{"id":26186,"date":"2024-10-14T11:49:23","date_gmt":"2024-10-14T14:49:23","guid":{"rendered":"https:\/\/institucional.ufrrj.br\/portalcpda\/?page_id=26186"},"modified":"2026-04-09T21:09:44","modified_gmt":"2026-04-10T00:09:44","slug":"teses-doutorado-2023","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/institucional.ufrrj.br\/portalcpda\/teses\/teses-doutorado-2023\/","title":{"rendered":"Teses Doutorado 2023"},"content":{"rendered":"<p><strong>Teses Doutorado 2023<\/strong><\/p>\n<p>Os trabalhos est\u00e3o colocados em ordem cronol\u00f3gica (data da defesa) e podem ser acessados na plataforma Sucupira ao clicar em seus t\u00edtulos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>FERNANDA SANTA ROZA AYALA MARTINS<\/strong><br \/>\n<strong><a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&amp;id_trabalho=13119023\">Fabricando o doce amargo: setor sucronerg\u00e9tico, colonialidade do poder e expropria\u00e7\u00e3o de territ\u00f3rios Guarani e Kaiow\u00e1 no Mato Grosso do Sul (2002-2014)<\/a><\/strong><br \/>\n<strong>Men\u00e7\u00e3o Honrosa no Pr\u00eamio UFRRJ 2024 de Teses e Disserta\u00e7\u00f5es<br \/>\nDefesa<\/strong>: 26\/01\/2023<br \/>\n<strong>Banca<\/strong>: Debora Franco Lerrer (Orientadora \/ CPDA\/UFRRJ), John Wilkinson (CPDA\/UFRRJ), Regina Bruno (CPDA\/UFRRJ), Caio Pompeia (USP) e Tonico Benites (UFRR)<br \/>\n<strong>Resumo<\/strong>: Ao longo da primeira d\u00e9cada dos anos 2000 os biocombust\u00edveis emergiram no cen\u00e1rio internacional em um contexto de m\u00faltiplas crises (energ\u00e9tica, clim\u00e1tica, alimentar e financeira) que teria desempenhado papel fundamental para o avan\u00e7o deste setor impelindo, conforme descrito por Harvey (2004), a exporta\u00e7\u00e3o de capitais para lugares onde a reprodu\u00e7\u00e3o ampliada e a acumula\u00e7\u00e3o s\u00e3o facilitadas n\u00e3o somente no mercado de capitais, mas tamb\u00e9m na concretude de sua produ\u00e7\u00e3o e reprodu\u00e7\u00e3o. No Brasil, ao se apoiar discursivamente na emergente preocupa\u00e7\u00e3o com as quest\u00f5es clim\u00e1ticas e com o esgotamento das fontes de energia f\u00f3sseis o setor assumiu posi\u00e7\u00e3o central para a estrat\u00e9gia de consolida\u00e7\u00e3o da economia pol\u00edtica do agroneg\u00f3cio, cujos resultados observados por muitos autores apontam para a manuten\u00e7\u00e3o da concentra\u00e7\u00e3o fundi\u00e1ria, para o acirramento da viol\u00eancia e dos conflitos no campo e para o aprofundamento de mecanismos de expropria\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o do campo. Sem nenhuma tradi\u00e7\u00e3o usineira, o Mato Grosso do Sul se destacou como cerne desta din\u00e2mica tendo representado uma nova fronteira agr\u00edcola para o setor. Isto resultou em uma amplia\u00e7\u00e3o extraordin\u00e1ria e veloz da \u00e1rea plantada e colhida de cana e do n\u00famero de usinas instaladas na regi\u00e3o. Ao observarmos os anos de 1995 a 2016, constata-se que a \u00e1rea plantada de cana-de-a\u00e7\u00facar foi ampliada em 774%, a do milho em 235%, a da soja em 134% e a \u00e1rea destinada ao trigo foi reduzida em 35%. Esta tese tem como tema central a investiga\u00e7\u00e3o da rela\u00e7\u00e3o entre as din\u00e2micas de organiza\u00e7\u00e3o das fra\u00e7\u00f5es de classe dominantes locais do Mato Grosso do Sul, no que concerne ao avan\u00e7o do setor sucroenerg\u00e9tico no per\u00edodo entre 2002 e 2014, e as din\u00e2micas hist\u00f3ricas de expropria\u00e7\u00e3o de territ\u00f3rios dos Guarani e dos Kaiow\u00e1 da regi\u00e3o. Argumenta-se que o regime de desapropria\u00e7\u00e3o do per\u00edodo, observado pela lupa do processo de expans\u00e3o do setor para o Mato Grosso do sul, foi amparado pela persist\u00eancia de elementos de colonialidade de poder em uma rela\u00e7\u00e3o de integra\u00e7\u00e3o constitutiva com os mecanismos de sustenta\u00e7\u00e3o dos v\u00ednculos que conformaram um contexto local de burguesia coligada. Esta articula\u00e7\u00e3o serviu, ao mesmo tempo, como estrat\u00e9gia de acumula\u00e7\u00e3o de capital e como dispositivo de manuten\u00e7\u00e3o da hegemonia dos grandes propriet\u00e1rios de terra locais. Diante disto, lan\u00e7ou-se luz para os v\u00ednculos estabelecidos entre as fra\u00e7\u00f5es de classe dominantes locais ligadas \u00e0 grande propriedade fundi\u00e1ria e os interesses usineiros, cuja din\u00e2mica de coliga\u00e7\u00e3o de interesses moldou o processo de expans\u00e3o do setor na regi\u00e3o. Observou-se, com isso, que o modo como a expans\u00e3o do setor sucroenerg\u00e9tico para a regi\u00e3o foi operado refor\u00e7ou o poder pol\u00edtico e econ\u00f4mico de fra\u00e7\u00f5es de classe dominantes locais historicamente constitu\u00eddas a partir do controle da propriedade da terra, contribuindo para a manuten\u00e7\u00e3o da hegemonia dos interesses contr\u00e1rios aos processos de demarca\u00e7\u00e3o das terras ind\u00edgenas Guarani e Kaiow\u00e1.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: Mato Grosso do Sul; Guarani; Kaiow\u00e1; Setor Sucroenerg\u00e9tico; Classe Dominante; Agroneg\u00f3cio; Colonialidade do poder; Burguesia coligada; Etanol.