{"id":12781,"date":"2018-01-24T13:19:07","date_gmt":"2018-01-24T16:19:07","guid":{"rendered":"http:\/\/r1.ufrrj.br\/cpda\/?page_id=12781"},"modified":"2020-08-12T17:12:41","modified_gmt":"2020-08-12T20:12:41","slug":"dissertacoes-mestrado-2017","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/institucional.ufrrj.br\/portalcpda\/dissertacoes-mestrado-2017\/","title":{"rendered":"Disserta\u00e7\u00f5es Mestrado 2017"},"content":{"rendered":"<p>Os trabalhos est\u00e3o colocados em ordem cronol\u00f3gica (data da defesa) e podem ser acessados na plataforma Sucupira ao clicar em seus t\u00edtulos.<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>MARIA MORENA PINTO MARTINS FARIAS<\/strong><br \/>\n<a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&amp;id_trabalho=5016507\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong> Mulheres da Praia do Sono: um estudo sobre g\u00eanero, turismo e sustentabilidade no litoral sul do Rio de Janeiro<\/strong><\/a><br \/>\n<strong>Defesa: <\/strong> 15\/05\/2017<\/p>\n<p><strong>Banca:<\/strong> Thereza Menezes (CPDA\/UFRRJ \u2013 Orientadora), Claudia Job Schmitt (CPDA\/UFRRJ) e Paula Mendes Lacerda (UERJ).<\/p>\n<p><strong>Resumo:<\/strong> A proposta do estudo \u00e9 analisar a crescente presen\u00e7a feminina nas pr\u00e1ticas de desenvolvimento sustent\u00e1vel na Praia do Sono, localizada no munic\u00edpio de Paraty\/RJ, a partir da an\u00e1lise comparativa do turismo de base comunit\u00e1ria e da pr\u00e1tica artesanal do bordado. Pensar comunidades cai\u00e7aras na sociedade contempor\u00e2nea \u00e9 tamb\u00e9m refletir sobre a implementa\u00e7\u00e3o de pr\u00e1ticas econ\u00f4micas que permitam a reprodu\u00e7\u00e3o e a sobreviv\u00eancia destes povos em conjunto com a conserva\u00e7\u00e3o ambiental das \u00e1reas costeiras. Com este objetivo, a pesquisa buscou analisar comparativamente dois tipos de pr\u00e1ticas de desenvolvimento econ\u00f4mico em curso na Praia do Sono, aquelas induzidas pelo Estado e organiza\u00e7\u00f5es da sociedade civil, como \u00e9 o caso do bordado elaborado por mulheres que comp\u00f5e o grupo reconhecido como as Bordadeiras da Praia do Sono. E as iniciativas e atividades protagonizadas pelas comunidades locais e desenvolvidas autonomamente como o turismo comunit\u00e1rio. O foco da pesquisa recaiu sobre a centralidade da gest\u00e3o feminina no desenvolvimento destas pr\u00e1ticas econ\u00f4micas, buscando refletir sobre como as mulheres acionam suas redes de parentesco e vizinhan\u00e7a na organiza\u00e7\u00e3o das atividades e como a crescente presen\u00e7a feminina na gera\u00e7\u00e3o de renda tem se manifestado nas rela\u00e7\u00f5es sociais de g\u00eanero dentro da fam\u00edlia e da comunidade.<br \/>\n<strong>Palavras-chave: <\/strong> comunidades tradicionais; turismo de base comunit\u00e1ria; artesanato; g\u00eanero; cai\u00e7aras; Praia do Sono.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>JUAN FRANCISCO AZUERO MELO<\/strong><br \/>\n<a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&amp;id_trabalho=5016510\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong> Petr\u00f3leo, diversidad, guerra y re-existencia en la Amazonia Andina Colombiana: el conflicto socio-ambiental del Bloque San Juan<\/strong><\/a><br \/>\n<strong>Defesa: <\/strong> 25\/05\/2017<\/p>\n<p><strong>Banca: <\/strong> H\u00e9ctor Alimonda (CPDA\/UFRRJ \u2013 Orientador), D\u00e9bora Franco Lerrer (CPDA\/UFRRJ \u2013 Coorientadora), Claudia Job Schmitt (CPDA\/UFRRJ) e John Cunha Comerford (UFRJ).<\/p>\n<p><strong>Resumo: <\/strong> O presente trabalho analisa o conflito socio-ambiental na regi\u00e3o do Bloque San Juan (Putumayo, Col\u00f4mbia) entre as comunidades da \u00e1rea \u2013representadas pela Asociaci\u00f3n Ambiental Salado de los Loros\u2013 e a empresa petroleira canadense \u201cGranTierra Energy Inc.