{"id":19811,"date":"2020-07-29T14:26:29","date_gmt":"2020-07-29T17:26:29","guid":{"rendered":"http:\/\/institucional.ufrrj.br\/portalcpda\/?page_id=19811"},"modified":"2021-08-31T16:41:01","modified_gmt":"2021-08-31T19:41:01","slug":"teses-doutorado-2020","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/institucional.ufrrj.br\/portalcpda\/teses-doutorado-2020\/","title":{"rendered":"Teses Doutorado 2020"},"content":{"rendered":"<p>Os trabalhos est\u00e3o colocados em ordem cronol\u00f3gica (data da defesa) e podem ser acessados na plataforma Sucupira ao clicar em seus t\u00edtulos.<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>ELISANDRA DE ARA\u00daJO GALV\u00c3O<\/strong><br \/>\n<a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&amp;id_trabalho=9271923\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong> A pol\u00edtica na CNA: organiza\u00e7\u00e3o, mobiliza\u00e7\u00f5es e inser\u00e7\u00f5es no Estado<\/strong><\/a><br \/>\n<strong>Defesa: <\/strong> 30\/03\/2020<\/p>\n<p><strong>Banca: <\/strong> Regina Bruno (CPDA\/UFRRJ \u2013 Orientadora), Leonilde Servolo de Medeiros (CPDA\/UFRRJ \u2013 Coorientadora), Debora Franco Lerrer (CPDA\/UFRRJ), Pedro Henrique Pedreira Campos (UFRRJ), Ana Cl\u00e1udia Diogo Tavares (UFRJ) e Alessandra Gasparotto (UFPel).<\/p>\n<p><strong>Resumo: <\/strong> A investiga\u00e7\u00e3o desenvolvida nesta tese tem como objeto a Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Agricultura (CNA), confedera\u00e7\u00e3o sindical patronal rural brasileira, legalmente prevista em 1963 e reconhecida em 1964, e sua rela\u00e7\u00e3o com o Estado do momento da sua constitui\u00e7\u00e3o at\u00e9 os anos do regime militar. Analisam-se as articula\u00e7\u00f5es e alian\u00e7as constitu\u00eddas pela entidade para pautar a pol\u00edtica agr\u00e1ria e agr\u00edcola neste per\u00edodo. Com base em publica\u00e7\u00f5es e documentos corporativos da CNA, material de fundos de arquivos p\u00fablicos e privados, entrevistas com lideran\u00e7as e material jornal\u00edstico da \u00e9poca foi poss\u00edvel delimitar e identificar tr\u00eas fases da Confedera\u00e7\u00e3o: da concep\u00e7\u00e3o e instala\u00e7\u00e3o, com uma atua\u00e7\u00e3o, conjuntamente com a SNA, no campo da pol\u00edtica externa para agricultura (anos 1920 aos anos 1940); refunda\u00e7\u00e3o e oficializa\u00e7\u00e3o (anos 1950) como Confedera\u00e7\u00e3o Rural Brasileira (CRB); e reconfigura\u00e7\u00e3o de entidade civil para sindicato patronal rural (anos 1960). Nesses tempos distintos foi poss\u00edvel mapear certos matizes de sua a\u00e7\u00e3o pol\u00edtica e inser\u00e7\u00f5es junto ao Estado, principalmente quando a pol\u00edtica agr\u00edcola \u00e9 posta como mais importante do que a agr\u00e1ria. A tese est\u00e1 organizada conforme tr\u00eas n\u00edveis de an\u00e1lise das rela\u00e7\u00f5es entre sociedade civil e sociedade pol\u00edtica. O primeiro refere-se \u00e0 organiza\u00e7\u00e3o patronal rural a partir das duas l\u00f3gicas da a\u00e7\u00e3o coletiva, conforme tratadas por ClausOffe. O segundo \u00e9 o institucional, no qual s\u00e3o analisadas as demandas e argumentos que d\u00e3o sentido ao funcionamento da CNA e ao repert\u00f3rio que p\u00f5e em evid\u00eancia seus interesses. O terceiro \u00e9 o das redes e rela\u00e7\u00f5es de poder, no qual \u00e9 analisada sua a\u00e7\u00e3o pol\u00edtica junto ao Estado propondo mecanismos de pol\u00edtica agr\u00edcola que favoreceram setores do patronato rural. A tese contribui para ampliar o debate sobre as formas de a\u00e7\u00e3o coletiva dos grupos conservadores dominantes e as estrat\u00e9gias de press\u00e3o junto ao Estado que caracterizam a cultura pol\u00edtica do patronato rural.<br \/>\n<strong>Palavras-chave: <\/strong> Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Agricultura (CNA); patronato rural; Estado brasileiro; ditadura militar.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>RITA DE C\u00c1SSIA FAGUNDES<\/strong><br \/>\n<a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.xhtml?popup=true&amp;id_trabalho=9273455\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong> O arranjo produtivo do milho em Sergipe e o cuscuz nosso de cada dia<\/strong><\/a><br \/>\nO link para o trabalho ser\u00e1 disponibilizado em breve.<br \/>\n<strong>Defesa: <\/strong> 09\/04\/2020<\/p>\n<p><strong>Banca: <\/strong> Debora Franco Lerrer (CPDA\/UFRRJ \u2013 Orientadora), Claudia Job Schmitt (CPDA\/UFRRJ \u2013 Coorientadora), F\u00e1tima Portilho (CPDA\/UFRRJ), Renato Maluf (CPDA\/UFRRJ), Valter Lucio de Oliveira (UFF) e Renata Menasche (UFPel).<\/p>\n<p><strong>Resumo: <\/strong> Nos \u00faltimos anos o arranjo produtivo do milho em Sergipe tem passado por grandes transforma\u00e7\u00f5es e o Estado tem se destacado tanto pela expans\u00e3o da \u00e1rea cultivada como pelo aumento da produtividade. H\u00e1 uma s\u00e9rie de trabalhos importantes relacionados \u00e0 tem\u00e1tica do milho, no entanto, o foco tem sido sempre relacionado ao aumento da produtividade e as poss\u00edveis implica\u00e7\u00f5es ambientais. Todavia, deve-se reconhecer que qualquer processo produtivo envolve outras dimens\u00f5es, pol\u00edtica, social e institucional oportunas de serem abordadas e \u00e9 preciso reconhecer a presen\u00e7a da quest\u00e3o alimentar nos processos de desenvolvimento. Partindo desse entendimento, nosso objetivo com essa pesquisa \u00e9 analisar as