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>VICTOR ANDRES NIKLITSCHEK URZUA<\/strong><br \/>\n<strong><a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&amp;id_trabalho=13710451\">A pr\u00e1tica instituinte da Reserva Extrativista Marinha de Canavieiras-BA: conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade e seguran\u00e7a alimentar e nutricional<\/a><\/strong><br \/>\n<strong>Defesa<\/strong>: 17\/04\/2023<br \/>\n<strong>Banca<\/strong>: Renato Maluf (Orientador \/ CPDA\/UFRRJ), Carmen Andriollin (CPDA\/UFRRJ), Catherine Prost, Valter do Carmo Cruz e Annelise Caetano Fraga Fernandez<br \/>\n<strong>Resumo<\/strong>: As Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o da Natureza t\u00eam sido frequentemente descritas como a principal estrat\u00e9gia de conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade no Brasil, onde a prote\u00e7\u00e3o ao meio ambiente \u00e9 estabelecida na constitui\u00e7\u00e3o federal como um direito \u201cde todos\u201d e um \u201cbem de uso comum\u201d da popula\u00e7\u00e3o atual e das futuras gera\u00e7\u00f5es. Por sua vez, a no\u00e7\u00e3o de Soberania e Seguran\u00e7a Alimentar e Nutricional (SSAN) \u00e9 relacionada a estrat\u00e9gias de realiza\u00e7\u00e3o do direito \u201cde todos\u201d ao acesso regular e permanente a alimentos de qualidade e em quantidade suficiente, sem comprometer o acesso a outras necessidades, que seja a de um ambiente ecologicamente equilibrado, essencial \u00e0 sadia qualidade de vida. Enquanto a realiza\u00e7\u00e3o da SSAN demanda a\u00e7\u00f5es intersetoriais de garantia do acesso \u00e0 terra e territ\u00f3rio, de participa\u00e7\u00e3o e controle social sobre os recursos e de garantia de acesso aos bens da natureza, as Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o do tipo Reservas Extrativistas (Resex), por suas caracter\u00edsticas estruturantes, se apresentam como a institucionaliza\u00e7\u00e3o de um modelo utiliza\u00e7\u00e3o da terra e dos recursos naturais que promove a preserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade a partir do manejo, da perman\u00eancia e da participa\u00e7\u00e3o ativa das comunidades extrativistas artesanais que historicamente integram os territ\u00f3rios. Nesses termos, esta pesquisa se situa na interface dos temas da conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade e da SSAN e seu objetivo \u00e9 entender se e como as Resex Marinhas podem ser entendidas como espa\u00e7os onde a defesa do territ\u00f3rio pelas comunidades locais possibilita incorporar objetivos e pr\u00e1ticas relacionadas com a SSAN e de que maneiras a no\u00e7\u00e3o de pr\u00e1ticas instituintes do comum participam dessa jun\u00e7\u00e3o. A premissa \u00e9 de que essas pr\u00e1ticas permeiam todo o processo de implanta\u00e7\u00e3o e consolida\u00e7\u00e3o desses territ\u00f3rios e est\u00e3o relacionadas com a garantia daqueles direitos. A Reserva Extrativista Marinha de Canavieiras (BA) foi o lugar da pesquisa de campo e os procedimentos utilizados para an\u00e1lise dessas rela\u00e7\u00f5es foi a aplica\u00e7\u00e3o de um inqu\u00e9rito sobre a inseguran\u00e7a alimentar nas comunidades pescadoras, apoiado na Escala Brasileira de Inseguran\u00e7a Alimentar, o acompanhamento de reuni\u00f5es do Conselho Deliberativo entre 2020 e 2022 e de encontros com lideran\u00e7as pescadoras, em 2022. Como considera\u00e7\u00e3o geral, \u00e9 poss\u00edvel afirmar que a institui\u00e7\u00e3o da Resex Canavieiras est\u00e1 imbricada \u00e0 organiza\u00e7\u00e3o das categorias dos pescadores e marisqueiras e que as pr\u00e1ticas instituintes, ao promover o acesso a pol\u00edticas p\u00fablicas, mobiliza permanentemente a cria\u00e7\u00e3o de comuns.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: Reserva Extrativista; Canavieiras; Soberania e Seguran\u00e7a Alimentar e Nutricional; Pr\u00e1tica instituinte.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>DANIELA DA SILVA EGGER<\/strong><br \/>\n<strong><a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&amp;id_trabalho=13721126\">A crise de 2008 e as repercuss\u00f5es nos regimes de propriedade e uso da terra no MATOPIBA<\/a><\/strong><br \/>\n<strong>Defesa<\/strong>: 19\/04\/2023<br \/>\n<strong>Banca<\/strong>: Sergio Leite (Orientador \/ CPDA\/UFRRJ), Leonilde Servolo de Medeiros (CPDA\/UFRRJ), Karina Kato (CPDA\/UFRRJ), Valdemar Joao Wesz Junior e Paulo Roberto Raposo Alentejano<br \/>\n<strong>Resumo<\/strong>: Os movimentos do capital no espa\u00e7o trazem interpreta\u00e7\u00f5es para o entendimento do sentido de sua produ\u00e7\u00e3o sob o capitalismo, e tratam da circula\u00e7\u00e3o do capital e seus desdobramentos como um mecanismo de \u201cal\u00edvio\u201d, que recebe o nome de \u201cajuste espacial\u201d, \u00e0s crises suas crises de circula\u00e7\u00e3o e, envolve mecanismo da captura de \u201cnovos\u201d territ\u00f3rios. O ano de 2008 \u00e9 um marco temporal de crise que abalou as economias nacionais e ao mercado mundial como um todo, o que promoveu, devido e efeito da queda na rentabilidade, uma migra\u00e7\u00e3o de capitais financeiros para outros setores, atraindo consigo a expans\u00e3o da \u00e1rea plantada das commodities ocasionando a compra e aquisi\u00e7\u00e3o de parcelas de terras. Desde ent\u00e3o assistimos uma demanda global que se voltou para a agricultura e, por sua vez, para suas \u00e1reas de expans\u00e3o em busca de rendimentos maiores. No Brasil, percebemos essa mudan\u00e7a espacial da atividade capitalista com a expans\u00e3o da fronteira agr\u00edcola no cerrado, em especial na produ\u00e7\u00e3o espacial do MATOPIBA, voltada para atender as necessidades de outras regi\u00f5es e economias, que revela os v\u00e1rios mecanismos da necessidade do capital de (re)produzir o espa\u00e7o. Isso foi poss\u00edvel, com a cria\u00e7\u00e3o de um mercado din\u00e2mico de terras no MATOPIBA com a presen\u00e7a de capitais financeiros especulativos, dentre outros mecanismos de articula\u00e7\u00e3o p\u00fablico-privado nos territ\u00f3rios, delineando uma din\u00e2mica de disponibiliza\u00e7\u00e3o socioespacial baseada na expans\u00e3o territorial atrav\u00e9s de variadas estrat\u00e9gias de aquisi\u00e7\u00e3o das terras. Este processo, entretanto, ocorre sobre territ\u00f3rios que tradicionalmente s\u00e3o ocupados por diversas popula\u00e7\u00f5es impondo novas regras de acesso e uso das terras, antes comuns, provocando mudan\u00e7as nos regimes de propriedade ao incidir sobreas formas de uso da terra pr\u00e9-estabelecidas.