{"id":1734,"date":"2020-02-20T17:13:55","date_gmt":"2020-02-20T20:13:55","guid":{"rendered":"http:\/\/institucional.ufrrj.br\/fazendinha\/?p=1734"},"modified":"2020-02-20T17:13:55","modified_gmt":"2020-02-20T20:13:55","slug":"empreendedor-recebe-apoio-da-ufrrj-para-desenvolver-biscoito-sem-gluten","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/institucional.ufrrj.br\/fazendinha\/2020\/02\/20\/empreendedor-recebe-apoio-da-ufrrj-para-desenvolver-biscoito-sem-gluten\/","title":{"rendered":"Empreendedor recebe apoio da UFRRJ para desenvolver biscoito sem gl\u00faten"},"content":{"rendered":"<h4>Uma pitada de universidade<\/h4>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_43579\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/portal.ufrrj.br\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/IMG_1237.jpg\" data-slb-active=\"1\" data-slb-asset=\"1407261361\" data-slb-internal=\"0\" data-slb-group=\"43578\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-43579 size-medium img-responsive \" title=\"Foto: Jo\u00e3o Henrique Oliveira (CCS\/UFRRJ)\" src=\"https:\/\/portal.ufrrj.br\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/IMG_1237-300x200.jpg\" alt=\"\" aria-describedby=\"caption-attachment-43579\" \/><\/a><\/p>\n<p id=\"caption-attachment-43579\" class=\"wp-caption-text\">A \u2018Birosca sem Gl\u00faten\u2019 na Feira da Agricultura Familiar<\/p>\n<\/div>\n<p>Pegue uma boa ideia. Adicione experi\u00eancia pessoal, autonomia e for\u00e7a de vontade. Em seguida, acrescente bons contatos, agricultura familiar e um produto de qualidade. Por fim, coloque uma boa pitada de universidade, misturando tamb\u00e9m ci\u00eancia, tecnologia e uma identidade visual atraente. Bata tudo isso numa incubadora de empresas que potencialize o empreendimento. Sirva com criatividade e simpatia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Essa combina\u00e7\u00e3o faz parte da receita de neg\u00f3cios do\u00a0<em>chef<\/em>\u00a0Jorge Rezende, criador da \u2018Birosca Sem Gl\u00faten\u2019. A empresa, sediada em Serop\u00e9dica, \u00e9 especializada em culin\u00e1ria sem gl\u00faten \u2013 uma prote\u00edna presente em cerais como trigo, aveia, malte, cevada e centeio. A \u2018Birosca\u2019 produz p\u00e3es, salgados e doces. Mas a \u201cmenina dos olhos\u201d \u00e9 um biscoito de polvilho e batata-doce de polpa alaranjada, o\u00a0<em>Vegan Fit<\/em>, que foi premiado no VII Congresso Internacional de Nutri\u00e7\u00e3o Especializada (Coine), realizado no Rio de Janeiro.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O empreendimento do Seu Jorge, como \u00e9 conhecido na Rural, est\u00e1\u00a0<em>incubado<\/em>\u00a0desde fevereiro de 2018 e residente desde novembro de 2019 na Ineagro \u2013 a Incubadora de Empresas de Base Tecnol\u00f3gica em Agroneg\u00f3cios da UFRRJ. Essa parceria, firmada em contrato, permite que o empreendedor conte com estrutura e consultoria oferecidas pela Universidade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Para entender como essa rela\u00e7\u00e3o entre academia e empreendedor pode ser frut\u00edfera para ambos, entrevistamos os especialistas que auxiliaram no projeto da \u2018Birosca sem Gl\u00faten\u2019; analisamos o papel da Ineagro; e, claro, ouvimos a hist\u00f3ria de vida do Seu Jorge, um ex-analista de sistemas que foi diagnosticado como portador da doen\u00e7a cel\u00edaca, deixou a carreira para tr\u00e1s e buscou novos rumos na gastronomia especializada.