transforma\u00e7\u00f5es ocorridas ao longo das \u00faltimas d\u00e9cadas nas rela\u00e7\u00f5es de coprodu\u00e7\u00e3o estabelecidas pelos agricultores de base familiar do Semi\u00e1rido sergipano com o milho e suas repercuss\u00f5es, tanto no que diz respeito ao papel desempenhado por esse cultivo na organiza\u00e7\u00e3o de seus sistemas produtivos como no que se refere \u00e0s suas pr\u00e1ticas alimentares, buscando identificar os fatores que conflu\u00edram para uma reconfigura\u00e7\u00e3o destas rela\u00e7\u00f5es em um ambiente marcado por uma crescente expans\u00e3o da monocultura do milho. Daremos aten\u00e7\u00e3o especial ao cuscuz, tendo em vista que ao abordarmos as caracter\u00edsticas e a rela\u00e7\u00e3o entre alimento material e simb\u00f3lico, podermos ampliar o entendimento sobre as poss\u00edveis consequ\u00eancias sociais de um alimento que passou a estar vinculado aos circuitos globais de commodities.<br \/>\n<strong>Palavras-chave: <\/strong> agricultura familiar; milho; coprodu\u00e7\u00e3o; Revolu\u00e7\u00e3o Verde.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>CL\u00c1UDIA SOUSA ORIENTE DE FARIA<\/strong><br \/>\n<a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&amp;id_trabalho=9273458\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong> A cria\u00e7\u00e3o do Instituto Federal de Educa\u00e7\u00e3o, Ci\u00eancia e Tecnologia Goiano e sua circunst\u00e2ncia social e pol\u00edtica <\/strong><\/a><br \/>\nO link para o trabalho ser\u00e1 disponibilizado em breve.<br \/>\n<strong>Defesa: <\/strong> 23\/04\/2020<\/p>\n<p><strong>Banca: <\/strong> Raimundo Santos (CPDA\/UFRRJ \u2013 Orientador), Iraci Balbina Gon\u00e7alves Silva (IFGoiano), Claudecir Gon\u00e7ales (IFGoiano), Dora Vianna Vasconcellos (UFRRJ) e Ricardo Jos\u00e9 de Azevedo Marinho (Unigranrio).<\/p>\n<p><strong>Resumo: <\/strong> Esta pesquisa visou apresentar o per\u00edodo hist\u00f3rico de 1909 a 2010, no que tange as pol\u00edticas de ensino voltadas \u00e0 educa\u00e7\u00e3o profissional no Brasil, com \u00eanfase anal\u00edtica nas gest\u00f5es do governo Lula (2003 a 2010), quanto as suas filosofias e estrat\u00e9gias de desenvolvimento nessa modalidade de ensino e como elas impactaram o processo de organiza\u00e7\u00e3o dos institutos federais em Goi\u00e1s, especificamente sobre a cria\u00e7\u00e3o do IF Goiano. Os objetivos de car\u00e1ter espec\u00edfico foram: 1) tra\u00e7ar o percurso hist\u00f3rico da educa\u00e7\u00e3o profissional no Brasil de 1909 a 2010, verificando as causas e determinantes das transforma\u00e7\u00f5es ocorridas nessa modalidade de ensino; 2) caracterizar o governo Lula (2003 a 2010), realizando an\u00e1lise da gest\u00e3o, no que se refere \u00e0s suas ideologias na promo\u00e7\u00e3o das pol\u00edticas voltadas para a educa\u00e7\u00e3o profissional no Brasil; 3) evidenciar como as pol\u00edticas para a educa\u00e7\u00e3o profissional do governo Lula impactaram o processo de organiza\u00e7\u00e3o dos institutos federais no Estado de Goi\u00e1s; 4) identificar os sujeitos envolvidos no processo de cria\u00e7\u00e3o\/implanta\u00e7\u00e3o do IF Goiano em Goi\u00e1s e como se deu a participa\u00e7\u00e3o dos mesmos nas decis\u00f5es pol\u00edticas, no estabelecimento das prioridades, na conforma\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica da reitoria e os poss\u00edveis conflitos e tens\u00f5es decorrentes do processo. Isso representou investigar a historicidade e a configura\u00e7\u00e3o da educa\u00e7\u00e3o profissional em uma perspectiva de rupturas, de inova\u00e7\u00f5es, assim como em uma perspectiva de continuidade e de transforma\u00e7\u00e3o de uma institui\u00e7\u00e3o escolar em outra, sejam elas em aspectos culturais, administrativos, geogr\u00e1ficos, de gest\u00e3o, de pessoal entre outros. A nova institucionalidade dada \u00e0 Rede EPCT teve seu marco legal por meio da Lei n\u00ba 11.892, de 29 de dezembro de 2008. \u00c9 fato que as escolas integrantes da Rede EPCT nos dias atuais tiveram uma trajet\u00f3ria din\u00e2mica que transformaram muitas vidas ao longo de sua exist\u00eancia e ainda promovem transforma\u00e7\u00f5es significativas. Para o desenvolvimento do estudo, foram utilizadas fontes de natureza qualitativa como: pesquisa bibliogr\u00e1fica, documental e entrevistas com os gestores que estavam \u00e0 frente das escolas que se uniram para formar o IF Goiano, s\u00e3o eles: os diretores-gerais dos Cefets de Rio Verde, de Uruta\u00ed e da EAF de Ceres; tamb\u00e9m foi feita entrevista com a representante pol\u00edtica da bancada goiana, ocupante naquela ocasi\u00e3o, do cargo de senadora da Rep\u00fablica e com o secret\u00e1rio da Setec\/MEC. Resgatar essa mem\u00f3ria passada foi praticar um exerc\u00edcio de reflex\u00e3o, foi uma maneira de preserv\u00e1-la, fortalec\u00ea-la e compreender as diferen\u00e7as e restri\u00e7\u00f5es de cada \u00e9poca. Da mesma forma, foi preciso olhar para os sujeitos que constru\u00edram essa hist\u00f3ria, quais as motiva\u00e7\u00f5es pol\u00edticas, sociais e econ\u00f4micas determinantes de cada per\u00edodo. Outro fator importante e que tamb\u00e9m nos motivou ao trazer a discuss\u00e3o nesta pesquisa, sobre as mudan\u00e7as ocorridas nos institutos federais para o contexto goiano, foi pelo fato de que at\u00e9 o presente momento, n\u00e3o existiam estudos com a tem\u00e1tica e recorte investigados, esperando-se assim, ter contribu\u00eddo com o registro documental de uma hist\u00f3ria que ainda n\u00e3o havia sido escrita conforme o vi\u00e9s pretendido.