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: crise de 2008; demanda global por terras; MATOPIBA.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>PAULO AUGUSTO ANDRE BALTHAZAR<\/strong><br \/>\n<strong><a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&amp;id_trabalho=13721143\">A Teoria do Discurso de Ernesto Laclau e a digitaliza\u00e7\u00e3o da politica: raz\u00e3o populista e raz\u00e3o cibern\u00e9tica<\/a><\/strong><br \/>\n<strong>Defesa<\/strong>: 25\/04\/2023<br \/>\n<strong>Banca<\/strong>: Jorge O. Romano (Orientador \/ CPDA\/UFRRJ), Leonilde Servolo de Medeiros (CPDA\/UFRRJ), Nelson Delgado (CPDA\/UFRRJ), Gerardo Enrique Cerdas Vega e Jair de Souza Ramos<br \/>\n<strong>Resumo<\/strong>: O impacto das redes cibern\u00e9ticas sobre os fluxos de informa\u00e7\u00e3o, pessoas e recursos materiais e simb\u00f3licos que organizam a sociedade ganham novas dimens\u00f5es espaciais e temporais com a globaliza\u00e7\u00e3o e alcan\u00e7am m\u00faltiplos espa\u00e7os de sociabilidade. Com a converg\u00eancia entre telefonia m\u00f3vel e internet gerada pelos smartfones ao final da primeira d\u00e9cada do s\u00e9culo vinte e um, seu impacto sobre as pr\u00e1ticas pol\u00edticas dentro do paradigma das democracias liberais ganha nova intensidade, sendo a elei\u00e7\u00e3o de Barak Obama nos EUA um marco inicial de transforma\u00e7\u00f5es que alcan\u00e7am novo patamar ap\u00f3s as elei\u00e7\u00f5es nos EUA em 2016 e no Brasil em 2018 \u2013 alteram formas discursivas, media\u00e7\u00f5es e institucionalidades que articulavam as rela\u00e7\u00f5es de representa\u00e7\u00e3o e os par\u00e2metros do debate politico no campo institucional e nas sociabilidades cotidianas segundo aqueles moldes consolidados ao longo do s\u00e9culo vinte. Nessa tese exploramos o potencial das associa\u00e7\u00f5es entre a teoria do discurso, elaborada por Ernesto Laclau em parceria com Chantal Mouffe, e a teoria cibern\u00e9tica para compreender um fen\u00f4meno sociotecnocultural que relacionamos a uma crise do modelo de representa\u00e7\u00e3o das democracias liberais, que atualiza dilemas e contradi\u00e7\u00f5es sobre o pr\u00f3prio lugar dos sujeitos, classes ou grupos populares na pol\u00edtica. O pressuposto \u00e9 que uma abordagem da pol\u00edtica como produ\u00e7\u00e3o de forma\u00e7\u00f5es hegem\u00f4nicas atrav\u00e9s de pr\u00e1tica articulat\u00f3ria contingentes e discursivas de demandas sociais de natureza sist\u00eamicas ou antisist\u00eamicas \u2013 \u00e0s quais denominou de \u201craz\u00e3o populista\u201d \u2013 colocada em di\u00e1logo com o que aqui denominamos \u201craz\u00e3o cibern\u00e9tica\u201d valorizando a abordagem produzida por \u00c1lvaro Vieira Pinto que incorpora l\u00f3gica, filosofia, biologia, teoria da informa\u00e7\u00e3o e teoria da cultura para compreens\u00e3o dos processos digitais, em conjunto produzem ferramentas heur\u00edsticas adequadas \u00e0 compreens\u00e3o do fen\u00f4meno que nomeamos como digitaliza\u00e7\u00e3o da pol\u00edtica.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: digitaliza\u00e7\u00e3o da pol\u00edtica; cibern\u00e9tica; informa\u00e7\u00e3o; populismo; teoria do discurso; hegemonia democracia; representa\u00e7\u00e3o; cultura popular.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>FABIO DIAS DOS SANTOS<\/strong><br \/>\n<strong><a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&amp;id_trabalho=13721152\">Mercados alimentares locais, tradicionalidade e novas configura\u00e7\u00f5es: um estudo sobre a Feira Livre de Porteirinha, norte do estado de Minas Gerais<\/a><\/strong><br \/>\n<strong>Defesa<\/strong>: 20\/04\/2023<br \/>\n<strong>Banca<\/strong>: John Wilkinson (Orientador \/ CPDA\/UFRRJ), Maria Jos\u00e9 Carneiro (CPDA\/UFRRJ), Georges Flexor (CPDA\/UFRRJ), Zina Angelica Caceres Benavides e Silvia Aparecida Zimmermann<br \/>\n<strong>Resumo<\/strong>: Esta tese se soma a um conjunto de estudos que t\u00eam ampliado a escuta aos sujeitos e organiza\u00e7\u00f5es sociais, com atua\u00e7\u00e3o na constru\u00e7\u00e3o dos mercados locais (agricultores, comerciantes, consumidores, entidades representativas, movimentos), e que h\u00e1 muito reivindicam a visibilidade das pr\u00e1ticas que inovam e abrem possibilidade de apresentar e alargar a compreens\u00e3o desses espa\u00e7os de negocia\u00e7\u00e3o e transa\u00e7\u00e3o. As feiras livres, nesse contexto, constituem uma dessas experi\u00eancias. Apesar das transforma\u00e7\u00f5es da sociedade de mercado com a virtualiza\u00e7\u00e3o das redes de transa\u00e7\u00e3o financeira e a desconstru\u00e7\u00e3o da centralidade dos mercados f\u00edsicos, partimos da premissa de que os mercados alimentares locais tomam dire\u00e7\u00e3o num movimento contra hegem\u00f4nico. Tendo