\u201d. Esta pesquisa realiza-se principalmente desde as perspectivas te\u00f3ricas da Sociologia Pol\u00edtica, a Ecologia Pol\u00edtica e a Geografia Cr\u00edtica Latino-americana. Observa-se que no\u00e7\u00f5es como restri\u00e7\u00f5es e oportunidades pol\u00edticas, repert\u00f3rios de a\u00e7\u00e3o, frames, territorialidades, contextos de experi\u00eancia y processos de apropria\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o, representam elementos constitutivos do conflito na medida em que cada um, assim como suas rela\u00e7\u00f5es, s\u00e3o fundamentais dentro da evolu\u00e7\u00e3o da disputa. Al\u00e9m disso, analisa-se como o conflito n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 um enfrentamento pelo controle e uso dos recursos naturais, trata-se tamb\u00e9m de uma disputa de significados, territorialidades e percep\u00e7\u00f5es culturais enfrentadas. Tamb\u00e9m s\u00e3o analisados os processos de configura\u00e7\u00e3o de territorialidades colonas-camponesas no Bloque San Juan, evidenciando como a nova e boa consci\u00eancia ambiental surge como um eixo fundamental dentro da luta de reexist\u00eancia adiada. Uma das peculiaridades deste conflito \u00e9 que at\u00e9 hoje a comunidade tem impedido a realiza\u00e7\u00e3o de atividades explorat\u00f3rias de petr\u00f3leo.<br \/>\n<strong>Palavras-chave: <\/strong> conflictosocio-ambiental; neo-extractivismo; ecolog\u00eda pol\u00edtica; sociologia pol\u00edtica; geograf\u00eda cr\u00edtica latino-americana; Putumayo; Bloque San Juan.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>ADRIANO DE ALMEIDA FORIGO<\/strong><br \/>\n<a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&amp;id_trabalho=5020853\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong> Lit\u00edgio de terra, lit\u00edgio de mem\u00f3ria: a quest\u00e3o agr\u00e1ria em Porecatu\/PR a partir das narrativas locais (dos conflitos de 1948-51 at\u00e9 o presente)<\/strong><\/a><br \/>\n<strong>Defesa: <\/strong> 19\/06\/2017<\/p>\n<p><strong>Banca: <\/strong> D\u00e9bora Franco Lerrer (CPDA\/UFRRJ \u2013 Orientadora), Leonilde Servolo de Medeiros (CPDA\/UFRRJ) e Maria Veronica Secreto de Ferreras (UFF).<\/p>\n<p><strong>Resumo: <\/strong> O presente trabalho analisa o desenvolvimento da quest\u00e3o agr\u00e1ria no munic\u00edpio de Porecatu\/PR, e no territ\u00f3rio no qual ele est\u00e1 inserido, a partir das narrativas de moradores antigos de cidade, que nela chegaram em per\u00edodos pr\u00f3ximos \u00e0 sua funda\u00e7\u00e3o. Para esta an\u00e1lise, parte-se tamb\u00e9m de outras ocasi\u00f5es narrativas consideradas relevantes. Primeiramente, \u00e9 feita uma revis\u00e3o bibliogr\u00e1fica, a fim de caracterizar a produ\u00e7\u00e3o existente acerca do conflito agr\u00e1rio de Porecatu e situar a contribui\u00e7\u00e3o da presente investiga\u00e7\u00e3o. Nos cap\u00edtulos seguintes, os conflitos agr\u00e1rios de Porecatu s\u00e3o historicizados e tem sua an\u00e1lise informada pelos aportes dos estudos de fronteiras agr\u00edcolas, estudos sobre o poder local e sobre os processos sociais da mem\u00f3ria. Desta maneira, procura-se criar um arcabou\u00e7o anal\u00edtico que permita interpretar as narrativas das fontes sob diferentes \u00f3ticas, buscando nelas elementos que permitam caracterizar os processos hist\u00f3ricos conflitivos atrav\u00e9s de diferentes dimens\u00f5es da vida. Este trabalho visa analisar os processos sociais onde h\u00e1 a disputa entre narrativas explicativas de um determinado contexto local, por sua vez ancoradas em processos materiais, econ\u00f4micos e sociais conflitivos, onde os diferentes agentes disputam sua significa\u00e7\u00e3o.