{"id":25409,"date":"2024-02-06T14:44:24","date_gmt":"2024-02-06T17:44:24","guid":{"rendered":"https:\/\/institucional.ufrrj.br\/portalcpda\/?page_id=25409"},"modified":"2025-07-23T14:51:28","modified_gmt":"2025-07-23T17:51:28","slug":"dissertacoes-mestrado-2024","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/institucional.ufrrj.br\/portalcpda\/dissertacoes-mestrado-2024\/","title":{"rendered":"Disserta\u00e7\u00f5es Mestrado 2024"},"content":{"rendered":"<p>Os trabalhos est\u00e3o colocados em ordem cronol\u00f3gica (data da defesa) e o texto completo pode ser acessado na Plataforma Sucupira ao clicar em seus t\u00edtulos.<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>NAT\u00c1LIA SANTOS LOBO<\/strong><br \/>\n<strong><a href=\"https:\/\/sucupira-legado.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.xhtml?popup=true&amp;id_trabalho=16056039\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">\u201cIsso \u00e9 coisa do meio ambiente\u201d: a rede agroecol\u00f3gica de mulheres agricultoras (RAMA) e a constru\u00e7\u00e3o de territ\u00f3rios na Barra do Turvo, Vale do Ribeira, SP<\/a><\/strong><strong><br \/>\n<\/strong><strong>Defesa<\/strong>: 26\/01\/2024<\/p>\n<p><strong>Banca<\/strong>: Maria Jos\u00e9 Carneiro (Orientadora \/ CPDA\/UFRRJ), Fabrina Pontes Furtado (CPDA\/UFRRJ), Rodica Weitzman e Isabelle Hillenkamp.<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: Esta pesquisa teve como objetivo compreender as l\u00f3gicas de constru\u00e7\u00e3o territorial e de rela\u00e7\u00e3o com a natureza presente em dois tipos de organiza\u00e7\u00f5es e redes que se encontram na regi\u00e3o da Barra do Turvo, no Vale do Ribeira, S\u00e3o Paulo: por um lado, a Rede Agroecol\u00f3gica de Mulheres Agricultoras da Barra do Turvo (RAMA) e, por outro, as pol\u00edticas ambientais do Estado de S\u00e3o Paulo, junto das iniciativas de uma organiza\u00e7\u00e3o do terceiro setor que atua h\u00e1 tempos na regi\u00e3o, a Iniciativa Verde. Para isso baseou-se em observa\u00e7\u00e3o participante dos espa\u00e7os coletivos da RAMA, realiza\u00e7\u00e3o de entrevistas com agricultoras da RAMA e com agentes da pol\u00edtica ambiental da regi\u00e3o e pesquisa documental. Verificou-se que h\u00e1 l\u00f3gicas \u2013 ecol\u00f3gicas, econ\u00f4micas e sociais \u2013 distintas em jogo na constru\u00e7\u00e3o de territ\u00f3rios nesse local. No entanto, essas l\u00f3gicas, por vezes, se sobrep\u00f5em e influenciam mutuamente. Este argumento \u00e9 demonstrado principalmente atrav\u00e9s da an\u00e1lise da participa\u00e7\u00e3o de um setor das mulheres da RAMA em projetos de Economia Verde na regi\u00e3o. Ressalta-se o fato de que a RAMA demonstrou ter uma forma de constru\u00e7\u00e3o territorial baseada na constru\u00e7\u00e3o de um Comum que se apoia fundamentalmente na forma como as mulheres constroem uma forma pr\u00f3pria de fazer agroecologia e que tem, em alguma medida, transformado tamb\u00e9m as rela\u00e7\u00f5es sociais de g\u00eanero em que elas est\u00e3o inseridas.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: Economia Verde; Agroecologia; Comum; Mulheres; Vale do Ribeira.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>CAROLINE BOLETTA DE OLIVEIRA AGUIAR<\/strong><br \/>\n<a href=\"https:\/\/sucupira-legado.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.xhtml?popup=true&amp;id_trabalho=14277522\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>A ordem do discurso do desenvolvimento sustent\u00e1vel e o l\u00edtio verde<\/strong><\/a><br \/>\n<strong>Defesa<\/strong>: 08\/02\/2024<\/p>\n<p><strong>Banca<\/strong>: Jorge Romano (Orientador\/ CPDA\/UFRRJ), Fabrina Pontes Furtado (CPDA\/UFRRJ) e Bruno Milanez (UFJF).<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: Esta pesquisa analisou a minera\u00e7\u00e3o de l\u00edtio para transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica como resposta \u00e0 crise clim\u00e1tica e inserida no debate sobre desenvolvimento sustent\u00e1vel. O objetivo foi refletir sobre a constru\u00e7\u00e3o e as caracter\u00edsticas do discurso hegem\u00f4nico da minera\u00e7\u00e3o de l\u00edtio para a transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica, em sua disputa com novas pr\u00e1ticas discursivas contra-hegem\u00f4nicas, enquanto parte das narrativas sobre desenvolvimento sustent\u00e1vel. A principal motiva\u00e7\u00e3o para este trabalho foi a narrativa da empresa Sigma Lithium em torno do l\u00edtio verde e da minera\u00e7\u00e3o sustent\u00e1vel no Vale do Jequitinhonha \u2013 Minas Gerais. Para alcan\u00e7ar esse objetivo, a pesquisa buscou responder quatro quest\u00f5es: i) quais s\u00e3o as propostas em voga para o desenvolvimento sustent\u00e1vel, por meio da transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica, no campo da minera\u00e7\u00e3o de l\u00edtio? ii) quais s\u00e3o os projetos de sociedade que contestam esse modelo? e; iii) qual tem sido a proposta e a estrat\u00e9gia discursiva da empresa Sigma? iv) e a percep\u00e7\u00e3o das comunidades e atores do entorno? Na primeira parte desta disserta\u00e7\u00e3o apresenta-se quais s\u00e3o as propostas atuais para o desenvolvimento sustent\u00e1vel, por meio da transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica, no campo da minera\u00e7\u00e3o de l\u00edtio e alguns projetos de sociedade que se contrap\u00f5em a esse modelo. Ainda, traz-se o discurso de autoridade da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas e a economia pol\u00edtica do l\u00edtio. Em seguida, analisa-se a estrat\u00e9gia discursiva da Sigma Lithium e a percep\u00e7\u00e3o dos moradores que est\u00e3o no campo antag\u00f4nico. Al\u00e9m da pesquisa qualitativa, com levantamento bibliogr\u00e1fico, an\u00e1lise documental e entrevistas semiestruturadas realizadas durante trabalho de campo, a principal metodologia de pesquisa foi a an\u00e1lise pol\u00edtica do discurso proposta por Laclau e Mouffe (2014) e os Marcos Interpretativos de Lakoff (2014) e Galv\u00e1n (2012). A Sigma se destacou entre as empresas por articular com destreza a pauta da sustentabilidade, construindo tr\u00eas eixos narrativos principais e que est\u00e3o interconectados: g\u00eanero, finan\u00e7as e ambiental. Tamb\u00e9m ficou evidente a unifica\u00e7\u00e3o do discurso dos governos federal, estadual e da empresa e como os processos envolvendo a minera\u00e7\u00e3o de l\u00edtio t\u00eam ocorrido de maneira acelerada e s\u00e3o impostos com pouco ou nenhum di\u00e1logo com a popula\u00e7\u00e3o. Os resultados da pesquisa permitem inferir que a ONU tem papel fundamental na estrat\u00e9gia narrativa do l\u00edtio verde. Ainda, que o discurso do desenvolvimento sustent\u00e1vel pode ser entendido como uma forma\u00e7\u00e3o discursiva na qual tanto as institui\u00e7\u00f5es governamentais, as empresas, as organiza\u00e7\u00f5es internacionais e a Sigma, quanto alguns atores sociais opositores desse projeto possuem o mesmo horizonte de objetos. A sua descri\u00e7\u00e3o, seus significantes, foram naturalizados e internalizados de maneira que, apesar de usarem estrat\u00e9gias discursivas diferentes, comporiam uma base objetiva comum, qual seja, a do desenvolvimento sustent\u00e1vel.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: L\u00edtio;Transi\u00e7\u00e3o Energ\u00e9tica;An\u00e1lise do Discurso.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>JOS\u00c9 CLAUDIVAM DA SILVA<\/strong><br \/>\n<a href=\"https:\/\/sucupira-legado.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.xhtml?popup=true&amp;id_trabalho=14277459\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>O patriarcado destr\u00f3i, o capitalismo faz a guerra, o sangue LGBTI+ tamb\u00e9m \u00e9 sangue Sem Terra!\u201d: uma an\u00e1lise do processo de (des)constru\u00e7\u00e3o das masculinidades a partir do Coletivo LGBTI+ Sem Terra<\/strong><\/a><br \/>\n<strong>Defesa<\/strong>: 09\/02\/2024<\/p>\n<p><strong>Banca<\/strong>: Elisa Guaran\u00e1 de Castro (Orientadora \/ CPDA\/UFRRJ), Fabrina Pontes Furtado (CPDA\/UFRRJ) e Sonia Fatima Schwendler (UFPR).