como experi\u00eancia a feira livre do munic\u00edpio de Porteirinha, localizado na regi\u00e3o norte do estado de Minas Gerais, defende-se aqui a hip\u00f3tese de que os mercados alimentares tradicionais constituem uma institucionalidade predominantemente mantenedora de valores sociais e culturais constru\u00eddos historicamente pelos atores locais, mas que tem ganhado maior centralidade a partir da incorpora\u00e7\u00e3o de artefatos inovadores (sociais, pol\u00edticos e tecnol\u00f3gicos) que contribuem para a atualiza\u00e7\u00e3o e fortalecimento desse tipo de mercado. O presente estudo evidencia as diferen\u00e7as entre os mercados tradicionais locais e o que se convencionou chamar na literatura de \u201cnovos mercados\u201d. Buscando resgatar ainda a reflex\u00e3o sobre os mercados alimentares tradicionais que perderam espa\u00e7o no debate acad\u00eamico, inclusive na Nova Sociologia Econ\u00f4mica, mas que reivindica uma investiga\u00e7\u00e3o mais apurada, tendo em vista expressivas evid\u00eancias emp\u00edricas de que essa institui\u00e7\u00e3o tradicional tem apresentado indicativos de refortalecimento dos mercados locais.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: Mercados alimentares tradicionais; Desenvolvimento local; Feiras livre; Reciprocidade solid\u00e1ria\/c\u00edvica.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>MARCOS ALEXANDRE PIMENTEL DA SILVA<\/strong><br \/>\n<strong><a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&amp;id_trabalho=13721178\">Do decl\u00ednio \u00e0 destitui\u00e7\u00e3o: as consequ\u00eancias pessoais do desmonte do Colegiado de Desenvolvimento Territorial do Sudeste Paraense-PA<\/a><\/strong><br \/>\n<strong>Defesa<\/strong>: 25\/05\/2023<br \/>\n<strong>Banca<\/strong>: Nelson Delgado (Orientador \/ CPDA\/UFRRJ), Sergio Leite (CPDA\/UFRRJ), Claudia Job Schmitt (CPDA\/UFRRJ), Jose Renato Sant\u2019Anna Porto e Valter Do Carmo Cruz<br \/>\n<strong>Resumo<\/strong>: De um modo geral, esta tese procurou compreender os efeitos do desmonte da pol\u00edtica de desenvolvimento territorial rural a partir da an\u00e1lise das consequ\u00eancias pessoais da destitui\u00e7\u00e3o de uma de suas principais componentes, sua institucionalidade participativa \u2013 uma arena p\u00fablica destinada \u00e0 participa\u00e7\u00e3o de atores, movimentos sociais e organiza\u00e7\u00f5es da sociedade civil nos processos de formula\u00e7\u00e3o e implementa\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas. Para isso, tomou como refer\u00eancia o estudo do Colegiado de Desenvolvimento Territorial do Sudeste Paraense (Codeter SE Paraense), no per\u00edodo de maior intensifica\u00e7\u00e3o e visibilidade desse tipo desmonte, a partir de 2016. Especificamente, a pesquisa buscou (a) analisar o processo hist\u00f3rico de constru\u00e7\u00e3o das intera\u00e7\u00f5es socioestatais a partir do qual resultaram as formas de se organizar, de fazer coaliz\u00f5es e de negociar a a\u00e7\u00e3o p\u00fablica caracter\u00edsticas dos atores sociais que ocuparam o Colegiado no presente; (b) identificar as caracter\u00edsticas do desmonte de pol\u00edticas na estrutura, organiza\u00e7\u00e3o e funcionamento da institucionalidade participativa da pol\u00edtica de desenvolvimento territorial rural implementada na regi\u00e3o do Sudeste Paraense; e (c) compreender as consequ\u00eancias pessoais do desmonte da institucionalidade participativa representada pelo Codeter SE Paraense, levando em conta o papel desempenhado por agentes p\u00fablicos, atores, movimentos sociais e organiza\u00e7\u00f5es da sociedade civil que se fizeram presentes nesse espa\u00e7o. A pesquisa levou em conta a articula\u00e7\u00e3o de duas abordagens te\u00f3ricas e conceituais no campo das pol\u00edticas p\u00fablicas. Em primeiro lugar, o debate recente, no campo das Ci\u00eancias Pol\u00edticas, que se refere \u00e0 abordagem policy dismantling. Para essa perspectiva, o desmonte se constitui em uma estrat\u00e9gia espec\u00edfica de corte, redu\u00e7\u00e3o, diminui\u00e7\u00e3o ou de remo\u00e7\u00e3o completa de uma pol\u00edtica existente, \u00e9 um tipo de mudan\u00e7a de pol\u00edtica de car\u00e1ter mais destrutivo. Entretanto, seus efeitos acabam por afetar, muitas vezes de forma decisiva, as vidas individuais daquelas e daqueles inseridos na pol\u00edtica desmontada. Por isso, uma vez que o desmonte \u00e9 operado em um campo inside the state, e seus efeitos mais perversos acabam por se instalar outside the state, torna-se necess\u00e1rio articular esses dois campos. Dessa forma, em segundo lugar, procuramos articular a abordagem do desmonte \u00e0 an\u00e1lise da m\u00fatua constitui\u00e7\u00e3o entre movimentos sociais e pol\u00edticas p\u00fablicas. Para esta proposta, atores sociais, movimentos e as organiza\u00e7\u00f5es da sociedade civil promovem efeitos nas pol\u00edticas, ao constru\u00edrem espa\u00e7os de engajamento e de protagonismo para a formula\u00e7\u00e3o e implementa\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas. Diante disso, uma conclus\u00e3o imediata poderia ser a de afirmar que a destitui\u00e7\u00e3o do Codeter SE Paraense levou \u00e0 desmobiliza\u00e7\u00e3o das a\u00e7\u00f5es coletivas que eram constru\u00eddas por meio dessa arena. Por\u00e9m, ao privilegiarmos a abordagem desses efeitos a partir de suas consequ\u00eancias pessoais, \u00e9 poss\u00edvel perceber que esses efeitos n\u00e3o se resumem apenas \u00e0 desmobiliza\u00e7\u00e3o da institucionalidade que se tinha, mas eles s\u00e3o difusos, heterog\u00eaneos, e desencadeiam a produ\u00e7\u00e3o de deslocamentos compuls\u00f3rios, efetuados em contextos de desmonte de pol\u00edticas p\u00fablicas e por processos de destitui\u00e7\u00e3o de institucionalidades democr\u00e1ticas.