{"id":27478,"date":"2026-01-29T01:50:35","date_gmt":"2026-01-29T04:50:35","guid":{"rendered":"https:\/\/institucional.ufrrj.br\/portalcpda\/?page_id=27478"},"modified":"2026-02-06T18:32:27","modified_gmt":"2026-02-06T21:32:27","slug":"dissertacoes-mestrado-2025","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/institucional.ufrrj.br\/portalcpda\/dissertacoes-mestrado-2025\/","title":{"rendered":"Disserta\u00e7\u00f5es Mestrado 2025"},"content":{"rendered":"<p>Os trabalhos est\u00e3o colocados em ordem cronol\u00f3gica (data da defesa) e o texto completo pode ser acessado na Plataforma Sucupira ao clicar em seus t\u00edtulos.<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>J\u00daLIA DOLCE RIBEIRO<\/strong><br \/>\n<strong>\u201cMuita terra para pouco \u00edndio\u201d &#8211; uma etnografia da constru\u00e7\u00e3o de vazios como ferramenta ontol\u00f3gica da Frente Parlamentar da Agropecu\u00e1ria na destrui\u00e7\u00e3o do direito territorial ind\u00edgena<\/strong><br \/>\n<strong>Defesa<\/strong>: 28\/02\/2025<\/p>\n<p><strong>Banca<\/strong>: Antonadia Monteiro Borges (Orientadora \u2013 CPDA\/UFRRJ), Caio Pompeia Ribeiro Neto (UFV), Camila Penna de Castro (UFRGS)<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: Essa disserta\u00e7\u00e3o \u00e9 uma etnografia da constru\u00e7\u00e3o de vazios como dispositivo ontol\u00f3gico empenhado pelos parlamentares da Frente Parlamentar da Agropecu\u00e1ria (FPA) no Congresso Federal brasileiro, popularmente conhecida como Bancada Ruralista, na tentativa de destrui\u00e7\u00e3o do marco legal que estabelece o direito territorial ind\u00edgena no Brasil. A no\u00e7\u00e3o da constru\u00e7\u00e3o de vazios parte da tese do vazio demogr\u00e1fico &#8211; importante ferramenta colonial que, historicamente, legitimou a apropria\u00e7\u00e3o de territ\u00f3rios ind\u00edgenas pela invisibiliza\u00e7\u00e3o e desumaniza\u00e7\u00e3o de seus povos &#8211; para propor sua atualiza\u00e7\u00e3o por meio tanto do apagamento \u00e9tnico-racial ind\u00edgena via processos de desindigeniza\u00e7\u00e3o, quanto do esvaziamento utilitarista do sentido de seus territ\u00f3rios por n\u00e3o corresponderem aos padr\u00f5es produtivistas do agroneg\u00f3cio. O aporte te\u00f3rico da pesquisa \u00e9 enraizado na teoria antropol\u00f3gica, na contraantropologia e na filosofia cr\u00edtica racial p\u00f3s-colonial, particularmente em obras de pensadores ind\u00edgenas e negros que questionam a modernidade, a linearidade civilizat\u00f3ria de sua historicidade, e sua produ\u00e7\u00e3o de subjetividades baseadas em figuras \u00e9ticas cunhadas por e para sujeitos brancos, como um projeto universalizante que devora ontologias de povos racializados, por meio de processos de subjuga\u00e7\u00e3o racial. Esse aporte destaca a centralidade dos fatores Racial e Colonial para a opera\u00e7\u00e3o do Capital, e particularmente, para a atua\u00e7\u00e3o do agroneg\u00f3cio hoje, por meio da perman\u00eancia da plantation tanto como sistema produtivo quanto como modelo cognitivo. O agroneg\u00f3cio \u00e9 compreendido como um n\u00facleo aglutinador que une diferentes setores ao redor da agenda comum da plantation, principalmente a defesa e absolutiza\u00e7\u00e3o da propriedade privada da terra, e orienta a atividade legislativa da FPA. Ele \u00e9 analisado como um subproduto dessa modernidade que tamb\u00e9m almeja projetar sua universalidade sobre povos