{"id":24387,"date":"2023-04-28T11:38:22","date_gmt":"2023-04-28T14:38:22","guid":{"rendered":"https:\/\/institucional.ufrrj.br\/portalcpda\/?page_id=24387"},"modified":"2025-06-03T16:35:16","modified_gmt":"2025-06-03T19:35:16","slug":"dissertacoes-mestrado-2023","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/institucional.ufrrj.br\/portalcpda\/dissertacoes-mestrado-2023\/","title":{"rendered":"Disserta\u00e7\u00f5es Mestrado 2023"},"content":{"rendered":"<p>Os trabalhos est\u00e3o colocados em ordem cronol\u00f3gica (data da defesa) e o texto completo pode ser acessado na Plataforma Sucupira ao clicar em seus t\u00edtulos.<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>PAULA M\u00c1XIMO DE BARROS PINTO<\/strong><br \/>\n<strong><a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&amp;id_trabalho=13119096\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Assentamentos, titula\u00e7\u00e3o e mercado de terras: dimens\u00f5es da contrarreforma agr\u00e1ria no estado do Rio de Janeiro<\/a><br \/>\n<\/strong><strong>Defesa<\/strong>: 13\/04\/2023<\/p>\n<p><strong>Banca<\/strong>: Debora Franco Lerrer (Orientadora \/ CPDA\/UFRRJ), Leonilde Servolo de Medeiros (CPDA\/UFRRJ), Mariana Trotta Dallalana Quintans (UFRJ) e Paulo Roberto Raposo Alentejano (UERJ).<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: O presente trabalho tem como objetivo investigar a pol\u00edtica de titula\u00e7\u00e3o dos assentamentos de reforma agr\u00e1ria no estado do Rio de Janeiro, relacionando-os com os investimentos em infraestrutura e concess\u00e3o de cr\u00e9ditos de instala\u00e7\u00e3o. A investiga\u00e7\u00e3o parte do cen\u00e1rio de uma s\u00e9rie de iniciativas do poder p\u00fablico que direcionaram pol\u00edtica de reforma agr\u00e1ria \u00e0 titula\u00e7\u00e3o dos assentamentos por meio da transfer\u00eancia da propriedade da terra, cuja consequ\u00eancia \u00e9 o retorno dessas \u00e1reas ao mercado formal de terras. Em paralelo, foi realizado levantamento dos investimentos em infraestrutura e concess\u00e3o de cr\u00e9ditos de instala\u00e7\u00e3o nos assentamentos do estado, que era obriga\u00e7\u00e3o do Instituto Nacional de Coloniza\u00e7\u00e3o e Reforma Agr\u00e1ria (INCRA) permitindo, assim, an\u00e1lise das condi\u00e7\u00f5es sob as quais as \u00e1reas s\u00e3o devolvidas ao mercado de terras. Por fim, pretende-se demonstrar que a orienta\u00e7\u00e3o da pol\u00edtica no sentido de privilegiar a entrega de t\u00edtulos de propriedade, somada \u00e0 baixa execu\u00e7\u00e3o por parte do INCRA dos investimentos em infraestrutura nos assentamentos e \u00e0 baixa concess\u00e3o de cr\u00e9ditos instala\u00e7\u00e3o \u00e0s fam\u00edlias, devolve os assentamentos ao mercado de terras sem que sejam garantidas as condi\u00e7\u00f5es de perman\u00eancia das fam\u00edlias, tornando-as mais vulner\u00e1veis \u00e0s press\u00f5es do mercado.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: reforma agr\u00e1ria; assentamentos; titula\u00e7\u00e3o; regulariza\u00e7\u00e3o fundi\u00e1ria; mercado de terras.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>VICTORIA BATISTELA SILVA RODRIGUES<\/strong><br \/>\n<a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&amp;id_trabalho=13105853\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>A incid\u00eancia da multiplicidade na experi\u00eancia zapatista: epistemologias, devires e mitos<\/strong><\/a><br \/>\n<strong>Defesa<\/strong>: 14\/04\/2023<\/p>\n<p><strong>Banca<\/strong>: Carmen Andriolli (Orientadora \/ CPDA\/UFRRJ), Antonadia Borges (CPDA\/UFRRJ), Graziela Dainese (UFF) e Victoria Darling (Unila).<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: Nesta disserta\u00e7\u00e3o, analiso os aportes zapatistas sobre \u201cconhecimento\u201d, \u201cidentidade\u201d e \u201crealidade\u201d e estabele\u00e7o uma interlocu\u00e7\u00e3o entre o entendimento destes sujeitos com o dos cientistas modernos cr\u00edticos, a fim de focalizar o ponto de vista compartilhado entre esses dois grupos produtores de conhecimento: a urg\u00eancia da refuta\u00e7\u00e3o capitalista e a refunda\u00e7\u00e3o radical dos paradigmas da sociedade. O objetivo geral do trabalho \u00e9 desvelar a incid\u00eancia da multiplicidade no modo relacional zapatista em v\u00e1rios