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: Desmonte de pol\u00edticas p\u00fablicas; pol\u00edtica de desenvolvimento territorial; institucionalidades participativas; consequ\u00eancias pessoais; deslocamentos; Regi\u00e3o do Sudeste Paraense.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>PAULIE CERES PALASIOS<\/strong><br \/>\n<strong><a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&amp;id_trabalho=13725881\">A transi\u00e7\u00e3o de Escola Agrot\u00e9cnica Federal de Ceres\/GO para Instituto Federal Goiano Campus Ceres\/GO: din\u00e2micas cotidianas, acomoda\u00e7\u00f5es e resist\u00eancias<\/a><\/strong><br \/>\n<strong>Defesa<\/strong>: 15\/06\/2023<br \/>\n<strong>Banca<\/strong>: Claudia Job Schmitt (Orientadora \/ CPDA\/UFRRJ), Elisa Guaran\u00e1 de Castro (CPDA\/UFRRJ), Leonilde Servolo de Medeiros (CPDA\/UFRRJ), Jos\u00e9 Carlos Moreira de Souza e Ricardo Jos\u00e9 Braga Amaral de Brito<br \/>\n<strong>Resumo<\/strong>: Esse estudo busca analisar o processo de transi\u00e7\u00e3o da Escola Agrot\u00e9cnica Federal de Ceres\/GO (EAFCe\/GO) para Instituto Federal Goiano \u2013 Campus Ceres, enfatizando as mudan\u00e7as ocorridas na estrutura pedag\u00f3gica e organizacional e nas din\u00e2micas cotidianas da institui\u00e7\u00e3o, com especial aten\u00e7\u00e3o \u00e0s experi\u00eancias vivenciadas por docentes, discentes e funcion\u00e1rios t\u00e9cnico-administrativos no dia a dia da vida escolar. T\u00e3o importantes quanto os processos de acomoda\u00e7\u00e3o e adapta\u00e7\u00e3o, procuramos identificar os momentos de conflito e a emerg\u00eancia de controv\u00e9rsias e processos de resist\u00eancia \u00e0s mudan\u00e7as institucionais intercorridos ao longo desse processo. A pesquisa busca refletir, a partir de um caso espec\u00edfico, sobre os diferentes aspectos envolvidos na constru\u00e7\u00e3o de uma institui\u00e7\u00e3o e na sua reprodu\u00e7\u00e3o\/transforma\u00e7\u00e3o ao longo do tempo. Priorizamos em nossa an\u00e1lise as distintas maneiras pelas quais os atores sociais envolvidos experienciam essas din\u00e2micas de transforma\u00e7\u00e3o. Para isso, apoiamo-nos, principalmente, sobre as constru\u00e7\u00f5es te\u00f3ricas de Norbert Elias e Pierre Bourdieu, que buscam pensar a a\u00e7\u00e3o dos indiv\u00edduos mediante sua inser\u00e7\u00e3o em redes ou campos de rela\u00e7\u00f5es, estabelecendo conex\u00f5es entre pr\u00e1ticas individuais e configura\u00e7\u00f5es sociais mais abrangentes. As reflex\u00f5es de Bernard Lahire na constru\u00e7\u00e3o de uma sociologia na escala dos indiv\u00edduos, e de Fran\u00e7ois Dubet envolvendo o conceito de experi\u00eancia e, mais especificamente, a experi\u00eancia escolar, tamb\u00e9m foram importantes na constru\u00e7\u00e3o do trabalho. Por sua import\u00e2ncia e significado na trajet\u00f3ria hist\u00f3rica do Campus Ceres, por existir desde a cria\u00e7\u00e3o da institui\u00e7\u00e3o, com o maior n\u00famero de alunos matriculados e concluintes, marcado pela regularidade de oferta, e definidor da pr\u00f3pria identidade institucional, na percep\u00e7\u00e3o dos alunos e dos servidores, elegemos o curso T\u00e9cnico em Agropecu\u00e1ria e sua trajet\u00f3ria pedag\u00f3gica e institucional como fio condutor de nossa an\u00e1lise. O trabalho busca apresentar uma reconstitui\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica da trajet\u00f3ria tanto do Curso T\u00e9cnico em Agropecu\u00e1ria, como da escola, em um sentido mais amplo, com base em um esfor\u00e7o de pesquisa documental, levantamento e an\u00e1lise de dados quantitativos e na realiza\u00e7\u00e3o de entrevistas semiestruturadas com docentes, discentes e funcion\u00e1rios t\u00e9cnico-administrativos (ativos e egressos), entre outros atores de relev\u00e2ncia para a pesquisa. Identificamos nesse percurso duas grandes configura\u00e7\u00f5es organizadoras da vida institucional desta unidade de ensino \u2013 a configura\u00e7\u00e3o EAFCe (1993 a 2008) e a configura\u00e7\u00e3o Campus Ceres do IF Goiano (2008 aos dias atuais) \u2013, ambas origin\u00e1rias de pol\u00edticas p\u00fablicas nacionais. Os resultados da pesquisa evidenciam que as transforma\u00e7\u00f5es que marcaram a inser\u00e7\u00e3o da escola nessas duas configura\u00e7\u00f5es foram mediadas pelo cotidiano escolar e seus atores e pela rela\u00e7\u00e3o da institui\u00e7\u00e3o com seu entorno, assumindo particularidades e peculiaridades em sua inscri\u00e7\u00e3o local.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: Mudan\u00e7a institucional. Figura\u00e7\u00e3o. Ensino agrot\u00e9cnico. Institutos Federais de Educa\u00e7\u00e3o, Ci\u00eancia e Tecnologia. Instituto Federal Goiano. Escola Agrot\u00e9cnica Federal de Ceres\/GO.