racializados, particularmente povos e comunidades tradicionais do Brasil, de modo a disputar suas territorialidades e conquistar a captura branca de seus territ\u00f3rios. Para tanto, \u00e9 investigado como o empenho da figura do produtor rural, enquanto um self transparente e universalizante da sin\u00e9doque pol\u00edtica do \u201cagro \u00e9 tudo\u201d, assimila identidades e pr\u00e1ticas agr\u00edcolas <em>contraplantation<\/em>. Esse movimento \u00e9 entendido como uma estrat\u00e9gia calcada em uma ansiedade branca \u00e0 uma crescente recusa \u00e0 modernidade, materializada nos povos e comunidades tradicionais por meio das retomadas identit\u00e1rias e territoriais. A disserta\u00e7\u00e3o costura uma ampla revis\u00e3o bibliogr\u00e1fica com registros e dados colhidos em pesquisa de arquivos na Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional, no Arquivo Nacional, na Ag\u00eancia FPA e nos registros de reuni\u00f5es parlamentares; com um levantamento das proposi\u00e7\u00f5es legislativas sobre terras ind\u00edgenas propostas por integrantes da FPA entre a 56\u00aa e a 57\u00aa legislatura; al\u00e9m de dados de trabalhos de campo realizados no Congresso Nacional e na rodovia BR-163, de modo a compreender a constru\u00e7\u00e3o de vazios como fundamento da concep\u00e7\u00e3o agro de territ\u00f3rio.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: Frente Parlamentar da Agropecu\u00e1ria; bancada ruralista; terras ind\u00edgenas; plantation; vazio demogr\u00e1fico; propriedade privada.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>T\u00c1YNNA MARIA DE ASSIS RODRIGUES<\/strong><br \/>\n<strong>Afetos ind\u00edgenas na plantation: uma etnografia sobre a terra do povo Tapuya-Kariri<\/strong><br \/>\n<strong>Defesa<\/strong>: 10\/03\/2025<\/p>\n<p><strong>Banca<\/strong>: Antonadia Monteiro Borges (Orientadora \u2013 CPDA\/UFRRJ), John Cunha Comerford (UFRJ), Maria Ros\u00e1rio Gon\u00e7alves Carvalho (UFBA)<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: Na disserta\u00e7\u00e3o, pretendo analisar os afetos e desafetos em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 terra, entre ind\u00edgenas e n\u00e3o-ind\u00edgenas que coabitam o territ\u00f3rio da Aldeia Gameleira, localizada na Serra da Ibiapaba (CE). A etnografia se volta para as rela\u00e7\u00f5es e as concep\u00e7\u00f5es de trabalho nas vastas extens\u00f5es de plantation de batata-doce, pertencentes a posseiros, aos quais muitos necessitam se submeter para garantir a renda familiar e a perman\u00eancia no territ\u00f3rio. Somada \u00e0 historicidade e a territorialidade Tapuya-Kariri, trago \u00e0 disserta\u00e7\u00e3o o envolvimento pessoal e familiar que tenho na regi\u00e3o, como eixos de reflex\u00e3o. Recorro aos Troncos-Velhos e aos meus pr\u00f3prios av\u00f4s como interlocutores privilegiados para uma conversa sobre os movimentos de ind\u00edgenas do Leste. A disserta\u00e7\u00e3o ser\u00e1 estruturada em tr\u00eas partes. Na primeira se\u00e7\u00e3o utilizarei o poema Morte Vida Severina para pensar o luto vivenciado pelos Tapuya-Kariri, com o encantamento do Paj\u00e9 Sebasti\u00e3o (TiS\u00e9), e o luto vivenciado por mim, ap\u00f3s o encantamento do meu av\u00f4 Jo\u00e3o. Na segunda se\u00e7\u00e3o utilizarei o livro Torto Arado para refletir sobre as diferentes perspectivas da hist\u00f3ria ind\u00edgena na Serra da Ibiapaba. Nela, considerarei, por um lado, as narrativas do Paj\u00e9 TiS\u00e9 (que viveu sua etnicidade junto de seu povo) e, por outro, as narrativas do meu av\u00f4 Jo\u00e3o (que, apesar de manter vivos costumes e perspectivas que percebo na Aldeia Gameleira, teve sua etnicidade negada at\u00e9 o fim de sua vida). A terceira e \u00faltima se\u00e7\u00e3o ser\u00e1 inspirada pelo livro Amada. Nela trarei as prospec\u00e7\u00f5es de futuro dos Tapuya-Kariri e a vitalidade proveniente dos Encantados e da import\u00e2ncia das crian\u00e7as.