n\u00edveis da vida: no escopo individual, com o meio, entre si, com agentes externos e com o conhecimento. Para tanto, o primeiro cap\u00edtulo contextualiza historicamente a luta zapatista e sua configura\u00e7\u00e3o organizativa. No segundo cap\u00edtulo, elaboro sobre a rela\u00e7\u00e3o do zapatismo com a ci\u00eancia moderna e com a sua ci\u00eancia, a fim de alcan\u00e7ar o funcionamento ideal da produ\u00e7\u00e3o de conhecimento segundo o grupo. O terceiro cap\u00edtulo analisa a incid\u00eancia da multiplicidade na vida zapatista por meio de elementos da ontologia e epistemologia do movimento. Nesta esteira, compreendi a coes\u00e3o entre o \u201cmito\u201d fundado no escopo epistemol\u00f3gico zapatista e as a\u00e7\u00f5es concretas do grupo em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 transforma\u00e7\u00e3o do mundo. Com isso, s\u00e3o objetos do quarto cap\u00edtulo a pot\u00eancia explicativa dos \u201cRelatos do Velho Ant\u00f4nio&#8221; e a pot\u00eancia extrapolativa dos \u201cContos do gato-perro\u201d, na medida em que ilustram e fundamentam a discuss\u00e3o desvelada ao longo dos cap\u00edtulos 1, 2 e 3. Como fontes de pesquisa, analisei livros zapatistas e documentos do Enlace Zapatista, que s\u00e3o publica\u00e7\u00f5es oficiais e p\u00fablicas escritas por alguns subcomandantes do movimento, livros de acad\u00eamicos que estudaram o movimento zapatista e teorias de autores modernos que s\u00e3o cont\u00edguas \u00e0s ideias zapatistas estudadas aqui. Para essa an\u00e1lise, adotei tr\u00eas t\u00e9cnicas de pesquisa: an\u00e1lise documental das fontes zapatistas, revis\u00e3o bibliogr\u00e1fica dos acad\u00eamicos que estudaram o movimento e an\u00e1lise do conhecimento zapatista \u00e0 luz dos conceitos da ci\u00eancia moderna.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: zapatismo; M\u00e9xico; mitologia amer\u00edndia; multiplicidade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>PEDRO BERRUEZO MARQUES<\/strong><br \/>\n<a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&amp;id_trabalho=13119198\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>Conflito fundi\u00e1rio e direito ao territ\u00f3rio: o caso dos cai\u00e7aras da Praia Grande da Caja\u00edba, Paraty-RJ<\/strong><\/a><br \/>\n<strong>Defesa<\/strong>: 14\/04\/2023<\/p>\n<p><strong>Banca<\/strong>: Thereza Cristina Cardoso Menezes (Orientadora \/ CPDA\/UFRRJ), Leonilde Servolo de Medeiros (CPDA\/UFRRJ) e Luiz Carlos de Oliveira Lopes (PUC-Rio).<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: Localizada na zona rural do munic\u00edpio de Paraty-RJ, mais precisamente na Pen\u00ednsula da Juatinga, a Praia Grande da Caja\u00edba \u00e9 uma das muitas comunidades cai\u00e7aras da regi\u00e3o sul fluminense. Inserida atualmente em uma regi\u00e3o formada por um mosaico de unidades de conserva\u00e7\u00e3o, a comunidade assistiu ao acelerado \u00eaxodo de seus integrantes, consequ\u00eancia de um intenso conflito territorial relacionado \u00e0 aquisi\u00e7\u00e3o ilegal de terras. Das cerca de vinte e cinco fam\u00edlias que possu\u00edam resid\u00eancia na comunidade em meados dos anos 2000, apenas duas ainda permanecem no local e resistem \u00e0s tentativas de compras das posses e demais estrat\u00e9gias de expropria\u00e7\u00e3o. A presente pesquisa pretende identificar os principais atores e agentes envolvidos na din\u00e2mica territorial, ressaltando que uma compreens\u00e3o mais aprofundada de tal fen\u00f4meno exige ultrapassar as a\u00e7\u00f5es da d\u00edade \u201ccomunidade X grileiro\u201d, mas situar a a\u00e7\u00e3o e os efeitos sociais da uma complexa rede de atores e institucionalidades que incide sobre as comunidades cai\u00e7aras como as unidades de conserva\u00e7\u00e3o, movimentos sociais e, especialmente, empreendedores da esfera do turismo aliado ao capital imobili\u00e1rio e seus representantes.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: conflitos fundi\u00e1rios; expropria\u00e7\u00e3o de terras; povos e comunidades tradicionais; direito ao territ\u00f3rio; cai\u00e7aras.