{"id":21776,"date":"2021-08-31T16:26:10","date_gmt":"2021-08-31T19:26:10","guid":{"rendered":"http:\/\/institucional.ufrrj.br\/portalcpda\/?page_id=21776"},"modified":"2023-09-12T15:30:49","modified_gmt":"2023-09-12T18:30:49","slug":"teses-doutorado-2021","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/institucional.ufrrj.br\/portalcpda\/teses-doutorado-2021\/","title":{"rendered":"Teses Doutorado 2021"},"content":{"rendered":"<p>Os trabalhos est\u00e3o colocados em ordem cronol\u00f3gica (data da defesa) e podem ser acessados na plataforma Sucupira ao clicar em seus t\u00edtulos.<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>JULIANO LU\u00cdS PALM<\/strong><br \/>\n<strong><a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&amp;id_trabalho=11350011\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Processos de transi\u00e7\u00e3o agroecol\u00f3gica: ecologia de projetos \u2013 uma abordagem pragm\u00e1tica, sist\u00eamica e territorial na Regi\u00e3o Serrana Fluminense<\/a><br \/>\n<\/strong><strong>Defesa<\/strong>: 24\/02\/2021<\/p>\n<p><strong>Banca<\/strong>: Claudia Job Schmitt (CPDA\/UFRRJ \u2013 Orientador), Claire Lamnine (INRAE \u2013 Coorientadora), Maria Jos\u00e9 Teixeira Carneiro (CPDA\/UFRRJ), Annelise Caetano Fraga Fernandez (UFRRJ), Marcelo Firpo de Souza Porto (Fiocruz) e Paulo Andr\u00e9 Nierdele (UFRGS).<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: Ancorado em pesquisa com base emp\u00edrica na Regi\u00e3o Serrana Fluminense, especialmente nos munic\u00edpios de Nova Friburgo, Teres\u00f3polis e Petr\u00f3polis, o estudo busca analisar a diversidade de projetos de ambientaliza\u00e7\u00e3o da agricultura em curso nesse territ\u00f3rio, examinando seus desdobramentos ao longo do tempo e suas contribui\u00e7\u00f5es na promo\u00e7\u00e3o de processos de transi\u00e7\u00e3o agroecol\u00f3gica. Em termos te\u00f3rico-metodol\u00f3gicos, a tese se prop\u00f5e a enfrentar os desafios que emergem a partir do di\u00e1logo estabelecido entre uma abordagem sist\u00eamica, que busca pensar a transforma\u00e7\u00e3o dos sistemas produtivos sob um enfoque multidimensional e uma perspectiva pragm\u00e1tica, que toma como foco os atores, seus contextos, intera\u00e7\u00f5es e experi\u00eancias. Utilizando-se da no\u00e7\u00e3o de sistemas agri-alimentares territoriais, a pesquisa apresenta uma leitura longitudinal da configura\u00e7\u00e3o que se tornou predominante nesta por\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o agr\u00e1rio fluminense, bem como das iniciativas socioprodutivas que buscaram, em diferentes momentos no tempo, se contrapor \u00e0s formas de organiza\u00e7\u00e3o da agricultura implantadas na regi\u00e3o. O caminho percorrido por essas experi\u00eancias na cr\u00edtica \u00e0 chamada agricultura convencional \u00e9 analisado considerando tanto os projetos individuais e familiares, como a trajet\u00f3ria das organiza\u00e7\u00f5es sociais. Lan\u00e7ando m\u00e3o da no\u00e7\u00e3o de ecologia de projetos, a investiga\u00e7\u00e3o procurou compreender como as diferentes iniciativas de ambientaliza\u00e7\u00e3o da agricultura se desdobram no tempo e no espa\u00e7o, no esfor\u00e7o por ampliar suas margens de manobra nesses processos de transi\u00e7\u00e3o agroecol\u00f3gica territorialmente situados. Mobilizando abordagens te\u00f3ricas oriundas do campo da geografia, que buscam pensar os territ\u00f3rios sob uma perspectiva relacional, o trabalho procurou identificar, ao mesmo tempo, as conten\u00e7\u00f5es que estas formas dominantes de organiza\u00e7\u00e3o da agricultura e do sistema agri-alimentar imp\u00f5em aos processos de transi\u00e7\u00e3o agroecol\u00f3gica, condicionando a atua\u00e7\u00e3o tanto dos indiv\u00edduos como das organiza\u00e7\u00f5es. Especial aten\u00e7\u00e3o foi dedicada, tamb\u00e9m, \u00e0s intera\u00e7\u00f5es estabelecidas entre instrumentos de interven\u00e7\u00e3o governamental e as configura\u00e7\u00f5es assumidas pelo sistema agri-alimentar territorial. Observa-se, de um lado, a presen\u00e7a de programas e a\u00e7\u00f5es p\u00fablicas que acabam reproduzindo, em sua implanta\u00e7\u00e3o, os modos de organiza\u00e7\u00e3o caracter\u00edsticos da chamada agricultura convencional, como tamb\u00e9m a emerg\u00eancia de iniciativas governamentais, desenvolvidas, muitas vezes, em parceria com organiza\u00e7\u00f5es da sociedade civil, que buscam promover processos de ambientaliza\u00e7\u00e3o da agricultura compreendidas, aqui, como projetos institucionais. A metodologia adotada no desenvolvimento dessa pesquisa envolveu an\u00e1lise documental, entrevistas semiestruturadas voltadas \u00e0 reconstitui\u00e7\u00e3o das trajet\u00f3rias tanto de indiv\u00edduos como de organiza\u00e7\u00f5es e observa\u00e7\u00e3o participante. \u00c9 poss\u00edvel constatar, no decorrer dessa trajet\u00f3ria, a vitalidade do tecido vivo de rela\u00e7\u00f5es constitutivo dessas experi\u00eancias, com um aumento nas \u00faltimas d\u00e9cadas do n\u00famero de produtores org\u00e2nicos, uma crescente inser\u00e7\u00e3o desses agricultores em diferentes mercados, bem como uma coexist\u00eancia entre distintos projetos de transi\u00e7\u00e3o e modalidades de cr\u00edtica \u00e0 agricultura convencional, centradas, de um lado, no aprimoramento da qualidade org\u00e2nica e na venda de produtos atrav\u00e9s das grandes redes varejistas e, de outro, na certifica\u00e7\u00e3o participativa e na constru\u00e7\u00e3o de uma alian\u00e7a entre produtores e consumidores atrav\u00e9s de esquemas de comercializa\u00e7\u00e3o direta.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: transi\u00e7\u00e3o agroecol\u00f3gica; sistemas agri-alimentares territoriais; sociologia pragm\u00e1tica; ambientaliza\u00e7\u00e3o; agroecologia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>BRUNO COSTA DA FONSECA<\/strong><br \/>\n<strong><a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&amp;id_trabalho=11350098\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Quest\u00e3o Agr\u00e1ria em Jos\u00e9 de Souza Martins<\/a><br \/>\n<\/strong><strong>Defesa<\/strong>: 26\/02\/2021<\/p>\n<p><strong>Banca<\/strong>: Eli de Fatima Napole\u00e3o de Lima (CPDA\/UFRRJ \u2013 Orientador), Leonilde Servolo de Medeiros (CPDA\/UFRRJ), Regina Bruno (CPDA\/UFRRJ), Marcelo Leles Romarco de Oliveira Bruno Milanez (UFV), Dora Vianna Vasconcellos (UFRRJ) e Ricardo Jos\u00e9 de Azevedo Marinho (Unyleya Educacional &amp; Instituto Devecchi).