{"id":26471,"date":"2025-02-17T17:18:13","date_gmt":"2025-02-17T20:18:13","guid":{"rendered":"https:\/\/institucional.ufrrj.br\/portalcpda\/?page_id=26471"},"modified":"2026-01-30T10:59:30","modified_gmt":"2026-01-30T13:59:30","slug":"teses-doutorado-2024","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/institucional.ufrrj.br\/portalcpda\/teses-doutorado-2024\/","title":{"rendered":"Teses Doutorado 2024"},"content":{"rendered":"<p>Os trabalhos est\u00e3o colocados em ordem cronol\u00f3gica (data da defesa) e podem ser acessados na plataforma Sucupira ao clicar em seus t\u00edtulos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>JAY MARINUS NALINI VAN AMSTEL<\/strong><br \/>\n<strong><a href=\"https:\/\/sucupira-legado.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.xhtml?popup=true&amp;id_trabalho=16060063\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Controv\u00e9rsias entre produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola e meio ambiente: a coprodu\u00e7\u00e3o entre ci\u00eancia e pol\u00edtica na formula\u00e7\u00e3o e implementa\u00e7\u00e3o do Novo C\u00f3digo Florestal<\/a><\/strong><br \/>\n<strong>Defesa<\/strong>: 26\/02\/2024<\/p>\n<p><strong>Banca<\/strong>: Maria Jos\u00e9 Carneiro (Orientadora \/ CPDA\/UFRRJ), Claudia Job Schmitt (CPDA\/UFRRJ), Catia Grisa (UFRGS), Claire Lamine (French National Institute for Agriculture, Food, and Environment \u2013 INRAE) e Marko Syn\u00e9sio Alves Monteiro (Unicamp).<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: Mesmo com os grandes avan\u00e7os nos ganhos de produ\u00e7\u00e3o e produtividade agr\u00edcola, h\u00e1 uma grande preocupa\u00e7\u00e3o em como alimentar uma popula\u00e7\u00e3o de 9 bilh\u00f5es em 2050. Longe de acabar com o problema da fome, como outrora proclamado pela Revolu\u00e7\u00e3o Verde, o mundo presencia novamente um aumento repentino da subalimenta\u00e7\u00e3o. \u00c0s quest\u00f5es distributivas, somam-se os efeitos cumulativos das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, gerando assim, um cen\u00e1rio complexo e de incertezas. Formular transi\u00e7\u00f5es para sistemas agr\u00edcolas sustent\u00e1veis \u00e9 um desafio cient\u00edfico, pol\u00edtico e social da atualidade. Busca-se identificar e compreender os princ\u00edpios de verdade que s\u00e3o mobilizados como aspectos centrais (em detrimento de outros) para compor a base epist\u00eamica da produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica nesta interface entre os campos da agricultura e da conserva\u00e7\u00e3o ambiental. Atrav\u00e9s da cartografia das controv\u00e9rsias s\u00e3o mapeados os diferentes posicionamentos entre pesquisadores sobre a reformula\u00e7\u00e3o e implementa\u00e7\u00e3o do NCF. Com base na abordagem da coprodu\u00e7\u00e3o visa-se analisar as rela\u00e7\u00f5es entre os conhecimentos tecnocient\u00edficos e a demanda pol\u00edtica e sociocultural por adequa\u00e7\u00e3o ambiental. Ao explorar esta interface entre ci\u00eancia e pol\u00edtica, busca-se identificar quais s\u00e3o as diferentes vis\u00f5es de sustentabilidade mobilizadas pelos atores (pesquisadores e suas redes) e como elas se traduzem em propostas para gest\u00e3o territorial que visam influenciar a tomada de decis\u00e3o. Para cumprir tais objetivos, a pesquisa realizou uma revis\u00e3o sistem\u00e1tica sobre a produ\u00e7\u00e3o tecnocient\u00edfica da Embrapa relativa ao NCF. Ainda pretende-se agregar a pesquisa um levantamento em s\u00edtios eletr\u00f4nicos, as percep\u00e7\u00f5es de atores que participam ativamente deste debate, assim como correlacionar os processos ligados ao contexto atual de desmonte, flexibiliza\u00e7\u00e3o e reorienta\u00e7\u00e3o das pol\u00edticas ambientais no Brasil.