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>LUANA PATRINIERI TABOSA<\/strong><br \/>\n<a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&amp;id_trabalho=13146613\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>A Japu\u00edba \u00e9 nossa \u2013 da forma\u00e7\u00e3o do conflito \u00e0 constru\u00e7\u00e3o de um bairro (1950-1980)<\/strong><\/a><br \/>\n<strong>Defesa<\/strong>: 18\/04\/2023<\/p>\n<p><strong>Banca<\/strong>: Leonilde Servolo de Medeiros (Orientadora \/ CPDA\/UFRRJ), Debora Lerrer (CPDA\/UFRRJ), Carmen Andriolli (CPDA\/UFRRJ) e Manoela da Silva Pedroza (UFRN)<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: Esta pesquisa tem por objetivo compreender o processo de forma\u00e7\u00e3o do bairro angrense Japu\u00edba, atrav\u00e9s das transforma\u00e7\u00f5es as quais a fazenda que deu origem ao bairro, sofreu, uma vez que a instala\u00e7\u00e3o de grandes projetos de investimento (GPIs) na cidade de Angra dos Reis, tornaram-se elementos que justificavam a constru\u00e7\u00e3o da BR-101, rodovia que corta o bairro Japu\u00edba. Acredita-se que estrada federal Rio-Santos (BR-101) seja um dos GPIs que mais incidiram impactos sobre a forma\u00e7\u00e3o da Japu\u00edba como bairro, pois um empreendimento desta magnitude gera diferentes estratos sociais e conflitos de territ\u00f3rio por onde ela corta. Desta maneira, busca-se investigar os conflitos travados na fazenda, atrav\u00e9s de um resgate a mem\u00f3ria e as lutas das popula\u00e7\u00f5es origin\u00e1rias desta regi\u00e3o.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: desenvolvimento territorial, conflito de terra, moradia, Angra dos Reis.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>FILIPE DA CUNHA MOSQUEIRA<\/strong><br \/>\n<a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&amp;id_trabalho=13721150\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>Mudan\u00e7as e perman\u00eancias nos h\u00e1bitos alimentares de fam\u00edlias agr\u00edcolas do munic\u00edpio de Teres\u00f3polis\/ RJ \u2013 pap\u00e9is da pluriatividade e da produ\u00e7\u00e3o para autoconsumo<\/strong><\/a><br \/>\n<strong>Defesa<\/strong>: 25\/04\/2023<\/p>\n<p><strong>Banca<\/strong>: Renato Maluf (Orientador \/ CPDA\/UFRRJ), Maria Jos\u00e9 Carneiro (CPDA\/UFRRJ) e Silvia Aparecida Zimmermann (Unila)<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: O presente trabalho de mestrado tem por objetivo estudar as mudan\u00e7as e perman\u00eancias que v\u00eam ocorrendo no h\u00e1bito alimentar de fam\u00edlias agr\u00edcolas de S\u00e3o Pedro da Serra \u2013 Nova Friburgo\/ RJ, em um contexto de transforma\u00e7\u00e3o do meio rural, por influ\u00eancia da cultura urbano-industrial, que no caso \u00e9 a metr\u00f3pole do Rio de Janeiro. Para entender e buscar identificar tais transforma\u00e7\u00f5es, ser\u00e3o analisados os pap\u00e9is da pluriatividade e da produ\u00e7\u00e3o para autoconsumo na promo\u00e7\u00e3o de tais mudan\u00e7as. Entende-se que tais conceitos, bastante presentes na realidade socioecon\u00f4mica na agricultura familiar de Nova Friburgo\/ RJ (CARNEIRO; ROCHA, 2009), podem ser fatores importantes para promo\u00e7\u00e3o de mudan\u00e7a de h\u00e1bitos, incluindo os ligados \u00e0 comensalidade. Portanto, fundamentais para indicar a rela\u00e7\u00e3o da comunidade agr\u00edcola de S\u00e3o Pedro da Serra com os alimentos. Os dados que possibilitaram tais an\u00e1lises foram produzidos, majoritariamente por meio da aplica\u00e7\u00e3o de um roteiro de entrevista, junto \u00e0 atores chave estrat\u00e9gicos. A escolha desses atores foi definida mediante articula\u00e7\u00e3o realizada junto a Associa\u00e7\u00e3o de Agricultores de S\u00e3o Pedro da Serra e Adjac\u00eancias. Espera-se, ao final desta empreitada, conhecer as influ\u00eancias que a cultura urbano-industrial vem causando na comensalidade de fam\u00edlias agr\u00edcolas.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: Cidade x Campo, Fam\u00edlia Agr\u00edcola, H\u00e1bito Alimentar, Autoconsumo, Pluriatividade, Seguran\u00e7a Alimentar e Nutricional.