<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: Este trabalho tem por escopo analisar parte da produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica do soci\u00f3logo Jos\u00e9 de Souza Martins, especialmente, no que se refere ao registro da Quest\u00e3o Agr\u00e1ria. Martins \u00e9 um dos principais autores do tema e suas publica\u00e7\u00f5es possuem forte influ\u00eancia sobre a sociologia rural e sobre o Pensamento Social Brasileiro como um todo. Inspirado pela dial\u00e9tica marxiana refinada de Henri Lefebvre o autor procura evidenciar as contradi\u00e7\u00f5es impostas pela expans\u00e3o do capitalismo no campo e toda complexidade que disso deriva. Assim, Martins v\u00ea no protagonismo dos trabalhadores rurais a chave para supera\u00e7\u00e3o das contradi\u00e7\u00f5es hist\u00f3ricas, ao passo que, a Igreja, seria a principal interpeladora desse processo haja vista que, ao contr\u00e1rio de outros mediadores, buscava atender as reais necessidade dos sujeitos do campo. N\u00e3o obstante, pelos idos da d\u00e9cada de 90, Martins se afasta da Igreja entendendo que esta passou a \u2018partidariza\u2019 a Quest\u00e3o Agr\u00e1ria e juntamente com o MST e o PT almejavam um projeto de revolu\u00e7\u00e3o aqu\u00e9m das necessidades imediatas dos trabalhadores rurais. Convergente com o projeto de Reforma Agr\u00e1ria do Governo de Fernando Henrique Cardoso, que visava retomar o controle da terra atrav\u00e9s da regulariza\u00e7\u00e3o fundi\u00e1ria, Martins critica a defec\u00e7\u00e3o de di\u00e1logo (a reboque de uma oposi\u00e7\u00e3o ideol\u00f3gica) e a demanda por uma reforma radical de setores da esquerda. Al\u00e9m disso, Martins se tornou um dos principais cr\u00edticos do Governo do PT logo no in\u00edcio dos anos dois mil, exaltando sua deteriora\u00e7\u00e3o face aos acordos pol\u00edticos firmado e a insufici\u00eancia para com as quest\u00f5es do campo.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: movimentos sociais; quest\u00e3o agr\u00e1ria; MST.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>ROSELI GON\u00c7ALVES DA ROCHA<\/strong><br \/>\n<strong><a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&amp;id_trabalho=11028867\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Produ\u00e7\u00e3o e reprodu\u00e7\u00e3o na agricultura familiar: o caso dos agricultores assentados no munic\u00edpio de Morrinhos (GO)<\/a><br \/>\n<\/strong><strong>Defesa<\/strong>: 11\/03\/2021<\/p>\n<p><strong>Banca<\/strong>: Renato Sergio Jamil Maluf (CPDA\/UFRRJ \u2013 Orientador), Marcio Carneiro dos Reis (UFSJ), Debora Franco Lerrer (CPDA\/UFRRJ), Karina Kato (CPDA\/UFRRJ), Karla Emmanuela Ribeiro Hora (UFG), Simone de Faria Narciso Shiki (UFSJ).<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: O avan\u00e7o das transforma\u00e7\u00f5es capitalistas no meio rural tem influenciado as condi\u00e7\u00f5es de manuten\u00e7\u00e3o e reprodu\u00e7\u00e3o da vida em escala global, colocando em evid\u00eancia as quest\u00f5es sociais, econ\u00f4micas, pol\u00edticas, culturais e os fen\u00f4menos sociais como pobreza, mis\u00e9ria e a fome. Essas mudan\u00e7as impactam diretamente no aumento da concentra\u00e7\u00e3o fundi\u00e1ria, desarticula\u00e7\u00e3o e desterritorializa\u00e7\u00e3o de agricultores, \u00eaxodo rural, pobreza no campo e na cidade, inseguran\u00e7a alimentar e nutricional, entre outros aspectos que mudaram as din\u00e2micas territoriais, motivando, ao longo dos anos, conflitos de interesses que variam de acordo com os contextos hist\u00f3ricos, atores sociais e pol\u00edticos. Como forma de apreender a trajet\u00f3ria de agricultores assentamentos da reforma agr\u00e1ria, este estudo se prop\u00f4s a analisar as estrat\u00e9gias de reprodu\u00e7\u00e3o socioecon\u00f4mica dos agricultores familiares de tr\u00eas assentamentos no munic\u00edpio de Morrinhos \u2013 Goi\u00e1s e conhecer o papel das pol\u00edticas p\u00fablicas de Soberania e Seguran\u00e7a Alimentar e Nutricional nesse processo, no contexto de hegemonia do agroneg\u00f3cio. Para compreens\u00e3o do contexto hist\u00f3rico foram abordados a moderniza\u00e7\u00e3o da agricultura e da reforma agr\u00e1ria no Brasil e em Goi\u00e1s e a rela\u00e7\u00e3o entre agricultura familiar e o agroneg\u00f3cio no Estado visando identificar e caracterizar os fen\u00f4menos socioecon\u00f4micos. Visando entender as condi\u00e7\u00f5es de reprodu\u00e7\u00e3o socioecon\u00f4mica de fam\u00edlias rurais apresentamos as principais implica\u00e7\u00f5es advindas do sistema alimentar mundial, o tema da pluriatividade e multifuncionalidade da agricultura e a evolu\u00e7\u00e3o e o papel das pol\u00edticas p\u00fablicas de SSAN no Brasil. Para o presente estudo utilizamos uma abordagem qualitativa e revis\u00e3o sistem\u00e1tica da literatura, levantamentos e an\u00e1lise de dados de fontes prim\u00e1ria e secund\u00e1ria. Para pesquisa de campo realizamos um question\u00e1rio aplicados a 20 fam\u00edlias e entrevistas a 04 lideran\u00e7as dos tr\u00eas assentamentos e o secret\u00e1rio de agricultura familiar no munic\u00edpio. Um olhar para a realidade de fam\u00edlias rurais nos permitiu analisar a problem\u00e1tica relativa \u00e0 agricultura familiar em meio \u00e0s transforma\u00e7\u00f5es em curso e possibilitou conhecer as estrat\u00e9gias que esses agricultores est\u00e3o se valendo para sua reprodu\u00e7\u00e3o socioecon\u00f4mica. Identificamos que algumas mudan\u00e7as ocorrem mediante a necessidade de atender \u00e0s exig\u00eancias impostas pelo mercado, a instabilidade de pol\u00edticas p\u00fablicas em todas as esferas e mediante a neglig\u00eancia do Estado, dentre elas est\u00e1 a mudan\u00e7a da produ\u00e7\u00e3o de hortali\u00e7as para pecu\u00e1ria leiteira. Entre os principais gargalhos se assentam: a dificuldade de comercializa\u00e7\u00e3o, falta de cr\u00e9dito e assist\u00eancia t\u00e9cnica, tamanho dos lotes que, de acordo com os agricultores s\u00e3o insuficientes para atender todas as suas necessidades. Como estrat\u00e9gias reprodu\u00e7\u00e3o e alternativas as fam\u00edlias v\u00eam buscando a diversifica\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o e, em alguns casos, a combina\u00e7\u00e3o das atividades agr\u00edcolas e n\u00e3o-agr\u00edcolas, al\u00e9m da inclus\u00e3o em entidades organizativas, principalmente cooperativas e, ainda, valorizam bastante a produ\u00e7\u00e3o para o autoconsumo. Finalizamos que a capacidade dessas fam\u00edlias resistir e da sua resili\u00eancia ao logo da trajet\u00f3ria para permanecerem no campo situa-se entre a necessidade de sobreviv\u00eancia e a falta de oportunidades fora do estabelecimento. Al\u00e9m do mais, os agricultores demonstram liga\u00e7\u00e3o afetiva pelas terras, \u00e0s atividades desempenhadas e pelo modo de vida no campo.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: agricultura familiar; reprodu\u00e7\u00e3o socioecon\u00f4mica; soberania e seguran\u00e7a alimentar e nutricional; sistema agroalimentar; pol\u00edticas p\u00fablicas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>MATHEUS SEHN K\u00d6RTING<\/strong><br \/>\n<strong><a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&amp;id_trabalho=11350310\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Cadastro Ambiental Rural: instrumento de regulariza\u00e7\u00e3o ambiental e seus efeitos no sudeste paraense<\/a><br \/>\n<\/strong><strong>Defesa<\/strong>: 19\/03\/2021<\/p>\n<p><strong>Banca<\/strong>: Sergio Pereira Leite (CPDA\/UFRRJ \u2013 Orientador), Claudia Job Schmitt (CPDA\/UFRRJ), Jorge Osvaldo Romano (CPDA\/UFRRJ), Girolamo Domenico Treccani (UFPA) e Sergio Sauer (UNB).