<br \/>\n<strong>Palavras-chave: <\/strong> quest\u00e3o agr\u00e1ria; mem\u00f3ria dividida; Porecatu\/PR; poder local; fronteira agr\u00edcola.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>THA\u00cdS ELETHERIO CORDEIRO<\/strong><br \/>\n<a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&amp;id_trabalho=5020869\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong> A cozinha e suas pr\u00e1ticas: o cozinhar dom\u00e9stico, seus aprendizados, perman\u00eancias e altera\u00e7\u00f5es<\/strong><\/a><br \/>\n<strong>Defesa: <\/strong> 26\/06\/2017<\/p>\n<p><strong>Banca: <\/strong> F\u00e1tima Portilho (CPDA\/UFRRJ \u2013 Orientadora), Claudia Job Schmitt (CPDA\/UFRRJ) e L\u00edvia Barbosa (PUC-Rio).<\/p>\n<p><strong>Resumo: <\/strong> Este trabalho tem por objetivo compreender as maneiras como o cozinhar dom\u00e9stico cotidiano \u00e9 aprendido, mantido e alterado em meio a uma crescente cacofonia de discursos sobre o comer e o cozinhar. As diversas abordagens das teorias das pr\u00e1ticas foram usadas como lente anal\u00edtica para observar o cozinhar do dia a dia. Com foco na a\u00e7\u00e3o e no processo de rotiniza\u00e7\u00e3o das pr\u00e1ticas, este conjunto de teorias permite observar a influ\u00eancia m\u00fatua entre os sentidos dados \u00e0 culin\u00e1ria, os aprendizados e as transforma\u00e7\u00f5es do fazer comida e do ambiente material, que permitem a constitui\u00e7\u00e3o e as altera\u00e7\u00f5es do cozinhar. Atrav\u00e9s de uma abordagem de pesquisa qualitativa, foram realizados encontros etnogr\u00e1ficos nas casas de 12 mulheres, entre 29 e 60 anos, moradoras da cidade do Rio de Janeiro\/RJ e portadoras de ensino superior completo. O recrutamento das participantes buscou contemplar a fase adulta do ciclo de vida, considerando fatores como nupcialidade e fecundidade. Os principais resultados da pesquisa foram: 1) a considera\u00e7\u00e3o da culin\u00e1ria dom\u00e9stica enquanto pr\u00e1tica composta, a qual tem sua manuten\u00e7\u00e3o na rotina e na n\u00e3o reflex\u00e3o das a\u00e7\u00f5es; 2) a percep\u00e7\u00e3o de uma mudan\u00e7a de sentido do cozinhar dom\u00e9stico, de uma atividade com objetivo de nutri\u00e7\u00e3o do corpo para uma atrelada ao prazer; 3) a presen\u00e7a de um aprendizado multifacetado, iniciado ainda na inf\u00e2ncia, a partir da observa\u00e7\u00e3o do cozinhar materno e da ludicidade, e permeado por outras pr\u00e1ticas como o comer fora e o viajar.<br \/>\n<strong>Palavras-chave: <\/strong> comida; culin\u00e1ria dom\u00e9stica; sociologia da alimenta\u00e7\u00e3o; teorias das pr\u00e1ticas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>FABIANE DALLA NORA<\/strong><br \/>\n<a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&amp;id_trabalho=5280338\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong> \u201cTodo dia \u00e9 dia de feira\u201d: rela\u00e7\u00f5es de g\u00eanero a partir de uma feira de pequenos agricultores de Santa Maria\/RS<\/strong><\/a><br \/>\n<strong>Defesa: <\/strong> 21\/08\/2017<\/p>\n<p><strong>Banca: <\/strong> Maria Jos\u00e9 Teixeira Carneiro (CPDA\/UFRRJ\u2013 Orientadora), Carmen Silvia Andriolli (CPDA\/UFRRJ) e Ana Louise de Carvalho Fi\u00faza (UFV).