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Da necessidade \u00e0 oportunidade<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_43639\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"https:\/\/portal.ufrrj.br\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/seu-jorge.jpg\" data-slb-active=\"1\" data-slb-asset=\"775468667\" data-slb-internal=\"0\" data-slb-group=\"43578\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-43639 size-medium img-responsive \" title=\"Foto: Jo\u00e3o Henrique Oliveira (CCS\/UFRRJ)\" src=\"https:\/\/portal.ufrrj.br\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/seu-jorge-300x204.jpg\" alt=\"\" aria-describedby=\"caption-attachment-43639\" \/><\/a><\/p>\n<p id=\"caption-attachment-43639\" class=\"wp-caption-text\">Portador da doen\u00e7a cel\u00edaca, Jorge Rezende se especializou em culin\u00e1ria sem gl\u00faten<\/p>\n<\/div>\n<p>Jorge Rezende, de 60 anos, \u00e9 um mineiro nascido na cidade de Barbacena. Formado em An\u00e1lise de Sistemas, morava em Bras\u00edlia quando, h\u00e1 dez anos, descobriu que era portador da doen\u00e7a cel\u00edaca. Pessoas com essa enfermidade s\u00e3o intolerantes ao gl\u00faten (<em>saiba mais em \u2018<a href=\"http:\/\/portal.ufrrj.br\/empreendedor-recebe-apoio-da-ufrrj-para-desenvolver-biscoito-sem-gluten\/#gluten\">O gl\u00faten e a doen\u00e7a cel\u00edaca<\/a>\u2019<\/em>).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 uma doen\u00e7a muito grave que, se n\u00e3o tratada, pode levar \u00e0 morte. Os principais sintomas s\u00e3o diarreia, constipa\u00e7\u00e3o e emagrecimento. Naquela \u00e9poca, tive uma crise s\u00e9ria e cheguei a ser internado\u201d, relembra Rezende.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A dificuldade de encontrar alimentos sem gl\u00faten levou Seu Jorge a colocar a m\u00e3o na massa \u2013 literalmente. Assim, ele come\u00e7ou a desenvolver p\u00e3es e massas aliment\u00edcias para o pr\u00f3prio consumo. Depois, experimentou vender os produtos de forma aut\u00f4noma. Deu certo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Da necessidade nasceu um of\u00edcio: Rezende abandonou a carreira de analista de sistemas e passou a se dedicar inteiramente \u00e0 arte culin\u00e1ria. \u201cMe formei em gastronomia, fazendo o curso de Chef Executivo no Senac, me especializei e continuo me especializando na culin\u00e1ria sem gl\u00faten, com pesquisas, informa\u00e7\u00f5es sobre a magia e alquimia da Gastronomia Sem Gl\u00faten\u201d, escreve ele na p\u00e1gina da \u2018Birosca\u2019 no\u00a0<em>Facebook<\/em>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>E onde entra a Rural nessa receita?<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Quando morava em Campo Grande, zona oeste do Rio, Seu Jorge ficou sabendo que a Feira da Agricultura Familiar (FAF) da Universidade abriria vagas para produtores locais. O ano era 2016 e uma reuni\u00e3o realizada na Empresa de Assist\u00eancia T\u00e9cnica e Extens\u00e3o Rural do Rio de Janeiro (Emater), em Serop\u00e9dica, apresentava o projeto da feira \u2013 uma iniciativa que integra o programa de extens\u00e3o\u00a0<a href=\"http:\/\/institucional.ufrrj.br\/agroecologia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>Programa de Fortalecimento da Agricultura Familiar na UFRRJ<\/strong><\/a>, criado em 2015.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cSeu Jorge apareceu nesse encontro. Ele j\u00e1 possu\u00eda uma linha de trabalho com alimentos sem gl\u00faten, com uma experi\u00eancia consolidada. A\u00ed, come\u00e7ou a trabalhar com a gente na feira\u201d, lembra-se Anelise Dias, docente do Instituto de Agronomia (IA). Ela coordena o Programa ao lado da professora N\u00eddia Majerowicz, do Instituto de Ci\u00eancias Biol\u00f3gicas e da Sa\u00fade (ICBS).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Acreditando no potencial do empreendimento, Anelise e N\u00eddia contactaram os professores Maria Ivone Barbosa e Jos\u00e9 Lucena Barbosa J\u00fanior, ambos do Departamento de Tecnologia de Alimentos (Instituto de Tecnologia). \u201cAchamos que seria muito interessante se Jorge estivesse integrado \u00e0 pesquisa na Universidade\u201d, explica Anelise. \u201cEnt\u00e3o, a coisa se encaminhou para a incubadora da Universidade. Incentivamos isso e, l\u00e1 mesmo, ele viu uma oportunidade de inclus\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Assim, uma colher de Ineagro foi acrescentada \u00e0 mistura da \u2018Birosca\u2019.