<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: A presente tese analisa o Cadastro Ambiental Rural (CAR) dentro da pol\u00edtica de regulariza\u00e7\u00e3o ambiental disposto no Novo C\u00f3digo Florestal (NCF) enquanto instrumento respons\u00e1vel pelo planejamento econ\u00f4mico e ambiental. Oriundo de uma demanda conciliat\u00f3ria entre produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola de commodities e de prote\u00e7\u00e3o ambiental, o CAR \u00e9 uma ferramenta cadastral que funciona atrav\u00e9s de autocadastro e de georreferenciamento de todas as posses e propriedades rurais. O Brasil possui intensos focos de desmatamento e de grilagem de terras, e o novo instrumento de a\u00e7\u00e3o pol\u00edtica ambiental modifica a estrutura de fiscaliza\u00e7\u00e3o ambiental, aproxima outros mapas favorecendo regulariza\u00e7\u00e3o fundi\u00e1ria e incide no monitoramento e transpar\u00eancia das cadeias produtivas globais como as da pecu\u00e1ria e da minera\u00e7\u00e3o. As teorias utilizadas na tese s\u00e3o proveniente das an\u00e1lises de pol\u00edticas p\u00fablicas, como a de instrumentos da a\u00e7\u00e3o p\u00fablica, antropologia das pol\u00edticas p\u00fablicas e coaliz\u00f5es de defesa. Ser\u00e1 verificada a pol\u00edtica no \u00e2mbito federal, com hist\u00f3rico das coaliz\u00f5es em torno do NCF, com os atores relacionados ao SICAR como cientistas e pol\u00edticos, assim como analisado como a pol\u00edtica se insere no sudeste paraense, na aplica\u00e7\u00e3o com os t\u00e9cnicos ambientais, de georreferenciamento, empresas da pecu\u00e1ria e da minera\u00e7\u00e3o, pecuaristas e movimentos sociais. Os procedimentos metodol\u00f3gicos utilizados foram pesquisa bibliogr\u00e1fica e documental, entrevistas semiestruturadas com atores ativos no processo da pol\u00edtica p\u00fablica, produ\u00e7\u00e3o de mapas e gr\u00e1ficos a partir de programas tais como QGis e Excel.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: Cadastro Ambiental Rural; regulariza\u00e7\u00e3o ambiental; efeitos da pol\u00edtica; pol\u00edtica p\u00fablica.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>VINICIUS JOS\u00c9 RIBEIRO DA FONSECA SANTOS<\/strong><br \/>\n<strong><a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&amp;id_trabalho=11350352\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Os Guarani-Kaiow\u00e1 e a elite ruralista no Mato Grosso do Sul: as m\u00faltiplas faces de um processo de territorializa\u00e7\u00e3o<\/a><br \/>\n<\/strong><strong>Defesa<\/strong>: 02\/04\/2021<\/p>\n<p><strong>Banca<\/strong>: Thereza Cristina Cardoso Menezes (CPDA\/UFRRJ \u2013 Orientador), Jorge Osvaldo Romano (CPDA\/UFRRJ), Regina Bruno (CPDA\/UFRRJ), Fabio Mura (UFPB) e Jo\u00e3o Pacheco de Oliveira Filho (UFRJ).<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: Esta tese tem como objetivo investigar a situa\u00e7\u00e3o social vivida pelos Guarani Kaiow\u00e1 e Guarani-\u00d1and\u00e9va e suas inter-rela\u00e7\u00f5es convivendo com a sociedade regional, com a pol\u00edtica indigenista, no estado de Mato Grosso do Sul. O foco principal do estudo \u00e9 a mudan\u00e7a social das rela\u00e7\u00f5es de poder, nas primeiras d\u00e9cadas do s\u00e9culo XXI, para isto, descrevo os eventos sociais em que participam e est\u00e3o inseridos estas fam\u00edlias ind\u00edgenas. Estas s\u00e3o uma janela para observar a ascens\u00e3o dos representantes do agroneg\u00f3cio a cargos nos governos do estado e da federa\u00e7\u00e3o. De um lado descrevo a territorializa\u00e7\u00e3o dirigida pelos ind\u00edgenas Kaiowa e \u00d1andev\u00e1, com suas pr\u00f3prias demandas por terra, pressionando o poder p\u00fablico com as a\u00e7\u00f5es coletivas para retomar \u00e1reas tradicionalmente ocupadas e que se encontram na posse de n\u00e3o-\u00edndios. Do outro lado, vemos uma elite rural organizada em entidades patronais, substancializada na Bancada Ruralista, cujo o objetivo \u00e9 liberar e incorporar todas as terras dispon\u00edveis, passiveis de serem exploradas e comercializadas. S\u00e3o essas m\u00faltiplas faces do conflito fundi\u00e1rio entre grupos ind\u00edgenas e a elites fundi\u00e1rias, tomados por uma experi\u00eancia com a identifica\u00e7\u00e3o de terras em Mato Grosso do Sul, no ano de 2008, que propomos compreender os processos pol\u00edticos mais amplos no pa\u00eds.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: Kaiow\u00e1; processo demarcat\u00f3rio; rela\u00e7\u00f5es inter\u00e9tnicas; conflito fundi\u00e1rio; terras ind\u00edgenas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>MARIA CRISTINA SILVA DE PAIVA<\/strong><br \/>\n<strong><a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&amp;id_trabalho=11350394\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Oportunidades, desafios e tend\u00eancias de comercializa\u00e7\u00e3o do Caf\u00e9 Padr\u00e3o na Regi\u00e3o da Zona da Mata<\/a><br \/>\n<\/strong><strong>Defesa<\/strong>: 05\/04\/2021<br \/>\n<strong><br \/>\nBanca<\/strong>: John Wilkinson (CPDA\/UFRRJ \u2013 Orientador), Claudia Job Schmitt (CPDA-UFRRJ), George Flexor (CPDA-UFRRJ), Gilberto Mascarenhas (UNISC) e Paulo Rodrigues Fernandes Pereira (IBMEC).<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: Trata-se de uma an\u00e1lise das estrat\u00e9gias dos cafeicultores de agricultura familiar frente \u00e0 transi\u00e7\u00e3o no mercado global e nacional de caf\u00e9 que favorece o desenvolvimento de caf\u00e9s de qualidades especiais mas que ao mesmo tempo valoriza o caf\u00e9 padr\u00e3o com novas qualidades m\u00ednimas.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: caf\u00e9; Minas Gerais; agricultura familiar; mercados de qualidade; caf\u00e9 padr\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>DAYANA MARTINS SILVEIRA<\/strong><br \/>\n<strong><a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&amp;id_trabalho=11350855\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Comunidades rurais, \u00e1gua e gest\u00e3o coletiva<\/a><br \/>\n<\/strong><strong>Defesa<\/strong>: 09\/04\/2021<\/p>\n<p><strong>Banca<\/strong>: Thereza Cristina Cardoso Menezes (CPDA\/UFRRJ \u2013 Orientador), Carmen Silvia Andriolli (CPDA\/UFRRJ), Leonilde Servolo de Medeiros (CPDA-UFRRJ), Patricia Alves Ramiro (UFPB) e Flavia Maria Galizoni (UFMG).<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: Nesta tese, apresentamos os dados da pesquisa etnogr\u00e1fica realizada na regi\u00e3o da Serra do Espinha\u00e7o, na por\u00e7\u00e3o que atravessa a regi\u00e3o Norte do Estado de Minas Gerais \u2013 conhecida, regionalmente, por Serra Geral \u2013, mais especificamente na zona rural do munic\u00edpio de Rio Pardo de Minas\/MG, onde localizam-se as fam\u00edlias residentes nas comunidades BaixaGrande, Sobrado e Moreira. Descrevemos a forma de viver dessas fam\u00edlias, compreendendo que a territorialidade se expressa, em grande parte, pela rela\u00e7\u00e3o coletiva com os mananciais. Demonstramos que o acesso \u00e0 \u00e1gua neste lugar envolve uma s\u00e9rie de acordos m\u00fatuos preestabelecidos e um sistema sofisticado que abarca direitos, obriga\u00e7\u00f5es e regula\u00e7\u00f5es. Por detr\u00e1s de cada rede de abastecimento de \u00e1gua comunit\u00e1ria rural podemos identificar sofisticados modelos de gest\u00e3o de recursos h\u00eddricos que exigem das fam\u00edlias locais trabalho coletivo permanente, capacidade de negocia\u00e7\u00e3o, de articula\u00e7\u00e3o e de adapta\u00e7\u00e3o. Os desafios gerados pelo crescimento populacional; a depend\u00eancia das fontes coletivas para a gera\u00e7\u00e3ode renda; os conflitos deflagrados pela apropria\u00e7\u00e3o dos mananciais comunit\u00e1rios por empreendimentos da silvicultura; o processo que tornou a \u00e1gua um fator de interesse, mobiliza\u00e7\u00e3o e media\u00e7\u00e3o de pol\u00edticos, ONG\u2019 s, empres\u00e1rios e sindicatos rurais s\u00e3o alguns dos temas apresentados e analisados neste trabalho.