos conflitos agr\u00e1rios no Maranh\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel observar que a viol\u00eancia pode se manifestar de diversas formas: a destrui\u00e7\u00e3o das lavouras, \u201ccercamentos\u201d, os deslocamentos for\u00e7ados, invas\u00e3o de casas, inc\u00eandios, etc. As situa\u00e7\u00f5es que amea\u00e7avam ou envolveram a perda de controle dos bens e\/ou recursos fundamentais para a produ\u00e7\u00e3o e reprodu\u00e7\u00e3o social, al\u00e9m das que envolviam os aspectos morais, culturais, e simb\u00f3licos, tamb\u00e9m s\u00e3o consideradas aqui da ordem da viol\u00eancia. A pesquisa realizada a partir an\u00e1lise de documentos de Estado, provenientes da Delegacia de Ordem Pol\u00edtica e Social do Maranh\u00e3o (DOPS\/MA), revelou a produ\u00e7\u00e3o de diferentes discursos (dos trabalhadores, empresarial, e do Estado) sobre as contendas, bem como as formas de viol\u00eancia. Nesse sentido, esta tese oferece uma contribui\u00e7\u00e3o \u00e0 literatura que trata dos impactos do regime civil-empresarial-militar no meio rural, apontando a sua influ\u00eancia sobre a din\u00e2mica dos conflitos fundi\u00e1rios, e visibilizando uma gama de a\u00e7\u00f5es, tamb\u00e9m violentas, executadas contra diversos sujeitos sociais do campo, que n\u00e3o se identificavam ideologicamente com a esquerda.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: Maranh\u00e3o, campo, viol\u00eancia, resist\u00eancia, Estado.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>ELISA DE JESUS GARCIA SENSATO<\/strong><br \/>\n<strong><a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&amp;id_trabalho=11753117\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Agricultura familiar e din\u00e2micas institucionais e n\u00e3o-institucionais da a\u00e7\u00e3o pol\u00edtica na Zona da Mata mineira<\/a><br \/>\n<\/strong><strong>Data<\/strong>: 26\/10\/2022<\/p>\n<p>Banca: Leonilde Servolo de Medeiros (Orientadora \/ CPDA\/UFRRJ), Claudia Job Schmitt (CPDA\/UFRRJ), Marcelo Rosa (CPDA\/UFRRJ), Everton Lazaretti Picolotto (UFSM) e Jos\u00e9 Renato Sant&#8217;anna Porto (UFF).<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: Diferentes formas de intera\u00e7\u00e3o entre Estado e sociedade tecidas por meio da cria\u00e7\u00e3o de espa\u00e7os institucionais de participa\u00e7\u00e3o social e de um relevante conjunto de pol\u00edticas p\u00fablicas para a agricultura familiar no Brasil incidiram sobre a din\u00e2mica das organiza\u00e7\u00f5es sociais de agricultores familiares nas \u00faltimas d\u00e9cadas. A presente tese apresenta uma an\u00e1lise a respeito do modo como essas mudan\u00e7as influenciaram a a\u00e7\u00e3o pol\u00edtica de agricultores e agricultoras familiares em organiza\u00e7\u00f5es sociais da Zona da Mata mineira. Nosso principal objetivo consistiu em analisar a atua\u00e7\u00e3o de sindicatos, associa\u00e7\u00f5es e cooperativas nos processos de implementa\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas de desenvolvimento rural a partir da problematiza\u00e7\u00e3o da representa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica e das rela\u00e7\u00f5es e pr\u00e1ticas de poder caracter\u00edsticas desses processos. A din\u00e2mica das organiza\u00e7\u00f5es sociais pesquisadas tem como importante caracter\u00edstica a atua\u00e7\u00e3o em espa\u00e7os institucionais de participa\u00e7\u00e3o social e na implementa\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas, principalmente nos \u00faltimos vinte anos. Embora o processo de constitui\u00e7\u00e3o dessas organiza\u00e7\u00f5es tenha ocorrido ancorado em mobiliza\u00e7\u00f5es em torno de um conjunto de a\u00e7\u00f5es reivindicativas, com intensa confronta\u00e7\u00e3o com agentes pol\u00edticos locais e com o Estado, in\u00fameros dilemas e conflitos a respeito da din\u00e2mica entre contesta\u00e7\u00e3o e institucionaliza\u00e7\u00e3o surgiram t\u00e3o logo se iniciou um processo formal de estrutura\u00e7\u00e3o e funcionamento dessas organiza\u00e7\u00f5es.