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>O fermento da incubadora<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Dar apoio e suporte para que boas ideias se tornem empreendimentos bem-sucedidos. Em resumo, \u00e9 o que faz uma incubadora. Para cumprir essa fun\u00e7\u00e3o, ela oferece estrutura e consultoria \u00e0s novas empresas por um per\u00edodo determinado. Como num curso, o incubado ter\u00e1 um tempo para se graduar, adquirindo conhecimentos e experi\u00eancia para se lan\u00e7ar no mercado.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>De acordo com um estudo da Associa\u00e7\u00e3o Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec), o Brasil tinha, em 2011, 384 incubadoras em opera\u00e7\u00e3o, que abrigavam 2.640 empresas e ofereciam 16.394 postos de trabalho. A pesquisa \u2013 dispon\u00edvel em\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/bit.ly\/2tD4NAi\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">https:\/\/bit.ly\/2tD4NAi<\/a><\/strong>\u00a0\u2013 foi realizada em parceria com o Minist\u00e9rio de Ci\u00eancia, Tecnologia e Inova\u00e7\u00e3o (MCTI).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Na Rural, a Ineagro desempenha seu papel desde 1998 (<em>leia mais em \u2018<a href=\"http:\/\/portal.ufrrj.br\/empreendedor-recebe-apoio-da-ufrrj-para-desenvolver-biscoito-sem-gluten\/#ineagro\">A Ineagro<\/a>\u2019<\/em>). Para auxiliar os empreendedores, a incubadora acrescenta seus \u201ctemperos\u201d aos projetos, articulando a conex\u00e3o com especialistas da Universidade, al\u00e9m de oferecer infraestrutura e suporte para que o neg\u00f3cio esteja bem preparado para encarar a concorr\u00eancia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_43640\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/portal.ufrrj.br\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/r%C3%B4mulo.jpg\" data-slb-active=\"1\" data-slb-asset=\"1822973415\" data-slb-internal=\"0\" data-slb-group=\"43578\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-43640 size-medium img-responsive \" title=\"Foto: acervo pessoal\" src=\"https:\/\/portal.ufrrj.br\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/r%C3%B4mulo-300x225.jpg\" alt=\"\" aria-describedby=\"caption-attachment-43640\" \/><\/a><\/p>\n<p id=\"caption-attachment-43640\" class=\"wp-caption-text\">R\u00f4mulo Valad\u00e3o: \u201cUm dos objetivos da incubadora \u00e9 consolidar uma ideia que se tornar\u00e1 empreendimento\u201d<\/p>\n<\/div>\n<p>H\u00e1 quatro anos como coordenador de projetos na Ineagro, R\u00f4mulo Cardoso Valad\u00e3o conta como Jorge Rezende iniciou seu trabalho com a incubadora:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cEle foi nos procurar, por indica\u00e7\u00e3o da professora Anelise. E, como todas as pessoas que buscam incubar, pediu as primeiras orienta\u00e7\u00f5es sobre o que precisava. Em geral, o interessado leva a proposta e, depois da incuba\u00e7\u00e3o, a gente faz o trabalho para desenvolver o produto ou servi\u00e7o. Mas o caso do Seu Jorge foi at\u00edpico: ele j\u00e1 estava desenvolvendo esse biscoito\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Valad\u00e3o explicou que o passo a passo seguido pelos incubados inclui, entre outros pontos, a inscri\u00e7\u00e3o no edital (lan\u00e7ado anualmente), a elabora\u00e7\u00e3o de um plano de neg\u00f3cios e a apresenta\u00e7\u00e3o deste ao conselho da Ineagro. Se o projeto for aprovado, \u00e9 aberto o processo de incuba\u00e7\u00e3o e assinado um contrato de tr\u00eas anos, prorrog\u00e1vel por mais dois per\u00edodos de um ano cada. O incubado, ent\u00e3o, paga uma taxa e pode, se necess\u00e1rio, instalar-se numa \u00e1rea da Ineagro, localizada no Instituto de Tecnologia (IT). Esse \u00e9 o caso da \u2018Birosca sem Gl\u00faten\u2019, que possui cozinha, \u00e1rea de envasamento, escrit\u00f3rio e estoque num espa\u00e7o destinado aos empreendedores.