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: territorialidade; \u00e1gua; gest\u00e3o coletiva; conflito; media\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>CAROLINE SANTOS<\/strong><br \/>\n<strong><a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&amp;id_trabalho=11351945\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Transforma\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas do agroneg\u00f3cio sucroalcooleiro na Regi\u00e3o Centro-Sul e reconfigura\u00e7\u00f5es do mercado de trabalho para profissionais especializados de n\u00edvel m\u00e9dio e superior: novas rela\u00e7\u00f5es com o setor de servi\u00e7os?<\/a><br \/>\n<\/strong><strong>Defesa<\/strong>: 27\/05\/2021<\/p>\n<p><strong>Banca<\/strong>: Claudia Job Schmitt (Orientadora \u2013 CPDA\/UFRRJ), John Wilkinson (CPDA\/UFRRJ), Sergio Pereira Leite (CPDA\/UFRRJ), Ot\u00e1vio Valentim Balsadi (Embrapa) e Ant\u00f4nio Carlos Alckmin (IBGE).<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: Ao longo das \u00faltimas d\u00e9cadas, o mercado de trabalho do complexo agroindustrial sucroalcooleiro da Regi\u00e3o Centro-Sul vem sofrendo uma s\u00e9rie de reconfigura\u00e7\u00f5es. Dentre as principais mudan\u00e7as destaca-se, por um lado, uma dram\u00e1tica redu\u00e7\u00e3o no contingente de trabalhadores com n\u00edveis mais baixos de escolariza\u00e7\u00e3o formal e, de outro, o aumento no n\u00famero de trabalhadores formais, em que predominam profissionais especializados, com n\u00edvel de instru\u00e7\u00e3o m\u00e9dio e superior. Muitos autores atribuem essas mudan\u00e7as a um acelerado processo de incorpora\u00e7\u00e3o de inova\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas pelos complexos agroindustriais, que alterou o perfil da m\u00e3o-de-obra, passando a envolver novos profissionais de diversas \u00e1reas do conhecimento, com aumento da participa\u00e7\u00e3o do setor de servi\u00e7os nos diferentes elos da cadeia produtiva. Lan\u00e7ando m\u00e3o de um referencial de an\u00e1lise ancorado na economia pol\u00edtica e em diferentes abordagens que procuram refletir sobre as transforma\u00e7\u00f5es do mercado de trabalho na contemporaneidade sob uma perspectiva sociol\u00f3gica, esta tese busca problematizar as transforma\u00e7\u00f5es ocorridas no setor sucroalcooleiro em suas rela\u00e7\u00f5es com o(s) mercado(s) de trabalho a partir dos anos 1990, resgatando as dimens\u00f5es pol\u00edticas, sociais e institucionais inerentes a esse processo, que n\u00e3o pode ser explicado, unicamente, como um mero efeito das transforma\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas ocorridas no per\u00edodo. Especial aten\u00e7\u00e3o foi dedicada a um segmento que tem sido pouco estudado e que abarca os profissionais de n\u00edvel m\u00e9dio e superior. A abordagem metodol\u00f3gica selecionada, tomando como refer\u00eancia emp\u00edrica o complexo agroindustrial sucroalcooleiro da Regi\u00e3o Centro-Sul do pa\u00eds, envolveu a utiliza\u00e7\u00e3o das informa\u00e7\u00f5es disponibilizadas pela PNAD Cont\u00ednua e pela RAIS\/CAGED como fontes de dados, visando analisar os indicadores de mercado de trabalho nas atividades do n\u00facleo da cadeia produtiva, incluindo o cultivo da cana-de-a\u00e7\u00facar e o processamento do a\u00e7\u00facar e do \u00e1lcool, bem como os servi\u00e7os prestados ao complexo agroindustrial sucroalcooleiro por diferentes empresas. No que se refere \u00e0 an\u00e1lise do mercado de trabalho dentro do modelo de organiza\u00e7\u00e3o produtiva do complexo agroindustrial sucroalcooleiro, verificou-se que \u00e9 cada vez mais dif\u00edcil compreender as din\u00e2micas dos complexos agroindustriais a partir das fronteiras setoriais tradicionalmente estabelecidas, j\u00e1 que a crescente participa\u00e7\u00e3o do setor de servi\u00e7os fez com que se elevasse, sobremaneira, a intersetorialidade das atividades econ\u00f4micas, n\u00e3o cabendo mais o recorte \u201cdentro da fazenda\u201d e \u201cfora da fazenda\u201d. Outra conclus\u00e3o importante foi a de que essa reconfigura\u00e7\u00e3o do mercado de trabalho sucroalcooleiro do Centro-Sul n\u00e3o \u00e9 resultado, unicamente, das transforma\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas e tecnol\u00f3gicas ocorridas nesse per\u00edodo, mas se deve, em grande parte, a altera\u00e7\u00f5es ocorridas no arranjo pol\u00edtico, regulat\u00f3rio e institucional que estrutura o setor. No per\u00edodo analisado, o Estado, com seus mecanismos regulat\u00f3rios, foi se reposicionando de acordo com press\u00f5es externas e internas e assumindo novos pap\u00e9is, inclusive no que diz respeito \u00e0 pol\u00edtica tecnol\u00f3gica. Pode-se concluir, ainda, que houve de fato uma eleva\u00e7\u00e3o na absor\u00e7\u00e3o de profissionais especializados pelo setor, acompanhando, entre outras coisas, o fen\u00f4meno da restrutura\u00e7\u00e3o produtiva global, que imp\u00f5e novas estruturas de organiza\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o e altera o padr\u00e3o de acumula\u00e7\u00e3o, reconfigurando o mercado de trabalho, com a redu\u00e7\u00e3o maci\u00e7a de profissionais pouco qualificados que n\u00e3o conseguem se recolocar no setor sucroalcooleiro. Por fim, concluiu-se que, ainda como parte do processo de restrutura\u00e7\u00e3o produtiva, assiste-se atualmente no setor sucroalcooleiro da Regi\u00e3o Centro-Sul a um aumento da concentra\u00e7\u00e3o de capital desde a colheita at\u00e9 o processamento do a\u00e7\u00facar e do \u00e1lcool identificando-se, paralelamente a isso, um deslocamento dos investimentos em P&amp;D e em novas tecnologias para o setor privado. Esse processo pode ter como resultado futuro uma redu\u00e7\u00e3o ainda mais dr\u00e1stica no pessoal ocupado desse complexo agroindustrial, o que pode impactar, inclusive, este j\u00e1 reduzido segmento de profissionais especializados.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: mercado de trabalho; agroneg\u00f3cio; complexo agroindustrial sucroalcooleiro; profissionais de n\u00edvel m\u00e9dio e superior; inova\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>PAULO ALEXANDRE PERDOMO SALVIANO<\/strong><br \/>\n<strong><a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&amp;id_trabalho=11028859\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Evid\u00eancias de pr\u00e1ticas sustent\u00e1veis na produ\u00e7\u00e3o da soja<\/a><br \/>\n<\/strong><strong>Defesa<\/strong>: 02\/06\/2021<br \/>\n<strong><br \/>\nBanca<\/strong>: John Wilkinson (Orientador \u2013 CPDA\/UFRRJ), Georges Flexor (CPDA\/UFRRJ), Peter May (CPDA\/UFRRJ), Darliane de Castro Santos (IFGoiano) e Gilberto Mascarenhas (UNISC).