<\/p>\n<p><strong>Resumo: <\/strong> Esta disserta\u00e7\u00e3o baseia-se em uma pesquisa etnogr\u00e1fica realizada em uma feira de pequenos agricultores localizada na cidade de Santa Maria, Rio Grande do Sul\/RS. Conhecida como Feirinha de Camobi ou Feira da Roraima, ocorre no bairro Camobi h\u00e1 aproximadamente dezoito anos e surgiu por uma iniciativa da Associa\u00e7\u00e3o de moradores, Sociedade Amigos de Camobi (SACA). Atualmente, consiste em um importante meio para o desenvolvimento socioecon\u00f4mico das fam\u00edlias que se deslocam para a cidade com o prop\u00f3sito de comercializar seus produtos. \u00c9 um espa\u00e7o que possibilita a venda direta entre produtor e cliente, fazendo com que tenham mais autonomia sobre suas atividades. O objetivo principal deste trabalho \u00e9 observar como as rela\u00e7\u00f5es de g\u00eanero se manifestam no cotidiano destes trabalhadores, na organiza\u00e7\u00e3o e realiza\u00e7\u00e3o da feira. Compreender como esse espa\u00e7o de com\u00e9rcio interfere nestas rela\u00e7\u00f5es, tanto no meio dom\u00e9stico como no \u00e2mbito do trabalho. Atrav\u00e9s da minha experi\u00eancia etnogr\u00e1fica procurei demostrar como a feira modifica a vida social das mulheres feirantes, que comercializam seus produtos, e como interfere no cotidiano dom\u00e9stico, identificando os conflitos que pode acarretar na esfera familiar.<br \/>\n<strong>Palavras-chave: <\/strong> familiar.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>CHARLES ANDRE FERNANDES BARROS<\/strong><br \/>\n<a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&amp;id_trabalho=5280536\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong> Narrativas de luta: a reforma agr\u00e1ria radical nas p\u00e1ginas do Jornal Liga (1962-1964)<\/strong><\/a><br \/>\n<strong>Defesa: <\/strong> 28\/08\/2017<\/p>\n<p><strong>Banca: <\/strong> Raimundo Santos (CPDA\/UFRRJ \u2013 Orientador), Debora Franco Lerrer (CPDA\/UFRRJ), Dora Vianna Vasconcellos (CPDA\/UFRRJ) e Ricardo Jos\u00e9 de Azevedo Marinho (UNIRIO).<\/p>\n<p><strong>Resumo: <\/strong> A disserta\u00e7\u00e3o buscou analisar o sentido discursivo da Reforma Agr\u00e1ria Radical no peri\u00f3dico das Ligas Camponesas &#8211; A Liga. A trajet\u00f3ria do texto se inicia com a forma\u00e7\u00e3o das Ligas Camponesas no nordeste brasileiro e como essas experi\u00eancias de luta v\u00e3o ser os ignitores do surgimento de novas ligas por v\u00e1rias partes do territ\u00f3rio nacional. Se prop\u00f4s tamb\u00e9m, a discutir a estrutura\u00e7\u00e3o do discurso da Reforma Agr\u00e1ria Radical, a partir do encontro que aconteceu na capital mineira em novembro de 1961, ou seja , o I Congresso Nacional dos Lavradores e Trabalhadores Agr\u00edcolas. Nesse congresso se edificaria uma bandeira de luta das Ligas Camponesas que seria, a partir de ent\u00e3o, o seu principal elemento identificador: A bandeira da Reforma Agr\u00e1ria Radical. Discutimos como o jornal Liga se caracteriza como um jornal militante na luta de suas bandeiras e na uni\u00e3o entre campo e cidade. Dos trabalhadores do campo e da cidade. A milit\u00e2ncia pela uni\u00e3o oper\u00e1rio-camponesa.<br \/>\n<strong>Palavras-chave: <\/strong> Ligas Camponesas; Jornal Liga; reforma agr\u00e1ria radical.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>MARCOS VINICIUS MARTINS PEREIRA<\/strong><br \/>\n<a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&amp;id_trabalho=5280838\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong> A luta pelo territ\u00f3rio cai\u00e7ara no contexto da mudan\u00e7a de categoria da Reserva Ecol\u00f3gica da Juatinga<\/strong><\/a><br \/>\n<strong>Defesa: <\/strong> 31\/08\/2017<\/p>\n<p><strong>Banca: <\/strong> Eli de F\u00e1tima Napole\u00e3o de Lima (CPDA\/UFRRJ \u2013 Orientadora), Carmen Silvia Andriolli (CPDA\/UFRRJ), Roberto Jos\u00e9 Moreira (CPDA\/UFRRJ) e Susana Cesco (UFF).