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: agricultura familiar, movimentos sociais, pol\u00edticas p\u00fablicas, a\u00e7\u00e3o pol\u00edtica.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>GABRIEL SOUZA BASTOS<\/strong><br \/>\n<strong><a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.xhtml?popup=true&amp;id_trabalho=12126950\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Mem\u00f3ria e resist\u00eancia camponesa em tempos de repress\u00e3o na Baixada Fluminense<\/a><\/strong><br \/>\n<strong>(Pr\u00eamio de melhor Tese de Doutorado em Sociologia Rural da Sober 2023)<\/strong><br \/>\n<strong>Data<\/strong>: 14\/12\/2022<\/p>\n<p>Banca: Leonilde Servolo de Medeiros (Orientadora \/ CPDA\/UFRRJ), Debora Lerrer (CPDA\/UFRRJ), Jean Rodrigues Sales (UFRRJ), Felipe Augusto dos Santos Ribeiro (UESPI) e Mario Grynzpan (UFF).<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: Muito se fala no Brasil \u2013 tanto na literatura especializada quanto nas representa\u00e7\u00f5es memorial\u00edsticas \u2013 a respeito da repress\u00e3o que se abateu sobre o movimento estudantil e organiza\u00e7\u00f5es da esquerda revolucion\u00e1ria durante a ditadura militar, dando \u00eanfase ao ano de 1968 como marco para a intensifica\u00e7\u00e3o da repress\u00e3o ou at\u00e9 mesmo como in\u00edcio efetivo da ditadura. Entretanto, a repress\u00e3o que se abateu aos setores mais pauperizados da classe trabalhadora, especialmente aos camponeses, \u00e9 pouco conhecida. O presente trabalho tem como objetivo analisar as representa\u00e7\u00f5es memorial\u00edsticas de formas de resist\u00eancia e organiza\u00e7\u00e3o camponesa, bem como eventos repressivos que se abateram \u00e0s popula\u00e7\u00f5es rurais da Baixada Fluminense em \u00e1reas periurbanas pr\u00f3ximas da cidade do Rio de Janeiro, onde houve grande mobiliza\u00e7\u00e3o de entidades de trabalhadores rurais na luta pela terra no per\u00edodo anterior ao golpe de 1964. Tomando como caso para esse estudo uma localidade conhecida como Pedra Lisa, hoje munic\u00edpio de Japeri, que esteve conectada com diversas outras mobiliza\u00e7\u00f5es camponesas da Baixada Fluminense, foram realizadas an\u00e1lises documentais, jornal\u00edsticas e entrevistas com moradores da regi\u00e3o que vivenciaram esses acontecimentos. A fim de analisar din\u00e2micas memorial\u00edsticas ao longo do tempo, foram feitas compara\u00e7\u00f5es com entrevistas fornecidas por outros pesquisadores, realizadas nas \u00faltimas d\u00e9cadas, com moradores dessa mesma localidade. Verifica-se que sobre essas popula\u00e7\u00f5es, a repress\u00e3o n\u00e3o come\u00e7a nem termina com a ditadura, mas se intensifica imediatamente ap\u00f3s o golpe de 1964, gerando din\u00e2micas memorial\u00edsticas que se alteram ao longo do tempo, mas sempre marcadas pelo medo e atitudes for\u00e7adas de esquecimento.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: conflitos por terra, campesinato, Baixada Fluminense, ditadura militar.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong> LEANDRO CABRAL DE ALMEIDA<\/strong><br \/>\n<a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&amp;id_trabalho=12127080\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>Anticomunismo cat\u00f3lico e quest\u00e3o agr\u00e1ria no Brasil pr\u00e9-1964: um estudo sobre intelectuais, ideologia e subalternidade<br \/>\n<\/strong><\/a><strong>Data<\/strong>: 15\/12\/2022<\/p>\n<p>Banca: Francisco Carlos Teixeira (Orientador \/ UFRJ), Debora Lerrer (CPDA\/UFRRJ), Regina Bruno (CPDA\/UFRRJ), Luis Alves Falc\u00e3o (UFF) e Valdenio Freitas Meneses (UFCG).