<br \/>\n<strong><br \/>\nResumo<\/strong>: A tese busca averiguar, identificar e compreender as transforma\u00e7\u00f5es numa poss\u00edvel transi\u00e7\u00e3o do modelo convencional para modelos de intensifica\u00e7\u00e3o sustent\u00e1vel no Estado de Goi\u00e1s. Focaliza grandes produtores no Estado de Goi\u00e1s como referencia especial para a ado\u00e7\u00e3o de sistemas de lavoura, pecu\u00e1ria e floresta.<br \/>\n<strong><br \/>\nPalavras-chave<\/strong>: intensifa\u00e7\u00e3o sustent\u00e1vel; estado de Goi\u00e1s; sistemas lavoura; pecu\u00e1ria; floresta.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>MARCELO ARTUR RAUBER<\/strong><br \/>\n<a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&amp;id_trabalho=11351990\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>Prato principal: terras ind\u00edgenas \u2013 O in\u00edcio da contesta\u00e7\u00e3o do direito territorial ind\u00edgena pela Frente Parlamentar da Agropecu\u00e1ria (2011-2014)<\/strong><\/a><strong><br \/>\n(Indicada para o\u00a0Concurso Brasileiro\u00a0ANPOCS\u00a0de Teses e Disserta\u00e7\u00f5es em\u00a0Ci\u00eancias Sociais)<br \/>\n<\/strong><strong>Defesa<\/strong>: 23\/06\/2021<\/p>\n<p><strong>Banca<\/strong>: Eli Napole\u00e3o de Lima (Orientadora \u2013 CPDA\/UFRRJ), Regina Bruno (CPDA\/UFRRJ), Thereza Cristina Cardoso Menezes (CPDA\/UFRRJ), Caio Pomp\u00e9ia Ribeiro Neto (USP) e Antonio Carlos de Souza Lima.<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: Na d\u00e9cada de 2010, a quest\u00e3o das demarca\u00e7\u00f5es de terras ind\u00edgenas ganhou notoriedade na sociedade brasileira, destacando-se pelo antagonismo de parlamentares do Congresso Nacional. Instigados por tamanha aten\u00e7\u00e3o que o tema ganhava, especialmente da Bancada Ruralista, organizada oficialmente na Frente Parlamentar da Agropecu\u00e1ria (FPA), buscamos explorar esse processo de contesta\u00e7\u00e3o das demarca\u00e7\u00f5es de terras ind\u00edgenas, principalmente as primeiras a\u00e7\u00f5es coletivas realizadas pelos parlamentares da FPA, identificadas durante a 54\u00aa Legislatura (2011-2015). Nesse contexto, o objetivo deste trabalho \u00e9 analisar a atua\u00e7\u00e3o da FPA na contesta\u00e7\u00e3o das demarca\u00e7\u00f5es de terras ind\u00edgenas, buscando tamb\u00e9m identificar os grupos sociais envolvidos nesse processo. Para isso, foram examinados documentos do Congresso Nacional, principalmente de comiss\u00f5es permanentes da C\u00e2mara dos Deputados e do Senado Federal, como atas de reuni\u00f5es, Arquivo Sonoro e registros audiovisuais de reuni\u00f5es. Al\u00e9m disso, foram analisadas diversas fontes de not\u00edcias, buscando eventos relevantes sobre o tema, sobretudo de mobiliza\u00e7\u00f5es de rua contra demarca\u00e7\u00e3o de terras ind\u00edgenas. Em 2019, tamb\u00e9m foi realizado trabalho de campo no Congresso Nacional, buscando conhecer o funcionamento das comiss\u00f5es permanentes. Evidenciamos que, na tramita\u00e7\u00e3o PEC n\u00ba 215\/2000, uma das principais pautas da FPA, houve express\u00e3o, em um primeiro momento, dos limites desse processo de contesta\u00e7\u00e3o das demarca\u00e7\u00f5es de terras ind\u00edgenas, demonstrando-se um quadro bastante distinto da tramita\u00e7\u00e3o do novo C\u00f3digo Florestal. As comiss\u00f5es permanentes se revelaram como espa\u00e7os importantes para discuss\u00f5es sobre o tema, reunindo e articulando grupos interessados em contestar as demarca\u00e7\u00f5es de terras ind\u00edgenas, al\u00e9m de serem importantes instrumentos para pressionar o Governo Federal em rela\u00e7\u00e3o a essa pauta. Dezenas de mobiliza\u00e7\u00f5es de rua tamb\u00e9m foram realizadas contra o reconhecimento de terras ind\u00edgenas no ano de 2013, que expressaram conflitos relacionados a processos de demarca\u00e7\u00f5es em curso e tiveram como principais promotoras as entidades sindicais, tanto ligadas ao patronato rural da agropecu\u00e1ria como a trabalhadores rurais e da agricultura familiar. A FPA tamb\u00e9m conduziu uma mobiliza\u00e7\u00e3o nacional contra a demarca\u00e7\u00e3o de terras ind\u00edgenas em junho de 2013, tendo as entidades sindicais do Sistema da Confedera\u00e7\u00e3o da Agricultura e Pecu\u00e1ria do Brasil (CNA) como importantes realizadoras dessas manifesta\u00e7\u00f5es. Entre os grupos sociais envolvidos nas audi\u00eancias p\u00fablicas sobre o tema, destacaram-se agropecuaristas em lit\u00edgio com demarca\u00e7\u00f5es de terras ind\u00edgenas, principalmente organizados em coletivos criados enfrentamento das demarca\u00e7\u00f5es, entidades sindicais (patronais e de trabalhadores rurais e da agricultura familiar) e prefeitos, al\u00e9m de especialistas convidados para contribuir na fundamenta\u00e7\u00e3o dos argumentos contra o reconhecimento de terras ind\u00edgenas.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: demarca\u00e7\u00f5es de terras ind\u00edgenas; conflitos fundi\u00e1rios; pol\u00edtica fundi\u00e1ria; agroneg\u00f3cio; Congresso Nacional; Bancada Ruralista.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>SANDRA MARA SANTOS LEMOS<\/strong><br \/>\n<strong><a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&amp;id_trabalho=11028878\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Plantas medicinais: regulamenta\u00e7\u00f5es e arranjos que transformaram experi\u00eancias em mercados<\/a><br \/>\n<\/strong><strong>Defesa<\/strong>: 25\/06\/2021<\/p>\n<p><strong>Banca<\/strong>: John Wilkinson (Orientador \u2013 CPDA\/UFRRJ), Debora Franco Lerrer (CPDA\/UFRRJ), Leonilde Servolo de Medeiros (CPDA\/UFRRJ), Paulo Rodrigues Fernandes Pereira (IBMEC) e Zina Caceres Benavides (UESC-BA).<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: As plantas medicinais t\u00eam suscitado uma s\u00e9rie de debates a ponto de ser criada uma legisla\u00e7\u00e3o para seu uso e transforma\u00e7\u00e3o. Propomos como objetivo geral investigar o mercado de plantas medicinais e seus desdobramentos. Como objetivos espec\u00edficos propomos investigar os arranjos presentes nesse mercado, analisar os diversos sistemas de valida\u00e7\u00e3o da poss\u00edvel efic\u00e1cia das plantas mediciais, apontar as possibilidades de classifica\u00e7\u00e3o dos mercados presentes na comercializa\u00e7\u00e3o das plantas medicinais e descrever o papel do consumidor na valida\u00e7\u00e3o do mercado de plantas medicinais.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: legisla\u00e7\u00e3o com arranjos; consumidores; plantas medicinais.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>LEANDRO BONECINI DE ALMEIDA<\/strong><br \/>\n<a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&amp;id_trabalho=11350819\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>A reconstru\u00e7\u00e3o da autonomia territorial das na\u00e7\u00f5es origin\u00e1rias ao noroeste da Amaz\u00f4nia peruana: o Governo Territorial Aut\u00f4nomo da Na\u00e7\u00e3o Wamp\u00eds<br \/>\n<\/strong><\/a><strong>Defesa<\/strong>: 22\/07\/2021<\/p>\n<p><strong>Banca<\/strong>: Andrey Cordeiro Ferreira (Orientador \u2013 CPDA\/UFRRJ), Carmen Silvia Andriolli (CPDA\/UFRRJ), Thereza Cristina Cardoso Menezes (CPDA\/UFRRJ), Oscar Alberto Espinosa de Rivero (PUC-RE) e Frederica Barclay Rey de Castro.