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>CAMILA MIDORI MOREIRA<\/strong><br \/>\n<strong><a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&amp;id_trabalho=13754682\">O fazer do Estado e formas de exerc\u00edcio de poder: pr\u00e1ticas administrativas na produ\u00e7\u00e3o de um territ\u00f3rio titulado<\/a><\/strong><br \/>\n<strong>Defesa<\/strong>: 30\/06\/2023<br \/>\n<strong>Banca<\/strong>: Andrey Cordeiro Ferreira (Orientador \/ CPDA\/UFRRJ), Carmen Andriolli (CPDA\/UFRRJ), Eliane Cantarino O\u2019Dwyer, Maria Celina Pereira De Carvalho e Camila Daniel<br \/>\n<strong>Resumo<\/strong>: Nesta tese analisamos as pr\u00e1ticas de Estado e formas de exerc\u00edcio de poder expressas no procedimento administrativo de identifica\u00e7\u00e3o, reconhecimento, delimita\u00e7\u00e3o, demarca\u00e7\u00e3o e titula\u00e7\u00e3o das terras de comunidades remanescentes de quilombos criado pelo Decreto Presidencial n\u00ba 4.887, de 20 de novembro de 2003, e executado pelo Instituto Nacional de Coloniza\u00e7\u00e3o e Reforma Agr\u00e1ria (INCRA). Argumentamos que tal procedimento, que tem por finalidade a titula\u00e7\u00e3o das terras quilombolas, se desenvolve por um complexo mecanismo burocr\u00e1tico composto por atos administrativos e decis\u00f5es de autoridades que operam para a constitui\u00e7\u00e3o da legalidade e legitimidade na cria\u00e7\u00e3o de um territ\u00f3rio quilombola titulado pelo Estado. Para analisar as din\u00e2micas de poder expressas nesta rela\u00e7\u00e3o entre Estado e quilombo, primeiro apreendemos, por meio da an\u00e1lise da bibliografia especializada, as interpreta\u00e7\u00f5es intelectuais e legais envolvidas no contexto da cria\u00e7\u00e3o e aplica\u00e7\u00e3o do direito \u00e0 titula\u00e7\u00e3o das terras quilombolas. Na sequ\u00eancia, nos dedicamos an\u00e1lise das normas do INCRA que prescrevem o passo a passo da titula\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio quilombola e que delimitam formalmente o poder de a\u00e7\u00e3o do Estado. Os efeitos dessas normas foram analisados por meio da sistematiza\u00e7\u00e3o de dados do INCRA sobre os resultados da titula\u00e7\u00e3o de quilombos. Por fim, as pr\u00e1ticas de Estado s\u00e3o analisadas por meio da etnografia de documentos do processo administrativo de titula\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio do Quilombo Preto Forro, localizado em Cabo Frio-RJ. Se os documentos s\u00e3o as formas pelas quais se processam administrativamente a\u00e7\u00f5es e significados produzidos pelo Estado, temos que um processo administrativo, formado por uma compila\u00e7\u00e3o ordenada de documentos cuja finalidade \u00e9 a titula\u00e7\u00e3o de uma terra quilombola, pode ser objeto de etnografia sobre a forma de produ\u00e7\u00e3o burocr\u00e1tica de um territ\u00f3rio quilombola titulado. A etnografia processual da titula\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio de Preto Forro mostrou que para o prosseguimento do processo administrativo foram necess\u00e1rias tr\u00eas formas de mecanismos para constru\u00e7\u00e3o de uma narrativa pol\u00edtica jur\u00eddica que amparasse a realiza\u00e7\u00e3o do direito. A primeira, respons\u00e1vel constitui\u00e7\u00e3o da legitimidade, est\u00e1 baseada no saber\/poder antropol\u00f3gico que \u00e9 expresso nos relat\u00f3rios t\u00e9cnicos. A segunda que se fez nas reiteradas idas e vindas das interpreta\u00e7\u00f5es legais para instru\u00e7\u00e3o processual que garantiram a legalidade do procedimento. A terceira forma est\u00e1 nas decis\u00f5es de autoridades que estabilizam sujeitos e concedem direitos. A an\u00e1lise etnogr\u00e1fica identificou, assim, como operam os artif\u00edcios de constru\u00e7\u00e3o de coer\u00eancia, legalidade e legitimidade sobre a ordem do discurso constru\u00eddo com a finalidade de dar continuidade ao processo para que assim ele constitua seu objeto: o territ\u00f3rio titulado.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: Quilombos; pol\u00edticas p\u00fablicas; territ\u00f3rio.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>FRANCIS CASAGRANDA ZANELLA<\/strong><br \/>\n<strong><a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&amp;id_trabalho=13878559\">Reconfigura\u00e7\u00f5es na economia estancieira do Sudoeste do Rio Grande do Sul (1985-2022): renda da terra, bovinocultura de corte e diferencia\u00e7\u00e3o social<\/a><br \/>\n<\/strong>(Indicada pelo CPDA ao pr\u00eamio ANPOCS 2024 de Teses e Disserta\u00e7\u00f5es)<br \/>\n<strong>Defesa<\/strong>: 18\/09\/2023<br \/>\n<strong>Banca<\/strong>: Nelson Delgado (Orientador \/ CPDA\/UFRRJ), Fabiano Escher (CPDA\/UFRRJ), Karina Kato (CPDA\/UFRRJ), Marcos Botton Piccin e Paulo Dabdab Waquil<br \/>\n<strong>Resumo<\/strong>: Esta tese analisa as reconfigura\u00e7\u00f5es na economia estancieira do Sudoeste do Rio Grande do Sul, entre 1985 e 2022, com aten\u00e7\u00e3o para as din\u00e2micas envolvendo a propriedade fundi\u00e1ria, a renda da terra, a pecu\u00e1ria bovina de corte e a diferencia\u00e7\u00e3o social entre estancieiros. As abordagens te\u00f3ricas de Henry Bernstein e Guilherme Delgado, sobre mudan\u00e7as agr\u00e1rias, din\u00e2micas de classe e o capitalismo na agricultura brasileira, s\u00e3o utilizadas para interpretar as media\u00e7\u00f5es dos estancieiros, enquanto patr\u00f5es rurais e propriet\u00e1rios de terras, com as pol\u00edticas macroecon\u00f4micas e os demais grupos implicados nos mercados agropecu\u00e1rios. A pesquisa combina tr\u00eas fontes de dados: a) revis\u00e3o da literatura especializada sobre as transforma\u00e7\u00f5es no patronato rural e nos sistemas produtivos durante os s\u00e9culos XX e XXI; b) levantamento de dados nos censos agropecu\u00e1rios e em outras fontes de pesquisa sobre a terra e a bovinocultura de corte; c) trabalho de campo no munic\u00edpio de S\u00e3o Gabriel-RS a fim de construir di\u00e1logos entre achados emp\u00edricos, te\u00f3ricos