<br \/>\n<strong>Palavras-chave: <\/strong> educa\u00e7\u00e3o profissional.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>LIDIANE FERNANDES DA LUZ<\/strong><br \/>\n<a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&amp;id_trabalho=9274124\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong> Card\u00e1pios, paisagens e pol\u00edticas no semi\u00e1rido baiano \u2013 o abastecimento alimentar sob a \u00f3tica das intera\u00e7\u00f5es entre sistemas alimentares e do acesso a alimentos com qualidade diferenciada<\/strong><\/a><br \/>\nO link para o trabalho ser\u00e1 disponibilizado em breve.<br \/>\n<strong>Defesa: <\/strong> 12\/05\/2020<\/p>\n<p><strong>Banca: <\/strong> Renato Maluf (CPDA\/UFRRJ \u2013 Orientador), F\u00e1tima Portilho (CPDA\/UFRRJ), Maria Jos\u00e9 Carneiro (CPDA\/UFRRJ), Rumi Regina Kubo (UFRGS) e Sandra Maria Chaves dos Santos (UFBA).<\/p>\n<p><strong>Resumo: <\/strong> O trabalho analisa o modo como se d\u00e1 o acesso a alimentos com qualidade diferenciada na localidade de Juazeiro, enquanto constru\u00e7\u00e3o social na qual se expressa a rela\u00e7\u00e3o entre (i) as caracter\u00edsticas do espa\u00e7o (natural, cultural, socioecon\u00f4mico e pol\u00edtico), (ii) as escolhas alimentares (prefer\u00eancias, estilos de vida, condi\u00e7\u00f5es estruturais), (iii) o entrecruzamento de din\u00e2micas com distintas naturezas e escalas que comp\u00f5em o abastecimento alimentar desta localidade, e (iv) as pr\u00f3prias concep\u00e7\u00f5es de acesso e qualidade. A caracteriza\u00e7\u00e3o do abastecimento alimentar \u00e9 tratada enquanto um sistema complexo composto pelas intera\u00e7\u00f5es entre sistemas alimentares coexistentes, a partir de tr\u00eas t\u00f3picos orientadores: as paisagens, os card\u00e1pios, e as pol\u00edticas. A partir disso, busca-se identificar, nas din\u00e2micas dos atores locais, intera\u00e7\u00f5es entre sistemas alimentares coexistentes: tens\u00f5es, formas h\u00edbridas, complementariedades, sinergias e possibilidades de coopera\u00e7\u00e3o. Por fim, s\u00e3o apresentados argumentos para uma reflex\u00e3o sobre o acesso a alimentos com qualidade diferenciada a partir de seus determinantes, e sobre a constru\u00e7\u00e3o de uma pol\u00edtica dos alimentos a n\u00edvel local, baseada em fundamentos de justi\u00e7a e soberania alimentar. A principal tese a ser defendida neste trabalho \u00e9 a de que a participa\u00e7\u00e3o social em espa\u00e7os pol\u00edticos, a valoriza\u00e7\u00e3o da cultura local e a forma\u00e7\u00e3o de redes entre organiza\u00e7\u00f5es s\u00e3o recursos acionados pelos atores na localidade de Juazeiro para a promo\u00e7\u00e3o do acesso a alimentos com qualidade diferenciada. Nesse vi\u00e9s, a valoriza\u00e7\u00e3o da dimens\u00e3o cultural, junto a ambiental e a da sa\u00fade, expressa aspectos fundamentais para uma mudan\u00e7a social que amplie o acesso ao alimento com qualidade diferenciada, por meio da associa\u00e7\u00e3o deste com: a) sentido de pertencimento a um determinado territ\u00f3rio ou territorialidade; b) identifica\u00e7\u00e3o com as pr\u00e1ticas familiar e historicamente constru\u00eddas; c) sensibiliza\u00e7\u00e3o por meio da m\u00fasica, de receitas tradicionais, da arte, da poesia, entre outras manifesta\u00e7\u00f5es art\u00edstico-culturais. Esses elementos, somados ao engajamento pol\u00edtico dos atores, possui papel determinante na disponibilidade dos alimentos com qualidade diferenciada e na elucida\u00e7\u00e3o de seu valor de forma contextualizada, interligando aspectos da hist\u00f3ria, da cultura e do ambiente.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: abastecimento alimentar; sistemas alimentares; soberania e seguran\u00e7a alimentar e nutricional; acesso a alimentos com qualidade diferenciada; pol\u00edtica dos alimentos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>RENATA BEZERRA MILAN\u00caS<\/strong><br \/>\n<a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&amp;id_trabalho=10388290\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong> \u201cTodo mundo aqui quer ser patr\u00e3o\u201d: pernambucanizando o empreendedorismo no Polo de Confec\u00e7\u00f5es de Roupas do Agreste<\/strong><\/a><br \/>\n<strong>(Indicada para o Pr\u00eamio Anpocs de Melhor Tese de Doutorado 2021)<\/strong><br \/>\n<strong>Defesa: <\/strong> 18\/08\/2020<\/p>\n<p><strong>Banca: <\/strong> John Wilkinson (Orientador \u2013 CPDA\/UFRRJ), Fernando Rabossi (Corientador \u2013 UFRJ), Claudia Job Schmitt (CPDA\/UFRRJ), Maria Jos\u00e9 Teixeira Carneiro (CPDA\/UFRRJ), L\u00facia Helena Alves M\u00fcller (USP), Renata Campos Motta (FU-Berlin, Alemanha) e John Wilkinson (CPDA\/UFRRJ).