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cO objetivo \u00e9 voc\u00ea poder, atrav\u00e9s de todas essas a\u00e7\u00f5es, consolidar uma ideia que se tornar\u00e1 empreendimento. Para que, nesse per\u00edodo de tr\u00eas a cinco anos, o incubado esteja apto a encarar o mercado\u201d, disse R\u00f4mulo Valad\u00e3o. \u201c\u00c9 uma simbiose. A sociedade ganha, a comunidade acad\u00eamica ganha e o incubado acaba fazendo parte dessa comunidade. O incubado \u00e9 nosso \u2018aluno jur\u00eddico\u2019, com CNPJ\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>O tempero dos especialistas<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Para auxiliar seus incubados-graduandos, a Ineagro articula conex\u00f5es com pesquisadores, t\u00e9cnicos e estudantes da Universidade. Nessa troca, o empreendedor tira proveito do conhecimento e da experi\u00eancia dos especialistas, que tamb\u00e9m s\u00e3o estimulados a desenvolverem trabalhos a partir dos projetos incubados.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A engenheira de alimentos Maria Ivone Barbosa, professora do Departamento de Tecnologia de Alimentos, \u00e9 uma das colaboradoras no projeto da \u2018Birosca\u2019. Foi ela quem sugeriu o uso da batata-doce de polpa alaranjada no preparo do biscoito de polvilho desenvolvido por Rezende. \u201cEsse tub\u00e9rculo j\u00e1 tinha sido alvo de estudos em nosso\u00a0<strong><a href=\"http:\/\/cursos.ufrrj.br\/posgraduacao\/ppgcta\/home\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Ci\u00eancia e Tecnologia de Alimentos (PPGCTA)<\/a><\/strong>. Al\u00e9m de v\u00e1rios benef\u00edcios, a batata-doce de polpa alaranjada tem uma quantidade grande de betacaroteno, que \u00e9 precursor da vitamina A em nosso organismo\u201d, explica Barbosa. \u201cComo Seu Jorge tem muita experi\u00eancia na \u00e1rea, ele fez a aplica\u00e7\u00e3o da biomassa no biscoito polvilho e deu muito certo. E a gente ajudou no acompanhamento, na caracteriza\u00e7\u00e3o e na parte nutricional\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A parceria de Maria Ivone e Jorge Rezende foi se construindo mutuamente, numa via de m\u00e3o-dupla. Assim, a professora trouxe sua experi\u00eancia anterior em pesquisas sobre o desenvolvimento de alimentos para pessoas que possuem intoler\u00e2ncias. J\u00e1 o trabalho de Seu Jorge possibilitou a aplica\u00e7\u00e3o concreta, a experimenta\u00e7\u00e3o que, por sua vez, acabou retroalimentando a pr\u00e1tica docente de Ivone, conforme ela exemplifica:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cEssa aproxima\u00e7\u00e3o com Seu Jorge fez com que a gente conseguisse fazer essa conex\u00e3o de saberes, inserindo essa pauta na gradua\u00e7\u00e3o, nas disciplinas que eu ministro na Engenharia de Alimentos. Com essas parcerias de incuba\u00e7\u00e3o, todo mundo sai ganhando. Tanto o empres\u00e1rio \u2013 que consegue qualificar o produto e fazer uma coisa embasada cientificamente \u2013 quanto a comunidade universit\u00e1ria, que v\u00ea a dimens\u00e3o pr\u00e1tica de nossa pesquisa na sociedade\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_43642\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"https:\/\/portal.ufrrj.br\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/IMG_0012.jpg\" data-slb-active=\"1\" data-slb-asset=\"781060137\" data-slb-internal=\"0\" data-slb-group=\"43578\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-43642 size-medium img-responsive \" title=\"Foto: Uli Campos Leal (Comunica\u00e7\u00e3o Proext\/UFRRJ)\" src=\"https:\/\/portal.ufrrj.br\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/IMG_0012-300x200.jpg\" alt=\"\" aria-describedby=\"caption-attachment-43642\" \/><\/a><\/p>\n<p id=\"caption-attachment-43642\" class=\"wp-caption-text\">Cristiane Hess: \u201cConseguimos fazer a validade do biscoito passar de uma semana para tr\u00eas meses. Olha como a embalagem faz a diferen\u00e7a!