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: C\u00f3digo Florestal, agricultura, sustentabilidade, coprodu\u00e7\u00e3o ci\u00eancia-pol\u00edtica.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>LIZA UEMA<\/strong><br \/>\n<strong><a href=\"https:\/\/sucupira-legado.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.xhtml?popup=true&amp;id_trabalho=14356909\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">&#8220;O futuro chega sempre antes nos campos do cerrado\u201d: constru\u00e7\u00e3o da hegemonia e estrat\u00e9gias discursivas do bloco dos bai\u00fachos \u2013 uma an\u00e1lise pol\u00edtica do discurso no Oeste da Bahia (2008-2022)<\/a><\/strong><br \/>\n<strong>Defesa<\/strong>: 04\/03\/2024<\/p>\n<p><strong>Banca<\/strong>: Jorge Romano (Orientador \/ CPDA\/UFRRJ), Karina Kato (CPDA\/UFRRJ), Regina Bruno (CPDA\/UFRRJ), J\u00falia Ad\u00e3o Bernardes (UFRJ) e Diana Aguiar Orrico Santos (UFBA).<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: Com o aporte da abordagem da Teoria do Discurso de Ernesto Laclau e Chantal Mouffe, esta tese prop\u00f5e analisar a articula\u00e7\u00e3o das estrat\u00e9gias discursivas do bloco dos \u201cBai\u00fachos\u201d (a alian\u00e7a entre o Estado e atores do agroneg\u00f3cio baianos + ga\u00fachos) no Oeste da Bahia, para a constru\u00e7\u00e3o de sua hegemonia, no per\u00edodo entre 2008 e 2022. Sendo um lugar rico em \u00e1guas cristalinas, nascentes, veredas e cachoeiras exuberantes, os vales do Cerrado baiano historicamente foram ocupados por comunidades que (r)existem para manter o sistema tradicional da extra\u00e7\u00e3o de frutas nativas e da \u201csolta\u201d do gado nas extensas \u00e1reas de uso comum: os Gerais. O avan\u00e7o da moderniza\u00e7\u00e3o da agricultura na regi\u00e3o, a partir do final da d\u00e9cada de 1970, deu in\u00edcio a uma profunda reconfigura\u00e7\u00e3o agr\u00e1ria, social, cultural e ambiental. Contudo, \u00e9 no s\u00e9culo XXI que os Gerais e sua popula\u00e7\u00e3o passam a experimentar com mais intensidade um avassalador processo de desterritorializa\u00e7\u00e3o, racismo e degrada\u00e7\u00e3o socioambiental, como expuls\u00f5es, amea\u00e7as, viol\u00eancias, grilagens, morte de nascentes, diminui\u00e7\u00e3o das \u00e1guas dos rios e contamina\u00e7\u00f5es por agrot\u00f3xicos, com a substancial legaliza\u00e7\u00e3o do desmatamento e da retirada das \u00e1guas para a amplia\u00e7\u00e3o da fronteira agr\u00edcola do Matopiba. Considerando que esse processo n\u00e3o ocorreu sem a rea\u00e7\u00e3o das popula\u00e7\u00f5es impactadas, essas transforma\u00e7\u00f5es v\u00eam sendo acompanhadas da intensifica\u00e7\u00e3o de conflitos, em que a \u00e1gua passa cada vez mais a se configurar como elemento central, j\u00e1 que \u00e9 este o recurso natural que permite multiplicar o lucro do agroneg\u00f3cio, por meio dos piv\u00f4s de irriga\u00e7\u00e3o. Assim, a tese se divide em cap\u00edtulos que se enveredam, inicialmente, pelo di\u00e1logo entre os aportes te\u00f3ricos sobre os quais est\u00e3o estruturadas as an\u00e1lises, para depois percorrer um extenso enredo, que parte desde a