<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: O empreendedor tem se tornado um dos personagens mais enigm\u00e1ticos no cen\u00e1rio das transforma\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas e sociais da contemporaneidade. Sua presen\u00e7a tem sido cada vez mais recorrente, tanto no debate acad\u00eamico como nos meios de comunica\u00e7\u00e3o de massa, fazendo-nos questionar: estar\u00edamos n\u00f3s vivendo a era do empreendedorismo? V\u00e1rios te\u00f3ricos de diferentes \u00e1reas do conhecimento t\u00eam dedicado grande parte dos seus estudos na busca de tentar entender o avan\u00e7o desse fen\u00f4meno. Entretanto, grande parte da literatura mainstream sobre o tema vem refor\u00e7ando uma padroniza\u00e7\u00e3o dessa figura atrav\u00e9s de perspectivas hegem\u00f4nicas, que tem como modelo padr\u00e3o o empres\u00e1rio \u201cmodelo\u201d do Norte global. Diferente dessa vis\u00e3o, a pesquisa que aqui se segue, n\u00e3o tem como foco os modelos cl\u00e1ssicos sobre o empreendedorismo, mas traz como exemplo, o que vem ocorrendo no Agreste pernambucano, desde meados de 1950, quando homens e mulheres come\u00e7aram a fabricar roupas com restos de tecidos e, a partir da\u00ed, conseguiram construir o que hoje \u00e9 considerado como o segundo maior polo t\u00eaxtil do Brasil. Diante desse contexto, atrav\u00e9s de um di\u00e1logo te\u00f3rico com abordagens cr\u00edticas sobre a economia e estudos p\u00f3s-coloniais sobre o empreendedorismo, esta tese tem como objetivo principal analisar a trajet\u00f3ria dos empreendedores t\u00eaxteis do Polo de Confec\u00e7\u00f5es do Agreste Pernambucano e refletir sobre as diferentes formas de inser\u00e7\u00e3o no mundo das confec\u00e7\u00f5es de roupas. Intenta-se com isso entender, de um lado, quais caminhos s\u00e3o trilhados na forma\u00e7\u00e3o dos empreendimentos e das pessoas enquanto empreendedoras; e do outro, compreender como elas desenvolvem o aprendizado e as habilidades t\u00e9cnicas e econ\u00f4micas para se manter no mercado do Polo. Esta tese lan\u00e7a, portanto, o seguinte desafio: como estudar esse empreendedor do interior do Nordeste brasileiro, que est\u00e1 \u00e0 margem do contexto europeuamericano das teorias? Visando \u201cpernambucanizar\u201d o empreendedorismo para entender melhor a realidade analisada, os casos trazidos aqui se concentram nas trajet\u00f3rias de vida de pessoas que possuem empreendimentos (de pequeno, m\u00e9dio e grande porte) voltados para a confec\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o de roupas. A pesquisa revela que o que atualmente chamamos de empreendedorismo, na realidade local, pode ser definido como a cultura do \u201ctrabalhar sem patr\u00e3o\u201d. Se libertar da autoridade do outro constitui um dos elementos mais caracter\u00edsticos e marcantes do Polo. \u00c9 poss\u00edvel perceber que essa poss\u00edvel \u201cvoca\u00e7\u00e3o\u201d empreendedora da regi\u00e3o tem ra\u00edzes profundas no contexto familiar dos indiv\u00edduos que comp\u00f5em o Polo, assim como tamb\u00e9m na experi\u00eancia hist\u00f3rica e anterior do trabalho agr\u00edcola dessas pessoas. Sendo assim, as trajet\u00f3rias de vida dos entrevistados trazem \u00e0 tona alguns elementos que ser\u00e3o abordados no decorrer dos cap\u00edtulos, tais como: o trabalho desde a inf\u00e2ncia, o pouco acesso \u00e0 educa\u00e7\u00e3o, as distin\u00e7\u00f5es de g\u00eanero, a import\u00e2ncia das redes de rela\u00e7\u00f5es pessoais nos neg\u00f3cios, as crises, os calotes e a vontade de enriquecer. Por fim, tendo em vista a necessidade de abordagens alternativas e contra hegem\u00f4nicas \u00e0 forma predominante de conceber o empreendedorismo, espera-se que esta tese possa contribuir para a an\u00e1lise da atividade empreendedora em ambientes institucionais flu\u00eddos, com recursos escassos e em economias do Sul global, como \u00e9 o caso do campo emp\u00edrico desta pesquisa, para que possamos pensar no Brasil contempor\u00e2neo.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: empreendedorismo; trabalho sem patr\u00e3o; Feira da Sulanca; Polo de Confec\u00e7\u00f5es do Agreste pernambucano.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>FERNANDO DA ROCHA RODRIGUES<\/strong><br \/>\n<a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&amp;id_trabalho=10579786\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>A Festa e a Santa: ritual religioso e festivo no munic\u00edpio de Auril\u00e2ndia, Goi\u00e1s<\/strong><\/a><br \/>\n<strong>Defesa<\/strong>: 24\/08\/2020<\/p>\n<p>Banca: Debora Franco Lerrer (CPDA\/UFRRJ \u2013 Orientador), Alberto da Silva moreira(PUC-RS), Nelson Giordano Delgado (CPDA\/UFRRJ), Luzimar Paulo Pereira (UFJF), Rita Marcia Magalh\u00e3es Furtado (UFG) e Jadir de Moraes Pessoa (UFG).<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: O presente estudo tem como objetivo principal investigar como a Festa em Louvor a Santa Luzia, realizada anualmente no munic\u00edpio de Auril\u00e2ndia, pequena cidade do interior de Goi\u00e1s, demonstra os modelos de vida e organiza\u00e7\u00e3o social dessa comunidade, na medida em que, ao observar a maneira pela qual a religiosidade norteia as pr\u00e1ticas sociais, a referida festa evoca a hist\u00f3ria do lugar, aciona a mem\u00f3ria coletiva e promove uma sensa\u00e7\u00e3o de abund\u00e2ncia diante da escassez, colocando pessoas, coisas, narrativas e os mais diversos aspectos vivenciais em movimento. Para atingir o objetivo proposto, realizamos uma pesquisa de campo, utilizando a edi\u00e7\u00e3o de 2018 da Festa de Santa Luzia como corpus. No decorrer de sua realiza\u00e7\u00e3o, observamos que a hist\u00f3ria da Festa da Santa e a hist\u00f3ria do lugar se entrela\u00e7am, formando uma celebra\u00e7\u00e3o tradicional do munic\u00edpio de Auril\u00e2ndia. A Festa e a Santa assumem pap\u00e9is importantes no imagin\u00e1rio da comunidade, na medida em que, a partir dela, \u00e9 poss\u00edvel formular uma interpreta\u00e7\u00e3o acerca das rela\u00e7\u00f5es comunit\u00e1rias