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: Tapuya-Kariri; Plantation; Batata-doce; Ind\u00edgenas do Leste; Territorialidade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>JO\u00c3O VITOR LUNA SOOMA<\/strong><br \/>\n<strong>Terra, poder e territ\u00f3rio na expans\u00e3o da fronteira agr\u00edcola: o impacto da estrangeiriza\u00e7\u00e3o de terras e des-territorializa\u00e7\u00e3o sobre os conhecimentos agr\u00edcolas dos povos no MATOPIBA<\/strong><br \/>\n<strong>Data<\/strong>: 31\/03\/2025<\/p>\n<p><strong>Banca<\/strong>: Sergio Leite (Orientador \u2013 CPDA\/UFRRJ), Karina Kato (CPDA\/UFRRJ), Carla Morsch, Sergio Sauer (UnB)<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: Em um contexto de explos\u00e3o dos investimentos em atividades relacionadas aos setores agropecu\u00e1rio, energ\u00e9tico e mineral e crescimento do mercado global de terras, o Matopiba \u00e9 criado como uma delimita\u00e7\u00e3o territorial no Maranh\u00e3o, Tocantins, Piau\u00ed e Bahia para atender os interesses do agroneg\u00f3cio brasileiro e de investidores estrangeiros. Nessa regi\u00e3o, a atratividade dos investimentos estimula e \u00e9 estimulada pelo processo de estrangeiriza\u00e7\u00e3o de terras, que cresce e potencializa a des-territorializa\u00e7\u00e3o de povos e comunidades tradicionais. Neste contexto, o objetivo deste trabalho \u00e9 discutir o processo de estrangeiriza\u00e7\u00e3o de terras no Matopiba e analisar como ele influencia a des-territorializa\u00e7\u00e3o dos povos da regi\u00e3o. Busca-se compreender especialmente as implica\u00e7\u00f5es desse fen\u00f4meno sobre os conhecimentos agr\u00edcolas tradicionais dessas popula\u00e7\u00f5es. Para alcan\u00e7ar esse objetivo, foi realizada uma revis\u00e3o bibliogr\u00e1fica abrangente e desenvolvida uma tabela detalhando os conflitos por terra na regi\u00e3o, o que permitiu quantificar parte da viol\u00eancia sofrida por essas comunidades. Adicionalmente, foram produzidos mapas que ilustram a presen\u00e7a estrangeira na regi\u00e3o e identificam as \u00e1reas de tens\u00e3o entre as terras estrangeirizadas e os territ\u00f3rios tradicionais, assentamentos, \u00e1reas de prote\u00e7\u00e3o ambiental, terras ind\u00edgenas e territ\u00f3rios quilombolas. Al\u00e9m disso, com o intuito de investigar o impacto dos grandes empreendimentos sobre a vida e as pr\u00e1ticas agr\u00edcolas dos povos, entrevistei diversas lideran\u00e7as de povos e comunidades tradicionais nos estados do Piau\u00ed e do Maranh\u00e3o. A partir da metodologia adotada, pude observar que o processo de estrangeiriza\u00e7\u00e3o de terras n\u00e3o cria nenhuma din\u00e2mica nova de viol\u00eancia, mas potencializa viol\u00eancias hist\u00f3ricas geradas pela atividade agropecu\u00e1ria, energ\u00e9tica e mineral de larga escala nos territ\u00f3rios. Com isso, promove a des-territorializa\u00e7\u00e3o das comunidades, gerando um rompimento geracional que coloca em xeque a transmiss\u00e3o dos conhecimentos e pr\u00e1ticas agr\u00edcolas desses povos.