<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: O presente trabalho visa analisar os processos identit\u00e1rios das masculinidades camponesas a partir dos pap\u00e9is atribu\u00eddos aos homens que comp\u00f5em o Coletivo LGBTI+ Sem Terra do Movimento dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais Sem Terra (MST). Com o objetivo de compreender como a constru\u00e7\u00e3o desses processos identit\u00e1rios hegem\u00f4nicos masculinos, a partir das viv\u00eancias e experi\u00eancias desses corpos dissidentes, pode contribuir para refor\u00e7ar um vi\u00e9s restritivo e excludente de identidades plurais no campo. Por meio da reprodu\u00e7\u00e3o de performances masculinas e femininas cisnormativas \u00fanica e exclusivamente quando n\u00e3o s\u00e3o levadas em considera\u00e7\u00e3o as diversidades corp\u00f3reas e de identidades desses indiv\u00edduos. Deste modo, a partir do vi\u00e9s do binarismo de g\u00eanero, onde a aproxima\u00e7\u00e3o com tra\u00e7os de feminilidade implica na desvaloriza\u00e7\u00e3o da identidade masculina para os homens e reverbera processos de deslegitima\u00e7\u00e3o, invisibilidade e marginaliza\u00e7\u00e3o desses corpos dissidentes de origem camponesa. Atrav\u00e9s de entrevistas semiestruturadas e an\u00e1lise dos documentos do MST, buscaremos compreender como homens que se percebem de identidades diversas do padr\u00e3o de g\u00eanero preestabelecido se inserem nesses processos de (re)produ\u00e7\u00e3o de masculinidades em espa\u00e7os hist\u00f3rica e contextualmente dicot\u00f4micos, machistas e patriarcais. Deste modo, os estudos de g\u00eanero, feminismos e diversidade sexual nos possibilitam discorrer acerca das masculinidades e pluralidades de ser homem e pensar sobre como as viol\u00eancias de g\u00eanero e suas condi\u00e7\u00f5es para marginaliza\u00e7\u00e3o, subalternidade e exclus\u00e3o s\u00e3o evidenciadas pelo afastamento do padr\u00e3o de g\u00eanero predeterminado, onde ser feminino e\/ou afeminado est\u00e1 associado, ao longo da hist\u00f3ria, \u00e0 passividade, docilidade, submiss\u00e3o e n\u00e3o ser homem de verdade, denotando um car\u00e1ter de nega\u00e7\u00e3o da identidade viril masculina e de afastamento ao ideal de ser homem devido a predomin\u00e2ncia de tra\u00e7os e padr\u00f5es cisheteronormativos presentes no meio social.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: Binarismo, Coletivo LGBT Sem Terra, Masculinidade, MST Processos Identit\u00e1rios.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>ALICE VIEIRA LIMA CAVALCANTE<\/strong><br \/>\n<strong><a href=\"https:\/\/sucupira-legado.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.xhtml?popup=true&amp;id_trabalho=16051903\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">A Marcha das Margaridas como sujeito educativo e a forma\u00e7\u00e3o pol\u00edtica das margaridas do Maranh\u00e3o<\/a><\/strong><br \/>\n<strong>Defesa<\/strong>: 23\/02\/2024<\/p>\n<p><strong>Banca<\/strong>: Elisa Guaran\u00e1 de Castro (Orientadora \/ CPDA\/UFRRJ), Leonilde Servolo de Medeiros (UFRRJ) e Berenice Gomes da Silva (UFMA).<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: A presente disserta\u00e7\u00e3o pretende analisar a Marcha das Margaridas (MM), a\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica promovida por mulheres do campo, das \u00e1guas e das florestas, a partir do aspecto da forma\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, realizando uma leitura da MM enquanto um sujeito pedag\u00f3gico. A investiga\u00e7\u00e3o sobre esta a\u00e7\u00e3o, que h\u00e1 mais de 20 anos ocorre sob coordena\u00e7\u00e3o da Confedera\u00e7\u00e3o Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (CONTAG), busca entender como s\u00e3o produzidas esferas de educa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica neste processo. Desde o ano 2000, a Marcha das Margaridas re\u00fane mulheres de todo o Brasil na capital federal, criando um momento de grande visibilidade ao levar as pautas e as bandeiras das Margaridas para o centro do poder pol\u00edtico. No entanto, para que esse momento seja poss\u00edvel, os per\u00edodos entre as edi\u00e7\u00f5es s\u00e3o marcados pela prepara\u00e7\u00e3o nos estados e pela articula\u00e7\u00e3o pol\u00edtica nacional, realizadas de forma exitosa ao longo de sete edi\u00e7\u00f5es, de maneira que a mobiliza\u00e7\u00e3o \u00e9 constru\u00edda h\u00e1 mais de duas d\u00e9cadas continuamente. \u00c9 proposta a categoria entre-marchas para dar conta do recorte temporal presente entre uma edi\u00e7\u00e3o da Marcha e outra. Apresentando como estudo de caso a delega\u00e7\u00e3o do Maranh\u00e3o para a 7\u00aa edi\u00e7\u00e3o da Marcha das Margaridas, busca-se tamb\u00e9m compreender de que maneira a forma\u00e7\u00e3o pol\u00edtica mobilizada pela Marcha das Margaridas (MM) incide na forma\u00e7\u00e3o de Margaridas enquanto sujeito coletivo e de direitos. Para tanto foram utilizados referenciais te\u00f3ricos sobre o surgimento e a forma\u00e7\u00e3o de organiza\u00e7\u00f5es e movimentos de trabalhadores e trabalhadoras rurais aos n\u00edveis nacional e estadual, com foco no Maranh\u00e3o; sobre as pedagogias presentes e mobilizadas no contexto de movimentos sociais e a\u00e7\u00f5es coletivas; e sobre a Marcha das Margaridas em si. Foi realizada a leitura e an\u00e1lise de cadernos de textos, documentos, a\u00e7\u00f5es e eventos formulados para as \u00faltimas duas edi\u00e7\u00f5es da Marcha das Margaridas, com foco na VII Marcha das Margaridas, ocorrida em 2023 com o lema &#8220;Pela reconstru\u00e7\u00e3o do Brasil e pelo Bem Viver&#8221;. Tamb\u00e9m foram realizadas entrevistas com mulheres da delega\u00e7\u00e3o do Maranh\u00e3o para a edi\u00e7\u00e3o de 2023 da Marcha e com a assessora de Mulheres da Contag. Como resultado p\u00f4de-se localizar a forma\u00e7\u00e3o pol\u00edtica como uma base fundamental para a luta coletiva engendrada pela Marcha das Margaridas que, enquanto sujeito pedag\u00f3gico, produz instrumentos de emancipa\u00e7\u00e3o de sujeitos pol\u00edticos. Conclui-se que a forma\u00e7\u00e3o pol\u00edtica na Marcha das Margaridas \u00e9 constru\u00edda no fazer cont\u00ednuo dessa a\u00e7\u00e3o e que esse formato no fazer cont\u00ednuo desta a\u00e7\u00e3o e que este formato de a\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica visibiliza potencialidades de pedagogias que partem de movimentos sociais e a\u00e7\u00f5es coletivas.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: Marcha das Margaridas; forma\u00e7\u00e3o pol\u00edtica; mulheres trabalhadoras rurais.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>MARCOS BLOISE MOURA SANTOS<\/strong><br \/>\n<strong><a href=\"https:\/\/sucupira-legado.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.xhtml?popup=true&amp;id_trabalho=14277205\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">O imperialismo nas obras de Josu\u00e9 de Castro<\/a><\/strong><br \/>\n<strong>Defesa<\/strong>: 27\/02\/2024<\/p>\n<p><strong>Banca<\/strong>: Luiz Felipe Brandao Os\u00f3rio (Orientador \/ CPDA\/UFRRJ), Renato Maluf (CPDA\/UFRRJ), Thiago Lima da Silva (UFPB) e Jos\u00e9 Gilberto de Souza (Unesp).<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: No alvorecer do s\u00e9culo XXI a fome volta a ser objeto de grave preocupa\u00e7\u00e3o ao redor do mundo e no Brasil. A preval\u00eancia da quest\u00e3o simultaneamente a tantos avan\u00e7os cient\u00edficos e tecnol\u00f3gicos tornam o retorno ao tema inevit\u00e1vel e o resgate de autores cl\u00e1ssicos necess\u00e1rio para a correta compreens\u00e3o da dimens\u00e3o do problema. A contradi\u00e7\u00e3o interna do Brasil, um dos maiores produtores de alimentos do mundo e a subsist\u00eancia da fome afastam aqueles atores que entendem a fome com mera produ\u00e7\u00e3o insuficiente, tais como os neomalthusianos. Ao contr\u00e1rio das teorias inspiradas em Malthus sabemos ser a fome decorrente de quest\u00f5es pol\u00edticas e din\u00e2micas internacionais. A fome surge, portanto, como um problema de express\u00e3o t\u00edpica das rela\u00e7\u00f5es de produ\u00e7\u00e3o do capitalismo. A hip\u00f3tese, portanto, \u00e9 de que a fome n\u00e3o \u00e9 fen\u00f4meno adstrito as dimens\u00f5es internas dos pa\u00edses ultrapassando os limites das fronteiras nacionais e atingindo, em maior ou menor escala a quase todos os pa\u00edses do globo e, desse modo, n\u00e3o se pode deixar de ressaltar o vi\u00e9s do internacional na din\u00e2mica da fome estando esses conceitos intimamente ligados. Estudar o fen\u00f4meno da fome e as rela\u00e7\u00f5es do internacional implica na an\u00e1lise do imperialismo, forma como o capitalismo se expressa na ordem internacional. A presente pesquisa busca entender, em um autor cl\u00e1ssico do tema da fome, Josu\u00e9 de Castro, como aparece o tema do internacional e do imperialismo na formula\u00e7\u00e3o de sua teoria, em suas obras e em sua atua\u00e7\u00e3o