conforma\u00e7\u00e3o do bloco hist\u00f3rico e atravessa uma narrativa das estrat\u00e9gias discursivas empregadas para o atendimento de suas demandas, marcadas por tr\u00eas momentos. No primeiro momento (2008 a 2012), as estrat\u00e9gias est\u00e3o articuladas em torno da demanda pela flexibiliza\u00e7\u00e3o da legisla\u00e7\u00e3o ambiental, consubstanciada na aprova\u00e7\u00e3o do Novo C\u00f3digo Florestal Brasileiro de 2012. No segundo (2012 a 2017), transitamos pelo per\u00edodo marcado pela cria\u00e7\u00e3o do Matopiba, o golpe de 2016 e a crescente apropria\u00e7\u00e3o das \u00e1guas da regi\u00e3o, que acabam culminando no levante dos ribeirinhos, no munic\u00edpio de Correntina, em novembro de 2017. O terceiro momento \u00e9 delimitado pela rearticula\u00e7\u00e3o do discurso pol\u00edtico do bloco dos bai\u00fachos p\u00f3s-conflito, em que se observa a intensifica\u00e7\u00e3o da investida de suas estrat\u00e9gias discursivas num contexto de disputa hegem\u00f4nica, de novembro de 2017 at\u00e9 a elei\u00e7\u00e3o de Jair Bolsonaro, em 2018. Por fim, no quarto per\u00edodo, examinamos como as estrat\u00e9gias discursivas do bloco dos bai\u00fachos s\u00e3o rearticuladas no decorrer dos quatro anos de governo do ex-presidente (2019-2022). Para realizar a an\u00e1lise dos discursos em tela, a pesquisa se assentou no modelo metodol\u00f3gico da an\u00e1lise dos marcos interpretativos. Os achados do estudo apontam para a conclus\u00e3o de que as estrat\u00e9gias discursivas articuladas pelo bloco dos bai\u00fachos confirmam a sua capacidade de se tornar hegem\u00f4nico na medida em que consegue fixar significa\u00e7\u00f5es sociais em torno dos pontos nodais da \u201cpreserva\u00e7\u00e3o ambiental\u201d e da \u201csustentabilidade h\u00eddrica\u201d, logrando \u00eaxito em articular as suas demandas \u00e0 constru\u00e7\u00e3o de sua imagem como \u201cquem mais conserva o meio ambiente\u201d, principalmente por meio da intensifica\u00e7\u00e3o das estrat\u00e9gias de interven\u00e7\u00f5es educativas em comunidades ribeirinhas e da sua capacidade de flexibilizar o aparato legal e pol\u00edticas p\u00fablicas para a obten\u00e7\u00e3o de autoriza\u00e7\u00f5es de desmatamento e outorgas para uso das \u00e1guas.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: Teoria do Discurso, Estrat\u00e9gias discursivas, Hegemonia, Bloco de poder, Agroneg\u00f3cio, \u00c1gua, Cerrado, Oeste da Bahia, Matopiba, Racismo ambiental.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>NADIA ANDREA HILGERT<\/strong><br \/>\n<strong><a href=\"https:\/\/sucupira-legado.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.xhtml?popup=true&amp;id_trabalho=16060742\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Quem Pode Ser Benefici\u00e1rio da Reforma Agr\u00e1ria? Uma An\u00e1lise da Atua\u00e7\u00e3o do Tribunal de Contas da Uni\u00e3o<\/a><\/strong><br \/>\n<strong>Defesa<\/strong>: 02\/07\/2024<\/p>\n<p><strong>Banca<\/strong>: Regina Bruno (Orientadora \/ CPDA\/UFRRJ), Leonilde Servolo de Medeiros (CPDA\/UFRRJ), Thereza Cristina Cardoso Menezes (CPDA\/UFRRJ), Ana Maria Motta Ribeiro (UFF) e Mariana Trotta Dallalana Quintans (UFRJ).