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: land grabbing; des-territorializa\u00e7\u00e3o; MATOPIBA; conhecimento agr\u00edcola; povos e comunidades tradicionais.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>PEDRO CATANZARO DA ROCHA LE\u00c3O<\/strong><br \/>\n<strong>At\u00e9 onde houver min\u00e9rio: expans\u00e3o da minera\u00e7\u00e3o no nordeste brasileiro e uma nova face do capitalismo extrativista<\/strong><br \/>\n<strong>Data<\/strong>: 15\/05\/2025<\/p>\n<p><strong>Banca<\/strong>: Fabrina Furtado (Orientadora \u2013 CPDA\/UFRRJ), Camila Dutra (UECE), Lucas Zenha Antonino (UFRB), Luiz Jardim de Moraes Wanderley (UFF)<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: Diante da intensifica\u00e7\u00e3o do neoextrativismo no Brasil e da crescente centralidade dos chamados minerais cr\u00edticos e\/ou estrat\u00e9gicos no contexto da transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica, o Nordeste brasileiro aparece como fronteira da expans\u00e3o miner\u00e1ria, com implica\u00e7\u00f5es em termos das din\u00e2micas territoriais e socioecon\u00f4micas. O objetivo desta pesquisa foi compreender o processo de expans\u00e3o da minera\u00e7\u00e3o no Nordeste brasileiro e avaliar suas poss\u00edveis rela\u00e7\u00f5es com o aumento da demanda internacional por minerais cr\u00edticos para viabilizar os projetos de transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica, cada vez mais recorrentes em um contexto de crise clim\u00e1tica. Especificamente, buscou-se: (1) Identificar e caracterizar os vetores de expans\u00e3o da minera\u00e7\u00e3o no Nordeste, ou seja, onde se manifestam os processos de extra\u00e7\u00e3o de minerais; os atores sociais envolvidos; e os principais tipos de min\u00e9rio; (2) caracterizar o debate atual sobre a transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica e minera\u00e7\u00e3o a n\u00edvel nacional, com especial aten\u00e7\u00e3o ao papel do Nordeste nessa din\u00e2mica; e (3) analisar a press\u00e3o da expans\u00e3o da minera\u00e7\u00e3o sobre os territ\u00f3rios ind\u00edgenas, quilombolas, de unidades de conserva\u00e7\u00e3o e assentamentos de reforma agr\u00e1ria no Nordeste. Fundamentada nos referenciais te\u00f3ricos da ecologia pol\u00edtica latino-americana e da teoria marxista, a pesquisa adotou uma abordagem quanti-qualitativa, combinando revis\u00e3o bibliogr\u00e1fica em torno das categorias anal\u00edticas do neoextrativismo e da transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica; an\u00e1lise de dados prim\u00e1rios e secund\u00e1rios; al\u00e9m de trabalho de campo com realiza\u00e7\u00e3o de entrevistas. Os resultados indicam que, no decorrer do primeiro quarto do s\u00e9culo XXI, o Nordeste passou de uma minera\u00e7\u00e3o de base regional para uma minera\u00e7\u00e3o globalizada, voltada para a exporta\u00e7\u00e3o e ancorada no neoextrativismo. Embora o vetor de expans\u00e3o da minera\u00e7\u00e3o permane\u00e7a associado \u00e0 ind\u00fastria cl\u00e1ssica de minerais para constru\u00e7\u00e3o civil e usos industriais, os minerais cr\u00edticos e\/ou estrat\u00e9gicos ganham uma dimens\u00e3o importante nas \u00faltimas duas d\u00e9cadas. A an\u00e1lise das \u00e1reas e t\u00edtulos miner\u00e1rios aponta que, no cen\u00e1rio de alargamento da fronteira mineral, os minerais cr\u00edticos e estrat\u00e9gicos representam amaioria das amea\u00e7as futuras aos territ\u00f3rios da regi\u00e3o. Sendo assim, a expans\u00e3o da minera\u00e7\u00e3o, intensificada pela demanda por minerais cr\u00edticos vinculados \u00e0 transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica, aprofunda a press\u00e3o sobre territ\u00f3rios ind\u00edgenas, quilombolas, unidades de conserva\u00e7\u00e3o e assentamentos de reforma agr\u00e1ria do Nordeste brasileiro.