\u201d<\/p>\n<\/div>\n<p>Outra colabora\u00e7\u00e3o veio da professora Cristiane Hess, tamb\u00e9m do Departamento de Tecnologia de Alimentos. Com sua experi\u00eancia ministrando uma disciplina sobre embalagens, a docente ajudou a desenvolver um pacote para o biscoito. \u201cSeu Jorge tinha uma mercadoria muito boa, mas estava com um problema para manter a validade \u2013 os produtos dele duravam menos de uma semana. Ent\u00e3o, eu falei que, se ele concordasse, a gente mudaria o recipiente. Ele topou e foi a primeira a\u00e7\u00e3o que fiz: uma embalagem para melhorar a conserva\u00e7\u00e3o\u201d, destacou Hess. \u201cN\u00f3s come\u00e7amos esse trabalho h\u00e1 mais ou menos um ano, e conseguimos fazer a validade do biscoito passar de uma semana para tr\u00eas meses. Ent\u00e3o, olha como a embalagem faz a diferen\u00e7a!\u201d<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Segundo Cristiane, o aumento no tempo de conserva\u00e7\u00e3o possibilitou que o produto pudesse ser vendido em um\u00a0<em>site<\/em>, que exigia um m\u00ednimo de tr\u00eas meses de validade. \u201cFoi gratificante ver que a mudan\u00e7a na embalagem possibilitou que o alimento fosse anunciado numa p\u00e1gina que vende para todo o pa\u00eds. Isso \u00e9 muito importante, n\u00e9? Acho que \u00e9 o nosso papel na Universidade mesmo: transferir o conhecimento. Porque tecnologia \u00e9 conhecimento para a coisa funcionar na pr\u00e1tica\u201d, ressaltou a professora.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Mais um cientista que se envolveu no projeto foi Everaldo Zonta, professor do Departamento de Solos (Instituto de Agronomia\/UFRRJ). Ele fez an\u00e1lises de macro e micronutrientes do biscoito, al\u00e9m de avaliar o n\u00edvel de s\u00f3dio. Zonta ressalta que a intera\u00e7\u00e3o com projetos como o do Seu Jorge possibilita o desenvolvimento da produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica da UFRRJ.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cHoje, precisamos trabalhar em colabora\u00e7\u00e3o porque vivemos um contexto de escassez de recursos\u201d, pontua o professor. \u201cFuncionamos num sistema de parceria, sempre com o objetivo de gerar conhecimento. Quando voc\u00ea escreve um resumo ou um artigo, ou trabalha com aquele dado, voc\u00ea se municia inclusive para dar uma aula melhor, para formar melhor os alunos. E, como trabalhamos com estagi\u00e1rios e bolsistas, tamb\u00e9m estamos formando recursos humanos. Esse \u00e9 o nosso retorno efetivo quando participamos de projetos como o da \u2018Birosca\u2019: a produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica, a produ\u00e7\u00e3o de conhecimento\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>A apresenta\u00e7\u00e3o do prato<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_43641\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/portal.ufrrj.br\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/a89defc9-70c9-4e51-b4b3-bb63dd0eeeb8.jpg\" data-slb-active=\"1\" data-slb-asset=\"2061113238\" data-slb-internal=\"0\" data-slb-group=\"43578\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-43641 size-medium img-responsive \" title=\"Imagem: divulga\u00e7\u00e3o\" src=\"https:\/\/portal.ufrrj.br\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/a89defc9-70c9-4e51-b4b3-bb63dd0eeeb8-220x300.jpg\" alt=\"\" aria-describedby=\"caption-attachment-43641\" \/><\/a><\/p>\n<p id=\"caption-attachment-43641\" class=\"wp-caption-text\">O visual da embalagem do \u2018Vegan Fit\u2019 foi elaborado pela\u00a0<em>designer<\/em>\u00a0da CCS\/UFRRJ Patr\u00edcia Perez<\/p>\n<\/div>\n<p>Como todo\u00a0<em>chef<\/em>\u00a0sabe, um bom prato deve ter um visual atraente. Nesse sentido, Seu Jorge p\u00f4de contar com a ajuda da\u00a0<em>designer<\/em>\u00a0Patr\u00edcia Perez, servidora da Coordenadoria de Comunica\u00e7\u00e3o Social (CCS\/UFRRJ). Ela relembra como foi o trabalho com a marca e a