pol\u00edtica. Como metodologia foi realizado um estudo dirigido, comentando e interpretando cl\u00e1ssicos de Josu\u00e9 de Castro como Geografia da Fome (1946), Geopol\u00edtica da Fome (1951), Sete Palmos de Terra e um caix\u00e3o (1965) e Homens e Caranguejos (1967). Realizou-se um estudo explorat\u00f3rio, qualitativo a partir dos originais do autor em estudo, seus comentadores e tamb\u00e9m an\u00e1lise dos discursos do autor quando de sua atua\u00e7\u00e3o pol\u00edtica. Ao longo da pesquisa pretende-se demonstrar como Josu\u00e9 de Castro, que n\u00e3o \u00e9 um autor do imperialismo, mas da fome traz aquela categoria de forma a amadurecer sua teoria sofisticando-a ao longo de sua trajet\u00f3ria. A presente disserta\u00e7\u00e3o em apertada s\u00edntese se divide em tr\u00eas cap\u00edtulos, um primeiro onde se analisam os primeiros anos do autor at\u00e9 seu grande cl\u00e1ssico \u201cGeografia da Fome\u201d. No segundo cap\u00edtulo parte-se de \u201cGeopol\u00edtica da Fome\u201d e \u00e9 realizada uma an\u00e1lise de sua atua\u00e7\u00e3o no conselho da FAO e na vida pol\u00edtico-partid\u00e1ria brasileira. No terceiro cap\u00edtulo analisa-se o per\u00edodo em que fora exilado e duas de suas obras escritas j\u00e1 na d\u00e9cada de 1960. Como o resultado esperado o internacional vai sendo incorporado e sofisticando a an\u00e1lise da fome de Josu\u00e9.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: Fome; Josu\u00e9 de Castro; Imperialismo; Colonialismo; Desigualdade; Subdesenvolvimento.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>PRISCILLA PAPAGIANNIS TORRES<\/strong><br \/>\n<strong><a href=\"https:\/\/sucupira-legado.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.xhtml?popup=true&amp;id_trabalho=14277212\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Clima e Agroneg\u00f3cio no Brasil: O Plano de Agricultura de Baixo Carbono e a Constru\u00e7\u00e3o de uma Pot\u00eancia Agroambiental<\/a><br \/>\n<span style=\"color: #ff6600\">Disserta\u00e7\u00e3o indicada pelo CPDA para concorrer ao Pr\u00eamio Anppas 2025<\/span><\/strong><br \/>\n<strong>Defesa<\/strong>: 27\/02\/2024<\/p>\n<p><strong>Banca<\/strong>: Fabrina Furtado (Orientadora \/ CPDA\/UFRRJ), Sergio Leite (CPDA\/UFRRJ) e Let\u00edcia Andr\u00e9a Chechi (UFRB).<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: A partir da d\u00e9cada de 1970, observa-se um processo ambientaliza\u00e7\u00e3o em n\u00edvel global e nacional, que resultou na cria\u00e7\u00e3o de diversos \u00f3rg\u00e3os, leis, acordos, tratados e protocolos ambientais e estabeleceu uma forma de governan\u00e7a ambiental. Esse processo e, em particular o crescente reconhecimento da mudan\u00e7a clim\u00e1tica como um problema p\u00fablico global e uma emerg\u00eancia coletiva, vem influenciando a atua\u00e7\u00e3o dos atores do sistema internacional e dos governos nacionais, gerando press\u00e3o sobre pr\u00e1ticas que causam degrada\u00e7\u00e3o ambiental, explora\u00e7\u00e3o excessiva de recursos naturais e emiss\u00f5es de gases de efeito estufa (GEE). Um dos setores centrais desse debate, pela sua atua\u00e7\u00e3o internacional, nacional e implica\u00e7\u00f5es em torno das pol\u00edticas clim\u00e1ticas, \u00e9 o agroneg\u00f3cio. Nesse contexto, esta pesquisa visa analisar o processo de ambientaliza\u00e7\u00e3o do agroneg\u00f3cio brasileiro, tendo como foco a pauta clim\u00e1tica. Assim, busca compreender a influ\u00eancia deste setor na determina\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas \u2013 principalmente aquelas impulsionadas pela l\u00f3gica da compensa\u00e7\u00e3o e a m\u00e9trica do carbono. Para atingir esse objetivo, a pesquisa utilizou como metodologia o estudo de caso do Plano de Agricultura de Baixo Carbono (2010; 2021), conhecido como Plano ABC. Al\u00e9m disso, utilizou a an\u00e1lise documental, a partir de documentos oficiais do governo brasileiro, de organiza\u00e7\u00f5es internacionais e organiza\u00e7\u00f5es n\u00e3o governamentais, a pesquisa bibliogr\u00e1fica utilizou como referencial te\u00f3rico os conceitos de ambientaliza\u00e7\u00e3o, moderniza\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica, agroneg\u00f3cio, agricultura de baixo carbono, consenso da descarboniza\u00e7\u00e3o, e m\u00e9trica do carbono, al\u00e9m de outros complementares. Entrevistas com pessoas ligadas \u00e0 academia, a Embrapa e aos movimentos sociais tamb\u00e9m foram realizadas. A partir disso, a pesquisa concluiu que a ado\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas reducionistas n\u00e3o gera mudan\u00e7as profundas e, portanto, n\u00e3o enfrenta de forma adequada a crise clim\u00e1tica e\/ou as implica\u00e7\u00f5es geradas pelo modelo produtivo do agroneg\u00f3cio, como os conflitos no campo ou o uso de agrot\u00f3xicos. Por outro lado, foi visto que a ado\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas nesse sentido garante legitimidade e prest\u00edgio ao setor do agroneg\u00f3cio e ao governo brasileiro no \u00e2mbito nacional e internacional.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: Agroneg\u00f3cio; Ambientaliza\u00e7\u00e3o; Mudan\u00e7a Clim\u00e1tica; M\u00e9trica do Carbono; Agricultura de Baixo Carbono.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>YEISON ANDRES ROJAS RAMIREZ<\/strong><br \/>\n<strong><a href=\"https:\/\/sucupira-legado.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.xhtml?popup=true&amp;id_trabalho=14356669\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Relatos das Cercas: um estudo sobre defici\u00eancia, ruralidade e campesinato<\/a><\/strong><br \/>\n<strong>Defesa<\/strong>: 28\/02\/2024<\/p>\n<p><strong>Banca<\/strong>: Antonadia Borges (Orientadora \/ CPDA\/UFRRJ), Fabrina Furtado (UFRRJ), Pedro Lopes (USP) e Val\u00e9ria Aydos Rosario (UFRGS).<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: Esta disserta\u00e7\u00e3o baseia-se no trabalho de campo e na experi\u00eancia de vida do autor na \u00e1rea cafeeira de Trujillo, Valle del Cauca, Col\u00f4mbia. Trata-se de uma reflex\u00e3o sobre a vida de pessoas que, em algum momento e em circuitos espec\u00edficos de classifica\u00e7\u00e3o, s\u00e3o denominadas pessoas com defici\u00eancia. O objetivo da disserta\u00e7\u00e3o \u00e9 mobilizar os conceitos de navega\u00e7\u00e3o e encarna\u00e7\u00e3o para entender a experi\u00eancia vivida pelos camponeses e suas fam\u00edlias que abra\u00e7am a defici\u00eancia nessa comunidade. Aqui se argumenta que a defici\u00eancia n\u00e3o afeta apenas um indiv\u00edduo, isolando-o, mas serve como um am\u00e1lgama que une membros da fam\u00edlia e vizinhos. Como o autor da disserta\u00e7\u00e3o \u00e9 um dos sujeitos da pesquisa, ele tamb\u00e9m procura refletir sobre a no\u00e7\u00e3o de autoetnografia e a presen\u00e7a dos outros interlocutores como coprodutores da disserta\u00e7\u00e3o. Por meio da fotografia, de imagens de arquivo e do &#8220;autorretrato fotogr\u00e1fico&#8221;, aborda-se a &#8220;performance&#8221; da defici\u00eancia e seu potencial para explorar outros significados e usos da ruralidade, dos objetos, das casas, da organiza\u00e7\u00e3o dos espa\u00e7os e da sociabilidade dos corpos com defici\u00eancia em Paisagens Rurais.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: Defici\u00eancia, ruralidade, autoetnografia, etnografia performativa, Col\u00f4mbia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>CAMILA CORREIA DE ALMEIDA<\/strong><br \/>\n<strong><a href=\"https:\/\/sucupira-legado.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.xhtml?popup=true&amp;id_trabalho=14356795\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">\u201cSe eu fosse feiticeira acendia vela para enricar e fazer dinheiro, mas eu cuido das pessoas\u201d: Modos de cuidar das benzedeiras na Serra dos Paus D\u00f3ia, Exu (PE)<\/a><\/strong><br \/>\n<strong>Defesa<\/strong>: 29\/02\/2024<\/p>\n<p><strong>Banca<\/strong>: Maria Jos\u00e9 Carneiro (Orientadora \/ CPDA\/UFRRJ) e Rodica Weitzman (UFRGS).