<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: O problema central desta pesquisa \u00e9 entender as transforma\u00e7\u00f5es ocorridas na regi\u00e3o noroeste da amaz\u00f4nia no Peru, especialmente o desenvolvimento hist\u00f3rico do Governo Territorial Aut\u00f4nomo da Na\u00e7\u00e3o Wamp\u00eds (GTANW). O objetivo principal \u00e9 analisar as din\u00e2micas socioespaciais dados os m\u00faltiplos fatores de seu ordenamento, diferentes escalas de ag\u00eancia nesta nova etapa de expans\u00e3o do capitalismo, que promove o encontro contradit\u00f3rio deformas societ\u00e1rias diversas. Tais regi\u00f5es est\u00e3o historicamente subordinadas na estrutura do sistema mundo moderno-colonial, que hierarquiza blocos de poderes globais, pa\u00edses e, no interior destes, suas regi\u00f5es. A partir da caracteriza\u00e7\u00e3o desses conflitos no tempo presente, s\u00e3o analisadas as formas de reinven\u00e7\u00e3o e reconstru\u00e7\u00e3o da autonomia territorial das na\u00e7\u00f5es origin\u00e1rias amaz\u00f4nicas, entre outros casos por toda Am\u00e9rica Latina frente, as din\u00e2micas hegem\u00f4nicas do capitalismo global. Tais conflitos operam em diferentes escalas, sobretudo pelas ind\u00fastrias legais e ilegais da minera\u00e7\u00e3o, das matrizes energ\u00e9ticas, desmatamentos e queimadas, agroneg\u00f3cios e outros extrativismos que amea\u00e7am as na\u00e7\u00f5es origin\u00e1rias em toda Amaz\u00f4nia. A autonomia \u00e9 abordada a partir de diferentes metodologias em di\u00e1logo com as pr\u00e1ticas e conhecimentos da Na\u00e7\u00e3o Wamp\u00eds, suas cosmologias, as comunica\u00e7\u00f5es comunit\u00e1rias que se d\u00e3o em seu territ\u00f3rio integral. S\u00e3o mobilizadas refer\u00eancias te\u00f3rico- pol\u00edticas de diferentes espa\u00e7os e tempos: a etnohist\u00f3ria e a antropologia amaz\u00f4nica peruana; a literatura historiogr\u00e1fica oficial, documentos de arquivo e literaturas diversas; suas oposi\u00e7\u00f5es; as teorias e experi\u00eancias sens\u00edveis sobre as autonomias \u201cind\u00edgenas\u201d; dos debates sobre o desenvolvimento e o extrativismo; a problematiza\u00e7\u00e3o das ci\u00eancias de estado, especialmente, dos censos nacionais; e finalmente as teorias latinoamericanas cr\u00edticas da comunica\u00e7\u00e3o. O centro do contato com o pensamento e o agir segundo a \u00e9tica wamp\u00eds se deu justamente no trabalho cotiado de comunica\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria com o GTANW e a Na\u00e7\u00e3o Wamp\u00eds. A presente pesquisa mais que pretender esgotar este conjunto de complexas agendas, pretende ser uma abertura a temas, literaturas, metodologias e pr\u00e1ticas n\u00e3o amadurecidas ou consolidadas nas ci\u00eancias sociais brasileiras ou feitas no Brasil. Esta caracter\u00edstica se apresenta como desafio e horizonte de permanente elabora\u00e7\u00e3o e troca nos territ\u00f3rios materiais e intang\u00edveis da Na\u00e7\u00e3o Wamp\u00eds.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: Amaz\u00f4nias; povos ind\u00edgenas; Wampis; autonomias; conflitos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>EMIVAL DA CUNHA RIBEIRO<\/strong><br \/>\n<strong><a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&amp;id_trabalho=11363382\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Pequenos agricultores no munic\u00edpio de Rio Verde (GO): trajet\u00f3ria, transforma\u00e7\u00f5es e resist\u00eancia<\/a><br \/>\n<\/strong><strong>Defesa<\/strong>: 18\/08\/2021<\/p>\n<p><strong>Banca<\/strong>: Eli de Fatima Napole\u00e3o de Lima (Orientadora \u2013 CPDA\/UFRRJ), Debora Franco Lerrer (CPDA\/UFRRJ), Carmen Silvia Andriolli (CPDA\/UFRRJ), Claudecir Goncalves (IF Goiano) e Susana Cesco (UFF).<br \/>\n<strong><br \/>\nResumo<\/strong>: Este estudo tem como objetivo compreender a trajet\u00f3ria, as resist\u00eancias e as transforma\u00e7\u00f5es de tradi\u00e7\u00f5es campesinas (valores, t\u00e9cnicas e saberes) dos pequenos agricultores no munic\u00edpio de Rio Verde (GO), em face das transforma\u00e7\u00f5es provocadas pela industrializa\u00e7\u00e3o da agricultura. Este munic\u00edpio nasceu da \u00e9gide da pecu\u00e1ria extensiva, mas, por muito tempo conviveu com a agricultura de subsist\u00eancia, dependeu dela e foi um dos pioneiros nos processos de mecaniza\u00e7\u00e3o da agricultura em Goi\u00e1s. A produ\u00e7\u00e3o de cereais em larga escala, principalmente da soja, cujo cultivo se iniciou na d\u00e9cada de 1970, imp\u00f4s novas demandas ao campo. A partir desse per\u00edodo, as antigas formas de produ\u00e7\u00e3o e a organiza\u00e7\u00e3o social do campo passaram por grandes altera\u00e7\u00f5es, impactando diretamente na vida das popula\u00e7\u00f5es que viviam no meio rural. O trabalho da numerosa popula\u00e7\u00e3o que vivia no campo, mas que quase sempre n\u00e3o tinha a posse da terra, tornou-se desnecess\u00e1rio. Formas tradicionais de vida, de rela\u00e7\u00f5es de trabalho foram sendo abandonadas ou adaptadas para atender \u00e0s exig\u00eancias do modelo produtivista imposto. Muitas das tradi\u00e7\u00f5es campesinas, modos de vida, sociabilidade dos pequenos agricultores n\u00e3o encontram espa\u00e7o nessa nova configura\u00e7\u00e3o, marcada pelas grandes monoculturas de cereais, de cana-de-a\u00e7\u00facar e, at\u00e9 mesmo, pela cria\u00e7\u00e3o intensiva de animais. Mesmo ocorrendo mudan\u00e7as significativas no meio rural, \u00e9 poss\u00edvel identificar significativo n\u00famero de pequenas propriedades controladas sob a forma ou como express\u00e3o do que observamos como agricultura familiar.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: campesinato; pequenos agricultores; industrializa\u00e7\u00e3o da agricultura.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>LUIZA BORGES DULCI<\/strong><br \/>\n<a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.xhtml?popup=true&amp;id_trabalho=11363434\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>O Sul de Minas Gerais e a governan\u00e7a da rede de produ\u00e7\u00e3o global do caf\u00e9 no s\u00e9culo XXI<\/strong><\/a><br \/>\n<strong>PR\u00caMIO SOBER de Melhor Tese de Doutorado em Sociologia Rural 2022<\/strong><br \/>\n<strong>Defesa<\/strong>: 02\/09\/2021<\/p>\n<p><strong>Banca<\/strong>: Sergio Pereira Leite (Orientador \u2013 CPDA\/UFRRJ), Claudia Job Schmitt (CPDA\/UFRRJ), John Wilkinson (CPDA\/UFRRJ), Aaron Schneider (Universidade de Denver\/Colorado) e Rodrigo Salles Pereira dos Santos (UFRJ).