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>ALICE LAMOUNIER MARQUES<\/strong><br \/>\n<a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&amp;id_trabalho=13721172\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>Novo Regime Clim\u00e1tico, conhecimento e Covid: interfaces de um novo tempo<\/strong><\/a><br \/>\n<strong>Defesa<\/strong>: 19\/05\/2023<\/p>\n<p><strong>Banca<\/strong>: Carmen Andriolli (Orientadora \/ CPDA\/UFRRJ), Fabrina Furtado (CPDA\/UFRRJ), Jean Segata e Marcelo Firpo de Souza Porto<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: Esta disserta\u00e7\u00e3o foi realizada no contexto da pandemia por COVID-19 e, ensejada pelo contexto, se prop\u00f5e a analisar de que maneira elementos at\u00e9 ent\u00e3o compreendidos teoricamente como pertencentes \u00e0 natureza e \u00e0 cultura tem sofrido, especialmente nos \u00faltimos anos, uma imbrica\u00e7\u00e3o cada vez mais indiscern\u00edvel a n\u00edvel dos fen\u00f4menos ambientais, de modo a poderem ser alocados como elementos mistos-h\u00edbridos. Prop\u00f5e, a partir dessa discuss\u00e3o, verificar de que maneira as vulnerabilidades sociossanit\u00e1rias das popula\u00e7\u00f5es, tendo como recorte os dados epidemiol\u00f3gicos produzidos sobre o Brasil na pandemia de covid, s\u00e3o uma oportunidade para entender o contexto das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e sua chave em rela\u00e7\u00e3o do conceito Antropoceno\/ Novo Regime Clim\u00e1tico, a fim de localizar a discuss\u00e3o \u2013 suas controv\u00e9rsias e disputas te\u00f3rico-metodol\u00f3gicas \u2013 no contexto ambiental global contempor\u00e2neo.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: Antropoceno\/Novo Regime Clim\u00e1tico, Vulnerabilidades sanit\u00e1rias, Covid-19, Natureza e sociedade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>ANA CAROLINA GASPAR ESPINDOLA<\/strong><br \/>\n<a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&amp;id_trabalho=13721194\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>Experi\u00eancias afetivo-sexuais das jovens do Movimento de Mulheres Camponesas<\/strong><\/a><br \/>\n<strong>Defesa<\/strong>: 19\/05\/2023<\/p>\n<p><strong>Banca<\/strong>: Elisa Guaran\u00e1 de Castro (Orientadora \/ CPDA\/UFRRJ), Graziele Cristina Dainese de Lima e Vanda Aparecida da Silva<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: A sexualidade mostra-se como um tema perif\u00e9rico dentro dos estudos sobre juventude rural, que geralmente n\u00e3o levam em considera\u00e7\u00e3o a import\u00e2ncia desta dimens\u00e3o para as din\u00e2micas tanto individuais quanto coletivas. Diante disso, partindo da ideia de que a sexualidade abarca uma multiplicidade de viv\u00eancias e que est\u00e1 intimamente ligada com os aspectos socioculturais, esta disserta\u00e7\u00e3o tem como objetivo analisar as experi\u00eancias afetivo-sexuais vividas por jovens militantes do Movimento de Mulheres Camponesas (MMC). Utilizando as metodologias de an\u00e1lise documental e entrevista semiestruturada, investigamos como sexualidade \u00e9 trabalhada nos materiais informativos do MMC e como atravessam as vidas pessoais das jovens militantes, observando as converg\u00eancias e as disputas que esses temas podem gerar. Al\u00e9m disso, foi poss\u00edvel comparar suas experi\u00eancias com pesquisas anteriores que abordam os temas juventude rural e sexualidade.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: Sexualidade; Juventude Rural; Movimento de Mulheres Camponesas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>MARIANA CYRIACO BARBOSA<\/strong><br \/>\n<a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&amp;id_trabalho=13754699\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>Sustentabilidade e governan\u00e7a na cadeia global de valor do suco de laranja<\/strong><\/a><br \/>\n<strong>Defesa<\/strong>: 07\/07\/2023<\/p>\n<p><strong>Banca<\/strong>: Georges Flexor (Orientador \/ CPDA\/UFRRJ), Fabiano Escher (CPDA\/UFRRJ) e Zina Angelica Caceres Benavides<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: Esta pesquisa apresenta uma an\u00e1lise da cadeia global de valor do suco de laranja brasileiro, com foco na sustentabilidade. Embora haja um discurso por parte do setor sobre o car\u00e1ter sustent\u00e1vel do mesmo, organiza\u00e7\u00f5es de vigil\u00e2ncia denunciam, constantemente, problemas sociais e ambientais nesta cadeia produtiva. Em paralelo, o consumo de suco de laranja encontra-se em queda em seu principal mercado, a Europa. A sustentabilidade \u00e9 essencial para a retomada do crescimento, devido \u00e0s exig\u00eancias dos consumidores europeus e aos requisitos de devida dilig\u00eancia