de solidariedade, uni\u00e3o, bem como as tens\u00f5es e assimetrias que ela coloca em evid\u00eancia. Durante a Festa de Santa Luzia, em 2018, observamos que ela se configura como um mecanismo de mem\u00f3ria, na qual a fartura, anteriormente vivenciada no per\u00edodo de minera\u00e7\u00e3o de ouro e de diamante, reveste-se de sentido simb\u00f3lico contra a escassez de recursos, pessoas, coisas e mobilidade. Ao mesmo tempo, a Festa modifica a fisionomia do local para al\u00e9m do significado simb\u00f3lico, pois tamb\u00e9m consiste em um dispositivo de recrea\u00e7\u00e3o, divers\u00e3o, reencontros, reativa\u00e7\u00e3o do aspecto econ\u00f4mico, entre outros. Em suma, o culto \u00e0 Santa Luzia, em Auril\u00e2ndia, desdobra-se num culto \u00e0 comunidade, no qual os valores circunscritos no ethos social, desencadeados pela mem\u00f3ria coletiva no ambiente religioso, s\u00e3o transformados em elementos de luta coletiva contra a escassez e, por sua vez, contra o esquecimento.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: Festa; Santa Luzia; fartura\/escassez; mem\u00f3ria.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>CARLA MORSCH PORTO GOMES<\/strong><br \/>\n<a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&amp;id_trabalho=10796295\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong> A forma\u00e7\u00e3o de um novo mercado global de terras no Brasil: land grabbing e \u201c\u00faltima fronteira agr\u00edcola\u201d \u2013 MATOPIBA<\/strong><\/a><br \/>\n<strong>(Indicada ao Pr\u00eamio de Melhor Tese de Doutorado em Sociologia Rural da Sober 2021)<\/strong><br \/>\n<strong>Defesa: <\/strong> 18\/08\/2020<\/p>\n<p><strong>Banca: <\/strong> Sergio Pereira Leite (Orientador \u2013 CPDA\/UFRRJ), Jorge Osvaldo Romano (CPDA\/UFRRJ), Karina Kato (CPDA\/UFRRJ), Sergio Sauer (UnB) e Valdemar Jo\u00e3o Wesz Junior (Unila).<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: Desde 2007-08, quando se fez sentir globalmente os efeitos e desdobramentos da crise multidimensional do capitalismo, muitos investidores migraram para o j\u00e1 aquecido setor extrativo (agropecu\u00e1rio, energ\u00e9tico e mineral), devido ao chamado \u201cboom\u201d dos pre\u00e7os internacionais das commodities, iniciado em 2000. Essa din\u00e2mica representou um ajuste abrupto nos padr\u00f5es globais de investimento que teve e, ainda tem, como um dos eixos centrais, a compra\/arrendamento de terras em escala mundial, conformando um fen\u00f4meno que se convencionou chamar de Global Land Grabbing, Acaparamiento de Terras, Land Rush e, no contexto brasileiro, \u201cEstrangeiriza\u00e7\u00e3o\u201d de Terras. A magnitude dos investimentos levaram \u00e0 forma\u00e7\u00e3o de um \u201cmercado global de terras\u201d (e recursos naturais) que t\u00eam produzido altera\u00e7\u00f5es profundas na economia pol\u00edtica da terra e dos recursos naturais dos pa\u00edses do chamado Sul Global, mas tamb\u00e9m por refor\u00e7ar uma divis\u00e3o internacional do trabalho que h\u00e1 muito tempo tem elaborado um \u201cdestino\u201d agroexportador e dependente econ\u00f4mica e politicamente para muitos desses pa\u00edses, deslocando massivamente a disputa territorial, historicamente circunscrita ao territ\u00f3rio nacional, \u00e0 escala global. O Brasil tem sido apontado como o quinto destino global desse tipo de investimento. Frente a essas quest\u00f5es e \u00e0 complexidade dos processos em curso, o objeto de an\u00e1lise desta tese centra-se no funcionamento do atual mercado global de terras no Brasil, procurando compreender a maneira com que esse mercado se estrutura, quais s\u00e3o os seus principais drives e as estrat\u00e9gias de coopera\u00e7\u00e3o (e conflitos) com as elites agroexportadoras locais, utilizando a regi\u00e3o denominada MATOPIBA (acr\u00f4nimo das iniciais dos estados do Maranh\u00e3o, Tocantins, Piau\u00ed e Bahia) como estudo de caso. O MATOPIBA nos mostra uma representa\u00e7\u00e3o muito importante das consequ\u00eancias do funcionamento do mercado global de terras e do land grabbing em uma regi\u00e3o em expans\u00e3o; s\u00e3o mais de 1,700 milh\u00f5es de hectares nas m\u00e3os de estrangeiros, ou seja, parte importante da expans\u00e3o dessa fronteira \u00e9 estimulada por agentes financeiros e grandes empresas transnacionais do setor agr\u00edcola. Durante a pesquisa de campo, n\u00e3o observamos nenhuma contradi\u00e7\u00e3o importante entre os interesses das empresas agr\u00edcolas e financeiras internacionais e da elite agroexportadora local. Ao contr\u00e1rio, esses atores est\u00e3o inseridos e assessorados pela mesma rede e mecanismos de grilagem de terras, explora\u00e7\u00e3o do trabalho e a viol\u00eancia contra as popula\u00e7\u00f5es do campo.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: land grabbing; financeiriza\u00e7\u00e3o da terra; agroneg\u00f3cio; MATOPIBA.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>OLAVO BRANDAO CARNEIRO<\/strong><br \/>\n<a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.xhtml?popup=true&amp;id_trabalho=10818435\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>Al\u00e9m do agro: ruralistas no Senado Federal<\/strong><\/a><br \/>\n<strong>Defesa<\/strong>: 31\/08\/2020<\/p>\n<p><strong>Banca<\/strong>: Regina Bruno (CPDA\/UFRRJ \u2013 Orientadora), Leonilde Servolo de Medeiros (CPDA\/UFRRJ), Sergio Pereira Leite (CPDA\/UFRRJ), Marcos Botton Piccin (UFSM) e Sergio Sauer (UnB).