<\/p>\n<p><strong>Resumo: <\/strong> O presente trabalho tem como objetivo estudar a mudan\u00e7a de categoria da Reserva Ecol\u00f3gica da Juatinga (REJ), no munic\u00edpio de Paraty, Estado do Rio de Janeiro. A REJ foi criada em 1992 pelo Decreto Estadual 17.981 com o objetivo de preservar o ecossistema local e fomentar a cultura cai\u00e7ara local, compatibilizando a utiliza\u00e7\u00e3o dos recursos naturais com os preceitos conservacionistas. A Pen\u00ednsula da Juatinga \u00e9 habitada h\u00e1 s\u00e9culos por popula\u00e7\u00f5es cai\u00e7aras cujo modo de vida \u00e9 baseado na pesca e na agricultura em cons\u00f3rcio com outras atividades que variam de intensidade e import\u00e2ncia de acordo com os contextos socioecon\u00f4micos regionais, nacionais e internacionais. A cria\u00e7\u00e3o da REJ ocorreu em um momento de avan\u00e7o da urbaniza\u00e7\u00e3o e especula\u00e7\u00e3o imobili\u00e1ria sobre as terras cai\u00e7aras, por\u00e9m a sua gest\u00e3o acabou reprimindo as pr\u00e1ticas dos cai\u00e7aras, contribuindo para as mudan\u00e7as no seu modo de vida e na rela\u00e7\u00e3o com a natureza local. A partir da lei federal n\u00ba 9.985\/2000 que instituiu o Sistema Nacional de Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o (SNUC), torna-se uma exig\u00eancia a reavalia\u00e7\u00e3o de unidades de conserva\u00e7\u00e3o (UC) estabelecidas antes dessa lei e que n\u00e3o perten\u00e7am \u00e0s categorias de UC previstas por ela, como \u00e9 o caso da REJ, para que sejam destinadas aos padr\u00f5es do SNUC. Com o estudo do processo mudan\u00e7a da REJ busco colocar em quest\u00e3o a disputa por territ\u00f3rios, tendo como objetivos: identificar e analisar os agentes e institui\u00e7\u00f5es, os interesses e estrat\u00e9gias envolvidas nesse processo. Com isso, pretendo entender de que maneira os territ\u00f3rios cai\u00e7aras podem ser modificados. Considerando as popula\u00e7\u00f5es cai\u00e7aras como historicamente marginalizadas, viso identificar e analisar sua vis\u00e3o, seus anseios e formas de luta pela defesa de seus territ\u00f3rios diante do processo de mudan\u00e7a da REJ, que pode ser considerado por essas comunidades como uma nova oportunidade para legitimar seu territ\u00f3rio legalmente, tanto a regulariza\u00e7\u00e3o fundi\u00e1ria quanto o pr\u00f3prio exerc\u00edcio de seu modo de vida.<br \/>\n<strong>Palavras-chave: <\/strong> cai\u00e7aras; Reserva Ecol\u00f3gica da Juatinga; territ\u00f3rio; identidade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>GABRIEL DAYER LOPES DE BARROS MOREIRA<\/strong><br \/>\n<a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&amp;id_trabalho=5287902\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong> No caminho para a ro\u00e7a havia um mundo \u2013 territorialidades e recria\u00e7\u00f5es camponesas na Comunidade Paraguai, Baixo Jequitinhonha \u2013 MG<\/strong><\/a><br \/>\n<strong>Defesa: <\/strong> 04\/09\/2017<\/p>\n<p><strong>Banca: <\/strong> Claudia Job Schmitt (CPDA\/UFRRJ \u2013 Orientadora), Leonilde Servolo de Medeiros (CPDA\/UFRRJ), Carmen Silvia Andriolli (CPDA\/UFRRJ) e Claudenir Favero (UFVJM).<\/p>\n<p><strong>Resumo: <\/strong> A leitura das paisagens rurais do Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais, revela modifica\u00e7\u00f5es decorrentes de conflitos ambientais e de processos de cercamento e expropria\u00e7\u00e3o territorial de comunidades camponesas. Mas mesmo em um cen\u00e1rio de grandes amea\u00e7as e risco de desterritorializa\u00e7\u00e3o, as din\u00e2micas sociais e ecol\u00f3gicas dos grupos camponeses t\u00eam sido capazes de engendrar, em contextos espec\u00edficos, processos din\u00e2micos e interativos de re-territorializa\u00e7\u00e3o e de recria\u00e7\u00e3o de identidades e formas de vida. Esta disserta\u00e7\u00e3o tem por objetivo analisar a experi\u00eancia coletiva dos moradores e moradoras da comunidade Paraguai, situada na regi\u00e3o do Baixo Jequitinhonha, em Minas Gerais, em seu processo de (re)constru\u00e7\u00e3o como um grupo social. Esta regi\u00e3o, historicamente marcada pelas fazendas de cria\u00e7\u00e3o de gado, pelo trabalho agregado e por um