<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: O anticomunismo se tornou uma for\u00e7a pol\u00edtica importante no s\u00e9culo XX e atualmente persiste a sua presen\u00e7a em discursos e atos de grupos pol\u00edticos conservadores, sobretudo de extrema direita, mobilizando discursos antidemocr\u00e1ticos e de apelo autorit\u00e1rio. Assim como num passado recente, os religiosos representam um dos grupos mais expressivos entre os anticomunistas. A presente pesquisa tem como objetivo empreender uma an\u00e1lise dos posicionamentos anticomunistas da Igreja Cat\u00f3lica entre os anos 1959 e 1964, compreendendo o contexto da Guerra Fria e da Revolu\u00e7\u00e3o Cubana como um marco decisivo para o acirramento das lutas de classes na Am\u00e9rica Latina, para o processo de reorganiza\u00e7\u00e3o e redefini\u00e7\u00e3o do papel sociopol\u00edtico da Igreja e para a expans\u00e3o do anticomunismo na regi\u00e3o e no Brasil. Interessa-nos observar como esses discursos s\u00e3o dispostos na Revista Eclesi\u00e1stica Brasileira (REB), a principal revista da hierarquia eclesi\u00e1stica do pa\u00eds, considerada a porta-voz do clero. No entanto, mobilizamos a an\u00e1lise de cartas pastorais, enc\u00edclicas, mensagens, cr\u00f4nicas, declara\u00e7\u00f5es, documentos oficiais e depoimentos a fim de compreender os posicionamentos tomados pela Igreja nesse per\u00edodo, contribuindo para a elucida\u00e7\u00e3o das concep\u00e7\u00f5es que circulavam na Igreja acerca da reforma agr\u00e1ria e do processo de mobiliza\u00e7\u00e3o e organiza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica dos trabalhadores rurais, pela chave do anticomunismo. Optamos por tratar o anticomunismo como uma \u201cforma ideol\u00f3gica\u201d, categoria que desde a leitura gramsciana de Marx, foi mobilizada para ressaltar a \u201cfor\u00e7a material\u201d da ideologia e sua capacidade de interferir na realidade concreta, na medida em que incide sobre concep\u00e7\u00f5es e orienta pr\u00e1ticas, organizando as massas \u2013 e n\u00e3o como uma \u201crealidade invertida\u201d ou uma \u201cfalsa representa\u00e7\u00e3o\u201d da realidade. Tamb\u00e9m em Gramsci assentamos nosso tratamento da Igreja como um \u201cintelectual coletivo\u201d, nesse caso interessa-nos compreender as concep\u00e7\u00f5es mobilizadas pela Igreja, mas inserindo-a no cen\u00e1rio das lutas de classes dos anos 1960 a partir da chave de leitura gramsciana que atenta para o tipo e fun\u00e7\u00e3o do intelectual numa sociedade que experiencia a crise pol\u00edtica e disputas de hegemonia. Portanto, a partir da an\u00e1lise das lutas de classes, nossa investiga\u00e7\u00e3o procura ressaltar o processo de organiza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica das classes subalternas no campo e os mecanismos mobilizados pelas classes dominantes para cont\u00ea-las.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: anticomunismo, quest\u00e3o agr\u00e1ria, Gramsci.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os trabalhos est\u00e3o colocados em ordem cronol\u00f3gica (data da defesa) e podem ser acessados na plataforma Sucupira ao clicar em <a class=\"read-more\" href=\"https:\/\/institucional.ufrrj.br\/portalcpda\/teses-doutorado-2022\/ \" >&#8230; <span class=\"font-italic\">leia mais <i class=\"fas fa-angle-right\"><\/i><\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":715,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-23190","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.2 - 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