<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: Em que pese o reconhecimento da for\u00e7a pol\u00edtica dos setores patronais rurais e agroindustriais na defesa de seus interesses no Congresso Nacional brasileiro, a literatura ainda \u00e9 carente de pesquisas sobre a a\u00e7\u00e3o dessas classes e grupos sociais no Senado Federal. Buscamos problematizar a quest\u00e3o da representa\u00e7\u00e3o no Senado Federal articulando a abordagem a partir da no\u00e7\u00e3o de interesses de classes e grupos sociais com a abordagem dos estudos legislativos. Nossa hip\u00f3tese \u00e9 de que os parlamentares representantes do agroneg\u00f3cio efetivam uma influ\u00eancia no processo decis\u00f3rio do legislativo a partir de uma atua\u00e7\u00e3o muito al\u00e9m das quest\u00f5es agr\u00e1rias e agr\u00edcolas. Esta ampla inser\u00e7\u00e3o se alicer\u00e7a na pr\u00f3pria origem e trajet\u00f3ria destes porta-vozes do agroneg\u00f3cio. Demonstramos que os senadores da Frente Parlamentar da Agropecu\u00e1ria participam e controlam diversos espa\u00e7os de poder do Congresso Nacional, como as comiss\u00f5es permanentes, tempor\u00e1rias e de inqu\u00e9rito, e os \u00f3rg\u00e3os e conselhos internos, interagindo e se posicionando sobre in\u00fameros temas da vida social. Deste modo disputam pol\u00edtica e simbolicamente o legislativo federal, os demais Poderes e a sociedade como um todo. Analisamos as indica\u00e7\u00f5es de suas emendas individuais ao or\u00e7amento da Uni\u00e3o, com foco nas pol\u00edticas p\u00fablicas e benefici\u00e1rios priorizados. Acreditamos que a pesquisa contribui para a abertura de uma agenda de pesquisas para o aprofundamento da quest\u00e3o da representa\u00e7\u00e3o das classes e grupos dominantes do campo na c\u00e2mara alta brasileira.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: agroneg\u00f3cio; ruralismo; elites agr\u00e1rias; bancada ruralista; Senado Federal; representa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>ALESSANDRA EDNA DE PAULA<\/strong><br \/>\n<a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&amp;id_trabalho=10579386\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>A cadeia produtiva do a\u00e7afr\u00e3o como alternativa para a agricultura familiar de Mara Rosa (GO)<\/strong><\/a><br \/>\n<strong>Defesa<\/strong>: 18\/09\/2020<\/p>\n<p><strong>Banca<\/strong>: George Gerard Flexor (CPDA\/UFRRJ \u2013 Orientador), John Wilkinson (CPDA\/UFRRJ), Claudia Job Schmitt (CPDA\/UFRRJ), Valdemar Jo\u00e3o Wesz Junior (UNILA) e Zina Angelica Caceres Benavides (UESC-BA).<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: A pesquisa geradora desta tese teve como objetivo realizar uma avalia\u00e7\u00e3o descritiva da aglomera\u00e7\u00e3o produtiva do a\u00e7afr\u00e3o da terra (tumeric ou Curcuma Longa L.) no munic\u00edpio brasileiro de Mara Rosa (estado de Goi\u00e1s) buscando compreender, como quest\u00e3o central, que fatores foram determinantes para que esse munic\u00edpio se transformasse no maior polo de produ\u00e7\u00e3o de a\u00e7afr\u00e3o da terra do estado. E como quest\u00e3o secund\u00e1ria, mapear o contexto da produ\u00e7\u00e3o de a\u00e7afr\u00e3o e sua cadeia produtiva com um todo complexo e real, que envolve v\u00e1rios atores e elos em torno da atividade, os quais, interligados, tipificam a cadeia produtiva do a\u00e7afr\u00e3o de Mara Rosa. Trabalhou-se com a concep\u00e7\u00e3o de que as aglomera\u00e7\u00f5es produtivas e a a\u00e7\u00e3o dos agentes econ\u00f4micos, pol\u00edticos e sociais envolvidos neste processo tenha como foco uma atividade econ\u00f4mica espec\u00edfica que incentive as rela\u00e7\u00f5es coletivas entre os atores, numa dada localidade, a partir da organiza\u00e7\u00e3o social, especialmente dos produtores rurais, em um empreendimento cooperativo. Partiu-se das seguintes hip\u00f3teses: 1) a aglomera\u00e7\u00e3o produtiva instalada na Regi\u00e3o Norte de Goi\u00e1s, fundamentalmente em Mara Rosa, e a proposta original de instaura\u00e7\u00e3o de um arranjo produtivo possuem relev\u00e2ncia na oferta estadual do a\u00e7afr\u00e3o; e 2) apesar de todo o empenho de institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas e privadas no sentido de articular e consolidar a cadeia produtiva e o APL, existem ainda aspectos a serem desenvolvidos para que a proposta original seja efetivamente alavancada. Tomando-se a trajet\u00f3ria hist\u00f3rica desse aglomerado produtivo a\u00e7afr\u00e3o, em Mara Rosa (GO), como ponto de partida, buscou-se compreender como o munic\u00edpio de Mara Rosa vem se organizando ao longo dos anos e se tornando conhecido como a \u201ccapital do a\u00e7afr\u00e3o\u201d. Ademais, procurou-se alcan\u00e7ar a percep\u00e7\u00e3o de uma parcela de produtores de a\u00e7afr\u00e3o e de representantes das institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas e privadas quanto ao fen\u00f4meno ocorrido no munic\u00edpio, bem como as suas concep\u00e7\u00f5es quanto \u00e0 participa\u00e7\u00e3o na Cooperativa e \u00e0s a\u00e7\u00f5es que foram desenvolvidas com objetivo de estruturar e subsidiar a cadeia de produ\u00e7\u00e3o. Em rela\u00e7\u00e3o aos procedimentos metodol\u00f3gicos, o estudo consistiu em uma pesquisa qualitativa de car\u00e1ter explorat\u00f3rio, utilizando-se aprofundada revis\u00e3o bibliogr\u00e1fica, bem como coleta de dados secund\u00e1rios, por meio de institui\u00e7\u00f5es de pesquisa e coleta de dados prim\u00e1rios com realiza\u00e7\u00e3o de entrevistas semiestruturadas. Adotou-se, ainda, o estudo de caso, de modo que situa\u00e7\u00f5es reais do aglomerado produtivo de Mara Rosa pudessem ser analisadas.