embalagem do biscoito sem gl\u00faten:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cO pedido era que fosse dada uma ajuda no geral. Ent\u00e3o, n\u00f3s fizemos o\u00a0<em>redesign<\/em>\u00a0da marca, a \u2018Birosca sem Gl\u00faten\u2019. Pensei em fazer um r\u00f3tulo, mas tamb\u00e9m dei a op\u00e7\u00e3o de reformular toda a embalagem. Seu Jorge conseguiu recursos e pudemos reformular todo o pacote\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Patr\u00edcia conta que o trabalho foi realizado em di\u00e1logo aberto com Seu Jorge, que opinava sobre resultados e dava sugest\u00f5es. No caso da marca, a ideia de uma \u2018birosca\u2019 era materializada pela ilustra\u00e7\u00e3o de uma casinha, que foi redesenhada pela ilustradora. \u201cMantivemos a proposta original, pois ele queria focar que ali era o local onde estava sendo feito o produto, a birosca, no caso. A\u00ed, eu desenvolvi um tipo de trabalho que vai para o mais simples, para o iconogr\u00e1fico\u201d, explica Perez. \u201cPeguei o pictograma de uma casinha e desenhei, acrescentando o quintal e tudo mais. Trabalhei tamb\u00e9m no logotipo, equilibrando com a imagem, e assim fizemos a marca\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Al\u00e9m do aux\u00edlio de \u00e1reas diversas como a comunica\u00e7\u00e3o visual e a tecnologia de alimentos, a \u2018Birosca\u2019 tamb\u00e9m contou com apoio cont\u00e1bil e administrativo de dois professores do Departamento de Ci\u00eancias Cont\u00e1beis e Finan\u00e7as (ICSA): Alessandro Alves e Sergio Correia Barbosa.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>O paladar do mercado<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Na Feira de Agricultura Familiar, realizada \u00e0s quartas-feiras no c\u00e2mpus Serop\u00e9dica, Seu Jorge monta seu ponto de venda e interage com o p\u00fablico consumidor. Foi na feira que teve in\u00edcio sua rela\u00e7\u00e3o com a Rural; e \u00e9 na feira que ela se mant\u00e9m viva.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Em seu estande s\u00e3o exibidos os frutos da parceria: a placa recebida pelo 2\u00b0 lugar no VII Coine, em 2018, com a pesquisa\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/portal.ufrrj.br\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/PotencialPolvilho-Sgluten_-COINE-2018.pdf\">\u2018Potencial do uso de batata-doce alaranjada na elabora\u00e7\u00e3o de biscoito de polvilho enriquecido com vitamina A\u2019<\/a><\/strong>;\u00a0<em>banners<\/em>\u00a0com resumos dos trabalhos cient\u00edficos produzidos ao lado de professores e p\u00f3s-graduandos da Universidade; e as embalagens produzidas com tecnologia e design elaborados por especialistas da Rural.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>E as rela\u00e7\u00f5es com a UFRRJ n\u00e3o param por a\u00ed. Bem perto da banca de Jorge, encontra-se a barraca do Seu Fl\u00e1vio, que fornece a mat\u00e9ria-prima para o biscoito: a batata-doce de polpa alaranjada. Que, ali\u00e1s, \u00e9 cultivada na\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/institucional.ufrrj.br\/fazendinha\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Fazendinha Agroecol\u00f3gica Km 47<\/a><\/strong>, uma parceria da Rural com a Embrapa Agrobiologia e a Pesagro-Rio.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cSeu Fl\u00e1vio \u00e9 um dos meus fornecedores da FAF. Tamb\u00e9m adquiro dos feirantes o sal marinho, a gordura de palma\u2026 Basicamente, 80% da mat\u00e9ria-prima vem daqui\u201d, explica Rezende, demonstrando que a cadeia de produ\u00e7\u00e3o e consumo do biscoito \u00e9 mais uma das engrenagens que movimenta a produ\u00e7\u00e3o local e a agricultura familiar de base agroecol\u00f3gica.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Uma pausa para atender a uma cliente. Ela tamb\u00e9m \u00e9 integrante da feira.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201c\u00d4, Seu Jorge! Vamos aumentar o tamanho desse pacote! Vegano come muito!