e censit\u00e1rios. A principal hip\u00f3tese argumentada ao longo da tese indica que a acumula\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica estancieira se reconfigura durante as d\u00e9cadas de 1980 e 1990, de modo que a propriedade da terra e a bovinocultura de corte gradativamente assumem novas fei\u00e7\u00f5es. No entrela\u00e7amento desses agentes ao contexto nacional de pacto do agroneg\u00f3cio, a partir dos anos 2000, os estancieiros ficaram mais expostos \u00e0s rela\u00e7\u00f5es concorrenciais na bovinocultura de corte em escala local e nacional, mas, ao mesmo tempo, elevaram a receita potencialmente apropriada com a renda da terra. Esta expectativa de rentabilidade avan\u00e7a no Sudoeste rio-grandense em sintonia com a aptid\u00e3o das terras para a lavoura tempor\u00e1ria. Enquanto isso, seu avan\u00e7o na pecu\u00e1ria de corte n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o un\u00edvoco quanto na agricultura, de modo que se observam heterogeneidades produtivas e diferencia\u00e7\u00f5es patrimoniais entre estancieiros. Sua posi\u00e7\u00e3o foi deslocada na cadeia produtiva do gado de corte em termos da perda de controle sobre o elo industrial da carne vermelha e da menor relev\u00e2ncia na posse do estoque bovino. No entanto, a conserva\u00e7\u00e3o do patrim\u00f4nio fundi\u00e1rio segue como recurso fundamental para o acoplamento desse setor social enquanto fra\u00e7\u00e3o dos grupos dominantes no interior dos mercados agropecu\u00e1rios sul-rio-grandenses e das disputas nacionais pela apropria\u00e7\u00e3o de fundos p\u00fablicos.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: Agroneg\u00f3cio; Regi\u00e3o da Campanha; Pecu\u00e1ria.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>LARA IZABELLA TOSTA ARANTES<\/strong><br \/>\n<a href=\"https:\/\/sucupira-legado.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.xhtml?popup=true&amp;id_trabalho=14173455\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>Entre a estrela vermelha e a tradi\u00e7\u00e3o secular: a trajet\u00f3ria do Partido dos Trabalhadores no munic\u00edpio de Goi\u00e1s<\/strong><\/a><br \/>\n<strong>Defesa<\/strong>: 12\/12\/2023<br \/>\n<strong>Banca<\/strong>: Leonilde Servolo de Medeiros (Orientadora \/ CPDA\/UFRRJ), Debora Lerrer (CPDA\/UFRRJ), Regina Bruno (CPDA\/UFRRJ), Jadir de Moraes Pessoa (UFG) e Jo\u00e3o Vicente Marques Lag\u00fc\u00e9ns<br \/>\n<strong>Resumo<\/strong>: Este trabalho trata da cria\u00e7\u00e3o e trajet\u00f3ria do Partido dos Trabalhadores no munic\u00edpio de Goi\u00e1s GO, primeira capital do estado, analisando suas estrat\u00e9gias, dificuldades, bases, alian\u00e7as e, sobretudo, que elementos, atores e condi\u00e7\u00f5es permitiram que se constitu\u00edsse em uma for\u00e7a pol\u00edtico eleitoral capaz de manter se no poder por tr\u00eas elei\u00e7\u00f5es consecutivas (de 2012 a 2020). O objetivo \u00e9 observar como uma for\u00e7a pol\u00edtica consegue se inserir no campo pol\u00edtico municipal ao longo do tempo, analisando tamb\u00e9m a cultura e a economia do lugar. Foi realizada uma revis\u00e3o de literatura centrada no poder simb\u00f3lico para Bourdieu (1989), na concep\u00e7\u00e3o de pol\u00edtica municipal para Palmeira e Heredia (2012), no coronelismo no Brasil e em Goi\u00e1s e em como a luta pela terra no estado e no munic\u00edpio estudado se conectam \u00e0 pol\u00edtica do Partido dos Trabalhadores no munic\u00edpio de Goi\u00e1s. Foi realizado tamb\u00e9m um trabalho de campo nas campanhas eleitorais de 2018 e 2020, al\u00e9m de entrevistas com pol\u00edticos filiados ao PT e alguns eleitores. O papel da Igreja Cat\u00f3lica na luta pela terra e na constitui\u00e7\u00e3o dessa for\u00e7a pol\u00edtica que resulta na cria\u00e7\u00e3o do PT fica evidenciado diante de um partido que se forma no munic\u00edpio numa tr\u00edade com a CPT e a Diocese. Os elementos culturais que a pol\u00edtica tradicional consegue deixar no munic\u00edpio s\u00e3o ressaltados durante o trabalho de campo e colocados em nossas conclus\u00f5es, visto que uma divis\u00e3o entre \u2015os de dentro e os de fora\u2016 no munic\u00edpio aparece como elemento identificador em diferentes \u00e9pocas, carregada de diferentes sentidos, mas centrada efetivamente em ser pertencente ou n\u00e3o \u00e0 luta efetiva pelo poder municipal.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: Pol\u00edtica, Pol\u00edtica municipal, Pol\u00edtica tradicional, Partido dos Trabalhadores, Assentamentos, Goi\u00e1s.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>LARISSA APARECIDA DA SILVA CABRAL<\/strong><br \/>\n<a href=\"https:\/\/sucupira-legado.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.xhtml?popup=true&amp;id_trabalho=14173514\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>Pesquisadores(as) agroecol\u00f3gicos(as): trajet\u00f3rias profissionais e formas de engajamento na conforma\u00e7\u00e3o de uma comunidade epist\u00eamica<\/strong><\/a><br \/>\n<span style=\"color: #ff0000\"><strong>Tese indicada pelo CPDA para concorrer ao Pr\u00eamio Anppas 2025<br \/>\n<\/strong><\/span><strong>Defesa<\/strong>: 13\/12\/2023<br \/>\n<strong>Banca<\/strong>: Claudia Job Schmitt (Orientadora \/ CPDA\/UFRRJ), Maria Jos\u00e9 Carneiro (UFRRJ), Annelise Caetano Fraga Fernandez (UFRRJ), Cristhiane Oliveira da Gra\u00e7a Am\u00e2ncio (Embrapa), Fl\u00e1via Char\u00e3o Marques (UFRGS) e Romier da Paix\u00e3o Sousa (IFPA).