<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: Caf\u00e9. Mundialmente comercializado em gr\u00e3os verdes, torrado e mo\u00eddo, sol\u00favel e em c\u00e1psulas, assim como em bebidas cafeinadas diversas, sua din\u00e2mica de produ\u00e7\u00e3o e consumo expressa uma divis\u00e3o internacional do trabalho, na qual pa\u00edses do Sul cultivam e pa\u00edses do Norte consomem. O Brasil se apresenta como um ponto fora da curva, na medida em que produz mais de um ter\u00e7o do caf\u00e9 do mundo e constitui-se como o segundo maior consumidor, atr\u00e1s apenas dos Estados Unidos. O Sul de Minas Gerais se destaca como principal regi\u00e3o cafeeira do pa\u00eds, contabilizando um ter\u00e7o do caf\u00e9 nacional e dez por cento do caf\u00e9 mundial. Nesse contexto, a pesquisa busca responder \u00e0 pergunta de por que o Brasil e o Sul de Minas Gerais em particular, t\u00eam sido incapazes de capturar e usufruir de parcela expressiva da renda gerada pela rede de produ\u00e7\u00e3o global do caf\u00e9? O trabalho evidencia que as dificuldades encontradas pelas regi\u00f5es e pelos grupos sociais dedicados ao cultivo do caf\u00e9, no Brasil e no mundo, refletem arranjos de rela\u00e7\u00f5es que sustentam padr\u00f5es espec\u00edficos de governan\u00e7a, com destaque para a regula\u00e7\u00e3o; a concentra\u00e7\u00e3o e a internacionaliza\u00e7\u00e3o das empresas; e a financeiriza\u00e7\u00e3o. Acrescenta-se a isso os efeitos do chamado Paradoxo do Caf\u00e9, que contrasta a desvaloriza\u00e7\u00e3o dos gr\u00e3os e de seus produtores nos pa\u00edses do Sul com a valoriza\u00e7\u00e3o nas cafeterias e supermercados dos pa\u00edses do Norte. A realiza\u00e7\u00e3o da pesquisa implicou o uso de fontes orais e textuais, bem como de m\u00e9todos quanti e qualitativos. Fontes prim\u00e1rias envolvem 44 entrevistas e visitas de campo em Minas Gerais. Fontes secund\u00e1rias correspondem \u00e0 an\u00e1lise de dados sobre o mercado mundial e brasileiro de caf\u00e9 provenientes de institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas e privadas, empresas, cooperativas, universidades e institutos de pesquisa, bem como da literatura especializada no tema. Com base nas fontes analisadas sustentamos a hip\u00f3tese de que a atua\u00e7\u00e3o dos atores privados e p\u00fablicos envolvidos com o neg\u00f3cio do caf\u00e9 no Brasil t\u00eam sido insuficientes para superar a condi\u00e7\u00e3o de subordina\u00e7\u00e3o e reverter os padr\u00f5es de desigualdade que caracterizam a rede. O mercado de caf\u00e9s especiais se apresenta como uma alternativa capaz de reverter padr\u00f5es de desigualdade, na medida em que abre possibilidades de encurtar circuitos de comercializa\u00e7\u00e3o e consumo e remunerar melhor os agricultores. Por\u00e9m, os dados mobilizados na pesquisa indicam que ele se encontra amplamente dominado por din\u00e2micas corporativas. Ademais, a crescente valoriza\u00e7\u00e3o do caf\u00e9 no Norte se d\u00e1, sobretudo, em raz\u00e3o de atributos imateriais, criados no momento do consumo, de maneira que a renda auferida n\u00e3o \u00e9 revertida aos agricultores. Diante desse contexto, questiona-se os limites das estrat\u00e9gias de inser\u00e7\u00e3o em uma rede controlada por grandes multinacionais situadas no Norte e de uma distribui\u00e7\u00e3o mais equitativa e justa da renda e do poder considerando o padr\u00e3o de governan\u00e7a atual. Mudan\u00e7as necess\u00e1rias apontam para o fortalecimento das capacidades estatais de apoio \u00e0 agricultura e ind\u00fastria nacionais, bem como a constru\u00e7\u00e3o coletiva de caminhos por mais autonomia e emancipa\u00e7\u00e3o.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: caf\u00e9; Rede de Produ\u00e7\u00e3o Global; financeiriza\u00e7\u00e3o; sistemas alimentares.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>CRISTHIAN DANY DE LIMA<\/strong><br \/>\n<strong><a href=\"https:\/\/drive.google.com\/file\/d\/1x_Slob_UQL6pTKCs5cmiLHC3M-h0_Jrz\/view\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Cidade Branca, Terreiros Negros. Territorialidades sociorreligiosas negras no munic\u00edpio de Uberl\u00e2ndia\/MG<\/a><br \/>\n(Indicada para o\u00a0Pr\u00eamio CAPES de Teses)<br \/>\n<\/strong><strong>Defesa<\/strong>: 10\/09\/2021<\/p>\n<p><strong>Banca: <\/strong>Eli Napole\u00e3o de Lima (Orientadora \u2013 CPDA\/UFRRJ), Debora Franco Lerrer (CPDA\/UFRRJ), Carmen Andriolli (CPDA\/UFRRJ), Beatriz Ribeiro Soares (UFU) e Pablo Luiz de Oliveira Lima (UFMG).<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: Esta tese procura refletir sobre as din\u00e2micas de localiza\u00e7\u00e3o que foram acionadas ao longo do processo de espacializa\u00e7\u00e3o dos territ\u00f3rios sagrados constru\u00eddos a partir dos Saberes, Pr\u00e1ticas e Tecnologias Sociorreligiosas Afro-Brasileiras (Terreiros Negros) presentes e atuantes, no espa\u00e7o administrativamente definido como urbano, no munic\u00edpio de Uberl\u00e2ndia\/MG. Para tanto foi realizado o mapeamento dos locais de cultos que se auto identificavam como Terreiros, o que permitiu georreferenciar 300 localiza\u00e7\u00f5es de diferentes \u2018na\u00e7\u00f5es ritual\u00edsticas\u2019: Umbandas, Omoloc\u00f4, Candombl\u00e9s Ketu, Angola e Jeje; If\u00e1, Kardecistas e locais de m\u00faltiplo pertencimento. A grandiosidade do n\u00famero de Terreiros mapeados orientou o processo de pesquisa bibliogr\u00e1fica e hist\u00f3rico-documental. Procedeu-se assim \u00e0 uma investiga\u00e7\u00e3o acerca da configura\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica daquele territ\u00f3rio urbano. Ao caracterizarmos os diferentes momentos hist\u00f3ricos, a escala em que o mesmo era pol\u00edtica e socialmente representado se alterava, inserindo novas alteridades em contato, com suas particulares itiner\u00e2ncias e territorialidades. Nos contatos e rela\u00e7\u00f5es que estabeleceram, diferentes formas de ocupa\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio estiveram em rela\u00e7\u00e3o produzindo sempre novas s\u00ednteses e contextos, que se mostraram indispens\u00e1veis para o entendimento tanto da origem da cidade, quanto de suas caracter\u00edsticas atuais. No mesmo sentido, nos foi poss\u00edvel demonstrar que a exist\u00eancia de mais de 300 Terreiros Negros no munic\u00edpio de Uberl\u00e2ndia\/MG, tamb\u00e9m seriam tocados por aqueles<br \/>\nprocessos, ao mesmo tempo em que tamb\u00e9m atuariam na configura\u00e7\u00e3o territorial do munic\u00edpio. De forma que suas exist\u00eancias e din\u00e2micas de localiza\u00e7\u00e3o (que incidem diretamente na defini\u00e7\u00e3o de suas espacializa\u00e7\u00f5es sobre a mancha urbana) resultariam tanto da interven\u00e7\u00e3o do racismo estrutural (origin\u00e1rio das tecnologias sociais e territoriais coloniais e continuamente atualizadas pelos sucessivos c\u00f3digos de posturas e leis sobre uso e ocupa\u00e7\u00e3o do solo, especula\u00e7\u00e3o imobili\u00e1ria e expans\u00e3o urbana); quanto de valores, saberes, pr\u00e1ticas e tecnologias sociorreligiosas Afro-Brasileiras (a centralidade da natureza, o \u2018mercado\u2019 como valor civilizat\u00f3rio, a dimens\u00e3o inici\u00e1tica e a tecnologia do segredo, etc.). Demonstrou-se assim que, tanto o n\u00famero de Terreiros existentes e suas respectivas localiza\u00e7\u00f5es, quanto sua \u2018presen\u00e7a invis\u00edvel\u2019 no tecido urbano, n\u00e3o podem ser compreendidas se n\u00e3o tomarmos em conta as m\u00faltiplas ag\u00eancias negras locais (expressas nos muitos Reinados e seus territ\u00f3rios, f\u00edsicos e simb\u00f3licos). Consubstanciados em sete produtos cartogr\u00e1ficos, pode-se constatar a generalidade da presen\u00e7a dos Terreiros por toda a cidade, concentrando-se prioritariamente no entorno dos cursos de rios, reservas e \u00e1reas verdes ainda existentes. Tamb\u00e9m se encontram mapeadas as redes de rela\u00e7\u00f5es comerciais (artigos religiosos, bens, produtos e<br \/>\nservi\u00e7os) diretamente mobilizadas pelo conjunto do \u2018Povo de Santo\u2019. Desta maneira, o trabalho conclui que apesar da vitalidade do racismo estrutural e de suas tecnologias segregacionistas, os mais de 300 Terreiros Negros existentes no munic\u00edpio de Uberl\u00e2ndia\/MG (e suas respectivas localiza\u00e7\u00f5es) s\u00f3 se tornam intelig\u00edveis se levarmos em conta o conjunto de estrat\u00e9gias e tecnologias sociais Afro-Brasileiras, continuamente (re) criadas e acionadas pelo conjunto dos adeptos dos Saberes, Pr\u00e1ticas e Tecnologias Sociorreligiosas Afro-Brasileiras. Suas (re) exist\u00eancias constituem uma express\u00e3o local da vitalidade do continuum civilizat\u00f3rio Afro-Brasileiro.