<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: A presente pesquisa busca trazer centralidade \u00e0s pr\u00e1ticas de cura de benzedeiras da Serra dos Paus D\u00f3ias, no munic\u00edpio de Exu\/PE. Nosso objetivo \u00e9 compreender as pr\u00e1ticas de cura das benzedeiras enquanto um modo de cuidar. Os modos de cuidar dessas mulheres envolvem o benzo, ch\u00e1s, lambedores, rem\u00e9dios do mato, trocas de energia e de afeto, mas tamb\u00e9m podem apresentar um car\u00e1ter disruptivo. Para tanto, analisamos suas pr\u00e1ticas de cuidado por meio da cura buscando compreender o significado de cuidado e de natureza para as benzedeiras. Prop\u00f5e-se que os modos de cuidar das benzedeiras envolvem uma teia de relacionalidade que proporcionam um ambiente de confian\u00e7a, escuta atenta e acolhedora. No contexto das benzedeiras, a cura enquanto modo de cuidar ultrapassa o pr\u00f3prio benzo, \u00e9 o conv\u00edvio e a sociabilidade, envolve afeto, confian\u00e7a, autocuidado e cuidado coletivo.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: modos de cuidar; benzedeiras; quintais; g\u00eanero; relacionalidades; ancestralidade; teoria feminista.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>MARIANA FERNANDES CUNHA JORGE<\/strong><br \/>\n<strong><a href=\"https:\/\/sucupira-legado.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.xhtml?popup=true&amp;id_trabalho=14356731\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Alimenta\u00e7\u00e3o, Discurso e disputas pol\u00edticas: uma an\u00e1lise das pr\u00e1ticas e estrat\u00e9gias discursivas em torno do Guia Alimentar para Popula\u00e7\u00e3o Brasileira de 2014<\/a><\/strong><br \/>\n<strong>Defesa<\/strong>: 29\/02\/2024<\/p>\n<p><strong>Banca<\/strong>: Renato Maluf (Orientador \/ CPDA\/UFRRJ), Jorge Romano (CPDA\/UFRRJ) e In\u00eas Rugani Ribeiro de Castro (UERJ).<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: Ao incorporar em seu conte\u00fado a classifica\u00e7\u00e3o de alimentos por n\u00edvel de processamento, o Guia Alimentar para a Popula\u00e7\u00e3o Brasileira, de 2014, consolidou em seu discurso oficial a preocupa\u00e7\u00e3o com o avan\u00e7o do consumo de alimentos ultraprocessados como quest\u00e3o de sa\u00fade p\u00fablica. Quest\u00e3o divergente entre representa\u00e7\u00f5es da ind\u00fastria de alimentos e organiza\u00e7\u00f5es da sociedade civil, a inclus\u00e3o da classifica\u00e7\u00e3o NOVA ao Guia acentuou um contexto de conflitos e de disputa pol\u00edtica. Nesta pesquisa, parte-se da premissa de que estas disputas se desenvolvem em busca pela hegemonia do campo da promo\u00e7\u00e3o da alimenta\u00e7\u00e3o adequada e saud\u00e1vel e que o discurso \u00e9 um importante instrumento de a\u00e7\u00e3o pol\u00edtica. Tem-se como hip\u00f3tese que ainda que os discursos possuam elementos semelhantes, como a defesa de autonomias alimentares e ampla participa\u00e7\u00e3o na elabora\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas, tais elementos ganhar\u00e3o significantes distintos a depender do contexto narrativo que est\u00e3o inseridos. Portanto, com o objetivo de analisar o cen\u00e1rio de disputas discursivas em torno do Guia Alimentar de 2014, realizamos a investiga\u00e7\u00e3o das pr\u00e1ticas e estrat\u00e9gias discursivas presentes em dois discursos centrais ao debate. Para tanto, a metodologia utilizada foi majoritariamente qualitativa, baseada em estudo de caso a partir da an\u00e1lise documental e pol\u00edtica do discurso, articulados com a perspectiva de Marcos Interpretativos. A partir da an\u00e1lise mais detalhada do epis\u00f3dio de tentativa de revis\u00e3o do Guia, em setembro de 2020, foi poss\u00edvel identificar os significantes articulados pelos discursos e as estrat\u00e9gias utilizadas para potencializar a capacidade de mobiliza\u00e7\u00e3o e ades\u00e3o aos argumentos de cada narrativa.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: Guia Alimentar; Ultraprocessados; Promo\u00e7\u00e3o da Alimenta\u00e7\u00e3o Adequada e Saud\u00e1vel; Teoria do Discurso; Pol\u00edticas Alimentares.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>KARINE PEREIRA DE FREITAS<\/strong><br \/>\n<strong><a href=\"https:\/\/sucupira-legado.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.xhtml?popup=true&amp;id_trabalho=14356955\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Nossos passos v\u00eam de longe\u201d: uma abordagem da Agricultura Urbana centrada nas Mulheres Negras a partir de agricultoras da Regi\u00e3o Metropolitana do Recife<\/a><\/strong><br \/>\n<strong>Defesa<\/strong>: 04\/03\/2024<\/p>\n<p><strong>Banca<\/strong>: Elisa Guaran\u00e1 de Castro (Orientadora \/ CPDA\/UFRRJ) e Fabrina Pontes Furtado (CPDA\/UFRRJ).<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: Embora os estudos sobre agricultura urbana tenham crescido consideravelmente na \u00faltima d\u00e9cada, ainda persistem discuss\u00f5es pouco aprofundadas sobre os sujeitos. Motivada por esta inquieta\u00e7\u00e3o, a presente pesquisa tem como objetivo construir uma abordagem te\u00f3rico-metodol\u00f3gico interseccional, com foco nas mulheres negras agricultoras urbanas da Regi\u00e3o Metropolitana do Recife (RMR). Para tanto, realizou-se entrevistas de hist\u00f3ria oral, aplica\u00e7\u00e3o de question\u00e1rios e a produ\u00e7\u00e3o de um Mapa da Sociobiodiversidade, al\u00e9m de visitas aos espa\u00e7os produtivos das mulheres (hortas coletivas\/comunit\u00e1rias e quintais produtivos), com o intuito de conhecer o perfil da agricultora urbana e traz\u00ea-las como os agentes da constru\u00e7\u00e3o do conhecimento sobre suas pr\u00e1ticas e seus territ\u00f3rios. Este percurso permitiu desvelar uma teia de rela\u00e7\u00f5es, atua\u00e7\u00f5es e protagonismos promovida pelas mulheres negras, com o potencial de enfrentar \u00e0s desigualdades de ra\u00e7a, g\u00eanero e classe que historicamente lhes negam o direito \u00e0 terra, \u00e0 cidade, \u00e0 alimenta\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel e o de serem sujeitos. Por outro lado, as pr\u00e1ticas desempenhadas nos espa\u00e7os produtivos mostraram-se parte de um sistema de transmiss\u00e3o de conhecimentos que pertence \u00e0s mulheres e que est\u00e3o na base da reprodu\u00e7\u00e3o da agricultura urbana no territ\u00f3rio da RMR, bem como compreendem, em certa medida, a continuidade de modos de vida vinculados aos princ\u00edpios africanos e afro-brasileiros. Nesse sentido, como o campo dos estudos sobre agricultura urbana ainda \u00e9 recente e em disputa, o reposicionamento da mulher negra no centro desse debate provocou novas reflex\u00f5es e abriu outros campos de interesse, como a categoria de agricultora urbana, que se apresentou como uma ferramenta necess\u00e1ria para dar conta deste sujeito (sobretudo coletivo e pol\u00edtico) que vem sendo respons\u00e1vel por ressignificar os espa\u00e7os urbanos, mas tem permanecido invisibilizado na literatura sobre a tem\u00e1tica e nas discuss\u00f5es que ultrapassam as fronteiras dos territ\u00f3rios.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: Saberes ancestrais, Interseccionalidade, Mulheres Negras.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>NATALIA SILVA DE SOUZA<\/strong><br \/>\n<strong><a href=\"https:\/\/sucupira-legado.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.xhtml?popup=true&amp;id_trabalho=16055669\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Imperialismo, terra e resist\u00eancia: uma an\u00e1lise da condi\u00e7\u00e3o s\u00f3cio-hist\u00f3rica da Franja Marginal localizada nos quilombos rurais brasileiros<\/a><\/strong><br \/>\n<strong>Defesa<\/strong>: 06\/03\/2024<\/p>\n<p><strong>Banca<\/strong>: Luiz Felipe Brandao Os\u00f3rio (Orientador \/ CPDA\/UFRRJ), Jo\u00e3o Roberto Lopes Pinto (Unirio), Andre Luiz Videira de Figueiredo (UFRRJ) e Alysson Leandro Barbate Mascaro (USP).<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: Compreender o imperialismo \u00e9 fundamental para analisar as condi\u00e7\u00f5es de vida da classe trabalhadora brasileira, pois na Am\u00e9rica Latina, o imperialismo moldou as bases do capitalismo dependente, marcado pela troca desigual, transfer\u00eancia de valor e superexplora\u00e7\u00e3o do trabalho. Al\u00e9m disso, o modo de produ\u00e7\u00e3o capitalista latino americano, em seu constante processo de expans\u00e3o, refor\u00e7a a centralidade da ocupa\u00e7\u00e3o de territ\u00f3rios, o que promove a disputa por terras no Brasil. A luta quilombola obteve diversas conquistas nas \u00faltimas d\u00e9cadas, no entanto, nenhuma possui car\u00e1ter de ruptura estrutural com as reais causas dos problemas enfrentados pelas comunidades. Mesmo com a titularidade dos territ\u00f3rios, a popula\u00e7\u00e3o quilombola campesina pode viver em condi\u00e7\u00f5es prec\u00e1rias, principalmente quando n\u00e3o h\u00e1 a possibilidade de forma\u00e7\u00e3o de uma economia de subsist\u00eancia. O objetivo dessa pesquisa \u00e9 compreender como o imperialismo, a partir da din\u00e2mica local de depend\u00eancia, determina as condi\u00e7\u00f5es de exist\u00eancia do campesinato quilombola. Para isso, ser\u00e1 realizada uma pesquisa bibliogr\u00e1fica que buscar\u00e1 realizar um resgate do debate sobre imperialismo e a forma\u00e7\u00e3o do capitalismo dependente, desenvolver sobre a quest\u00e3o agr\u00e1ria e quilombola no Brasil e, por \u00faltimo, sintetizar ambos os debates com o objetivo de compreender qual \u00e9 a articula\u00e7\u00e3o entre o imperialismo e os quilombos campesinos. Por fim, essa pesquisa tem o objetivo de compreender a realidade para transform\u00e1-la.