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: aglomera\u00e7\u00f5es produtivas; agricultura familiar; cadeias produtivas; arranjos produtivos locais.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>MARIO NEY RODRIGUES SALVADOR<\/strong><br \/>\n<a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&amp;id_trabalho=10579638\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>Urbaniza\u00e7\u00e3o e formas de resist\u00eancia ind\u00edgena na cidade de Campo Grande-MS: industrializa\u00e7\u00e3o, rela\u00e7\u00f5es de trabalho e territorializa\u00e7\u00e3o \u00e9tnica<\/strong><\/a><br \/>\nDefesa: 16\/10\/2020<\/p>\n<p><strong>Banca<\/strong>: Andrey Cordeiro Ferreira (CPDA\/UFRRJ \u2013 Orientador), Sergio Pereira Leite (CPDA\/UFRRJ), Izabel Missagia de Mattos (UFRRJ), Luiz Henrique Eloy Amado (EHESS, Fran\u00e7a) e Tonico Benites (UFRR).<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: Esta tese \u00e9 um estudo dos ind\u00edgenas no contexto urbano de Campo Grande, capital do estado de Mato Grosso do Sul. O objetivo \u00e9 analisar a rela\u00e7\u00e3o entre a urbaniza\u00e7\u00e3o\/proletariza\u00e7\u00e3o ind\u00edgena e a forma\u00e7\u00e3o das aldeias urbanas, entendido aqui como express\u00f5es de um processo de territorializa\u00e7\u00e3o \u00e9tnica da cidade, ou seja, de ocupa\u00e7\u00e3o dos diversos espa\u00e7os da cidade pelos ind\u00edgenas. Nas d\u00e9cadas finais do s\u00e9culo XX, Campo Grande testemunhou um crescimento significativo da sua popula\u00e7\u00e3o ind\u00edgena, que foi em busca de trabalho e moradia na cidade. Nesse contexto, a industrializa\u00e7\u00e3o da capital do estado de Mato Grosso do Sul, impulsionado pela Lei do PRODES (Lei Complementar n\u00ba 29, de 25 de outubro de 1999, instituiu o Programa de Incentivos para o Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Social de Campo Grande que resultou na cria\u00e7\u00e3o dos Polos Empresariais e na revitaliza\u00e7\u00e3o do N\u00facleo Industrial e do Anel Rodovi\u00e1rio), foi ao encontro da demanda ind\u00edgena, criando postos de trabalho e oportunidades de emprego. Contudo, a inser\u00e7\u00e3o prec\u00e1ria e marginal nas periferias da cidade, e principalmente a falta de moradias, levaram os ind\u00edgenas a organizarem-se e a fazer \u201cocupa\u00e7\u00f5es\u201d de \u00e1reas urbanas, consolidando, assim, os \u201cacampamentos\u201d. A reivindica\u00e7\u00e3o de melhores condi\u00e7\u00f5es de vida para a perman\u00eancia na cidade junto ao poder p\u00fablico resultou na forma\u00e7\u00e3o das \u201caldeias urbanas\u201d, sendo a primeira inaugurada em 1999 e outras tr\u00eas na d\u00e9cada seguinte. A partir desse movimento, considerado aqui como um \u201cdespertar \u00e9tnico\u201d, houve um processo de \u201cetniciza\u00e7\u00e3o\u201d dos espa\u00e7os urbanos, ou seja, a presen\u00e7a ind\u00edgena nos espa\u00e7os pol\u00edtico, econ\u00f4mico, social, cultural e simb\u00f3lico, que se traduzem em mudan\u00e7as no equil\u00edbrio das rela\u00e7\u00f5es de poder.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: territorializa\u00e7\u00e3o, industrializa\u00e7\u00e3o, resist\u00eancia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>JUANITA CU\u00c9LLAR BENAVIDES<\/strong><br \/>\n<a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&amp;id_trabalho=10357848\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>Neoliberalismo e transforma\u00e7\u00f5es na agricultura colombiana: Rumo \u00e0 constru\u00e7\u00e3o hegem\u00f4nica do agroneg\u00f3cio?<\/strong><\/a><br \/>\n<strong>(Indicada para o Pr\u00eamio CAPES de Tese \u2013 Edi\u00e7\u00e3o 2021)<\/strong><br \/>\n<strong>Defesa: <\/strong> 26\/10\/2020<\/p>\n<p><strong>Banca: <\/strong> Jorge Osvaldo Romano (CPDA\/UFRRJ \u2013 Orientador), Karina Yoshie Martins Kato (CPDA\/UFRRJ), Leonilde Servolo de Medeiros (CPDA\/UFRRJ), Carla Silvina Gras (UNSAM, Argentina) e Andr\u00e9s Garc\u00eda Trujillo (Universidad Externado de Colombia).<\/p>\n<p><strong>Resumo: <\/strong> Nas \u00faltimas d\u00e9cadas na Col\u00f4mbia ocorreram mudan\u00e7as importantes na agricultura, relacionadas com a concentra\u00e7\u00e3o de terras, a expans\u00e3o da fronteira agr\u00edcola, o crescimento de algumas culturas t\u00edpicas da agricultura empresarial, bem como o crescente interesse e aquisi\u00e7\u00e3o de terras por parte de atores nacionais e estrangeiros. No plano das pol\u00edticas p\u00fablicas, os \u00faltimos governos fizeram esfor\u00e7os para permitir, na legisla\u00e7\u00e3o, a aquisi\u00e7\u00e3o ou uso de terras p\u00fablicas por empresas. Dentre esses esfor\u00e7os, destaca-se a promulga\u00e7\u00e3o da Lei Zidres em 2016. Essas transforma\u00e7\u00f5es se enquadram na din\u00e2mica internacional, que levaram \u00e0 ado\u00e7\u00e3o do modelo do agroneg\u00f3cio em diversos pa\u00edses. Esta tese analisa, no marco do neoliberalismo, a expans\u00e3o do agroneg\u00f3cio na Col\u00f4mbia, por meio do estudo das transforma\u00e7\u00f5es em n\u00edvel produtivo, territorial e das pol\u00edticas p\u00fablicas. O desenvolvimento desta pesquisa apoiou-se na discuss\u00e3o te\u00f3rica sobre hegemonia, nos elementos da an\u00e1lise do discurso e nos desdobramentos conceituais sobre o agroneg\u00f3cio. O hist\u00f3rico sobre a quest\u00e3o agr\u00e1ria na Col\u00f4mbia, bem como o estudo da implementa\u00e7\u00e3o do neoliberalismo e as mudan\u00e7as geradas na agricultura, que foram aprofundadas nos \u00faltimos anos, sugerem a disputa pela hegemonia do agroneg\u00f3cio. Ela se intensificou, principalmente, a partir do acordo de paz negociado entre o governo de Juan Manuel Santos e a guerrilha das FARC-EP, que incluiu a pauta da Reforma Rural Integral e deu protagonismo \u00e0 economia camponesa e \u00e0 democratiza\u00e7\u00e3o da terra.