<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: Esta tese tem por objetivo analisar a atua\u00e7\u00e3o do Tribunal de Contas da Uni\u00e3o sobre a reforma agr\u00e1ria, especialmente por meio do Ac\u00f3rd\u00e3o 775\/2016-TCU-Plen\u00e1rio, que paralisou a pol\u00edtica conduzida pelo INCRA em 2016 num momento hist\u00f3rico marcado pelo impeachment da Presidente da Rep\u00fablica Dilma Rousseff e pelo fortalecimento dos setores contr\u00e1rios \u00e0 realiza\u00e7\u00e3o da pol\u00edtica redistributiva. Conforme o TCU, \u00e0 \u00e9poca, existiriam quase 600 mil assentados que n\u00e3o atendiam aos crit\u00e9rios exigidos na legisla\u00e7\u00e3o, o que justificaria a suspens\u00e3o das a\u00e7\u00f5es da pol\u00edtica. Para o entendimento das condi\u00e7\u00f5es que possibilitaram a emerg\u00eancia do Ac\u00f3rd\u00e3o naquele contexto, inicialmente, foi realizado um levantamento sobre a constru\u00e7\u00e3o das defini\u00e7\u00f5es em leis e normas administrativas sobre o benefici\u00e1rio da reforma agr\u00e1ria, assim como uma an\u00e1lise das caracter\u00edsticas da atua\u00e7\u00e3o do Tribunal de Contas da Uni\u00e3o. O estudo do Ac\u00f3rd\u00e3o mostrou v\u00e1rias disputas no campo jur\u00eddico pelo sentido das leis entre INCRA e TCU, al\u00e9m de outros atores institucionais. Entre os desdobramentos do Ac\u00f3rd\u00e3o est\u00e1 a maior presen\u00e7a do TCU na defini\u00e7\u00e3o das a\u00e7\u00f5es conduzidas pelo INCRA e a sua influ\u00eancia sobre as reda\u00e7\u00f5es das leis e normas da reforma agr\u00e1ria a partir de 2016 especialmente no que diz respeito \u00e0 defini\u00e7\u00e3o de quem pode ser benefici\u00e1rio da pol\u00edtica. Por fim, a tese evidencia que a complexifica\u00e7\u00e3o da legisla\u00e7\u00e3o de sele\u00e7\u00e3o de benefici\u00e1rios elaborada a partir de 2016 pode impactar a possibilidade de realiza\u00e7\u00e3o da pol\u00edtica de redistribui\u00e7\u00e3o fundi\u00e1ria que passa por longo processo de desmonte.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: Benefici\u00e1rio; Reforma Agr\u00e1ria; Tribunal de Contas da Uni\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>ARIANE CRISTINA BRUGNHARA<\/strong><br \/>\n<strong><a href=\"https:\/\/sucupira-legado.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.xhtml?popup=true&amp;id_trabalho=16059710\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">O feij\u00e3o gorutuba em Bem Viver de Vila Nova dos Po\u00e7\u00f5es: um componente de identidade<\/a><\/strong><br \/>\n<strong>Defesa<\/strong>: 29\/08\/2024<\/p>\n<p><strong>Banca<\/strong>: Renato Maluf (Orientador \/ CPDA\/UFRRJ), Claudia Job Schmitt (CPDA\/UFRRJ), Thereza Cristina Cardoso Menezes (CPDA\/UFRRJ), Am\u00e1bela de Avelar Cordeiro (UFRJ) e Gism\u00e1lia Luiza Passos Trabuco.<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: Este trabalho de doutorado defende poss\u00edveis correla\u00e7\u00f5es identit\u00e1rias entre o feij\u00e3o gorutuba e o povo gorutubano quilombola de Bem Viver de Vila Nova dos Po\u00e7\u00f5es, comunidade localizada em Jana\u00faba, norte do estado de Minas Gerais. A compreens\u00e3o da identidade \u00e9tnica enquanto uma categoria em constante constru\u00e7\u00e3o, resultada de rela\u00e7\u00f5es estabelecidas entre grupos sociais (Barth, Poutignat e Streiff-Fenard, 1998), contribuiu com a tese de reconhecimento identit\u00e1rio dos gorutubanos para al\u00e9m de sua localiza\u00e7\u00e3o \u00e0s margens do rio Gorutuba, haja vista a constitui\u00e7\u00e3o dos povoamentos no interior de Minas Gerais, desde a Bahia, e a contribui\u00e7\u00e3o deste povo num largo espa\u00e7o de tempo. O n\u00e3o isolamento, a circula\u00e7\u00e3o de pessoas e