campesinato m\u00f3vel apresenta, na atualidade, um quadro geral marcado pelo relativo enfraquecimento do mandonismo dos fazendeiros. Ao mesmo tempo, \u00e9 poss\u00edvel observar a emerg\u00eancia de novas formas de organiza\u00e7\u00e3o e de luta sociais protagonizadas por comunidades, organiza\u00e7\u00f5es da sociedade civil e movimentos sociais do campo. Em decorr\u00eancia dos cercamentos, intensificados sobretudo a partir da d\u00e9cada de 1970, as fam\u00edlias da comunidade Paraguai vivem num aperto danado e reconstroem de forma muito din\u00e2mica suas ecologias e espa\u00e7os de vida. Tal reconstru\u00e7\u00e3o mobiliza um conjunto heterog\u00eaneo de elementos, revitaliza e ressignifica tradi\u00e7\u00f5es, ampliando com isso as margens de manobra para a exist\u00eancia social em um contexto marcado por restri\u00e7\u00f5es e assimetrias de poder. A reterritorializa\u00e7\u00e3o e as recria\u00e7\u00f5es camponesas nesta comunidade encontram-se fortemente ancoradas no parentesco, na religiosidade e no pertencimento ao lugar. Esse processo mobiliza m\u00faltiplas estrat\u00e9gias de manejo agroambiental, pr\u00e1ticas relacionadas \u00e0 conserva\u00e7\u00e3o e uso sustent\u00e1vel da agrobiodiversidade, de inspira\u00e7\u00e3o agroecol\u00f3gica, bem como a valoriza\u00e7\u00e3o da identidade quilombola e a afirma\u00e7\u00e3o do direito ancestral ao territ\u00f3rio. Compreendem tamb\u00e9m a inser\u00e7\u00e3o em redes e articula\u00e7\u00f5es sociais em diferentes escalas, o que nos leva a refletir acerca de uma amplia\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio sentido de &#8220;lugar&#8221; e da &#8220;comunidade&#8221; como espa\u00e7os de exist\u00eancia.<br \/>\n<strong>Palavras-chave: <\/strong> campesinato; territ\u00f3rio; estrat\u00e9gias de recria\u00e7\u00e3o camponesa; comunidade; agroecologia; quilombola.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>CARLOS ALBERTO LUCIO BITTENCOURT FILHO<\/strong><br \/>\n<a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&amp;id_trabalho=5287961\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong> A corporatiza\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio de Concei\u00e7\u00e3o do Mato Dentro (MG) pela mineradora Anglo-American. estrat\u00e9gia e corporativa e subordina\u00e7\u00e3o do lugar<\/strong><\/a><br \/>\n<strong>Defesa: <\/strong> 11\/09\/2017<\/p>\n<p><strong>Banca: <\/strong> H\u00e9ctor Alimonda (CPDA\/UFRRJ \u2013 Orientador), Andrey Cordeiro Ferreira (CPDA\/UFRRJ), Ana Flavia Moreira Santos (UFMG) e Rodrigo Salles Pereira Dos Santos (UFRJ).<\/p>\n<p><strong>Resumo: <\/strong>A instala\u00e7\u00e3o do projeto Minas-Rio no munic\u00edpio de Concei\u00e7\u00e3o do Mato Dentro (MG) gerou transforma\u00e7\u00f5es profundas na din\u00e2mica territorial local. Essa pesquisa busca apontar em que medida essas transforma\u00e7\u00f5es podem ser compreendidas como fruto da corporatiza\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio dessa cidade e como a din\u00e2mica de apropria\u00e7\u00e3o territorial e da natureza por parte da mineradora Anglo American est\u00e1 relacionada com a condi\u00e7\u00e3o de depend\u00eancia da sociedade brasileira no interior do sistema-mundo capitalista, reproduzindo hierarquias, desigualdades e conflitos.<br \/>\n<strong>Palavras-chave: <\/strong> minera\u00e7\u00e3o; territ\u00f3rio; corporatiza\u00e7\u00e3o dos territ\u00f3rios; estrat\u00e9gia corporativa; justi\u00e7a ambiental; sistema-mundo; teoria da depend\u00eancia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>DANIEL VIEIRA NUNES<\/strong><br \/>\n<a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&amp;id_trabalho=5288020\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong> Caboclos contra o Progresso: conflito ambiental na Guerra do Contestado<\/strong><\/a><br \/>\n<strong>Defesa: <\/strong> 20\/09\/2017<\/p>\n<p><strong>Banca: <\/strong> Hector Alberto Alimonda (CPDA\/UFRRJ \u2013 Orientador), Maria Veronica Secreto de Ferreras (UFF &#8211; Coorientadora), Leonilde Servolo de Medeiros (CPDA\/UFRRJ) e Jos\u00e9 Augusto Padua (UFRJ).