\u201d, brinca a feirante Edilene Santos, que \u00e9 consumidora do biscoito desde que foi lan\u00e7ado. \u201c\u00c9 um produto diferenciado, que a gente n\u00e3o encontra no mercado com um pre\u00e7o acess\u00edvel. Al\u00e9m do pre\u00e7o e da qualidade, tem a origem: vem da agricultura org\u00e2nica, de nosso circuito de comercializa\u00e7\u00e3o e produ\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Outra consumidora chegou e experimentou o produto pela primeira vez. E, entre uma mastigada e outra, manifestou suas impress\u00f5es.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cO biscoito \u00e9 supercrocante e bem fresquinho, al\u00e9m de ser muito saboroso. Uma boa pedida para quando voc\u00ea quer comer algo leve e saud\u00e1vel\u201d, opinou a estudante de Biologia Erika de Paula, que levou tr\u00eas pacotes para casa.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>E assim Seu Jorge vai passando pelo teste do mercado. Ele relata que, gra\u00e7as \u00e0 ajuda de investidores externos, conseguiu colocar seu produto nas prateleiras de supermercados e lojas especializadas. Tamb\u00e9m p\u00f4de contratar dois funcion\u00e1rios, que foram treinados por ele e se especializaram em culin\u00e1ria sem gl\u00faten.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cPassei um ano desenvolvendo o biscoito, e agora est\u00e1 no mercado, est\u00e1 come\u00e7ando\u2026 Lan\u00e7amos h\u00e1 apenas tr\u00eas meses. \u00c9 um alimento diferenciado, mas temos de conviver com as leis do mercado tamb\u00e9m. Somos pequenos, mas acho que tem espa\u00e7o para todo mundo\u201d, avalia o\u00a0<em>chef<\/em>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Para conhecer um pouco mais sobre o projeto \u2018Birosca sem Gl\u00faten\u2019 acesse:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/biroscasemgluten\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">facebook.com\/biroscasemgluten\/<\/a><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/biroscasemgluten\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">instagram.com\/biroscasemgluten\/<\/a><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>Por Jo\u00e3o Henrique Oliveira (CCS\/UFRRJ), com colabora\u00e7\u00e3o de Antonio Carlos Comodaro e Gian Lucas Silva (bolsistas CCS), e Tha\u00eds Melo (Proext\/UFRRJ)<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><a id=\"gluten\"><\/a>O gl\u00faten e a doen\u00e7a cel\u00edaca<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O gl\u00faten \u00e9 uma prote\u00edna presente em cerais como trigo, cevada, centeio e aveia, al\u00e9m de seus derivados (farinha e farelos). A subst\u00e2ncia \u00e9 formada quando se adiciona \u00e1gua \u00e0 farinha. \u00c9 neste momento que seus dois componentes \u2013 gliadina e gluterina \u2013 se aglomeram para formar a massa. O gl\u00faten confere elasticidade, plasticidade e adesividade \u00e0 massa, conferindo ao p\u00e3o, por exemplo, maciez, textura e crescimento.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>H\u00e1 pessoas que s\u00e3o sens\u00edveis ao gl\u00faten: os portadores da chamada \u201cdoen\u00e7a cel\u00edaca\u201d. Ela afeta o intestino delgado e interfere na absor\u00e7\u00e3o de nutrientes essenciais ao organismo como carboidratos, gorduras, prote\u00ednas, vitaminas, sais minerais e \u00e1gua. Com o tempo, os portadores t\u00eam perda da viscosidade do intestino, causando diversos transtornos ao corpo como dores abdominais, gases, diarreia e azia. Em casos mais graves, pode ocasionar les\u00f5es na pele, anemia, perda \u00f3ssea e desnutri\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Segundo a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS), 1% da popula\u00e7\u00e3o mundial tem a doen\u00e7a cel\u00edaca. A Associa\u00e7\u00e3o de Cel\u00edacos do Brasil (Acelbra) acredita que um a cada 600 brasileiros seja portador da doen\u00e7a. Esse n\u00famero, entretanto, pode ser maior, uma vez que o paciente pode levar at\u00e9 sete anos para ser diagnosticado.