cada vez mais rigorosos impostos pela Uni\u00e3o Europeia. O principal objetivo desta pesquisa \u00e9 investigar se existe uma agenda convergente de sustentabilidade para o setor de suco de laranja. Para responder a esta pergunta, foram analisadas as agendas de sustentabilidade dos diferentes atores da cadeia, incluindo produtores, empresas processadoras e empresas comercializadoras, utilizando como fonte a revis\u00e3o de dados secund\u00e1rios e prim\u00e1rios, publicados em relat\u00f3rios, p\u00e1ginas de internet e artigos p\u00fablicos. A pesquisa utiliza o referencial te\u00f3rico das Cadeias Globais de Valor (GVCs), especialmente em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 governan\u00e7a e rela\u00e7\u00f5es de poder, com o objetivo de entender quais temas de sustentabilidade se propagam por toda a cadeia e quais s\u00e3o restritos a um grupo espec\u00edfico de atores. Os resultados preliminares indicam que existe uma agenda de sustentabilidade convergente para o setor, com t\u00f3picos relacionados a direitos humanos, condi\u00e7\u00f5es de trabalho, uso de agrot\u00f3xicos, biodiversidade, gest\u00e3o da fazenda, rastreabilidade e relacionamento com a comunidade. As certifica\u00e7\u00f5es desempenham um papel importante na unifica\u00e7\u00e3o dessa agenda, embora ainda representem uma pequena parte dos volumes da cadeia. Outros t\u00f3picos, como como renda digna e sal\u00e1rio de bem-estar, s\u00e3o negligenciados por certos grupos atores. Como limita\u00e7\u00e3o da pesquisa, quest\u00f5es relacionadas \u00e0 implementa\u00e7\u00e3o da agenda n\u00e3o s\u00e3o cobertas nesse estudo.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: Cadeias Globais de Valor; Sustentabilidade; Suco de Laranja; Commodities agr\u00edcolas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>VICTOR MARCHESIN CORREA<\/strong><br \/>\n<a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&amp;id_trabalho=13754701\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>O BNDES e a expans\u00e3o canavieira para o Centro-Oeste: uma an\u00e1lise do papel do cr\u00e9dito p\u00fablico na din\u00e2mica territorial da cana-de-a\u00e7\u00facar<\/strong><\/a><br \/>\n<strong>Defesa<\/strong>: 04\/08\/2023<\/p>\n<p><strong>Banca<\/strong>: Sergio Leite (Orientador \/ CPDA\/UFRRJ), John Wilkinson (CPDA\/UFRRJ) e Rodrigo Constante Martins<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: O objetivo desta pesquisa foi analisar o papel do BNDES na expans\u00e3o canavieira para o centro-oeste brasileiro entre os anos 2003 e 2020, abarcando o mais recente ciclo expansionista do setor, que se estabelece com o advento dos motores flexfuel em 2003. Entendendo a relev\u00e2ncia do Estado brasileiro para a determina\u00e7\u00e3o da din\u00e2mica econ\u00f4mica e territorial da cana-de-a\u00e7\u00facar, estabelecemos como hip\u00f3tese que o BNDES foi um ator fundamental para a expans\u00e3o territorial da cana-de-a\u00e7\u00facar, conduzindo-a a partir de uma pol\u00edtica ativa e fornecendo os recursos necess\u00e1rios ao investimento. Foram analisados dados referentes \u00e0s opera\u00e7\u00f5es de cr\u00e9dito do BNDES para o setor nas UFs de Goi\u00e1s, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso atrav\u00e9s de estat\u00edstica descritiva, de acordo com o recorte temporal estabelecido. Tamb\u00e9m foi feita a an\u00e1lise de todas as publica\u00e7\u00f5es dos peri\u00f3dicos Revista BNDES e BNDES Setorial que tivessem o setor sucroenerg\u00e9tico como objeto desde os 2000, realizando sua an\u00e1lise de conte\u00fado. Buscou-se inserir o tema dentro do debate acerca das determina\u00e7\u00f5es pol\u00edticas e sociais da din\u00e2mica econ\u00f4mica, em especial em rela\u00e7\u00e3o ao papel do Estado, atrav\u00e9s da mobiliza\u00e7\u00e3o de um paradigma institucionalista que proporcionou uma abordagem multidisciplinar capaz de integrar contribui\u00e7\u00f5es da Sociologia Econ\u00f4mica, Ci\u00eancia Pol\u00edtica e Economia. Os resultados confirmaram apenas parcialmente a hip\u00f3tese proposta, demonstrando que o BNDES foi fundamental para a viabiliza\u00e7\u00e3o dos investimentos que propiciaram a expans\u00e3o canavieira para o Centro-Oeste, especialmente em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 