alimentos, os conflitos, as rela\u00e7\u00f5es sociais, dentre outros aspectos, dos gorutubanos quilombolas na regi\u00e3o, foram determinantes ao reconhecimento daquela identidade \u00e9tnica e, por conseguinte, da vincula\u00e7\u00e3o identit\u00e1ria deste povo ao feij\u00e3o gorutuba por outros grupos sociais. Enquanto categoria end\u00f3gena, por outro lado, a identidade \u00e9tnica n\u00e3o se faz t\u00e3o diretamente como p\u00f4de encontrado na categoriza\u00e7\u00e3o ex\u00f3gena daquele grupo social. Ainda que o feij\u00e3o gorutuba seja compreendido enquanto um alimento fundamental, ele n\u00e3o foi elencado como um elemento marcador daquela identidade pela perspectiva dos moradores de Bem Viver. Apesar disso, a centralidade da alimenta\u00e7\u00e3o na organiza\u00e7\u00e3o social dos gorutubanos quilombolas, vivida no contexto hist\u00f3rico e revelada enquanto um meio de vida (Candido, 1979), sugere poss\u00edveis pontes de vincula\u00e7\u00e3o de identidade entre o feij\u00e3o e o povo, sobretudo pelo processo anal\u00edtico confeccionado nesta tese de doutoramento.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: Identidade \u00e9tnica; Quilombolas; Feij\u00e3o Gorutuba.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>WALTHER DANIEL PRIETO SANCHEZ<\/strong><br \/>\n<strong><a href=\"https:\/\/sucupira-legado.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.xhtml?popup=true&amp;id_trabalho=16060918\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Aproveitamento comunit\u00e1rio dos res\u00edduos org\u00e2nicos em Bogot\u00e1, Col\u00f4mbia: rumo a uma ecologia pol\u00edtica dos res\u00edduos<\/a><\/strong><br \/>\n<strong>Defesa<\/strong>: 06\/09\/2024<\/p>\n<p><strong>Banca<\/strong>: Peter May (Orientador &#8211; CPDA\/UFRRJ), C\u00edcero Pimenteira (Coorientador &#8211; DDAS\/UFRRJ), Fatima Portilho (CPDA\/UFRRJ), Thereza Cristina Cardoso Menezes (CPDA\/UFRRJ), Carlos Alberto Suesc\u00fan Bar\u00f3n (Pontif\u00edcia Universidad Javeriana<em> &#8211; <\/em>PUJ\/Col\u00f4mbia) e Luisa Fernanda Tovar Cort\u00e9s (Universidad Nacional de Colombia &#8211; UNC\/Col\u00f4mbia)<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: A crise ecol\u00f3gica causada pela polui\u00e7\u00e3o amea\u00e7a a vida da natureza e da humanidade na Terra. A intensifica\u00e7\u00e3o da ordem sociometab\u00f3lica mediada pelo capital produziu territ\u00f3rios de sacrif\u00edcio para a disposi\u00e7\u00e3o final de milh\u00f5es de toneladas de res\u00edduos s\u00f3lidos, especialmente res\u00edduos org\u00e2nicos derivados da perda e desperd\u00edcio de alimentos. Como resultado, a ruptura metab\u00f3lica se aprofundou, evidenciando um desequil\u00edbrio nas trocas entre as sociedades e seus ambientes naturais, afetando ecossistemas, bens comuns e a sa\u00fade humana. Em Bogot\u00e1, essa crise se manifesta no conflito gerado pelo enterro massivo de res\u00edduos no aterro sanit\u00e1rio \u2018Do\u00f1a Juana\u2019, localizado na \u00e1rea rural do \u2018Mochuelo\u2019, no sul da capital colombiana. Por mais de trinta anos (1988 &#8211; presente), esse m\u00e9todo t\u00f3xico de gest\u00e3o tem provocado a degrada\u00e7\u00e3o do ecossistema, a vulnera\u00e7\u00e3o da sa\u00fade p\u00fablica e a altera\u00e7\u00e3o da vida social cotidiana no per\u00edmetro de influ\u00eancia dessa infraestrutura, a qual est\u00e1 vinculada aos servi\u00e7os de saneamento b\u00e1sico regulados por pol\u00edticas