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: imperialismo, capitalismo dependente, racismo, quilombos, quest\u00e3o agr\u00e1ria, superexplora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>MARCELO RODRIGUES LOPES<\/strong><br \/>\n<strong><a href=\"https:\/\/sucupira-legado.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.xhtml?popup=true&amp;id_trabalho=14377430\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">O acesso \u00e0 previd\u00eancia rural nos territ\u00f3rios quilombolas do Maraj\u00f3: Um estudo de caso da Comunidade Vila Uni\u00e3o em Salvaterra, Par\u00e1<\/a><\/strong><br \/>\n<strong>Defesa<\/strong>: 06\/03\/2024<\/p>\n<p><strong>Banca<\/strong>: Leonilde Servolo de Medeiros (Orientadora \/ CPDA\/UFRRJ), Debora Lerrer (CPDA\/UFRRJ), Josiane Carine Wedig (UTFPR) e R\u00f4mulo Soares Barbosa (UFRRJ).<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: A presente pesquisa analisou como segurados especiais do rural amaz\u00f4nico lidam com as burocracias para o acesso a aposentadoria rural, a partir de um estudo de caso na comunidade quilombola de Vila Uni\u00e3o\/Campina, no munic\u00edpio de Salvaterra, Maraj\u00f3, Par\u00e1. Ao olhar as especificidades que constituem o territ\u00f3rio n\u00e3o titulado de Vila Uni\u00e3o\/Campina bem como dos sujeitos que ali vivem, objetiva-se compreender se as exig\u00eancias burocr\u00e1ticas de acesso \u00e0 aposentadoria rural na Amaz\u00f4nia conduzem \u00e0 formula\u00e7\u00e3o de estrat\u00e9gias locais para a efetiva\u00e7\u00e3o do direito previdenci\u00e1rio desses trabalhadores. O trabalho envolveu pesquisa bibliogr\u00e1fica e documental, bem como a observa\u00e7\u00e3o participante e a coleta de dados por meio de question\u00e1rios e entrevistas na comunidade selecionada. Os dados indicaram que os entrevistados possuem poucos canais de informa\u00e7\u00e3o sobre a legisla\u00e7\u00e3o que rege o acesso aos direitos previdenci\u00e1rios, o que conduz a um cen\u00e1rio espec\u00edfico de operacionaliza\u00e7\u00e3o do alcance dos benef\u00edcios, como: a prefer\u00eancia por se identificar como pescador artesanal perante ao INSS, mesmo que a atividade pesqueira n\u00e3o seja sua pr\u00e1tica habitual; o pagamento de contribui\u00e7\u00f5es ao sistema previdenci\u00e1rio mesmo aos casos em que o segurado n\u00e3o seja obrigado por lei a realizar este repasse monet\u00e1rio; realiza\u00e7\u00e3o de contrato de arrendamento de terras para comprova\u00e7\u00e3o junto ao INSS da sua \u00e1rea de trabalho; aux\u00edlio jur\u00eddico para efetiva\u00e7\u00e3o de seus requerimentos. Ap\u00f3s o alcance da aposentadoria rural pelos segurados da comunidade, notou-se melhorias socioecon\u00f4micas que alcan\u00e7am os benefici\u00e1rios e tamb\u00e9m seus filhos e netos, mas muitos continuam a trabalhar nas ro\u00e7as, sobretudo em raz\u00e3o do valor pago pela aposentadoria, que garante mensalmente a alimenta\u00e7\u00e3o e a compra de medicamentos, por\u00e9m n\u00e3o possibilita a aquisi\u00e7\u00e3o de outros bens. Portanto, a pesquisa indica que a efetiva\u00e7\u00e3o de direitos n\u00e3o finda com sua inscri\u00e7\u00e3o na legisla\u00e7\u00e3o: h\u00e1 necessidade de que os sujeitos possam ter familiaridade com o que lhe \u00e9 garantido legalmente. As peculiaridades do acesso \u00e0 aposentadoria rural em Vila Uni\u00e3o\/Campina demonstram como os sujeitos mobilizam socialmente seus direitos, que mesmo por a\u00e7\u00f5es muitas vezes consideradas n\u00e3o legais, encontram legitimidade e sentido no cotidiano dos segurados da comunidade.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: Segurados Especiais da Previd\u00eancia Social; Direitos sociais; Burocracia estatal; Quilombolas; Maraj\u00f3.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>MARINA LOBO GIBSON<\/strong><br \/>\n<strong><a href=\"https:\/\/sucupira-legado.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.xhtml?popup=true&amp;id_trabalho=16055416\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">O agroneg\u00f3cio brasileiro: em prol da (in)seguran\u00e7a alimentar mundial?<\/a><\/strong><br \/>\n<strong>Defesa<\/strong>: 06\/03\/2024<\/p>\n<p><strong>Banca<\/strong>: Fabrina Furtado (Orientadora \/ CPDA\/UFRRJ) e Raquel Giffoni Pinto (UFRJ).<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: Nos \u00faltimos anos, tanto no Brasil quanto no mundo, observou-se um aumento da fome e da inseguran\u00e7a alimentar, que se agravaram especialmente com a pandemia de Covid-19, em 2020, e, no caso de pa\u00edses como o Brasil, com as desregulamenta\u00e7\u00f5es de governos de direita. Em meio a esse cen\u00e1rio, o agroneg\u00f3cio brasileiro, que continua acumulando recordes de exporta\u00e7\u00e3o e faturamento, se coloca como o respons\u00e1vel por \u201calimentar o mundo\u201d e por garantir a \u201cseguran\u00e7a alimentar global\u201d, em um discurso que em muito se assemelha com a constru\u00e7\u00e3o internacional do conceito e os debates em torno da necessidade de desenvolvimento dos pa\u00edses, associando a seguran\u00e7a alimentar com o crescimento econ\u00f4mico e o com\u00e9rcio agr\u00edcola mundial. Frente a essa contradi\u00e7\u00e3o, entre um agroneg\u00f3cio com recordes sucessivos de exporta\u00e7\u00e3o e faturamento e n\u00edveis cada vez menores de seguran\u00e7a alimentar no Brasil, o presente trabalho tem por objetivo analisar como o agroneg\u00f3cio brasileiro constr\u00f3i sua narrativa alimentar, pautada no conceito de seguran\u00e7a alimentar global, como forma de legitimar sua atua\u00e7\u00e3o pol\u00edtica e refor\u00e7ar sua import\u00e2ncia para o pa\u00eds. Os objetivos espec\u00edficos s\u00e3o: analisar a constru\u00e7\u00e3o do conceito a n\u00edvel internacional, a partir de sua associa\u00e7\u00e3o com o debate sobre desenvolvimento, e sua inser\u00e7\u00e3o nacional; compreender o contexto e as formas atrav\u00e9s das quais a seguran\u00e7a alimentar foi mobilizada pelo agroneg\u00f3cio brasileiro quando do in\u00edcio da conforma\u00e7\u00e3o deste setor; e analisar como a seguran\u00e7a alimentar \u00e9 utilizada atualmente pelo agroneg\u00f3cio, a partir de seu agenciamento pela Associa\u00e7\u00e3o Brasileira do Agroneg\u00f3cio (ABAG). Para cumprir com tais objetivos, foi realizada primeiramente uma revis\u00e3o bibliogr\u00e1fica acerca dos conceitos de agroneg\u00f3cio e seguran\u00e7a alimentar. Em seguida, como estudo de caso, selecionou-se a ABAG. Criada em 1993, a ABAG foi a primeira associa\u00e7\u00e3o intersetorial do agroneg\u00f3cio no pa\u00eds, sendo respons\u00e1vel por iniciar a constru\u00e7\u00e3o de uma ret\u00f3rica de legitima\u00e7\u00e3o para o setor. Nesse momento, a seguran\u00e7a alimentar passou a ser mobilizada, vide o lan\u00e7amento, tamb\u00e9m em 1993, do livro \u201cSeguran\u00e7a Alimentar: Uma Abordagem de Agribusiness\u201d, o qual elencava a seguran\u00e7a alimentar como a principal responsabilidade social do agroneg\u00f3cio. O foco da an\u00e1lise empreendida foi a mobiliza\u00e7\u00e3o da seguran\u00e7a alimentar no Congresso Brasileiro do Agroneg\u00f3cio (CBA), evento criado em 2002 e promovido anualmente pela ABAG, entendido como um espa\u00e7o de consolida\u00e7\u00e3o e divulga\u00e7\u00e3o do discurso do setor. Analisou-se a \u00edntegra da 21\u00aa edi\u00e7\u00e3o do CBA, dispon\u00edvel no canal de Youtube da associa\u00e7\u00e3o. Realizado em 2022, o evento ocorreu em um contexto de aumento da inseguran\u00e7a alimentar no Brasil e no mundo e em ano de elei\u00e7\u00f5es significativas para o pa\u00eds, nas quais o debate sobre a fome esteve em evid\u00eancia. Foram realizadas tamb\u00e9m entrevistas com o presidente da ABAG e duas integrantes do Movimento de Mulheres Camponesas (MMC). Os resultados da an\u00e1lise concluem que o agroneg\u00f3cio brasileiro mobiliza a seguran\u00e7a alimentar em uma perspectiva