constru\u00e7\u00e3o e amplia\u00e7\u00e3o de instala\u00e7\u00f5es industriais, contudo, a falta de converg\u00eancia entre as pol\u00edticas setoriais e territoriais do banco o impediu de ocupar um papel ativamente disciplinador do processo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>ONALDO LUIS BRANCANTE MACHADO FILHO<\/strong><br \/>\n<strong><a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/observatorio\/detalhamento\/teses-e-dissertacoes\/37687198?search=ONALDO+LUIS+BRANCANTE+MACHADO+FILHO&amp;size=20&amp;page=0\">Cozinhar \u00e9 um ato pol\u00edtico? O cozinhar dom\u00e9stico como ativismo alimentar<\/a><br \/>\n<span style=\"color: #ff0000\">Men\u00e7\u00e3o Honrosa no Pr\u00eamio UFRRJ 2024 de Teses e Disserta\u00e7\u00f5es<\/span><\/strong><br \/>\n<strong><span style=\"color: #ff0000\">Indicada pelo CPDA para concorrer ao pr\u00eamio ANPOCS 2024 de Teses e Disserta\u00e7\u00f5es<\/span><br \/>\nDefesa<\/strong>: 10\/10\/2023<\/p>\n<p><strong>Banca<\/strong>: Fatima Portilho (Orientadora &#8211; CPDA\/UFRRJ), Maycon Noremberg Schubert (Coorientador &#8211; PPGS e PGDR\/UFRGS), Livia Barbosa (Puc-Rio) e Felipe da Luz Colom\u00e9 (CPDA\/UFRRJ).<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: Esta disserta\u00e7\u00e3o analisa de que forma a politiza\u00e7\u00e3o da alimenta\u00e7\u00e3o, no contexto do ativismo alimentar, se traduz em mudan\u00e7as nas pr\u00e1ticas do cozinhar dom\u00e9stico. Frente ao discurso de que \u201ccozinhar \u00e9 um ato pol\u00edtico\u201d, promovido por ativistas com a inten\u00e7\u00e3o de politizar as pr\u00e1ticas alimentares e, especificamente, o cozinhar, a pesquisa discute como o processo de politiza\u00e7\u00e3o gera transforma\u00e7\u00f5es em torno desta pr\u00e1tica, bem como as disputas, limita\u00e7\u00f5es e ambiguidades deste processo. Para tanto, foi mobilizada a literatura sobre consumo pol\u00edtico, ativismo alimentar e Teoria das Pr\u00e1ticas. Ao considerar o cozinhar como uma pr\u00e1tica social, a pesquisa tem por objetivos: (a) identificar quais estrat\u00e9gias do consumo pol\u00edtico s\u00e3o mobilizadas por ativistas alimentares no conjunto arranjado de pr\u00e1ticas associadas ao cozinhar; (b) investigar como os elementos que constituem a pr\u00e1tica do cozinhar e as rela\u00e7\u00f5es entre os mesmos v\u00eam sendo afetados pelos processos de politiza\u00e7\u00e3o; (c) compreender de quais maneiras os ativistas alimentares contribuem e se relacionam com conven\u00e7\u00f5es de normalidade em torno do cozinhar politizado &#8220;apropriado&#8221; e, ainda, (d) mapear as poss\u00edveis mudan\u00e7as na temporalidade do cozinhar que emergem deste processo. Com o intuito de atingir os objetivos propostos, foi realizada uma Revis\u00e3o Bibliogr\u00e1fica Sistem\u00e1tica e um trabalho de campo qualitativo, por meio de entrevistas semiestruturadas, observa\u00e7\u00e3o participante e question\u00e1rios, no qual o cozinhar dom\u00e9stico de ativistas alimentares foi o objeto sociol\u00f3gico. Foram selecionados, como informantes, aqueles indiv\u00edduos que se identificassem enquanto ativistas alimentares, que vocalizassem discursos de politiza\u00e7\u00e3o do cozinhar e que fossem a principal pessoa a preparar as refei\u00e7\u00f5es semanais em seu n\u00facleo familiar. Os resultados apontam modifica\u00e7\u00f5es nos elementos que constituem o conjunto arranjado de pr\u00e1ticas em torno do cozinhar dom\u00e9stico, como as regras, os entendimentos, a estrutura teleoafetiva e os arranjos materiais. Foi proposta uma tipologia de quatro varia\u00e7\u00f5es do cozinhar politizado, a saber: (i) para difundir o cozinhar; (ii) para difundir o veganismo; (iii) por priorizar a origem dos ingredientes; e (iv) para reduzir o desperd\u00edcio. Essa tipologia foi elaborada a partir da uma an\u00e1lise praxiol\u00f3gica, na qual a pr\u00e1tica \u00e9 interpretada como uma propriedade emergente, n\u00e3o sendo um atributo individual, mas uma forma de engajamento social. Outras dimens\u00f5es s\u00e3o analisadas, tais como as a\u00e7\u00f5es de consumo pol\u00edtico, indicativos de constru\u00e7\u00e3o de normatividades em torno do cozinhar politizado e a temporalidade das pr\u00e1ticas alimentares de ativistas.