<\/p>\n<p><strong>Resumo: <\/strong> A pesquisa se debru\u00e7a sobre a Guerra do Contestado (1912-1916) a partir do ponto de vista da hist\u00f3ria ambiental e da ecologia pol\u00edtica. Buscando elementos que nos permita caracterizar o Contestado como um conflito ambiental, desenvolvemos um olhar sobre a bibliografia e fontes que pudessem extrair as no\u00e7\u00f5es de natureza de dois conjuntos de sujeitos: as classes dominantes comprometidas com a ideologia do progresso, representadas pelas classes dominantes locais identificadas com o projeto ruralista e pelo holding de Percival Farquhar, ator do imperialismo na regi\u00e3o, ambos amparados no aparelho de Estado; e os caboclos do planalto Contestado atrav\u00e9s da an\u00e1lise de seu modo de vida caboclo em suas pr\u00e1ticas econ\u00f4micas e costumes, sua religiosidade e seu projeto pol\u00edtico constitu\u00eddo durante o conflito. Entendendo que as a\u00e7\u00f5es das classes dominantes alteraram sobremaneira o modo de vida dos sertanejos assim como os ecossistemas do planalto Contestado, procuramos desenvolver argumentos que podem sustentar a tese da Guerra do Contestado como um conflito ambiental e da exist\u00eancia de um ecologismo caboclo.<br \/>\n<strong>Palavras-chave: <\/strong> Guerra do Contestado; conflito ambiental; hist\u00f3ria ambiental.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>MANUELA VALIM BRAGANHOLO<\/strong><br \/>\n<a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&amp;id_trabalho=5288029\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong> Engenhos de Farinha: hist\u00f3ria, mem\u00f3ria e resist\u00eancia no litoral catarinense<\/strong><\/a><br \/>\n<strong>Defesa: <\/strong> 28\/09\/2017<\/p>\n<p><strong>Banca: <\/strong> D\u00e9bora Franco Lerrer (CPDA\/UFRRJ \u2013 Orientadora), Thereza Cristina Cardoso Menezes (CPDA\/UFRRJ \u2013 Coorientadora), F\u00e1tima Portilho (CPDA\/UFRRJ) e Raquel Mombelli (UFSC).<\/p>\n<p><strong>Resumo: <\/strong> Esta disserta\u00e7\u00e3o investiga os processos que trouxeram os engenhos artesanais at\u00e9 a contemporaneidade e a constru\u00e7\u00e3o da articula\u00e7\u00e3o em rede e da patrimonializa\u00e7\u00e3o como estrat\u00e9gias pol\u00edticas para a continuidade dos engenhos de farinha. A farinha de mandioca foi o alimento b\u00e1sico e a principal atividade econ\u00f4mica do litoral de Santa Catarina, especialmente a partir do s\u00e9culo XVIII. Os engenhos de farinha garantiram a seguran\u00e7a alimentar das popula\u00e7\u00f5es locais e a possibilidade de trocas no mercado interno at\u00e9 meados do s\u00e9culo XX. A partir dessa \u00e9poca, a press\u00e3o por terras para projetos de desenvolvimento industriais e tur\u00edsticos, bem como urbaniza\u00e7\u00e3o n\u00e3o planejada dos territ\u00f3rios, modificou as rela\u00e7\u00f5es de produ\u00e7\u00e3o e consumo da farinha. A redu\u00e7\u00e3o das terras cultivadas e a descaracteriza\u00e7\u00e3o dos engenhos tradicionais para o atendimento de normas sanit\u00e1rias destituiu a farinha artesanal de seu destaque econ\u00f4mico regional, fechando ou transformando o car\u00e1ter produtivo de muitos engenhos. No s\u00e9culo XXI, as farinhadas seguem produzindo farinha, beijus, cuscuz e diversos significados simb\u00f3licos, reatualizando tradi\u00e7\u00f5es das popula\u00e7\u00f5es litor\u00e2neas, contudo. Contemporaneamente os engenhos (re)aparecem em discursos que interligam agroecologia, turismo, gastronomia regional, demandas fundi\u00e1rias e por valoriza\u00e7\u00e3o cultural. As sociabilidades, tradi\u00e7\u00f5es e pr\u00e1ticas vividas nos engenhos s\u00e3o articuladas entre diversos atores na Rede Catarinense de Engenhos de Farinha, ensejando o reconhecimento como Patrim\u00f4nio Cultural do Brasil.