global como forma de legitimar e angariar apoio pol\u00edtico a seus pleitos. Focando na dimens\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o para a garantia da seguran\u00e7a alimentar, o setor refor\u00e7a a necessidade de aumento da produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola brasileira para alimentar uma crescente popula\u00e7\u00e3o mundial, destacando a import\u00e2ncia do com\u00e9rcio e das exporta\u00e7\u00f5es brasileiras. Em um contexto de cr\u00edticas ao aumento do desmatamento no Brasil no governo de Jair Bolsonaro (2019-2022) e de restri\u00e7\u00f5es \u00e0s exporta\u00e7\u00f5es do pa\u00eds por parte principalmente da Uni\u00e3o Europeia, o setor mobiliza a seguran\u00e7a alimentar para justificar a necessidade de se abrirem novos mercados ao agroneg\u00f3cio brasileiro e a import\u00e2ncia do setor para garantia do bem-estar mundial. O debate sobre acesso \u00e0 alimenta\u00e7\u00e3o, ainda que seja reconhecido, \u00e9 desvinculado do setor, sendo definido como uma responsabilidade dos governos, atrav\u00e9s de pol\u00edticas p\u00fablicas de gera\u00e7\u00e3o de renda e emprego. O agroneg\u00f3cio reconhece, portanto, o problema da inseguran\u00e7a alimentar, mas a mobiliza de forma a elencar o setor como respons\u00e1vel por sua solu\u00e7\u00e3o, desassociando-se de suas causas.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: Agroneg\u00f3cio; seguran\u00e7a alimentar; discurso; ABAG.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>THALITA VIANA PONTES<\/strong><br \/>\n<strong><a href=\"https:\/\/sucupira-legado.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.xhtml?popup=true&amp;id_trabalho=14427849\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Pol\u00edtica de Assist\u00eancia T\u00e9cnica e Extens\u00e3o Rural na agricultura familiar da Chapada Diamantina: o caso do munic\u00edpio de Piat\u00e3<\/a><\/strong><br \/>\n<strong>Defesa<\/strong>: 08\/03\/2024<\/p>\n<p><strong>Banca<\/strong>: Leonilde Servolo de Medeiros (Orientadora \/ CPDA\/UFRRJ), Fabiano Escher (CPDA\/UFRRJ), Gild\u00e1sio Santana J\u00fanior (UESB) e Sonia Maria Pessoa Pereira Bergamasco (Unesp).<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: O trabalho buscou analisar a Assist\u00eancia T\u00e9cnica e Extens\u00e3o Rural (ATER) voltada para um grupo de cafeicultores familiares do munic\u00edpio de Piat\u00e3, na regi\u00e3o baiana da Chapada Diamantina. A ATER \u00e9 um instrumento importante para o fomento da agricultura familiar, e esta pesquisa verificou o alcance do servi\u00e7o para agricultores que produzem caf\u00e9 especial, com acesso viabilizado atrav\u00e9s de duas entidades privadas: o SENAR e o SEBRAE. A pol\u00edtica p\u00fablica atualmente n\u00e3o chega ao munic\u00edpio, ent\u00e3o as a\u00e7\u00f5es s\u00e3o direcionadas primordialmente para a produ\u00e7\u00e3o de caf\u00e9, por meio dessas entidades. Os agricultores familiares de outros segmentos n\u00e3o recebem ATER no momento. Esta disserta\u00e7\u00e3o analisou a efetividade e o alcance da ATER entre esse grupo a partir de pesquisa bibliogr\u00e1fica e documental, al\u00e9m da realiza\u00e7\u00e3o de entrevistas com agricultores e com os dois t\u00e9cnicos atuantes no munic\u00edpio, para entender quais as demandas e qual a orienta\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o executado.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: agricultura familiar; assist\u00eancia t\u00e9cnica e extens\u00e3o rural; SENAR; SEBRAE; cafeicultura.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>BEATRIZ ALVES DE ARAUJO<\/strong><br \/>\n<strong><a href=\"https:\/\/sucupira-legado.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.xhtml?popup=true&amp;id_trabalho=16052355\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Coopera\u00e7\u00e3o internacional brasileira e transfer\u00eancia de pol\u00edtica em seguran\u00e7a alimentar: o caso da Guatemala<\/a><\/strong><br \/>\n<strong>Defesa<\/strong>: 15\/03\/2024<\/p>\n<p><strong>Banca<\/strong>: Renato Maluf (Orientador \/ CPDA\/UFRRJ), Karina Kato (CPDA\/UFRRJ) e Nathalie Beghin (USP).<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: A quest\u00e3o alimentar \u00e9 objeto de preocupa\u00e7\u00e3o e foco central de iniciativas para sua solu\u00e7\u00e3o em diversos n\u00edveis \u2013 global, regional, nacional e local \u2013 em uma rela\u00e7\u00e3o de interdepend\u00eancia, sendo a transfer\u00eancia de pol\u00edticas p\u00fablicas entre Estados, organiza\u00e7\u00f5es internacionais e organiza\u00e7\u00f5es da sociedade civil um dos resultados dessa intera\u00e7\u00e3o. Nesse sentido, a nossa pesquisa realiza um estudo de caso sobre o Projeto de Apoio \u00e0s Estrat\u00e9gias Nacionais e Sub-regionais de Seguran\u00e7a Alimentar e Nutricional (SAN) e de Supera\u00e7\u00e3o da Pobreza nos pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina e Caribe (GCP-RLA-193-BRA), uma iniciativa de assist\u00eancia t\u00e9cnica no \u00e2mbito da coopera\u00e7\u00e3o internacional para o desenvolvimento entre o Brasil, a Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para Alimenta\u00e7\u00e3o e Agricultura (FAO) e pa\u00edses e inst\u00e2ncias regionais da Am\u00e9rica Latina e Caribe. Por meio da revis\u00e3o bibliogr\u00e1fica, an\u00e1lise de documentos oficiais e entrevistas, as iniciativas do projeto foram analisadas \u00e0 luz da literatura de transfer\u00eancia de pol\u00edticas p\u00fablicas. Por meio de uma perspectiva comparada, o trabalho se voltou para as a\u00e7\u00f5es de fortalecimento de espa\u00e7os de di\u00e1logo com a sociedade civil na Guatemala, um dos pa\u00edses parceiros do Projeto, tendo como refer\u00eancia a experi\u00eancia brasileira com o CONSEA. Ao considerar conjunturas e fatores inerentes ao processo de deslocamento de pol\u00edticas, programas e princ\u00edpios que conformam a governan\u00e7a de SAN no Brasil para outro ordenamento pol\u00edtico-administrativo por meio da coopera\u00e7\u00e3o internacional, nosso trabalho contribui com o desenvolvimento da literatura sobre transfer\u00eancia de pol\u00edticas sob a perspectiva da experi\u00eancia de pa\u00edses do Sul Global.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: Pol\u00edticas P\u00fablicas; Transfer\u00eancia; Seguran\u00e7a Alimentar e Nutricional; Coopera\u00e7\u00e3o Internacional; Am\u00e9rica Latina e Caribe.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>DIEGO MARCOS BORGES GOMES DE SOUZA<\/strong><br \/>\n<strong><a href=\"https:\/\/sucupira-legado.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.xhtml?popup=true&amp;id_trabalho=16054175\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">A trajet\u00f3ria dos agricultores familiares no Assentamento Benedito Alves Bandeira em Acar\u00e1, Par\u00e1 \u2013 tra\u00e7ando caminhos da restaura\u00e7\u00e3o e da coletividade na Amaz\u00f4nia paraense<\/a><\/strong><br \/>\n<strong>Defesa<\/strong>: 15\/05\/2024<\/p>\n<p><strong>Banca<\/strong>: Thereza Cristina Cardoso Menezes (Orientadora \/ CPDA\/UFRRJ), Claudia Job Schmitt (CPDA\/UFRRJ) e Cloves Farias Pereira (UFAM).<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: Este trabalho compete identificar os processos de tomadas de decis\u00f5es individuais e coletivas referentes \u00e0s trajet\u00f3rias dos agricultores familiares da associa\u00e7\u00e3o dos pequenos produtores do Assentamento Benedito Alves Bandeira (APRABAB). A maioria dos agricultores tem origem no munic\u00edpio de Bujaru, e articulam-se em grupos coletivos que t\u00eam origem nas comunidades eclesiais de base do munic\u00edpio. A reconstru\u00e7\u00e3o das mem\u00f3rias e acontecimentos no assentamento, demonstram aproxima\u00e7\u00f5es com institui\u00e7\u00f5es de ensino e apoio \u00e0 agroecologia e desde meados de 2002, foram parte chave para mudan\u00e7as de perspectivas de desenvolvimento socioprodutivos. A reconstru\u00e7\u00e3o das trajet\u00f3rias nos mostra que os processos de transi\u00e7\u00e3o para pr\u00e1ticas ecol\u00f3gicas e a constru\u00e7\u00e3o de sistemas agroflorestais se deu como um desafio no estabelecimento das perspectivas produtivas dos assentados. A chegada do projeto PROSAF (Projeto de Restaura\u00e7\u00e3o Florestal atrav\u00e9s de Sistemas Agroflorestais) com a demonstra\u00e7\u00e3o de modelos de sistemas agroflorestais mobilizaram perspectivas e influenciaram modos produtivos entre os associados. A forte presen\u00e7a das organiza\u00e7\u00f5es coletivas foi partes cruciais dos processos de tomadas de decis\u00f5es estabelecidos no ambiente de cada unidade familiar, a forte hist\u00f3ria de resist\u00eancia, luta e engajamento perante a luta por justi\u00e7a social, marca pontos de refer\u00eancias nos agentes sociais e lideran\u00e7as do assentamento e nas tomadas de decis\u00f5es perante as perspectivas produtivas. O estabelecimento de encontros em espa\u00e7os coletivos, constru\u00e7\u00f5es coletivas de sistemas agroflorestais, assim como a forte resist\u00eancia ao avan\u00e7o tecnol\u00f3gico do dend\u00ea, foram pontos comuns nas diversas trajet\u00f3rias e hist\u00f3ria de vidas relatadas entre os assentados. A organiza\u00e7\u00e3o coletiva e individual de cada indiv\u00edduo representa as diversas possibilidades por buscas resilientes de estrat\u00e9gias produtivas frente \u00e0s autonomias de gest\u00e3o ecol\u00f3gicas dos sistemas produtivos e a mem\u00f3ria biocultural das comunidades tradicionais.