<br \/>\n<strong>Resumo<\/strong>: Esta tese tem por objetivo reconstituir, sob uma perspectiva sociol\u00f3gica, as trajet\u00f3rias de pesquisadoras e pesquisadores inseridos em diferentes contextos geracionais, din\u00e2micas institucionais e campos disciplinares que, em seus espa\u00e7os de atua\u00e7\u00e3o, se identificam como agentes sociais engajados na constru\u00e7\u00e3o da agroecologia como um campo espec\u00edfico de produ\u00e7\u00e3o e circula\u00e7\u00e3o de conhecimentos. A partir dessas trajet\u00f3rias profissionais, o trabalho busca refletir sobre as cren\u00e7as compartilhadas, pr\u00e1ticas e rela\u00e7\u00f5es que conformam uma comunidade epist\u00eamica referenciada na agroecologia no Brasil. Para tal, amparamo-nos nas contribui\u00e7\u00f5es da Sociologia da Ci\u00eancia e dos Estudos Sociais da Ci\u00eancia e da Tecnologia, com vistas a compreender os paradigmas e vis\u00f5es de mundo que orientam as pr\u00e1ticas de ensino, pesquisa e extens\u00e3o conduzidas por estes pesquisadores (as), as rela\u00e7\u00f5es e jogos de for\u00e7a presentes no campo cient\u00edfico, bem como as din\u00e2micas de coprodu\u00e7\u00e3o estabelecidas entre ci\u00eancia e pol\u00edtica nas pr\u00e1ticas cotidianas desses sujeitos. Como recorte metodol\u00f3gico, iniciamos a investiga\u00e7\u00e3o a partir de uma an\u00e1lise quantitativa dos grupos de pesquisa registrados junto ao Diret\u00f3rio dos Grupos de Pesquisa (DGP), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient\u00edfico e Tecnol\u00f3gico (CNPq), principal ag\u00eancia de fomento \u00e0 pesquisa no pa\u00eds, tendo como refer\u00eancia o ano de 2019. Encontramos 423 grupos de pesquisa distribu\u00eddos em diferentes universidades, institutos federais, funda\u00e7\u00f5es, empresas, ag\u00eancias, entre outras institui\u00e7\u00f5es em todo o pa\u00eds, que est\u00e3o ligadas, diretamente, \u00e0 tem\u00e1tica da agroecologia. Considerando este universo, realizamos 25 entrevistas com interlocutores (as)individuais que foram selecionados com foco na diversidade da amostra, baseando-se seguintes crit\u00e9rios: gera\u00e7\u00e3o, \u00e1reas de pesquisa, institui\u00e7\u00e3o a qual o pesquisador(a) est\u00e1 vinculado e regi\u00e3o de atua\u00e7\u00e3o. No tocante \u00e0 observa\u00e7\u00e3o participante, acompanhamos duas edi\u00e7\u00f5es do Congresso Brasileiro de Agroecologia (CBA), a saber, a edi\u00e7\u00e3o que ocorreu em Bras\u00edlia-DF, em setembro de 2017 e a que foi realizada em Aracaju-SE, em novembro de 2019. Os resultados da pesquisa evidenciam que a agroecologia conforma uma comunidade epist\u00eamica de car\u00e1ter inter-transdisciplinar. N\u00e3o h\u00e1 um perfil \u00fanico que enquadre os (as) pesquisadores (as) agroecol\u00f3gicos. As pessoas que comp\u00f5em esta comunidade epist\u00eamica s\u00e3o oriundas de diferentes disciplinas cient\u00edficas, vivenciando a produ\u00e7\u00e3o de conhecimentos em agroecologia a partir de um conjunto diversificado de pr\u00e1ticas e formas de engajamento. Existem alguns princ\u00edpios e conceitos comuns, que identificam esta comunidade, como, por exemplo, a cr\u00edtica aos modos de organiza\u00e7\u00e3o da agricultura e do sistema agroalimentar nas sociedades contempor\u00e2neas, o di\u00e1logo de saberes, a refer\u00eancia ao conceito de agroecossistema e as conex\u00f5es estabelecidas entre ambiente e sociedade no estudos das tecnol\u00f3gicas rela\u00e7\u00f5es que vinculam agricultura e alimenta\u00e7\u00e3o nos espa\u00e7os urbanos e rurais e no desenvolvimento de alternativas sociais e tecnol\u00f3gicas voltadas \u00e0 transforma\u00e7\u00e3o da agricultura e do sistema agroalimentar. Mas \u00e9 preciso considerar que, mesmo estes conceitos, s\u00e3o acionados a partir de arranjos muito diferenciados, potencializando v\u00e1rias formas de fazer ci\u00eancia e de construir rela\u00e7\u00f5es para al\u00e9m da academia. As trajet\u00f3rias percorridas pelos pesquisadores e pesquisadoras agroecol\u00f3gicos envolvem, ainda, diferentes formas de media\u00e7\u00e3o entre projetos individuais e institucionais. Tais projetos n\u00e3o se d\u00e3o num vazio social, mas s\u00e3o informados por circunst\u00e2ncias socioecon\u00f4micas e pol\u00edticas. A constitui\u00e7\u00e3o de uma comunidade epist\u00eamica referenciada na agroecologia \u00e9, assim, influenciada pelas condi\u00e7\u00f5es que cada espa\u00e7o institucional e per\u00edodo hist\u00f3rico incitam, viabilizam e oportunizam, o que implica em jogos de poder em que interesses, recursos e formas de organiza\u00e7\u00e3o da agricultura e do sistema agroalimentar est\u00e3o em disputa.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: Sociologia da Ci\u00eancia; agroecologia; trajet\u00f3ria; comunidads epist\u00eamicas; pesquisadores(as); coprodu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Teses Doutorado 2023 Os trabalhos est\u00e3o colocados em ordem cronol\u00f3gica (data da defesa) e podem ser acessados na plataforma Sucupira <a class=\"read-more\" href=\"https:\/\/institucional.ufrrj.br\/portalcpda\/teses\/teses-doutorado-2023\/ \" >&#8230; <span class=\"font-italic\">leia mais <i class=\"fas fa-angle-right\"><\/i><\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":711,"featured_media":0,"parent":13366,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"class_list":["post-26186","page","type-page","status-publish","hentry"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.2 - 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