<br \/>\n<strong>Palavras-chave: <\/strong>agroneg\u00f3cio; hegemonia; quest\u00e3o agr\u00e1ria; neoliberalismo; Col\u00f4mbia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>SIMONE CRISTINA CONTENTE PADILHA<\/strong><br \/>\n<strong><a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.xhtml?popup=true&amp;id_trabalho=10837071\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Estado, territ\u00f3rio e minera\u00e7\u00e3o no Brasil: o caso do projeto S11D\/Vale em Cana\u00e3 dos Caraj\u00e1s-PA<\/a><\/strong><br \/>\n<strong>Defesa<\/strong>: 10\/12\/2020<\/p>\n<p><strong>Banca<\/strong>: Sergio Pereira Leite (CPDA\/UFRRJ \u2013 Orientador), Karina Yoshie Martins Kato (CPDA\/UFRRJ), Nelson Giordano Delgado (CPDA\/UFRRJ), Bruno Milanez (UFJF) e Gilberto de Souza Marques (UFPA).<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: Em 2012, a mineradora Vale conseguiu a licen\u00e7a pr\u00e9via pelo Estado para dar in\u00edcio \u00e0s obras de instala\u00e7\u00e3o do maior projeto de ferro de sua hist\u00f3ria, o Projeto S11D. O tr\u00e2mite desse processo foi marcado por uma conjuntura internacional de instabilidade nesse mercado, depois do grande boom da primeira d\u00e9cada do s\u00e9culo XXI, diante do qual, a Vale respondeu com a emerg\u00eancia de aumentar a escala de produ\u00e7\u00e3o, para compensar a queda do pre\u00e7o, e o caminho poss\u00edvel para isso, estava na explora\u00e7\u00e3o da Serra Sul em Caraj\u00e1s. No Brasil, vivia-se um per\u00edodo favor\u00e1vel \u00e0 implanta\u00e7\u00e3o do projeto, com o Estado conduzindo um modelo de desenvolvimento econ\u00f4mico com base nas exporta\u00e7\u00f5es de commodities, para revers\u00e3o de parte de seus lucros em pol\u00edticas sociais de redu\u00e7\u00e3o da pobreza, conseguindo com isso, garantir uma hegemonia do bloco no poder. A Vale n\u00e3o s\u00f3 fazia parte desse bloco, como contava com o envolvimento direto do Estado no seu processo de acumula\u00e7\u00e3o, na medida em que, mesmo sendo uma empresa privada, ainda tinha expressivo poder acion\u00e1rio do Estado. Esses elementos garantiram o alinhamento a priori, da empresa com o Estado em fun\u00e7\u00e3o do projeto S11D. No entanto, os impactos desse projeto no territ\u00f3rio, foram geradores de conflitos que complexificaram essa rela\u00e7\u00e3o, impondo a media\u00e7\u00e3o de todo um aparelho burocr\u00e1tico administrativo, que por mais que representasse uma estrutura reprodutiva dominante, era cruzado pela luta de classe. Nesse sentido, o principal objetivo da tese esteve em descortinar as a\u00e7\u00f5es do Estado, diante dos interesses de territorializa\u00e7\u00e3o da empresa Vale, na implanta\u00e7\u00e3o da mina do projeto S11D em Cana\u00e3 dos Caraj\u00e1s. Identificou-se nos conflitos ambientais e agr\u00e1rios em torno do projeto, o movimento do Estado atuando de duas formas. Nos impactos do projeto sobre a Flona Caraj\u00e1s, a exist\u00eancia de uma legisla\u00e7\u00e3o ambiental que pautava a a\u00e7\u00e3o da burocracia estatal, conseguiu, de certa forma, blindar o licenciamento das press\u00f5es advindas de esferas superiores do poder pol\u00edtico estatal. No caso dos impactos sociais relacionados aos conflitos agr\u00e1rios com a empresa, havia em grande parte, uma aus\u00eancia de marco regulat\u00f3rio, deixando as tens\u00f5es institucionais menos percept\u00edveis, porque as a\u00e7\u00f5es estatais, ficaram quase todas dinamizadas pelos conflitos entre a Vale e popula\u00e7\u00e3o atingida, que se dava em patamares bastantes desiguais de acesso ao Estado. Com essa tese, buscou-se mostrar os equil\u00edbrios de poder de classe dentro do Estado, mesmo quando esse era conduzido por um governo democr\u00e1tico popular. Permitiu ainda, perceber as estrat\u00e9gias da Vale para dominar a estrutura estatal e coloca-la a servi\u00e7o de seus interesses, e, por fim, o papel das lutas sociais, que mesmo diante do car\u00e1ter refrat\u00e1rio do Estado, conseguiu imprimir sobre ele, suas vit\u00f3rias.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: Estado; neoextrativismo; minera\u00e7\u00e3o; Amaz\u00f4nia; conflitos territoriais.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os trabalhos est\u00e3o colocados em ordem cronol\u00f3gica (data da defesa) e podem ser acessados na plataforma Sucupira ao clicar em <a class=\"read-more\" href=\"https:\/\/institucional.ufrrj.br\/portalcpda\/teses-doutorado-2020\/ \" >&#8230; <span class=\"font-italic\">leia mais <i class=\"fas fa-angle-right\"><\/i><\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":715,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"class_list":["post-19811","page","type-page","status-publish","hentry"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.2 - 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