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: Agricultura Familiar, Amaz\u00f4nia, Restaura\u00e7\u00e3o Florestal, Assentamento.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>NATASHA GOMES DA SILVA<\/strong><br \/>\n<strong><a href=\"https:\/\/sucupira-legado.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.xhtml?popup=true&amp;id_trabalho=16057201\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">F\u00e9, servi\u00e7o e presen\u00e7a: a Comiss\u00e3o Pastoral da Terra em Nova Igua\u00e7u, Rio de Janeiro<\/a><\/strong><br \/>\n<strong>Defesa<\/strong>: 01\/07\/2024<\/p>\n<p><strong>Banca<\/strong>: Leonilde Servolo de Medeiros (Orientadora \/ CPDA\/UFRRJ), Debora Lerrer (CPDA\/UFRRJ), Fl\u00e1via Braga Vieira (UFRRJ) e Marco Antonio dos Santos Teixeira (Universidade de Heidelberg).<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: A disserta\u00e7\u00e3o objetiva analisar as condi\u00e7\u00f5es da cria\u00e7\u00e3o da Comiss\u00e3o Pastoral da Terra (CPT) no Brasil, com \u00eanfase munic\u00edpio de Nova Igua\u00e7u, estado do Rio de Janeiro, em meados da d\u00e9cada de 1970, e compreender as formas de sua atua\u00e7\u00e3o e as condi\u00e7\u00f5es de sua continuidade. Objetivamos analisar as mudan\u00e7as ocorridas no seio da Igreja Cat\u00f3lica a partir das orienta\u00e7\u00f5es propostas pelo Conc\u00edlio Vaticano II e as Confer\u00eancias Gerais Episcopais Latino-americanas e de seus impactos no Brasil, que possibilitaram que organismos como a CPT pudessem ser criados e ganhassem um papel importante junto aos movimentos sociais rurais. Para alcan\u00e7ar nossos objetivos, buscamos, por meio de an\u00e1lise documental e da bibliografia existente, recompor a hist\u00f3ria de tr\u00eas ocupa\u00e7\u00f5es de terra em que a Comiss\u00e3o Pastoral da Terra esteve ativamente engajada no munic\u00edpio de Nova Igua\u00e7u: Mutir\u00e3o Parque Estoril, Mutir\u00e3o Nova Aurora e Campo Alegre.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: Comiss\u00e3o Pastoral da Terra; Movimentos Sociais; Igreja Cat\u00f3lica; Media\u00e7\u00e3o Pol\u00edtica; Rio de Janeiro.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>OTTO ARTHUR MATHEUS SANTOS DE SOUSA<\/strong><br \/>\n<strong><a href=\"https:\/\/sucupira-legado.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.xhtml?popup=true&amp;id_trabalho=16058937\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Mercantiliza\u00e7\u00e3o da poliniza\u00e7\u00e3o: um olhar multissituado sobre a poliniza\u00e7\u00e3o assistida por abelhas<\/a><\/strong><br \/>\n<strong>Defesa<\/strong>: 16\/07\/2024<\/p>\n<p><strong>Banca<\/strong>: Claudia Job Schmitt (Orientadora \/ CPDA\/UFRRJ), Thereza Cristina Cardoso Menezes (CPDA\/UFRRJ), John Wilkinson (CPDA\/UFRRJ) e \u00c9rika Toth Souza (UFRRJ).<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: Diante das r\u00e1pidas transforma\u00e7\u00f5es ambientais associadas ao Antropoceno, o decl\u00ednio dos polinizadores emerge como um sinal de alerta acerca das condi\u00e7\u00f5es ecol\u00f3gicas do presente. Com a simplifica\u00e7\u00e3o biol\u00f3gica e padroniza\u00e7\u00e3o das paisagens, a poliniza\u00e7\u00e3o tem se transformado cada vez mais em uma atividade econ\u00f4mica, ou seja, em um servi\u00e7o que deve ser organizado e ofertado pelos seres humanos e mediado pelo mercado. Nesse processo, as abelhas passam a ser incorporadas a arranjos mercantis voltados \u00e0 presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os de poliniza\u00e7\u00e3o assistida. Colmeias s\u00e3o transportadas e instaladas em \u00e1reas agr\u00edcolas, percorrendo por vezes longas dist\u00e2ncias, de forma a suprir as demandas de poliniza\u00e7\u00e3o vinculadas, sobretudo, \u00e0s grandes monoculturas empresariais. . Estabelecendo a poliniza\u00e7\u00e3o assistida como um elemento mediador das rela\u00e7\u00f5es entre abelhas, humanos e a paisagem, esta disserta\u00e7\u00e3o tem como objetivo investigar as conex\u00f5es que se estabelecem entre abelhas e humanos em arranjos de mercado que buscam instrumentalizar o trabalho destes insetos na poliniza\u00e7\u00e3o de cultivos agroindustriais. Inspirado nas investiga\u00e7\u00f5es propostas por Anna Tsing, percorre-se assembleias em uma paisagem ampliada dos arranjos de poliniza\u00e7\u00e3o assistida. O trabalho busca conectar tr\u00eas planos distintos de an\u00e1lise: (i) as rela\u00e7\u00f5es que se estabelecem entre a crise ecol\u00f3gica e o decl\u00ednio dos polinizadores e como elas t\u00eam sido interpretadas, tanto pelos cientistas, como pelos demais atores envolvidos no debate p\u00fablico; (ii) a estrutura\u00e7\u00e3o de um mercado de servi\u00e7os de poliniza\u00e7\u00e3o, originalmente nos Estados Unidos e, mais recentemente, no Brasil; (iii) as pr\u00e1ticas de poliniza\u00e7\u00e3o assistida presentes nas paisagens agr\u00edcolas formadas pelas grandes monoculturas de ma\u00e7\u00e3s, sendo a ma\u00e7\u00e3 uma das principais culturas onde a poliniza\u00e7\u00e3o assistida j\u00e1 \u00e9 uma realidade no Brasil. Para isso baseou-se em um esfor\u00e7o de revis\u00e3o de literatura, an\u00e1lise de documentos, sites e depoimentos online, entrevistas semiestruturadas com cientistas ligados \u00e0 biologia da poliniza\u00e7\u00e3o e com o respons\u00e1vel t\u00e9cnico de uma empresa de poliniza\u00e7\u00e3o assistida que ocupa uma posi\u00e7\u00e3o relevante na constru\u00e7\u00e3o do mercado de poliniza\u00e7\u00e3o no Brasil. A metodologia utilizada envolveu, ainda, observa\u00e7\u00e3o participante e entrevistas a campo, com t\u00e9cnicos, extensionistas e produtores rurais ligados \u00e0 cultura da ma\u00e7\u00e3 nos munic\u00edpios de Vacaria (RS) e S\u00e3o Joaquim (SC). Verificou-se que existem conex\u00f5es que possibilitam o surgimento da poliniza\u00e7\u00e3o assistida como um mercado, com ideias e pr\u00e1ticas que circulam atrav\u00e9s de diferentes escalas, envolvendo um conjunto heterog\u00eaneo de atores, formas de expertise e dispositivos. As l\u00f3gicas por vezes distintas, correndo em paralelo, muitas vezes se sobrep\u00f5em e se influenciam mutuamente na constru\u00e7\u00e3o dos arranjos deste mercado. Este argumento \u00e9 demonstrado principalmente atrav\u00e9s da an\u00e1lise das fric\u00e7\u00f5es estabelecidas entre as narrativas para constru\u00e7\u00e3o desse mercado, envolvendo discursos cient\u00edficos e iniciativas empresariais, o imagin\u00e1rio da plantation e a crise ecol\u00f3gica. Ressalta-se o fato que a orienta\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica radical e a objetifica\u00e7\u00e3o das abelhas, destituindo-as de um valor intr\u00ednseco, comp\u00f5em uma racionalidade que permite instrumentalizar o trabalho das abelhas. Atrelada a uma transforma\u00e7\u00e3o simb\u00f3lica, que reduz este inseto ao seu servi\u00e7o como polinizador, a mercantiliza\u00e7\u00e3o da poliniza\u00e7\u00e3o ganha forma nos sistemas de poliniza\u00e7\u00e3o assistida analisados.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: Abelhas; Crise dos Polinizadores; Poliniza\u00e7\u00e3o Assistida; Plantationoceno.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>BEATRIZ MENDON\u00c7A DA COSTA<\/strong><br \/>\n<strong><a href=\"https:\/\/sucupira-legado.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.xhtml?popup=true&amp;id_trabalho=16053822\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">O poder judici\u00e1rio e a contrarreforma agr\u00e1ria \u2013 concep\u00e7\u00f5es a partir do Assentamento PDS Osvaldo de Oliveira<\/a><\/strong><br \/>\n<strong>Defesa<\/strong>: 05\/11\/2024<\/p>\n<p><strong>Banca<\/strong>: Debora Lerrer (Orientadora \/ CPDA\/UFRRJ), Leonilde Servolo de Medeiros (CPDA\/UFRRJ), Iranilde de Oliveira Silva (UFRRJ) e Mariana Trotta Dallalana Quintans (UFRJ).