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: Neoextrativismo; Transi\u00e7\u00e3o Energ\u00e9tica; Nordeste; Minerais Cr\u00edticos e\/ou Estrat\u00e9gicos; Processos Miner\u00e1rios.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>KARINA PECIS VALENTI<\/strong><br \/>\n<strong>Novas fronteiras de expropria\u00e7\u00e3o, velhas roupas do imperialismo: transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica e a correla\u00e7\u00e3o de for\u00e7as do avan\u00e7o da ind\u00fastria e\u00f3lica offshore para produ\u00e7\u00e3o de hidrog\u00eanio verde no Brasil<\/strong><br \/>\n<strong>Data<\/strong>: 11\/06\/2025<\/p>\n<p><strong>Banca<\/strong>: Fabrina Furtado (Orientadora \u2013 CPDA\/UFRRJ), Sergio Leite (CPDA\/UFRRJ), Eduardo S\u00e1 Barreto (UFF), Mariana Traldi (IFSP)<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: O presente trabalho investigou como o avan\u00e7o do sistema hidrog\u00eanio verde-e\u00f3licas offshoreno Brasil exp\u00f5e as contradi\u00e7\u00f5es subjacentes \u00e0 transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica, tal qual propostaatualmente pelo capital internacional. Para isso, realizou-se uma an\u00e1lise da correla\u00e7\u00e3o defor\u00e7as deste processo, a partir de revis\u00e3o bibliogr\u00e1fica das seguintes \u00e1reas: i) imperialismo ecrise do capital; ii) transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica e iii) geopol\u00edtica da energia. Al\u00e9m disso, realizou-sean\u00e1lise documental de relat\u00f3rios, pareceres e legisla\u00e7\u00f5es provenientes de: i) arcabou\u00e7o legal-normativo da Uni\u00e3o Europeia e da Alemanha; ii) \u00f3rg\u00e3os e inst\u00e2ncias governamentaisbrasileiros &#8211; como Ibama, BNDES, Minist\u00e9rio do Meio Ambiente, Minist\u00e9rio de Minas eEnergia, Minist\u00e9rio da Fazenda e Congresso Nacional; iii) associa\u00e7\u00f5es brasileiras, centros depesquisa, observat\u00f3rios e institutos referentes ao setor; e iv) organismos internacionais e\u00f3rg\u00e3os governamentais de pa\u00edses estrangeiros. A pesquisa teve como objetivos espec\u00edficos: i)explorar os v\u00ednculos entre os fundamentos do metabolismo social e o capital-imperialismo,relacionando-os com as demandas do capital internacional em seu momento de criseend\u00f3gena e compreender o papel da transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica do s\u00e9culo XXI nesse contexto; ii)analisar os interesses da Uni\u00e3o Europeia, em particular da Alemanha, na promo\u00e7\u00e3o datransi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica e na consolida\u00e7\u00e3o do sistema hidrog\u00eanio verde-e\u00f3licas offshore comomecanismo de proje\u00e7\u00e3o global de poder, e iii) avaliar as contradi\u00e7\u00f5es e disputas em torno daimplanta\u00e7\u00e3o desse sistema no Brasil, identificando as principais arenas de disputa, os atoresenvolvidos e a correla\u00e7\u00e3o de for\u00e7as dessa conjuntura. Dentre os principais