<br \/>\n<strong>Palavras-chave: <\/strong> engenho de farinha; hist\u00f3ria econ\u00f4mica; mem\u00f3ria; urbaniza\u00e7\u00e3o; litoral catarinense; alimenta\u00e7\u00e3o; redes.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>FABIOLA VIEIRA PINTO<\/strong><br \/>\n<a href=\"https:\/\/sucupira.capes.gov.br\/sucupira\/public\/consultas\/coleta\/trabalhoConclusao\/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&amp;id_trabalho=5288049\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong> Programa Nacional de Alimenta\u00e7\u00e3o escolar: uma an\u00e1lise de desempenho de resultados<\/strong><\/a><br \/>\n<strong>Defesa: <\/strong> 09\/10\/2017<\/p>\n<p><strong>Banca: <\/strong> Georges Gerard Flexor (CPDA\/UFRRJ \u2013 Orientador), Biancca Scarpeline de Castro (UFRRJ) e Jos\u00e9 Renato Sant&#8217;Anna Porto (UFF).<\/p>\n<p><strong>Resumo: <\/strong> O presente trabalho tem como objetivo estudar o Programa Nacional de Alimenta\u00e7\u00e3o Escolar (PNAE) atrav\u00e9s de um estudo de caso desenvolvido em Pinheiral, munic\u00edpio do estado do Rio de Janeiro. O PNAE conta com mais de 60 anos e tem como objetivo oferecer alimenta\u00e7\u00e3o escolar aos alunos das escolas p\u00fablicas, em todas as etapas da educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica p\u00fablica. A partir de 2009 foi incluso em seu corpus legal a lei 11.947 que instituiu a diretriz de que 30% dos recursos que s\u00e3o repassados pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educa\u00e7\u00e3o (FNDE) devem ser destinados \u00e0 produtos da agricultura familiar. Esta diretriz incorpora o princ\u00edpio da Seguran\u00e7a Alimentar e Nutricional (SAN) e busca estimular o desenvolvimento econ\u00f4mico da agricultura familiar local e das comunidades ind\u00edgenas, quilombolas e assentamentos da reforma agr\u00e1ria. Objetiva-se nesse trabalho identificar como o processo de implementa\u00e7\u00e3o do PNAE acontece no \u00e2mbito da agricultura familiar e que particularidades interferem no desempenho de seus resultados. Partindo em certa medida da no\u00e7\u00e3o racionalista de desempenho que \u00e9 apoiada no quantitativo de recursos destinados \u00e0 agricultura familiar no programa, iniciamos o trabalho a partir do questionamento do porqu\u00ea os munic\u00edpios apresentam resultados diferentes entre si e ao longo do tempo. A no\u00e7\u00e3o por traz desta quest\u00e3o \u00e9 identificar que fatores podem regular o desempenho da inser\u00e7\u00e3o dos alimentos oriundos da agricultura familiar na alimenta\u00e7\u00e3o escolar.<br \/>\n<strong>Palavras-chave: <\/strong> PNAE; agricultura familiar; desempenho na implementa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os trabalhos est\u00e3o colocados em ordem cronol\u00f3gica (data da defesa) e podem ser acessados na plataforma Sucupira ao clicar em <a class=\"read-more\" href=\"https:\/\/institucional.ufrrj.br\/portalcpda\/dissertacoes-mestrado-2017\/ \" >&#8230; <span class=\"font-italic\">leia mais <i class=\"fas fa-angle-right\"><\/i><\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":634,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","template":"","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"class_list":["post-12781","page","type-page","status-publish","hentry"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.2 - 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