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: Ativismo Alimentar; Consumo Pol\u00edtico; Cozinhar Dom\u00e9stico; Teoria das Pr\u00e1ticas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>HANNAH MACHADO CEPIK<\/strong><br \/>\n<a href=\"https:\/\/sucupira-legado.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.xhtml?popup=true&amp;id_trabalho=13889685\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>Fazer art\u00edstico Huni Kuin e antropoceno: a produ\u00e7\u00e3o do coletivo MAHKU<\/strong><\/a><br \/>\n<strong>Defesa<\/strong>: 06\/12\/2023<\/p>\n<p><strong>Banca<\/strong>: Carmen Andriolli (Orientadora \/ CPDA\/UFRRJ), Fabrina Furtado (CPDA\/UFRRJ) e Elizabeth de Paula Pissolato.<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: Nesta disserta\u00e7\u00e3o, meu objetivo geral \u00e9 analisar como um dos modos de express\u00e3o art\u00edstica do povo Huni Kuin, presente nas cria\u00e7\u00f5es de arte contempor\u00e2nea do Movimento dos Artistas Huni Kuin (MAHKU), constitui uma cosmopol\u00edtica alternativa para lidar com as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas no Antropoceno. Partindo da provoca\u00e7\u00e3o de Ailton Krenak em &#8220;Ideias para adiar o fim do mundo&#8221; (2019), busco explorar como a narrativa e a pr\u00e1tica art\u00edstica podem ser meios eficazes de mitigar os efeitos do capitalismo moderno e desafiar a ideia do ser humano como \u00fanico e superior em rela\u00e7\u00e3o a outros seres. Para atingir esse objetivo, emprego uma abordagem interdisciplinar que combina m\u00e9todos de pesquisa qualitativa, an\u00e1lise de arte contempor\u00e2nea, e estudos culturais. As t\u00e9cnicas de pesquisa que mobilizo s\u00e3o: revis\u00e3o bibliogr\u00e1fica, an\u00e1lise documental e observa\u00e7\u00e3o participante em uma visita \u00e0 exposi\u00e7\u00e3o do MAHKU, al\u00e9m de an\u00e1lises de obras de arte e manifesta\u00e7\u00f5es culturais Huni Kuin contempor\u00e2neas. Centro minha an\u00e1lise em conceitos e categorias emp\u00edricas que incluem est\u00e9tica ind\u00edgena, modos de viver ind\u00edgenas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 floresta e conhecimento xam\u00e2nico.<br \/>\nAl\u00e9m disso, exploro como as representa\u00e7\u00f5es hist\u00f3ricas dos ind\u00edgenas na sociedade n\u00e3o ind\u00edgena influenciam a maneira como eles se expressam e se relacionam com as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. Realizei a pesquisa junto aos membros do Movimento dos Artistas Huni Kuin (MAHKU) e a concentrei nas comunidades Huni Kuin da regi\u00e3o amaz\u00f4nica, onde a intera\u00e7\u00e3o entre a arte contempor\u00e2nea e a preserva\u00e7\u00e3o ambiental desempenha um papel fundamental. Os resultados da pesquisa indicam que a arte contempor\u00e2nea do MAHKU desempenha um papel importante na reconfigura\u00e7\u00e3o das percep\u00e7\u00f5es da sociedade em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 floresta e \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. Os Huni Kuin, conforme analisados a partir das perspectivas de Ailton Krenak, est\u00e3o contando hist\u00f3rias e moldando o futuro ancestral por meio de sua arte contempor\u00e2nea. Este trabalho sugere que abordagens art\u00edsticas e culturais t\u00eam o potencial de oferecer alternativas valiosas para enfrentar os desafios do Antropoceno.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: Arte Huni Kuin, MAHKU, Mudan\u00e7a Clim\u00e1tica, Amaz\u00f4nia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>DANILO AUGUSTO RICCO<\/strong><br \/>\n<a href=\"https:\/\/sucupira-legado.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.xhtml?popup=true&amp;id_trabalho=14174676\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>Manchas rubras em mares azuis: atividade baleeira e a incompatibilidade sob a l\u00f3gica do capital <\/strong><\/a><br \/>\n<strong>Defesa<\/strong>: 13\/12\/2023<\/p>\n<p><strong>Banca<\/strong>: Peter May (Orientador \/ CPDA\/UFRRJ), Fabrina Furtado (CPDA\/UFRRJ) e Eduardo S\u00e1 Barreto (UFF).