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Al\u00e9m dos cel\u00edacos, outros indiv\u00edduos tamb\u00e9m est\u00e3o suscet\u00edveis a problemas com o gl\u00faten, como os portadores da Sensibilidade ao Gl\u00faten N\u00e3o Cel\u00edaca (SGNC), que t\u00eam sintomas ao consumir gl\u00faten, mas que n\u00e3o possuem rea\u00e7\u00e3o autoimune. H\u00e1 ainda os pacientes com a \u201cs\u00edndrome do intestino irrit\u00e1vel\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Conforme o site da\u00a0<strong><a href=\"http:\/\/www.fenacelbra.com.br\/fenacelbra\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Fenacelbra<\/a><\/strong>, o \u00fanico tratamento poss\u00edvel para as pessoas com sensibilidade ao gl\u00faten \u00e9 a mudan\u00e7a na alimenta\u00e7\u00e3o para a vida toda. Sempre com acompanhamento de nutricionistas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>De acordo com um estudo da ag\u00eancia de pesquisas Euromonitor,\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/bit.ly\/3bCAzi7\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">divulgado pelo Sebrae<\/a><\/strong>\u00a0, o setor de alimentos sem gl\u00faten e vegetariano cresceu 98% entre 2009 e 2014 anos no Brasil. O ramo movimenta U$ 35 bilh\u00f5es por ano, sendo o quarto maior mercado do mundo. Um nicho do mercado que envolve 22% da popula\u00e7\u00e3o brasileira.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a id=\"ineagro\"><\/a><strong>A Ineagro<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A Incubadora de Empresas de Base Tecnol\u00f3gica em Agroneg\u00f3cios da UFRRJ teve in\u00edcio em 1998. Entre seus objetivos est\u00e3o o oferecimento de infraestrutura para o desenvolvimento de neg\u00f3cios, a aplica\u00e7\u00e3o de pesquisas cient\u00edficas em empreendimentos e a aproxima\u00e7\u00e3o dos estudantes a atividades de produ\u00e7\u00e3o, oferecendo est\u00e1gios que contribuir\u00e3o para a coloca\u00e7\u00e3o profissional. A Ineagro incentiva produtos e servi\u00e7os sustent\u00e1veis, que tenham comprometimento social e foco no desenvolvimento da Baixada Fluminense.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A entrada de uma empresa j\u00e1 existente ou de um projeto se d\u00e1 por meio de edital, lan\u00e7ado anualmente. O candidato deve tamb\u00e9m elaborar um plano de neg\u00f3cios, que ser\u00e1 analisado pelo conselho da incubadora. Se for aprovada, a empresa pode ser residente (ocupando um espa\u00e7o dentro do pr\u00e9dio da incubadora) ou n\u00e3o (quando j\u00e1 possui sede pr\u00f3pria) \u2013 em ambos os casos, o incubado recebe todo o suporte necess\u00e1rio. O tempo m\u00e9dio de incuba\u00e7\u00e3o \u00e9 de tr\u00eas anos, podendo ser renovado por mais dois per\u00edodos de um ano cada.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Depois de adquirir compet\u00eancias para se desenvolver sozinha, a empresa \u00e9 chamada de \u201cgraduada\u201d e, apesar de n\u00e3o mais poder ocupar o espa\u00e7o f\u00edsico da incubadora, pode seguir associada a ela. Os custos referentes \u00e0 incuba\u00e7\u00e3o consistem no rateamento, por parte dos empreendedores, de despesas com \u00e1gua, luz e telefone, al\u00e9m de contrata\u00e7\u00e3o de pessoal.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Mais informa\u00e7\u00f5es em\u00a0<strong><a href=\"http:\/\/institucional.ufrrj.br\/ineagro\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">http:\/\/institucional.ufrrj.br\/ineagro<\/a><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div class=\"clear\"><\/div>\n<h6 align=\"right\"><small>Postado em 20\/02\/2020<\/small><\/h6>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma pitada de universidade &nbsp; A \u2018Birosca sem Gl\u00faten\u2019 na Feira da Agricultura Familiar Pegue uma boa ideia. 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