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: cartografia social; continuum civilizat\u00f3rio Afro-Brasileiro; p\u00f3s-aboli\u00e7\u00e3o; segrega\u00e7\u00e3o racial; terreiros negros.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>RENNER COELHO MESSIAS ALVES<\/strong><br \/>\n<strong><a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&amp;id_trabalho=11363462\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">An\u00e1lise do Desenvolvimento da Cultura a partir de Pol\u00edticas P\u00fablicas no Estado do Amazonas (2004-2021)<\/a><br \/>\n<\/strong><strong>Defesa<\/strong>: 29\/10\/2021<\/p>\n<p>Banca: Eli Napole\u00e3o de Lima (Orientadora \u2013 CPDA\/UFRRJ), Thereza Cristina Cardoso Menezes (CPDA\/UFRRJ), Andr\u00e9 Bazzanella, Lia Maria Teixeira de Oliveira (UFRRJ) e Maria do Socorro Bezerra de Lima (UFF).<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: Esta pesquisa objetiva analisar a rela\u00e7\u00e3o das pol\u00edticas p\u00fablicas de cultura com o desenvolvimento da cultura no estado do Amazonas. No combate \u00e0 exclus\u00e3o social, diversas pol\u00edticas enfatizaram o reconhecimento, o fortalecimento e a garantia de direitos culturais, com respeito e valoriza\u00e7\u00e3o das identidades acerca da diversidade cultural brasileira, suas formas de organiza\u00e7\u00e3o e suas institui\u00e7\u00f5es. Desta feita, foram avaliadas as pol\u00edticas culturais desenvolvidas ao longo do s\u00e9culo XXI no estado do Amazonas. Seria ideal que qualquer pessoa respons\u00e1vel pela elabora\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas partisse do princ\u00edpio da n\u00e3o aceita\u00e7\u00e3o da pol\u00edtica da identidade tal qual como tem sido dada, e, ao contr\u00e1rio, procurar mostrar que as representa\u00e7\u00f5es s\u00e3o constru\u00eddas de forma a atender finalidades pr\u00f3prias a agrupamentos humanos distintos entre si, ainda que pertencentes ao mesmo pa\u00eds ou a uma mesma regi\u00e3o, quais finalidades atendem. Promover pol\u00edticas p\u00fablicas culturais gerais \u00e9 produzir culturas divorciadas do mundo cotidiano local, regional, por vezes dissociadas da realidade. Erradicar de forma compuls\u00f3ria a diferen\u00e7a \u00e9 reduzir a diversidade a uma igualdade despojada de identidades, cujo resultado incide em uma pol\u00edtica totalit\u00e1ria. A partir da estrat\u00e9gia metodol\u00f3gica de an\u00e1lise documental a respeito de agentes culturais (organiza\u00e7\u00f5es sociais e governantes municipais, estaduais e federais), a investiga\u00e7\u00e3o evidenciou as esferas culturais promovidas pelos agentes, de maneira a evidenciar como foi regido o acesso \u00e0 cultura. A an\u00e1lise dos dados, por conseguinte, ocorreu por meio de an\u00e1lise de conte\u00fado, com destaque para as categorias fomentadas pelas a\u00e7\u00f5es pol\u00edticas. A gest\u00e3o das pol\u00edticas culturais no estado do Amazonas privilegiou a realiza\u00e7\u00e3o de eventos culturais, muitos dos quais foram realizados na capital e em grandes centros urbanos. Diante disso,<br \/>\nm\u00faltiplos agentes culturais independentes articularam-se em prol da produ\u00e7\u00e3o e do acesso aos bens e servi\u00e7os culturais.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: Pol\u00edticas culturais; Estado do Amazonas; agentes culturais; cultura.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>ANNA ROSA MARIA LOPANE<\/strong><br \/>\n<strong><a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&amp;id_trabalho=11375093\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Rumo a um mundo de sistemas alimentares urbanos?<\/a><br \/>\n<\/strong><strong>Defesa<\/strong>: 22\/12\/2021<\/p>\n<p>Banca: John Wilkinson (Orientador \u2013 CPDA\/UFRRJ), Claudia Job Schmitt (CPDA\/UFRRJ), Georges Flexor (CPDA\/UFRRJ), Paulo Rodrigues Fernandes Pereira (PUC-Rio) e Zina Caceres Benavides (UESC).<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: O constante aumento populacional, o processo de urbaniza\u00e7\u00e3o e uma marcada &#8220;megalopoliza\u00e7\u00e3o&#8221; trazem questionamentos com rela\u00e7\u00e3o ao atual sistema agroalimentar e suas formas de abastecimento. A agricultura urbana, nas suas diversas modalidades, apresenta uma heterogeneidade t\u00e3o grande quanto a agricultural convencional e como nessa \u00faltima se contrap\u00f5em vertentes contrastantes que defendem por exemplo um tipo de agricultura urbana de inclus\u00e3o social ou que utilize tecnologias de ponta, como \u00e9 o caso dos vertical farms. Ap\u00f3s a apresenta\u00e7\u00e3o dos sistemas, dos processos e dos atores atrav\u00e9s dos quais a agricultura\/produ\u00e7\u00e3o alimentar se manifesta nas \u00e1reas urbanas, apresentam-se seus novos desafios e as vis\u00f5es futuras da cidade. Na segunda metade do s\u00e9culo XX, a popula\u00e7\u00e3o urbana mundial triplicou e agora, pela primeira vez na historia da humanidade mais pessoas vivem em \u00e1reas urbanas do que nas rurais. Espera-se at\u00e9 2050 que dois ter\u00e7os da popula\u00e7\u00e3o mundial estejam vivendo em \u00e1reas urbanas. Nesse contexto, \u00e9 o conceito da cidade e de urbaniza\u00e7\u00e3o est\u00e1 sendo redefinido &#8211; n\u00e3o mais como um componente da divis\u00e3o entre mundo urbano e rural, mas como uma forma intgegrada da vida social. Nessa nova din\u00e2mica de acelerada urbaniza\u00e7\u00e3o, a agricultura urbana come\u00e7a a ser um componente natural da concep\u00e7\u00e3o da cidade e um elemento essencial na implementa\u00e7\u00e3o e desenviolvimento do sistemas alimentgares urbanos que possam responder aos desafios vindouros de car\u00e1ter social, clim\u00e1tica e de seguran\u00e7a alimentar.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: Agricultura urbana; Sistemas alimentares urbanos; Fazendas Verticais; Food Justice; Planejamento urbano.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os trabalhos est\u00e3o colocados em ordem cronol\u00f3gica (data da defesa) e podem ser acessados na plataforma Sucupira ao clicar em <a class=\"read-more\" href=\"https:\/\/institucional.ufrrj.br\/portalcpda\/teses-doutorado-2021\/ \" >&#8230; <span class=\"font-italic\">leia mais <i class=\"fas fa-angle-right\"><\/i><\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":715,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"class_list":["post-21776","page","type-page","status-publish","hentry"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.2 - 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