<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: A pesquisa dedica-se a compreender de quais formas o Poder Judici\u00e1rio participa ativamente da pol\u00edtica de Contrarreforma agr\u00e1ria no Brasil. Parte-se da hip\u00f3tese de que, assim como o Poder Executivo e o Poder Legislativo, o Judici\u00e1rio tamb\u00e9m contribui para as pol\u00edticas de desmonte da reforma agr\u00e1ria no pa\u00eds, a partir de despejos e nega\u00e7\u00f5es de direitos coletivos fundamentados nas armadilhas do texto constitucional. As abordagens metodol\u00f3gicas configuram uma pesquisa qualitativa a partir do estudo de caso do Projeto de Desenvolvimento Sustent\u00e1vel Osvaldo de Oliveira, um assentamento ambientalmente diferenciado localizado na cidade de Maca\u00e9 no norte do estado do Rio de Janeiro. O territ\u00f3rio em quest\u00e3o tem sua posse e propriedade discutidas em processos judiciais desde 2009, nos quais o Judici\u00e1rio faz leituras e toma decis\u00f5es a partir de argumentos, majoritariamente, ambientais e relativos \u00e0 produ\u00e7\u00e3o, sem a devida aten\u00e7\u00e3o ao instituto da fun\u00e7\u00e3o social da terra. Essas categorias s\u00e3o discutidas, principalmente, na A\u00e7\u00e3o Civil P\u00fablica n\u00ba 0000773-11.2012.4.02.5116, com liga\u00e7\u00e3o ao debate possess\u00f3rio e conduzem, contraditoriamente, os argumentos favor\u00e1veis \u00e0 perman\u00eancia das fam\u00edlias no assentamento e os argumentos a favor da reintegra\u00e7\u00e3o de posse ao antigo propriet\u00e1rio.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: reforma agr\u00e1ria, Movimento Sem Terra (MST), poder judici\u00e1rio.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>BEATRIZ JEAN MAIA<\/strong><br \/>\n<strong><a href=\"https:\/\/sucupira-legado.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.xhtml?popup=true&amp;id_trabalho=16052802\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Oportunidades e entraves para a bioeconomia no Amazonas<\/a><\/strong><br \/>\n<strong>Defesa<\/strong>: 16\/12\/2024<\/p>\n<p><strong>Banca<\/strong>: Georges Flexor (Orientador \/ CPDA\/UFRRJ), Karina Kato (CPDA\/UFRRJ) e Andr\u00e9a Simone Rente Le\u00e3o (Ufopa).<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: A biodiversidade do estado do Amazonas \u00e9 um dos maiores patrim\u00f4nios naturais do mundo. Estima-se que cerca de 10% das esp\u00e9cies conhecidas no planeta estejam concentradas na Amaz\u00f4nia tornando-a uma das regi\u00f5es mais ricas em biodiversidade global. O estado do Amazonas det\u00e9m a maior por\u00e7\u00e3o da floresta amaz\u00f4nica dentre os estados que comp\u00f5em a Amaz\u00f4nia Legal. Com a vasta extens\u00e3o da Floresta Amaz\u00f4nica, o estado apresenta um potencial \u00fanico para transformar recursos naturais em produtos e servi\u00e7os inovadores e sustent\u00e1veis. A bioeconomia n\u00e3o apenas abre novas possibilidades de gera\u00e7\u00e3o de empregos e renda, como tamb\u00e9m promove a interioriza\u00e7\u00e3o do desenvolvimento econ\u00f4mico e valoriza saberes tradicionais das comunidades locais. A relev\u00e2ncia dessa abordagem vai al\u00e9m da economia local, pois responde \u00e0s crescentes demandas globais por solu\u00e7\u00f5es sustent\u00e1veis. Assim, a pesquisa busca responder \u00e0 quest\u00e3o central: \u201cQuais as oportunidades, as possibilidades e os entraves das atividades bioecon\u00f4micas no estado do Amazonas?\u201d. A disserta\u00e7\u00e3o est\u00e1 estruturada em tr\u00eas cap\u00edtulos principais, al\u00e9m da introdu\u00e7\u00e3o e conclus\u00e3o. No primeiro cap\u00edtulo, intitulado &#8220;Bioeconomia&#8221;, \u00e9 apresentado o conceito central do tema, com uma abordagem te\u00f3rica que explora suas caracter\u00edsticas, divis\u00f5es e relev\u00e2ncia no cen\u00e1rio global e local. A se\u00e7\u00e3o inicial define a bioeconomia e seus grupos de atividades, enquanto a segunda se\u00e7\u00e3o discute sua rela\u00e7\u00e3o com o desenvolvimento sustent\u00e1vel, destacando a import\u00e2ncia para o Brasil e, mais especificamente, para o estado do Amazonas. Este cap\u00edtulo fornece a base te\u00f3rica necess\u00e1ria para compreender como a bioeconomia pode ser uma estrat\u00e9gia transformadora para a regi\u00e3o.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: bioeconomia, desenvolvimento, Amazonas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>JONAS NUNES VIEIRA<\/strong><br \/>\n<strong><a href=\"https:\/\/sucupira-legado.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.xhtml?popup=true&amp;id_trabalho=16054714\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Habilidades Sociais e Organiza\u00e7\u00e3o Coletiva para Acesso ao Mercado: O Caso do Pavilh\u00e3o da Agricultura Familiar na CEASA RJ<\/a><\/strong><br \/>\n<strong>Defesa<\/strong>: 19\/12\/2024<\/p>\n<p><strong>Banca<\/strong>: Fabiano Escher (Orientador \/ CPDA\/UFRRJ), Cristiano Fonseca Monteiro (UFRGS) e Jaime Rodrigo da Silva Miranda (UFRRJ).<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: A Unidade Grande Rio da Centrais de Abastecimento do Estado do Rio de Janeiro S.A. \u2013 CEASA-RJ abriga o Pavilh\u00e3o 30, correspondente \u00e0 2000m\u00b2 destinados \u00e0 comercializa\u00e7\u00e3o de produtos com origem na agricultura familiar do estado do Rio de Janeiro. Sob administra\u00e7\u00e3o da UNACOOP &#8211; Uni\u00e3o das Associa\u00e7\u00f5es e Cooperativas dos Pequenos Produtores Rurais do Estado do Rio de Janeiro, o pavilh\u00e3o 30 \u2013 tamb\u00e9m conhecido como Pavilh\u00e3o da Agricultura Familiar &#8211; \u00e9 um territ\u00f3rio comercial da agricultura familiar fluminense, conquistado pela uni\u00e3o de associa\u00e7\u00f5es e cooperativas de pequenos produtores rurais. A trajet\u00f3ria da UNACOOP e a conforma\u00e7\u00e3o de sua atua\u00e7\u00e3o como elo entre associa\u00e7\u00f5es e cooperativas locais e as principais vias de escoamento da produ\u00e7\u00e3o \u2013 com destaque para o mercado institucional &#8211; ser\u00e3o analisadas no sentido de localizar esta organiza\u00e7\u00e3o no campo socioecon\u00f4mico no qual est\u00e1 inserida. Para que se possa descrever de que maneira o Pavilh\u00e3o 30 da CEASA-RJ \u00e9 respons\u00e1vel pela promo\u00e7\u00e3o de acesso ao mercado pela agricultura familiar do estado do Rio de Janeiro, pretendemos inicialmente localizar esta iniciativa no campo econ\u00f4mico em que est\u00e1 inserida, tendo em vista o objetivo de investigar as habilidades sociais da UNACOOP e seus agentes para abarcar interesses de suas integrantes e implementar estrat\u00e9gias de acesso ao mercado bem seus principais desdobramentos junto \u00e0 base produtiva estadual. Tomamos como refer\u00eancia conceitos da nova sociologia econ\u00f4mica de campo e de habilidades sociais e procuramos analisar o caso em estudo por meio de uma abordagem que pode ser descrita como neoinstitucionalista (FLIGSTEIN &amp; MACADAM 2012; POWELL &amp; BROMLEY, 2015). Nossa op\u00e7\u00e3o metodol\u00f3gica pelo estudo de caso, nos permite analisar de forma quali- quantitativa a institui\u00e7\u00e3o e seu contexto, uma vez que se definem mutuamente, sendo poss\u00edvel a compreens\u00e3o adequada das partes apenas pela observa\u00e7\u00e3o do todo (YIN, 1994).<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: Agricultura Familiar; UNACOOP &#8211; Uni\u00e3o das Associa\u00e7\u00f5es e Cooperativas dos Pequenos Produtores Rurais do Estado do Rio de Janeiro; CEASA-RJ &#8211; Unidade Grande Rio da Centrais de Abastecimento do Estado do Rio de Janeiro; Mercados; Abastecimento; Sociologia Econ\u00f4mica.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os trabalhos est\u00e3o colocados em ordem cronol\u00f3gica (data da defesa) e o texto completo pode ser acessado na Plataforma Sucupira <a class=\"read-more\" href=\"https:\/\/institucional.ufrrj.br\/portalcpda\/dissertacoes-mestrado-2024\/ \" >&#8230; <span class=\"font-italic\">leia mais <i class=\"fas fa-angle-right\"><\/i><\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":715,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"class_list":["post-25409","page","type-page","status-publish","hentry"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.2 - 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