p\u00fablicas do Estado. Nesse contexto, as comunidades afetadas se organizaram e mobilizaram para exigir coletivamente a repara\u00e7\u00e3o integral de seus direitos \u00e0 dignidade humana e a um meio ambiente saud\u00e1vel. Assim, o \u2018Mochuelo\u2019 tem se constitu\u00eddo como um territ\u00f3rio em resist\u00eancia, do qual emerge uma iniciativa de transforma\u00e7\u00e3o de res\u00edduos em recursos, estruturada pela \u2018Sineambore\u2019, uma associa\u00e7\u00e3o de reciclagem liderada por mulheres dessa comunidade. Com base na perspectiva cr\u00edtica da Ecologia Pol\u00edtica, esta tese analisa o trabalho de aproveitamento comunit\u00e1rio de res\u00edduos org\u00e2nicos no contexto desse conflito ecol\u00f3gico causado pela polui\u00e7\u00e3o. Foram exploradas fontes documentais prim\u00e1rias e secund\u00e1rias, sistematizados dados quantitativos, elaborados exerc\u00edcios de georreferenciamento com QGIS, e realizadas caminhadas guiadas pela associa\u00e7\u00e3o nesse territ\u00f3rio. A pesquisa demonstra que essa alternativa comunit\u00e1ria, voltada para a produ\u00e7\u00e3o de bioinsumos atrav\u00e9s de t\u00e9cnicas de compostagem, vermicompostagem e biodigest\u00e3o, contribui para a restaura\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica dos solos, a revitaliza\u00e7\u00e3o do tecido social e a produ\u00e7\u00e3o de alimentos em conex\u00e3o com redes agroecol\u00f3gicas na cidade. Esse processo comunit\u00e1rio, em um sentido esperan\u00e7oso, pode inspirar a estrutura\u00e7\u00e3o de alternativas sustent\u00e1veis, emancipat\u00f3rias e democr\u00e1ticas em torno do cuidado com os bens comuns, avan\u00e7ando em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 reapropria\u00e7\u00e3o social da natureza no Sul Global.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: bioinsumos; compostagem; crise ecol\u00f3gica; ecologia pol\u00edtica; ordem sociometab\u00f3lica; pol\u00edtica p\u00fablica; res\u00edduos org\u00e2nicos;ruptura metab\u00f3lica.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>JENNIFER HARUMI TANAKA<\/strong><br \/>\n<strong><a href=\"https:\/\/sucupira-legado.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.xhtml?popup=true&amp;id_trabalho=16060498\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Ativismos alimentares do Sul e do Norte Global: MST, <em>Slow Food<\/em> e os mundos da cr\u00edtica em torno da alimenta\u00e7\u00e3o<\/a><br \/>\n<\/strong><span style=\"color: #ff0000\">Tese indicada pelo CPDA para concorrer ao Pr\u00eamio Capes de Tese e ao Pr\u00eamio Anpocs de Teses e Disserta\u00e7\u00f5es<br \/>\n<\/span><\/p>\n<p><strong>Defesa<\/strong>: 17\/10\/2024<\/p>\n<p><strong>Banca<\/strong>: Fatima Portilho (Orientadora \/ CPDA\/UFRRJ), Claudia Job Schmitt (CPDA\/UFRRJ), Daniel Coelho de Oliveira (UFRRJ), Paulo Andr\u00e9 Niederle (UFRGS) e Paulo Eduardo Moruzzi Marques (USP).<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: Comer \u00e9 direito, prazer, comunh\u00e3o, ancestralidade. Hoje, ativistas e coletivos t\u00eam reivindicado o comer tamb\u00e9m como ato pol\u00edtico, dado o seu potencial de fomentar novos caminhos para os sistemas alimentares. Neste contexto, o objetivo desta tese foi analisar e sistematizar a pluralidade das contesta\u00e7\u00f5es alimentares e as particularidades dos ativismos alimentares do Sul e do Norte Global, tendo como casos de estudo o MST no Brasil e o Slow Food na