<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: A presente disserta\u00e7\u00e3o tem como objetivo investigar a rela\u00e7\u00e3o entre a ca\u00e7a de baleias e a atividade comercial. Para este fim, partimos de uma an\u00e1lise marxista acerca da quest\u00e3o de recursos comuns, nos quais as popula\u00e7\u00f5es baleeiras se enquadram, e na sua mercantiliza\u00e7\u00e3o. Tendo esses dois pontos como momentos iniciais, esta disserta\u00e7\u00e3o se debru\u00e7a sobre os mais de 1000 anos de hist\u00f3ria da ca\u00e7a comercial de baleias, constatando que a l\u00f3gica do capital, antes mesmo da l\u00f3gica capitalista, j\u00e1 atuava de forma a superexplorar as popula\u00e7\u00f5es baleeiras. Assim sendo, parte-se ent\u00e3o para uma an\u00e1lise que visa entender como e o porqu\u00ea deste resultado. Fazendo uso de fontes hist\u00f3ricas, documentos de organiza\u00e7\u00f5es internacionais e artigos de jornais, se analisa o capital a partir de seus quatro pilares: crescimento e acumula\u00e7\u00e3o ilimitados, manuten\u00e7\u00e3o do consumo, rota\u00e7\u00e3o e desenvolvimento das for\u00e7as produtivas ou melhoria da efic\u00e1cia e da tecnologia. Demonstra-se ent\u00e3o como cada um operou ao longo da hist\u00f3ria na destrui\u00e7\u00e3o das popula\u00e7\u00f5es de cet\u00e1ceos. Por fim, tamb\u00e9m se analisa como a ideologia do capital operou sobre os trabalhadores baleeiros para que estes tamb\u00e9m contribu\u00edssem para a atividade superexplorat\u00f3ria das baleias.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: Ca\u00e7a de baleias; mercantiliza\u00e7\u00e3o da natureza; l\u00f3gica do capital; recursos comuns; recursos naturais marinhos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>REBECA ROSE DOS SANTOS LEANDRO<\/strong><br \/>\n<a href=\"https:\/\/sucupira-legado.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.xhtml?popup=true&amp;id_trabalho=14174709\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>Ativismo alimentar e os movimentos em torno das Plantas Aliment\u00edcias N\u00e3o Convencionais (PANC)<\/strong><\/a><br \/>\n<strong>Defesa<\/strong>: 18\/12\/2023<\/p>\n<p><strong>Banca<\/strong>: Fatima Portilho (Orientadora &#8211; CPDA\/UFRRJ), Annelise Caetano Fernandez (UFRRJ) e Michele Cristine Jacob (UFRN).<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: Esta pesquisa se prop\u00f4s a analisar o ativismo alimentar no Brasil contempor\u00e2neo, enfocando, especificamente, os movimentos em torno das Plantas Aliment\u00edcias n\u00e3o Convencionais (PANC). Tomamos como base te\u00f3rica a Sociologia da Alimenta\u00e7\u00e3o, em especial os estudos sobre ativismo alimentar, e os Estudos do Consumo. Atrav\u00e9s de uma busca na plataforma Instagram, da observa\u00e7\u00e3o participante em uma viv\u00eancia de campo e da entrevista com um ativista, foi realizado um mapeamento dos principais atores (pessoas e coletivos) envolvidos com as PANC, analisando, em seguida, seus objetivos, dilemas e ambiguidades, al\u00e9m dos debates e controv\u00e9rsias, especialmente no que se refere \u00e0 \u201cconvencionaliza\u00e7\u00e3o\u201d e ao uso do termo PANC. Analisamos, ainda, como estes movimentos lan\u00e7am m\u00e3o das estrat\u00e9gias de consumo pol\u00edtico e quais as pr\u00e1ticas defendidas pelos ativistas. Os dados encontrados nos levaram a caracterizar as principais formas de atua\u00e7\u00e3o (ativismo strito sensu, ativismo empreendedor e ativismo voltado para a divulga\u00e7\u00e3o e educa\u00e7\u00e3o ambiental) e propor uma tipologia inicial dos movimentos em torno das PANC (os que enfatizam temas est\u00e9ticos, os que enfatizam temas \u00e9ticos e os que se op\u00f5em ao acr\u00f4nimo PANC).<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: Sociologia da Alimenta\u00e7\u00e3o; Ativismo alimentar; Consumo pol\u00edtico; Plantas Aliment\u00edcias n\u00e3o Convencionais (PANC).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os trabalhos est\u00e3o colocados em ordem cronol\u00f3gica (data da defesa) e o texto completo pode ser acessado na Plataforma Sucupira <a class=\"read-more\" href=\"https:\/\/institucional.ufrrj.br\/portalcpda\/dissertacoes-mestrado-2023\/ \" >&#8230; <span class=\"font-italic\">leia mais <i class=\"fas fa-angle-right\"><\/i><\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":715,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"class_list":["post-24387","page","type-page","status-publish","hentry"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.2 - 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