resultados,ressaltamos: i) a vincula\u00e7\u00e3o entre o projeto de transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica hegem\u00f4nico \u00e0snecessidades de recupera\u00e7\u00e3o do capital de sua crise end\u00f3gena; ii) o papel central do sistemahidrog\u00eanio verde-e\u00f3licas offshore promovido pela Uni\u00e3o Europeia e pela Alemanha nainternacionaliza\u00e7\u00e3o do Consenso da Descarboniza\u00e7\u00e3o; iii) a ades\u00e3o acr\u00edtica do governo federalao programa hegem\u00f4nico de transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica, substituindo a constru\u00e7\u00e3o de um debatedemocr\u00e1tico e popular, e iv) a necessidade de demarca\u00e7\u00e3o dos territ\u00f3rios da pesca tradicionalno Brasil.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: Hidrog\u00eanio verde; e\u00f3lica offshore; transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica; capital-imperialismo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>FERNANDO SOARES DA SILVA<\/strong><br \/>\n<strong>As mudan\u00e7as na Pol\u00edtica Agr\u00edcola Comum da Uni\u00e3o Europeia: do fordismo ao p\u00f3s-fordismo<\/strong><br \/>\n<strong>Data<\/strong>: 12\/06\/2025<\/p>\n<p><strong>Banca<\/strong>: Luiz Felipe Os\u00f3rio (Orientador \u2013 CPDA\/UFRRJ), Flavio Madureira Heinz (UFRRJ), Patricia Nasser de Carvalho (UFMG)<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: Esta disserta\u00e7\u00e3o de mestrado tem o objetivo de analisar a Pol\u00edtica Agr\u00edcola Comum da Uni\u00e3o Europeia (PAC) e as mudan\u00e7as ocorridas em sua estrutura desde sua cria\u00e7\u00e3o, em 1962, na era fordista, ao atual p\u00f3s-fordismo, com a finalidade de desvendar se ela ainda se mant\u00e9m a mesma, se ela realmente funciona, quais os pa\u00edses abrangidos, quem ela beneficia, e quais li\u00e7\u00f5es pode-se extrair dela. O referido tema \u00e9 de bastante relev\u00e2ncia, haja vista que \u00e9 uma pol\u00edtica p\u00fablica agr\u00edcola subsidiada e protecionista, o que projeta sobre ela intensas press\u00f5es internas e externas por parte dos defensores do livre mercado e da agenda neoliberal. Desse modo, a pesquisa ser\u00e1 realizada atrav\u00e9s de um estudo cr\u00edtico e anal\u00edtico, tra\u00e7ando uma linha temporal da Uni\u00e3o Europeia antes de sua cria\u00e7\u00e3o, enquanto Integra\u00e7\u00e3o Regional Europeia, at\u00e9 a atualidade, analisando as mudan\u00e7as dentro do contexto regional e internacional. Para tal, se valer\u00e1 da t\u00e9cnica explorat\u00f3ria e do modo comparativo entre um per\u00edodo e outro, dentro das pol\u00edticas de bem-estar social do fordismo at\u00e9 o in\u00edcio de suas reformas, e no atual contexto neoliberal europeu, utilizando a pesquisa bibliogr\u00e1fica e consulta de fontes prim\u00e1rias e secund\u00e1rias. Em suma, percebe-se que a Uni\u00e3o Europeia sofreu uma inflex\u00e3o do fordismo ao p\u00f3s-fordismo, o que se reflete tamb\u00e9m na sua pol\u00edtica agr\u00edcola comum a partir de resist\u00eancias, disputas e transforma\u00e7\u00f5es em sua ess\u00eancia.