It\u00e1lia. Para tanto, a pesquisa se utilizou de um quadro te\u00f3rico interdisciplinar que uniu, de forma pouco convencional, a Teoria da Justifica\u00e7\u00e3o, a Teoria do Sul, os Estudos Alimentares e os Estudos do Consumo. Somado a isso, foi realizada uma an\u00e1lise de documentos p\u00fablicos veiculados pelo MST e pelo Slow Food desde a d\u00e9cada de 1980 at\u00e9 os dias atuais. O foco de ambos nas diferentes apreens\u00f5es do tema \u201cterra\u201d possibilitou evidenciar as disparidades geopol\u00edticas e as especificidades dos ativismos alimentares do Sul e do Norte Global. A ideia de Terra Madre (m\u00e3e-Terra em portugu\u00eas) presente em grande parte das narrativas do Slow Food na It\u00e1lia remete a um pressuposto de universalidade. J\u00e1 o MST discute a terra \u00e0 luz do per\u00edodo colonial, regionalizando as discuss\u00f5es, conectando pautas e suscitando contesta\u00e7\u00f5es em prol da repara\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica. Os processos de desfetichiza\u00e7\u00e3o da mercadoria s\u00e3o comuns a ambos os movimentos, por\u00e9m, com qualifica\u00e7\u00f5es baseadas em arranjos espec\u00edficos entre os diferentes mundos da cr\u00edtica em torno da alimenta\u00e7\u00e3o. No Brasil, em processo de estetiza\u00e7\u00e3o da \u00e9tica, o MST estabeleceu a produ\u00e7\u00e3o de alimentos saud\u00e1veis como o novo paradigma da reforma agr\u00e1ria. Com ra\u00edzes no Norte Global, o Slow Food, em tend\u00eancia oposta, reestruturou seu programa pol\u00edtico, a partir da eticiza\u00e7\u00e3o da est\u00e9tica, tecendo redes ao redor do mundo e consolidando sua agenda em defesa dos alimentos bons, limpos e justos para todas e todos. O trabalho demonstrou, ainda, que a politiza\u00e7\u00e3o do consumo alimentar \u00e9 um fen\u00f4meno consistente nos dois casos, embora permeado por ambiguidades, tens\u00f5es e negocia\u00e7\u00f5es, e com agendas caracter\u00edsticas a cada contexto. O MST por meio da rede Armaz\u00e9m do Campo fomenta o consumo pol\u00edtico de massas. J\u00e1 as Fortalezas Slow Food, visando a salvaguarda de alimentos e modos de preparo em risco de extin\u00e7\u00e3o, promovem produtos raros e exclusivos para consumidores afluentes. As conclus\u00f5es desta tese evidenciam que, para superar a subrepresentatividade na literatura dos ativismos alimentares pujantes no Sul Global, \u00e9 preciso n\u00e3o apenas enquadr\u00e1-los sob um grande guarda-chuva conceitual, mas explor\u00e1-los e qualific\u00e1-los segundo suas singularidades, fomentando agendas de pesquisas mais sim\u00e9tricas, inclusivas e interseccionais.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: Ativismo alimentar, Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), <em>Slow Food<\/em>, Sul Global.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os trabalhos est\u00e3o colocados em ordem cronol\u00f3gica (data da defesa) e podem ser acessados na plataforma Sucupira ao clicar em <a class=\"read-more\" href=\"https:\/\/institucional.ufrrj.br\/portalcpda\/teses-doutorado-2024\/ \" >&#8230; <span class=\"font-italic\">leia mais <i class=\"fas fa-angle-right\"><\/i><\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":715,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"class_list":["post-26471","page","type-page","status-publish","hentry"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.2 - 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