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: Uni\u00e3o Europeia; Pol\u00edtica Agr\u00edcola Comum; fordismo; p\u00f3s-fordismo; neoliberalismo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>GUILHERME DE ABREU URBAN<\/strong><br \/>\n<strong>A financeiriza\u00e7\u00e3o do setor florestal no Brasil: reconfigura\u00e7\u00e3o territorial das \u201cflorestas\u201d plantadas<\/strong><br \/>\n<strong>Data<\/strong>: 22\/12\/2025<\/p>\n<p><strong>Banca<\/strong>: Sergio Leite (Orientador \u2013 CPDA\/UFRRJ), Karina Kato (CPDA\/UFRRJ), Cassio Boechat (UFES)<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: O presente trabalho tem como tema principal o di\u00e1logo entre o aumento do interesse de fundos de investimento em terras e na produ\u00e7\u00e3o de commodities e a reestrutura\u00e7\u00e3o produtiva do setor florestal brasileiro. Insere-se no contexto da expans\u00e3o do agroneg\u00f3cio e da agroind\u00fastria brasileira, em intera\u00e7\u00e3o com a discuss\u00e3o sobre a apropria\u00e7\u00e3o das terras e dos recursos naturais do pa\u00eds por estrangeiros. A condu\u00e7\u00e3o da pesquisa considera que as mat\u00e9rias-primas do setor florestal est\u00e3o inseridas na bioeconomia, devido aos seus usos m\u00faltiplos e flex\u00edveis, tornando-se elementos de forte atra\u00e7\u00e3o para os investidores. A produ\u00e7\u00e3o de flex crops d\u00e1 mobilidade ao capital investido na terra, uma vez que a produ\u00e7\u00e3o de mercadorias oriunda desse tipo de cultura \u00e9 capaz de atingir mercados alternativos, contrapondo-se \u00e0 baixa liquidez dos investimentos em terras. Discutimos a participa\u00e7\u00e3o das empresas denominadas Timber Investment Management Organizations (TIMOs), que t\u00eam como fun\u00e7\u00e3o encontrar, analisar, adquirir e gerir ativos florestais que melhor atendam a seus clientes \u2014 fundos de pens\u00e3o, fundos de doa\u00e7\u00e3o, sistemas p\u00fablicos de pens\u00e3o e pessoas f\u00edsicas de alto poder aquisitivo. Buscamos compreender as novas din\u00e2micas do capitalismo no setor rural, frente a uma economia cada vez mais financeirizada. Nesse sentido, a pesquisa debate a apropria\u00e7\u00e3o da natureza pelo capital financeiro e por grandes empresas, com a produ\u00e7\u00e3o de monoculturas de \u00e1rvores, e contribui para compreender como a rela\u00e7\u00e3o entre territ\u00f3rio e capital financeiro constitui um projeto de reconfigura\u00e7\u00e3o espacial estimulado pela din\u00e2mica do capital globalizado, tendo os fundos de investimento, especialmente os TIMOs, como agentes fundamentais da apropria\u00e7\u00e3o territorial e da reconfigura\u00e7\u00e3o fundi\u00e1ria e produtiva. Para isso, mobilizamos o referencial te\u00f3rico sobre o processo de apropria\u00e7\u00e3o de terras, a financeiriza\u00e7\u00e3o do campo e a forma\u00e7\u00e3o do setor florestal brasileiro, bem como o levantamento de dados estat\u00edsticos secund\u00e1rios.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: Financeiriza\u00e7\u00e3o do campo; Management Organizations (TIMOs); Setor florestal brasileiro; Reestrutura\u00e7\u00e3o produtiva.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os trabalhos est\u00e3o colocados em ordem cronol\u00f3gica (data da defesa) e o texto completo pode ser acessado na Plataforma Sucupira <a class=\"read-more\" href=\"https:\/\/institucional.ufrrj.br\/portalcpda\/dissertacoes-mestrado-2025\/ \" >&#8230; <span class=\"font-italic\">leia mais <i class=\"fas fa-angle-right\"><\/i><\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":715,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"class_list":["post-27478","page","type-page","status-publish","hentry"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.2 - 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